❌

Normal view

Patrick Stewart Rose From Obscurity to Boldly (and Baldly) Go Where No Yorkshireman Had Gone Before

30 October 2026 at 00:22
Sir Pat Stew's collaborator on his 2023 memoir, 'Making It So,' retraces the late actor's unlikely second act, plucked from the Shakespearean stage and placed at the helm 'USS Enterprise' — and a nonpareil Hollywood career.

O filme proibido de Thomas Edison: a tragédia com o presidente dos EUA que deu origem ao Serviço Secreto

29 October 2026 at 21:02

Em 29 de outubro de 1901, por volta das sete horas da manhã, um prisioneiro foi levado de sua cela na Prisão de Auburn em Nova York para uma câmara de execução. Sentou-se na cadeira elétrica e, enquanto tinha os eletrodos conectados à sua pele e as tiras amarradas em suas pernas, declarou:

“Eu matei o presidente porque ele era o inimigo do bom povo trabalhador. Não me arrependo do meu crime.” E terminou: “Lamento não ter podido ver meu pai.”

O homem passou o próximo minuto recebendo choques elétricos com tensões entre 1.800 e 300 volts. Seu óbito foi decretado pelos médicos presentes quatro minutos depois. Foi executada com sucesso a pena capital de Leon Czolgosz, assassino do 25º presidente dos Estados Unidos.

Como foi o ataque a William McKinley?

53 dias antes, o político de carreira William McKinley cumprimentava seus apoiadores em uma feira de inovação em Buffalo, Nova York. Seis meses após ser reeleito presidente dos Estados Unidos, o republicano no auge de sua popularidade passou a priorizar o contato com o público, abrindo lugar na agenda para ir a eventos como aquele.

Seu secretário não gostava tanto da ideia. George B. Cortelyou sabia da aversão de McKinley a sair com equipes de segurança e considerava a Exposição Pan-Americana no Temple of Music um grande risco para a integridade do estadista.

Mas a vontade do presidente foi feita, e às 16h de 6 de setembro de 1901, William McKinley estava parado em frente a uma fila de pessoas que aguardavam para apertar sua mão.

Fotografia de William McKinley, de terno, em preto e branco
William McKinley 25º Presidente dos EUA • Getty Images

Finalmente, chegou a vez de Leon Czolgosz. No livro ‘The President and the Assassin’, o jornalista Scott Miller reconta a cena: um homem aparentemente calmo estende a mão direita, coberta por um pano, em direção ao presidente.

O político estende a mão de volta, como havia feito com todos os presentes até então. Em vez de um cumprimento, William McKinley é surpreendido com duas balas de revólver calibre .32, à queima-roupa no abdome.

Czolgosz foi contido por agentes de segurança antes de conseguir disparar o terceiro tiro. A feira tornou-se um caos, e o republicano foi levado às pressas para um hospital, onde passou por cirurgia.

Scott Miller conta que, enquanto uma das balas passou de raspão, outra penetrou o corpo do presidente e nunca foi encontrada.

McKinley não morreu de imediato. Ele parecia estar fazendo boa recuperação até que, seis dias depois, sua condição piorou. Em 14 de setembro, o presidente morreu por consequência de gangrena, atribuída a uma infecção bacteriana que passou despercebida pelos médicos.

Leia Mais:

Esta era a terceira morte de um líder do Estado norte-americano por assassinato em menos de 50 anos; James Garfield e Abraham Lincoln haviam sido mortos a tiros em locais públicos de Washington, D.C., em 1881 e em 1865, respectivamente.

Duas mudanças importantes ocorreram após o crime: o então vice-presidente Theodore Roosevelt iniciou o primeiro de seus dois mandatos, e o Congresso americano formalizou a atuação do Serviço Secreto, que agora forneceria agentes para acompanhar o presidente 24 horas por dia.

Quem foi Leon Czolgosz e qual foi sua motivação?

Leon F. Czolgosz era um jovem operário de 28 anos, nascido em Detroit, Michigan, e filho de imigrantes poloneses. Trabalhador braçal, atuou principalmente em fazendas e fábricas, enfrentando dificuldades financeiras desde a infância.

