A Escola Básica de Covão do Coelho, em Alcanena, esteve em risco de não abrir portas em setembro de 2019. Seis anos depois aí estudaram os alunos que obtiveram um dos melhores resultados nas provas nacionais do 4.º ano a Português, Matemática e Inglê.
O concurso inicialmente estava aberto até 30 de novembro, mas vários municípios fizeram chegar ao Governo o alerta de que “o prazo era apertado”. Ideia é prorrogar prazo pelo menos até 31 de dezembro.
Entre os mais de 91 mil alunos do 9.º ano que foram a exame em 2024, cerca de 39 mil tiveram notas positivas na avaliação externa após um percurso sem retenções nos 7.º e 8.º anos.
No ano passado, 21 escolas destacaram-se entre 567 públicas e privadas (com dados disponíveis) pela proximidade entre a média nos exames e as notas internas, com uma diferença inferior a um valor.
Os colégios privados voltam a destacar-se no ‘ranking’ geral das escolas, com o Grande Colégio Universal, no Porto, a repetir a liderança pelo segundo ano consecutivo. O primeiro estabelecimento público na lista é a Escola Artística do Conservatório de Música do Porto na 38.ª posição. O ranking geral tem por base o desempenho nos exames nacionais em 2025.
Castro Almeida apelou às empresas, universidades e centros de investigação que comecem já a preparar consórcios para concorrerem ao Fundo Europeu da Competividade e assim compensar o corte de fundos.
O grupo, que no terceiro trimestre anunciou a compra de 30% da TRC (IndraMind) e de 100% da Dares Technology, reafirmou as metas financeiras para 2026: receitas superiores a 7.000 milhões de euros, EBIT acima de 700 milhões e free cash flow superior a 375 milhões.
Com 22 áreas em Tier 1 no Legal 500, 12 em Band 1 no Chambers e 58 práticas Elite no Latin Lawyer 250, sociedade consolida-se como líder ibero-americana na região