Árbitros da LaLiga vão falar no final dos jogos em flash interviews





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A Ria Formosa voltou a ser o palco do Faro Aventura, que, na sua 26.ª edição, reuniu 65 participantes, distribuídos por 12 equipas, numa jornada com mais de dez horas dedicadas ao desporto, à inclusão e ao convívio. Promovido pelo Município de Faro, através do Centro Náutico da Praia de Faro, o evento contou com […]
Três dezenas de pilotos portugueses e espanhóis vão desafiar uma encosta de 110 metros, com inclinações superiores a 80% em alguns pontos, na XXIII edição da Subida Impossível, que se realiza a 8 de novembro, a partir das 10:00, junto à estrada M502, no sítio do Enxerim, em Silves.
Organizada pelo Moto Clube de Albufeira, a iniciativa volta a reunir participantes nacionais e espanhóis num desafio de motociclismo em que o principal objetivo é alcançar o topo de uma subida marcada pela dificuldade do terreno e pela elevada inclinação.
A organização espera receber milhares de espectadores para acompanhar as tentativas dos cerca de 30 pilotos, que terão de demonstrar perícia e controlo das motos para ultrapassar os obstáculos do percurso.
Além da competição, a programação contempla a presença do Infantário do Motocross, uma iniciativa que permitirá aos mais novos conhecer o universo do mini motocross e descobrir algumas das particularidades desta modalidade.
A edição deste ano contará também com novidades ao nível da produção, que, de acordo com a organização, pretendem aumentar o impacto do espetáculo junto do público.
Cesar Lopes, presidente do Moto Clube de Albufeira, sublinha a importância da Subida Impossível para a associação e para a divulgação dos concelhos de Silves e Albufeira.
“O nosso objetivo é que o evento continue a melhorar e a crescer de ano para ano. Este é o grande evento do nosso Moto Clube, que projeta o concelho de Silves e o nome de Albufeira além-fronteiras”, afirma o responsável.
O dirigente destaca ainda o interesse que a iniciativa desperta entre visitantes portugueses e estrangeiros, alguns dos quais procuram conhecer antecipadamente a data da competição para organizar as suas deslocações.
“Temos pessoas, nacionais e estrangeiras, a perguntar muito antecipadamente qual a data do evento, no sentido marcarem as suas férias. É sinal que desfrutam do evento e estamos a fazer um bom trabalho”, acrescenta Cesar Lopes.
A XXIII Subida Impossível é promovida pelo Moto Clube de Albufeira, com o apoio da Câmara Municipal de Silves e de vários parceiros privados.
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Um erro durante um treino do Benfica valeu a Gonçalo Ramos uma repreensão de Jorge Jesus que o avançado nunca esqueceu. O treinador não gostou da forma como o jogador executou um passe e comparou a bola a uma melancia, numa das várias situações que marcaram a relação entre ambos durante os primeiros anos do futebolista na equipa principal dos encarnados.
Natural de Olhão e atualmente ao serviço do Milan, o internacional português recordou o episódio durante uma entrevista ao programa Soltinhos pelo Mundo, do Canal 11. Citado pelo jornal desportivo A Bola, Gonçalo Ramos admitiu que as repreensões do treinador nem sempre eram fáceis de aceitar quando era mais novo, embora considere que contribuíram para a sua evolução enquanto jogador.
O episódio aconteceu num treino do Benfica, quando Gonçalo Ramos recebeu a bola de costas para a baliza e tentou devolvê-la de primeira a um colega. O passe não saiu como pretendia e Jorge Jesus reagiu de imediato, utilizando uma expressão que o avançado ainda hoje recorda: “A bola nos teus pés parece uma melancia”.
Segundo a mesma fonte, a repreensão estava relacionada com uma indicação tática que o treinador transmitia frequentemente aos avançados. Jorge Jesus pretendia que os jogadores utilizassem dois toques quando recebiam a bola de costas para a baliza, evitando decisões precipitadas. Depois daquele episódio, Gonçalo Ramos passou a ter um cuidado especial em cumprir a orientação.
Apesar de atualmente recordar a situação com algum humor, o jogador explicou que a reação do treinador teve um impacto diferente quando ainda procurava afirmar-se na equipa principal. As palavras de Jorge Jesus deixavam os jovens futebolistas sob pressão, sobretudo quando os erros aconteciam durante os exercícios de treino.
Contudo, Gonçalo Ramos reconhece que essas situações também contribuíam para a aprendizagem. O avançado, que trabalhou com Jorge Jesus no Benfica nas épocas 2020/21 e 2021/22, considera que a exigência do técnico lhe permitiu melhorar diferentes aspetos do jogo, especialmente ao nível dos posicionamentos e das decisões tomadas dentro de campo.
