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Alameda 21

31 October 2026 at 12:05

Assim se denomina o projecto que visa transformar a conhecida Quinta da Penha, paredes meias com o Campus da Penha da Universidade do Algarve e zona de grande expansão habitacional num parque verde de lazer, convívio e desporto ao ar livre.

É ali na zona contígua à Ribeira das Lavadeiras, nessa Faro em Quarto Crescente, como numa «Crónica de Faro» há décadas a definiu o sempre saudoso e presente na memória jornalista Mário Zambujal, que surgirá mais um espaço onde os farenses possam, em pleno ambiente saudável e natural viver e conviver.

A Comissão Consultiva, constituída para dar os respectivos pareceres pela Autarquia e formada por especialistas e entidades com experiência firmada em anteriores projectos análogos já reuniu várias vezes, pelo que este propósito é daqueles a encarar com firmeza e a certeza de que a capital algarvia terá na sua zona nascente um novo espaço de todos e para todos.

Uma obra que se deseja seja uma realidade a curto prazo.

Received — 24 October 2026 ⏭ Jornal do Algarve

“Dar sangue é dar vida”

24 October 2026 at 12:04

O antigo e sempre actual testemunho de que «dar sangue é dar vida» cria uma flagrante e plena verdade nos nossos dias. Com efeito as reservas na grande maioria das unidades hospitalares portuguesas é aflitiva e torna urgente, de uma urgência imediata e constante, tornar realidade esse gesto tão fraterno que é o de dar sangue para quem dele precisa e são constantes as necessidades de tão vital doação.

Esta é também a situação que ocorre quer no CHUA (Centro Hospitalar Universitário do Algarve), em Faro, como nas unidades congéneres de Portimão e Lagos, com uma carência constante do precioso e vital suporte de vida.

Quando funcionava em Faro o Regimento de Infantaria, onde se formavam as unidades para a Guerra do Ultramar haviam muitas doações de sangue. Outro tanto sucedia com as Corporações de Bombeiros, o que continua a verificar-se. Meu saudoso pai, também ela na sua juventude bombeiro da Cruz Lusa recebeu várias transfusões dadas pelo saudoso Cartaxo, que Deus haja. Na sociedade civil nunca esqueço o exemplo do homem de bem e rotário que foi o meu lembrado compadre Henrique Brito Figueira com as suas periódicas dádivas, no que deve ser seguido por todos os que tenham condições para o fazer, o que no meu caso não acontece.

“Dar sangue é dar vida” e todos, os que o podem, devem fazê-lo.

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