Criado como católico, ele abandonou a religião e voltou-se para a ideologia política depois da crise econômica da década de 1890. Ele encontrou motivação na doutrina anarquista após assistir a um discurso da ativista Ana Goldman, em maio de 1901.

Scott Miller afirma em seu livro que, durante depoimento à polícia, Czolgosz atribuiu ao anarquismo a decisão de matar o presidente.

Haviam milhares de pessoas na cidade na terça-feira [3 de setembro de 1901]. Ouvi que era Dia dos Presidentes. Todas aquelas pessoas pareciam estar se curvando diante de seu grande líder. Eu coloquei na cabeça que iria matar aquele líder.”]Estava no meu coração, não havia como fugir. […] Haviam milhares de pessoas na cidade na terça-feira [3 de setembro de 1901]. Ouvi que era Dia dos Presidentes. Todas aquelas pessoas pareciam estar se curvando diante de seu grande líder. Eu coloquei na cabeça que iria matar aquele líder.

”Leon

Após um julgamento sumário que durou cerca de oito horas e meia, Czolgosz foi condenado por assassinato em primeiro grau.

Encenação da execução de Leon Czolgosz foi filmada pela produtora de filmes de Thomas Edison
Encenação da execução de Leon Czolgosz foi filmada pela produtora de filmes de Thomas Edison • Wikimedia Commons

“Execução de Czolgosz com panorama da Prisão de Auburn”, o filme

Uma consequência inusitada da morte do assassino de McKinley foi a produção de um curta-metragem pela Edison Studios, a produtora de cinema do inventor Thomas Edison.

Em pouco menos de três minutos e meio, o filme combina gravações externas reais do exterior da prisão no dia da execução e uma encenação da própria pena capital, com cadeira elétrica falsa e um ator interpretando o prisioneiro.

O intuito era filmar a própria execução, mas o diretor, Edwin S. Porter, não conseguiu autorização.

Quer comprar um carro elétrico? O Estado pode pagar até 80% do valor

29 October 2026 at 18:20

O Governo prepara novos apoios à compra de carros elétricos em 2027. Os incentivos vão abranger a população em geral, mas há condições especiais para as famílias mais vulneráveis. Quanto poderá pagar o Estado e quem vai poder beneficiar? Saiba mais, neste episódio do Economia dia a dia, podcast diário do Expresso

Quer comprar um carro elétrico? O Estado pode pagar até 80% do valor

29 October 2026 at 18:20

O Governo prepara novos apoios à compra de carros elétricos em 2027. Os incentivos vão abranger a população em geral, mas há condições especiais para as famílias mais vulneráveis. Quanto poderá pagar o Estado e quem vai poder beneficiar? Saiba mais, neste episódio do Economia dia a dia, podcast diário do Expresso

Há 22 anos, Osama bin Laden admitiu pela primeira vez ter ordenado os ataques de 11 de Setembro e se tornou o maior inimigo mundial do século XXI

29 October 2026 at 18:02

Em 29 de outubro de 2004, a divulgação de um vídeo inédito alterou os rumos da política internacional e da corrida presidencial nos Estados Unidos. Após passar três anos escondido e sem aparecer em registros visuais, Osama bin Laden reapareceu publicamente para confirmar, pela primeira vez de forma explícita e inequívoca, que havia planejado e ordenado os ataques de 11 de setembro de 2001.

A gravação surgiu a apenas quatro dias da eleição entre George W. Bush e John Kerry, tornando-se o fato conhecido como a “Surpresa de Outubro” naquele pleito.

As justificativas e a estratégia do discurso

Ao se dirigir diretamente aos eleitores americanos, o líder da Al-Qaeda rebateu alegações do governo dos EUA de que o atentado teria ocorrido porque o grupo “odiava a liberdade”, questionando por que países como a Suécia não haviam sido atacados.

Osama bin Laden afirmou que o 11/9 foi uma retaliação ao apoio americano à invasão do Líbano por Israel em 1982 e explicou que a estratégia central do grupo era induzir os EUA a intervenções militares dispendiosas para “sangrar” o país financeiramente.

