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Received — 20 October 2026 ⏭ Diário da Manhã

Caçamba na rua em Goiânia: regras, prazos e destino do entulho

19 October 2026 at 22:57

Decreto municipal define onde a caçamba pode ficar, por quanto tempo e o que vai dentro. Ecopontos recebem pequenos volumes; obra maior pede caçamba.

Toda reforma tem um momento em que o entulho passa a atrapalhar mais do que a própria obra. Em Goiânia, decidir onde a caçamba vai ficar não é só questão de espaço na calçada: existe um decreto municipal que fixa onde ela pode parar, por quanto tempo e como deve ser sinalizada. Conhecer o básico dessa regra ajuda a contratar bem e a evitar problema com fiscalização e vizinhança.

Quem pode colocar caçamba na via pública

O serviço é regulado pelo Decreto nº 1.285, de 30 de maio de 2012, da Prefeitura de Goiânia, que trata a colocação e a permanência de caçambas em vias e logradouros como serviço público, prestado só mediante autorização. A autorização vai exclusivamente para pessoa jurídica, com cadastro renovado a cada ano. Na prática, o morador não pede licença para cada caçamba: contrata uma empresa que já esteja cadastrada e peça a ela que confirme isso.

A caçamba também precisa estar identificada. Pelo decreto, ela é pintada de laranja, leva o nome da empresa, o telefone e um número de controle, além de faixa zebrada e adesivos refletivos nas extremidades, para ser vista de longe à noite.

Onde ela pode ficar

A regra geral é que a caçamba permaneça dentro do alinhamento do imóvel, com acesso pela guia rebaixada. Quando isso não é possível, o decreto indica, nesta ordem de preferência, a parte interna do passeio (se estiver dentro do tapume da obra), o espaço de estacionamento junto ao meio-fio ou a pista, com a lateral maior paralela à guia e no máximo 50 centímetros de afastamento. Ficam proibidos os locais onde há restrição de estacionamento. O texto limita o uso a duas caçambas por lote.

Vias do sistema viário básico, a região central, áreas de estacionamento regulamentado e outros pontos com restrição dependem de autorização específica da Prefeitura, que o decreto manda sair em até 48 horas depois do pedido. Há exceções de horário previstas no próprio texto, como a noite dos dias úteis (das 19h às 7h) e o período de sábado à tarde até segunda de manhã, mas a empresa de caçamba conhece o procedimento e sabe dizer o que vale para o seu endereço.

Prazo e multa

O decreto estabelece que a caçamba cheia deve ser trocada ou retirada em até 24 horas. Se não encher, o prazo é de cinco dias úteis depois da colocação. Depois da retirada, o responsável pela obra deve limpar o local e consertar eventual dano ao passeio.

As multas do regulamento recaem sobre o proprietário da caçamba e são classificadas em leve, média, grave e gravíssima. No texto original do decreto, os valores vão de R$ 20 a R$ 200, com acréscimo de 20% na reincidência; como o documento é de 2012, vale confirmar com a Prefeitura se houve atualização. Para quem contrata, o recado é outro: a infração também pode levar à apreensão da caçamba, e com ela o entulho que já estava dentro.

O que pode e o que não pode ir na caçamba

O decreto trata de resíduos inertes e inorgânicos: a caliça, que vem de reformas, construções e demolições, e a terra de escavações. Lixo doméstico, resto de comida e material perigoso não entram nesse serviço. Segundo a Resolução Conama nº 307, tintas, solventes e óleos são resíduos de classe D, com destinação específica por norma técnica. Madeira, plástico, metal e vidro estão na classe B, que a norma manda reutilizar, reciclar ou encaminhar a armazenamento temporário.

Para onde vai o entulho

Quem aluga a caçamba tem uma responsabilidade que costuma passar despercebida: saber onde a empresa descarrega. O decreto exige que a transportadora indique por escrito à Prefeitura o local onde os resíduos serão depositados, e descarregar em outro lugar é infração. A Resolução Conama nº 307 também proíbe que o entulho vá para aterros de lixo urbano, áreas de bota-fora, encostas, corpos d’água e lotes vagos.

Para pequenos volumes, a capital tem cinco ecopontos operados pela Comurg, nos setores Guanabara, Faiçalville, Jardim São José, Campos Dourados e Parque Eldorado Oeste. Segundo a companhia, funcionam das 7h às 22h todos os dias, são gratuitos e aceitam resíduo de construção em pequenas quantidades, até 2.000 litros por pessoa. Grandes geradores, diz a Comurg, devem contratar caçambas credenciadas pela Agência Municipal do Meio Ambiente.

