O juiz que preside ao coletivo que vai julgar o processo mais pequeno separado da Operação Marquês decidiu não iniciar o julgamento e remeter os autos ao processo principal, para serem julgados em conjunto. Em despacho assinado pelo juiz Rúben Vieira, com a data de 27 de outubro, o magistrado defende que “não deverá ser iniciado o julgamento (dando-se o mesmo sem efeito), reconhecendo-se a conexão (objetiva e subjetiva) entre este processo e o processo comum coletivo”, já com o julgamento em curso, tutelado pela juíza Susana Seca. Por esta razão o juiz Rúben Vieira decidiu remeter os autos deste