❌

Normal view

Beatriz Almeida vence Portfolio Night Lisbon 2026

By: + M
30 October 2026 at 18:22

Beatriz Almeida, diretora de arte na Fuel, foi a vencedora da edição deste ano da Portfolio Night Lisbon. A competição reúne diretores criativos de agências e estúdios nacionais que avaliam e dão opiniões qualificadas sobre os portfólios de talentos emergentes de várias áreas da criatividade.

Promovida globalmente pelo The One Club for Creativity, de Nova Iorque, a Portfolio Night decorre este ano em 27 cidades durante o mês de outubro. A edição de Lisboa, realizada em colaboração com o Clube da Criatividade de Portugal (CCP) reuniu 37 talentos criativos.

A votação para eleger o melhor portfólio da competição lisboeta foi moderada por Mário Mandacaru, cofundador e Creative Partner d’A equipa e ex-presidente do CCP. Pela primeira vez foi anunciada uma shortlist. Além de Beatriz Almeida, incluía Martin Stanilov (o escritório), Pedro Chula (Fuel), Sebastião Ogando (freelancer) e Gonçalo Oliveira (BBDO).

Beatriz Almeida destacou-se por apresentar “um bom trabalho do dia-a-dia, mas também um bom trabalho pessoal e esse trabalho pessoal ir para a rua e ter relevância do mercado”, referiu Mário Mandacaru no momento da revelação. É uma jovem que “tem craft, tem ideia, muita vontade, criatividade, olhar sensível e procura insights verdadeiros”, acrescentou. O portfolio da Beatriz pode ser consultado aqui.

Como All-Star de Lisboa, Beatriz Almeida vai representar Portugal na competição internacional, que decorre online. Os All-Stars das várias cidades vão trabalhar em grupos de três a quatro, e cada grupo vai trabalhar um briefing real de uma marca. O grupo vencedor viaja até à Creative Week de Nova Iorque, que se vai realizar em maio de 2027, para uma semana de eventos, workshops, networking e recrutamento.

Meta promete “auscultação completa” junto dos editores antes de aplicar novos termos comerciais

By: + M
30 October 2026 at 11:39

A entrada em vigor dos novos termos comerciais da Meta poderá sofrer um novo adiamento. Com previsão inicial para 30 de outubro, as críticas dos editores levaram a tecnológica a adiar a data para 20 de novembro. Agora, a Meta admite adiar a sua aplicação, mediante o processo de “auscultação completa” que vai promover junto do setor dos media, avança o Nieman Lab.

“Ouvimos o feedback dos editores sobre a nossa proposta de atualização dos termos de publicidade e de negócio. Preocupamo-nos profundamente com os nossos parceiros e não tencionamos fazer alterações às nossas políticas sem uma auscultação completa de associações e líderes do setor”, escreveu no X o vice-presidente de comunicação da Meta, Andy Stone.

“Estamos empenhados em fazer isto bem e, como prevemos que esta auscultação se possa prolongar para lá de 20 de novembro, nesse caso adiaremos a aplicação dos termos atualizados. Até lá, mantêm-se em vigor os nossos termos atuais”, acrescentou ainda.

Tweet from @andymstone

Também na quarta-feira, um tribunal norueguês impediu que os termos entrassem em vigor a 20 de novembro nesse país, com a Meta proibida de implementar as alterações na Noruega até que o tribunal avalie a sua legalidade. A tecnológica vai ter ainda de pagar 1,2 milhões de coroas norueguesas (quase 116 mil euros) em custas judiciais. 

Os novos termos têm estado sob contestação por abrirem a porta ao scraping de sites, inclusive os noticiosos, e a sua potencial utilização para o treino de inteligência artificial (IA).

Os novos termos comerciais da Meta abrangem quem usa as plataformas para fins empresariais ou comerciais: gerir páginas e grupos, publicar anúncios, enviar mensagens de marketing ou recorrer a ferramentas como o Meta Business Suite. Ao continuarem a usar estas contas, os titulares autorizam a Meta a “aceder, armazenar em cache, analisar, recolher, recuperar ou indexar os domínios, páginas web ou URL (e quaisquer conteúdos disponíveis através dos mesmos)” associados aos seus produtos ou serviços.

Na primeira versão dos termos, revelada pelo Nieman Lab a 15 de outubro, a Meta reservava-se o direito de usar esses conteúdos para “fornecer, desenvolver, melhorar, realizar investigação, treinar e manter a integridade” dos seus produtos.

No dia 16 de outubro, a Meta reviu os termos. A palavra “treinar” desapareceu e a redação do uso dos conteúdos recolhidos passou a “fornecer, desenvolver, melhorar, investigar e manter produtos de publicidade e empresariais” e a “manter a integridade e a segurança” dos produtos da Meta.

❌