Como escolher o tamanho

Em via pública, o decreto limita a caçamba a 10 metros cúbicos e a 1,80 metro de largura, o que já define o teto do que a empresa pode colocar. Dentro desse limite, a escolha depende do volume da obra: uma limpeza de quintal e a demolição de uma laje não pedem o mesmo equipamento. Descreva o serviço à empresa, informe se há restrição de espaço e pergunte quantas retiradas estão previstas. Carga acima da borda gera problema no transporte, porque o decreto exige que o material seja coberto com lona para não cair na via.

Como pedir

Quem quiser registrar um pedido de caçamba em Goiânia pode usar o AlugaCaçamba, informando o bairro e o tipo de entulho. Seja qual for a empresa contratada, vale confirmar o cadastro dela na Prefeitura e para onde o entulho será levado.

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Received — 19 October 2026 ⏭ Diário da Manhã

EL NIÑO ATÉ 2027: O MANEJO DECIDE SE A LAVOURA AGUENTA O QUE VEM

19 October 2026 at 20:36

Os boletins climáticos deixaram de ser leitura de curiosidade e viraram ferramenta de trabalho no campo. As projeções mais recentes apontam um El Niño de intensidade rara, com duração que se estende até 2027. Isso significa meses de chuva irregular, calor acima do normal e janelas de plantio mais estreitas.

Para quem depende da lavoura, a notícia não é motivo de pânico, e sim de planejamento. A diferença entre perder e colher vai estar menos no clima e mais no que se faz antes dele chegar.

O que os órgãos de clima estão projetando

O Centro de Previsão Climática da NOAA declarou condições de El Niño no Pacífico ainda em 2026. As atualizações seguintes elevaram a chance de um evento muito forte para patamares acima de 90%. Há também a estimativa de que ele siga atuando pelo menos até março de 2027.

No Brasil, o padrão esperado é de seca mais acentuada no Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Já no Sul e em parte do Sudeste, o risco se inverte, com excesso de chuva e tempestades severas. O INMET e o INPE mantêm boletins mensais que detalham essas tendências por região. Acompanhar essas publicações é gratuito e ajuda a ajustar o calendário da fazenda.

Como o fenômeno mexe com a lavoura

O El Niño altera a circulação de ventos e o transporte de umidade sobre o continente. Na prática, isso bagunça o regime de chuvas que a agricultura usa como referência há décadas. Regiões que esperavam água em determinado mês podem enfrentar veranicos longos.

Outras, acostumadas com estiagem, recebem volumes que o solo não consegue absorver. As temperaturas também sobem, o que acelera a perda de água por evaporação. Cada cultura reage de forma diferente a esse cenário, e o milho está entre as mais sensíveis. Seu ciclo curto e sua exigência hídrica fazem dele um termômetro do que vem por aí.

Os estádios em que o milho mais sofre

A fase de emergência é a primeira a sentir o impacto de um solo seco ou encharcado demais. Depois, o período de florescimento concentra a maior necessidade de água de todo o ciclo.

Um veranico nesta etapa derruba o número de grãos por espiga de forma irreversível. Já o encharcamento prolongado reduz a oxigenação das raízes e abre porta para doenças. O excesso de calor noturno também consome as reservas que a planta acumulou durante o dia. Entender esses pontos permite priorizar recursos onde o retorno da plantação de milho é maior.

Estratégias de manejo para um ciclo instável

A primeira medida é escalonar o plantio, distribuindo a aposta em datas diferentes. Assim, uma janela ruim não compromete a produção inteira da propriedade. A segunda é investir em cobertura de solo, com palhada que reduz a perda de umidade. A terceira é ajustar a população de plantas ao ambiente real de cada talhão.

A quarta é diversificar cultivares, combinando materiais de ciclos distintos. A quinta é reforçar a proteção inicial da semente, que define o arranque da cultura. Nenhuma dessas ações é novidade, mas o contexto exige executá-las com disciplina. O começo da lavoura como ponto de decisão

A qualidade da semente e o cuidado no plantio ganham peso em anos de clima hostil. Um arranque forte permite que a planta explore mais profundidade em busca de água. Isso faz diferença quando a chuva some justamente nas semanas decisivas.

Vale revisar o tratamento de sementes de soja e de milho conforme o alvo de cada área. Também é hora de checar a regulagem da semeadora e a profundidade de deposição. Pequenos ajustes na operação evitam falhas de estande que o clima só piora. Quem acerta no início tem mais margem para lidar com o que não controla.

O que fazer nas próximas semanas

Comece reunindo os boletins climáticos das últimas semanas e comparando com a previsão da sua região. Depois, defina as datas de plantio considerando o risco hídrico de cada talhão. Programe a aquisição de sementes com antecedência, priorizando lotes de bom vigor.

