Proteger as vítimas de violência e impedir que a justiça seja usada como arma não são causas opostas. São a mesma causa: o superior interesse da criança.
Por que espera o governo português para actuar e prevenir maiores disrupções e carestias naquele que é ainda, em média, o maior encargo das famílias portuguesas (alimentação)?
Mas talvez devamos começar pelo momento presente: Portugal está a entrar no pico anual da sua energia empreendedora. São semanas de intensidade concentrada, de densidade rara, de uma vitalidade que não se repete noutra altura do ano.