A comparação com a melancia não foi o único episódio recordado pelo jogador. Gonçalo Ramos contou que, numa altura em que a imprensa noticiava um alegado interesse do Bayern Munique na sua contratação, se apresentou num treino antes de um jogo europeu com vários acessórios para se proteger do frio.
De acordo com A Bola, o avançado utilizava luvas, uma gola e uma camisola térmica, o que chamou a atenção de Jorge Jesus. O treinador aproveitou a situação para questionar como é que pretendia jogar na Alemanha se já demonstrava tanto desconforto com as temperaturas que enfrentava ao serviço do Benfica. O comentário ficou na memória do jogador, que voltou a recordá-lo na entrevista.
Os dois voltaram a trabalhar juntos depois de Jorge Jesus assumir o comando da Seleção Nacional, em setembro deste ano. Apesar dos anos que passaram desde a experiência no Benfica, o treinador manteve a mesma preocupação com os movimentos dos avançados e continuou a transmitir indicações exigentes a Gonçalo Ramos.
O internacional português recordou, a propósito, o jogo diante da Noruega, disputado a 4 de outubro, no qual marcou um dos golos de Portugal. Durante o encontro, Jorge Jesus insistiu para que permanecesse na zona da área. Depois do golo, o treinador voltou a recordar-lhe a indicação, numa troca de palavras que, desta vez, terminou com ambos a rir.
Gonçalo Ramos, de 25 anos, explicou que os métodos de Jorge Jesus podem surpreender os jogadores mais jovens, mas defendeu que o conhecimento tático e a atenção aos pormenores tornam o treinador uma figura importante na sua evolução. A forma direta de comunicar nem sempre era recebida da melhor maneira, sobretudo numa fase em que ainda estava a ganhar experiência.
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A Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) saudou hoje o regresso do Rali Dakar a Portugal, que será palco do arranque da edição de 2027, antes de a prova rainha de todo o terreno entrar em Marrocos.
“É com enorme satisfação e orgulho que a FPAK vê o Dakar regressar a Portugal para a sua grande partida em 2027. Este momento confirma que Portugal continua, de forma consistente, na rota dos melhores e mais prestigiados eventos de automobilismo do mundo”, afirmou o presidente do organismo, Ni Amorim, em comunicado divulgado no sítio oficial na Internet.
O líder federativo reagia ao anúncio efetuado pouco tempo antes pelos organizadores do Rali Dakar, que será transferido “excecionalmente, em 2027, para a Europa e África”, devido à intensificação do conflito entre os huthis, do Iémen, apoiados pelo Irão, e a Arábia Saudita, estando previsto o regresso “a solo saudita, em 2028, para a 50.ª edição” da prova.
“Competir numa prova desta dimensão é sempre um enorme desafio, mas poder fazê-lo a partir de ‘casa’, sentindo o apoio direto do público português, representa uma mais-valia indiscutível e um incentivo acrescido para todos os participantes portugueses que elevam a nossa bandeira ao mais alto nível do todo-o-terreno mundial”, observou Ni Amorim.
A 49.ª edição decorrerá de 09 a 23 de janeiro de 2027, entre Loulé-Faro e Marraquexe, com datas sujeitas à aprovação do Conselho Mundial do Desporto Automóvel da Federação Internacional do Automóvel (FIA), e o Estádio Algarve acolherá o arranque e o centro nevrálgico das verificações técnicas e administrativas, que antecedem a prova, ao longo de três dias.
“Ter o ponto de partida no Algarve é uma conquista extraordinária, não só para o desporto motorizado nacional, mas também para os nossos pilotos e equipas”, assinalou o presidente da FPAK, destacando a “experiência” do Automóvel Club de Portugal (ACP), que organizará as etapas em território nacional.
O prólogo disputa-se em 09 de janeiro e a primeira etapa no dia seguinte, antes da travessia marítima para Nador, em Marrocos, que receberá as restantes 11 etapas e o dia de descanso, em Agadir. O percurso terá 7.824 quilómetros, dos quais 4.341 cronometrados.
O regresso acontece 20 anos depois da última edição disputada em território português e 19 após o cancelamento do Lisboa-Dakar de 2008. Lisboa recebeu as partidas de 2006 e 2007 e preparava-se para acolher uma terceira saída consecutiva, mas a edição de 2008 foi cancelada na véspera do arranque, devido a ameaças à segurança na Mauritânia.
A suspensão precipitou a mudança para a América do Sul, que recebeu a competição entre 2009 e 2019. Em 2020, o Dakar transferiu-se para a Arábia Saudita, iniciando um novo período que será interrompido pela passagem por Portugal e Marrocos.
“Quase duas décadas após a histórica edição de 2006, o maior evento de todo o terreno do planeta volta a ter o território nacional como ponto de partida para as suas grandes emoções. A escolha de Portugal reforça a posição do país enquanto palco de excelência para a realização das maiores competições mundiais do desporto automóvel”, reforçou a FPAK.