Revise o histórico de produtividade para identificar as áreas mais vulneráveis. Ajuste o cronograma de adubação e de aplicações conforme o cenário previsto. Mantenha um registro simples do que foi feito e do que aconteceu em campo.

Esse hábito constrói um banco de dados que vale mais a cada safra. Com informação organizada, a decisão deixa de ser aposta e passa a ser escolha consciente.

Preparar o solo e a cabeça para o que vem

Nenhum produtor controla o Pacífico, e essa é a parte que precisa ser aceita com naturalidade. O que está ao alcance é a qualidade de cada etapa executada dentro da porteira. Clima adverso castiga quem improvisa e recompensa quem se antecipa.

As projeções até 2027 são um aviso, não uma sentença sobre o resultado da safra. Quem trata o manejo como prioridade encontra espaço para colher mesmo em anos difíceis. A lavoura responde ao cuidado que recebe, e isso nunca foi novidade no campo.

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Received — 18 October 2026 ⏭ Diário da Manhã

Internet em Goiânia: dá para trocar a TV por assinatura por streaming?

17 October 2026 at 23:36

A capital goiana ganhou novos provedores de fibra nos últimos anos. Veja quando a troca compensa, o que muda na rotina e como avaliar antes de cancelar.

Foto: Denny Müller / Unsplash

A pergunta tem aparecido com frequência nas rodas de conversa de Goiânia: ainda faz sentido pagar TV por assinatura quando quase tudo pode ser visto pela internet? A resposta depende de dois fatores que variam de casa para casa: a qualidade da conexão e o tipo de conteúdo que a família costuma assistir.

Nos últimos anos, a capital goiana viu crescer a presença de provedores regionais de fibra óptica, que passaram a disputar espaço com as grandes operadoras. Em bairros como Setor Bueno, Jardim Goiás, Setor Oeste e Parque Amazônia, a oferta de planos de alta velocidade se tornou comum. Em regiões mais afastadas e em cidades da Região Metropolitana, como Aparecida de Goiânia e Trindade, a situação é mais heterogênea.

Como está a internet na sua rua

Antes de qualquer decisão, o morador precisa conhecer a própria conexão. Não basta olhar o plano contratado: é preciso medir o que chega de fato, em diferentes horários. Ferramentas gratuitas, como o SIMET, do NIC.br, mostram velocidade de download, upload e latência. Se os resultados forem estáveis inclusive à noite, quando o uso da rede cresce, é um bom sinal.

Conexões por fibra óptica são as mais indicadas para quem pretende assistir à TV pela internet. Conexões via rádio ou por tecnologias mais antigas podem funcionar, mas tendem a oscilar mais, especialmente durante as chuvas de verão, típicas da região Centro-Oeste.

Velocidade mínima

Para uma televisão em alta definição, uma conexão estável de 15 a 25 megas é suficiente. Famílias com várias telas ligadas ao mesmo tempo devem somar o consumo de cada uma e acrescentar uma margem. Na prática, planos a partir de 100 megas atendem bem a maioria das casas, desde que o Wi-Fi esteja bem configurado.

Quais aparelhos usar

Quem tem uma Smart TV recente já está praticamente pronto. Basta instalar os aplicativos pela loja do próprio televisor. Para modelos antigos, sticks de streaming e TV Boxes conectados ao HDMI transformam a televisão comum em uma central multimídia. O celular e o tablet completam o conjunto, permitindo assistir em qualquer cômodo.

Antes de contratar, vale conferir se o serviço escolhido funciona nos aparelhos da casa. Comparativos como os do Teste IPTV App, que organizam os aplicativos por tipo de aparelho, ajudam a evitar a surpresa de descobrir uma incompatibilidade depois do pagamento.

Quando a troca compensa

A substituição tende a valer a pena para famílias que assistem principalmente a filmes, séries e esportes específicos, e que hoje pagam por um pacote com dezenas de canais pouco usados. Nesses casos, a combinação de uma plataforma de catálogo com um serviço de TV ao vivo pela internet pode sair mais barata e mais adequada ao gosto da casa.

Por outro lado, para quem tem internet instável ou assiste a muitos canais diferentes ao longo do dia, a assinatura tradicional ainda pode fazer sentido. Não existe resposta única, e a decisão deve partir da rotina de cada família.

Teste antes de mudar

A forma mais segura de decidir é experimentar. Muitos serviços de TV pela internet oferecem um período de avaliação sem custo, o que permite verificar a qualidade na rede de casa, no horário em que a família costuma assistir. Um teste IPTV grátis durante um jogo do Goiás, do Vila Nova ou do Atlético-GO, por exemplo, é uma ótima forma de colocar a conexão e o serviço à prova.

Durante o teste, observe se a imagem se mantém nítida, se a troca de canais é rápida e se há travamentos nos momentos de maior audiência. Também vale avaliar o atendimento: uma dúvida simples respondida com rapidez é um bom indício.

Cuidados com a contratação

Na hora de fechar, leia as condições de pagamento, renovação e cancelamento. Guarde comprovantes e conversas. Desconfie de preços muito abaixo da média e de vendedores que não informam claramente o que está sendo oferecido. Em caso de problemas, o Procon Goiás orienta o consumidor.

Com uma boa conexão, aparelhos compatíveis e um teste bem feito, trocar a TV por assinatura pelo streaming em Goiânia é uma decisão que pode trazer economia e mais liberdade para escolher o que assistir.

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Received — 14 October 2026 ⏭ Diário da Manhã

Mudança de Brasília para São Paulo: o que pesa no orçamento além da distância

14 October 2026 at 02:58

Quem vai se mudar de Brasília para São Paulo geralmente começa pensando na distância. São pouco mais de mil quilômetros de estrada, e é natural imaginar que esse seja o principal fator do preço. Na prática, o trajeto é só uma parte da conta. O que mais faz o valor variar de uma empresa para outra são as condições nos dois endereços, o volume a ser transportado e os serviços que entram, ou não, no orçamento.

Antes de sair de Brasília

Boa parte das mudanças em Brasília sai de prédios residenciais, seja no Plano Piloto, no Sudoeste ou em Águas Claras. Cada condomínio tem suas próprias regras: horário permitido, reserva do elevador de serviço e aviso prévio à administração. Em muitos prédios, a mudança só pode acontecer em dias úteis e em horário comercial. Essas regras definem quanto tempo a equipe terá para carregar o caminhão, e tempo, em mudança, é custo.

É comum que a ida para São Paulo venha de uma aprovação em concurso, de uma transferência de trabalho ou de uma nova oportunidade profissional, quase sempre com prazo curto. Por isso, vale começar cedo a organização da mudança em Brasília: confirmar as regras do prédio, decidir o que vai e o que fica e pedir orçamentos com tempo suficiente para comparar.

Também faz diferença informar com precisão as condições do endereço de saída. Andar, existência de elevador e distância entre o ponto onde o caminhão vai parar e a porta do apartamento mudam o trabalho da equipe e, consequentemente, o preço.

A chegada em São Paulo

Em São Paulo, a lógica se repete, mas com algumas dificuldades a mais. Muitos condomínios pedem cadastro prévio da empresa, com o nome dos funcionários, a placa do caminhão e o horário de chegada. Sem esse cadastro, a entrada pode ser barrada na portaria.

Há ainda as restrições de circulação de caminhões em parte da cidade, especialmente no centro expandido, e ruas onde é difícil estacionar um veículo grande. Em alguns casos, a carga precisa ser passada para um veículo menor perto do destino, o que aumenta o tempo de serviço. Por isso, a mudança de Brasília para São Paulo precisa ser planejada levando em conta o endereço de chegada tanto quanto o de saída.

Carreto ou empresa de mudança?

Para uma viagem dessa distância, o carreto raramente é a melhor escolha. Ele funciona bem para trajetos curtos e pouco volume. Entre Brasília e São Paulo, o mais indicado é contratar uma empresa de mudança com caminhão fechado, seguro de carga e responsabilidade formal pelo que está sendo transportado.

Como comparar os orçamentos

Um orçamento muito abaixo dos outros costuma ter deixado algo de fora, como embalagem, desmontagem e montagem de móveis, seguro ou o tempo de espera nos condomínios. Esses itens acabam sendo cobrados à parte no dia da mudança. Antes de fechar, vale conferir o CNPJ da empresa, pedir nota fiscal e ler o contrato com atenção.

Como a mudança é organizada a distância, muita gente faz as cotações pela internet, em plataformas como a MudaTech, que listam empresas de mudança por cidade. Seja qual for o caminho, o importante é que todas as propostas descrevam a mesma coisa: o mesmo volume, os mesmos endereços e as mesmas condições de acesso. Só assim a comparação é justa.

Ajuda bastante fazer uma lista dos móveis e do número aproximado de caixas antes de pedir as cotações. Com essa lista em mãos, as empresas calculam o volume com mais precisão e o risco de surpresa no dia diminui. Também vale perguntar o prazo de entrega: em viagens longas, a mudança pode levar alguns dias para chegar, principalmente quando a carga divide o caminhão com a de outros clientes.

Por fim, documentos, chaves, remédios e itens de uso imediato devem viajar com a família, e não no caminhão. Isso evita transtornos caso a entrega atrase.

Com planejamento e orçamentos bem detalhados, a mudança entre as duas capitais fica mais previsível, e o preço combinado tende a ser o mesmo que será pago no final.

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