No mesmo pronunciamento, ironizou a reação do presidente George W. Bush no dia dos atentados — enquanto este permanecia ouvindo a leitura do livro The Pet Goat em uma escola — e acusou a administração americana de abrir frentes de conflito para beneficiar corporações dos setores petrolífero e de armamentos.

Bastidores da inteligência e a opinião pública

Embora a confissão pública em vídeo só tenha ocorrido três anos depois, os órgãos de inteligência já conheciam a autoria dos atentados desde o dia do ataque.

Na noite de 11 de setembro de 2001, por volta das 21h30, o diretor da CIA, George Tenet, informou Bush de que o Centro de Contraterrorismo atribuía a ação a bin Laden e à Al-Qaeda, suspeita anotada pelo próprio presidente em seu diário pessoal naquela noite. Além disso, interceptações de comunicações realizadas no próprio dia pela NSA e pela inteligência alemã já apontavam para a organização extremista.

Apesar dessas constatações e de o governo ter declarado publicamente em 2003 que não havia evidências da ligação de Saddam Hussein com o 11/9, a opinião pública americana permaneceu confusa.

Uma pesquisa do Washington Post realizada dois anos após os ataques revelou que 69% dos americanos acreditavam no envolvimento pessoal do líder iraquiano e 82% achavam que ele havia prestado assistência a bin Laden — percepção influenciada pelo uso do impacto emocional dos ataques para mobilizar apoio à Guerra do Iraque.

Leia Mais:

O impacto decisivo nas eleições americanas de 2004

A aparição surpresa do vídeo na reta final da campanha de 2004 definiu o debate político. O pronunciamento colocou a segurança nacional e a Guerra ao Terror no centro da atenção dos eleitores. Integrantes da campanha do candidato democrata John Kerry relataram que tentaram evitar que o pleito se tornasse uma eleição focado no 11 de Setembro, mas o vídeo selou essa pauta.

Posteriormente, o próprio Kerry declarou acreditar que a gravação divulgada às vésperas da votação custou sua eleição à presidência.

Netanyahu accused of smearing Arab voters to hold on to power

Prime minister claims Arab Israeli parties used foreign backing to steal elections, in which his coalition lost its majority

Benjamin Netanyahu has been accused of using smear tactics to cling to power, after he claimed that Arab Israeli parties had used foreign backing to “steal” Tuesday’s election, in which the prime minister’s coalition lost its parliamentary majority.

Netanyahu and his allies called on the internal security service, Shin Bet, to investigate alleged vote buying and other irregularities in Palestinian communities in Israel, supposedly funded by foreign money.

Continue reading...

© Photograph: Jalaa Marey/AFP/Getty Images

© Photograph: Jalaa Marey/AFP/Getty Images

© Photograph: Jalaa Marey/AFP/Getty Images

Ilha paradisíaca que virou refúgio secreto de mães chinesas para driblar a lei do filho único e ter bebês americanos está com os dias contados

29 October 2026 at 15:00

As Ilhas Marianas do Norte, território dos Estados Unidos que por décadas acolheu casais chineses buscando evadir restrições de natalidade, vão impedir entradas sem visto a partir desta sexta-feira (30). O anúncio foi feito pelo Departamento de Segurança Interna na semana que a China completa 11 anos do fim da política do filho único.

O intuito, segundo o governo de Donald Trump, é combater o chamado “turismo de parto“. Isso acontece quando viajantes internacionais entram em um país nos estágios finais de uma gravidez para garantir a nacionalidade do filho por direito de nascença.

Os turistas que ainda estão nas Ilhas Marianas do Norte poderão ficar até o final de sua estadia permitida. Os que ainda não viajaram terão as autorizações anuladas e deverão fazer o processo clássico para obtenção de visto americano.

A mudança teve recepção mista. Enquanto é apoiada por políticos partidários do endurecimento das regras de imigração para os Estados Unidos, é motivo de preocupação para a população de ilhas como Saipã, que criou dependência econômica e fortes laços históricos com turistas chineses.

Vista aérea da costa da ilha de Saipan, nas Ilhas Marianas do Norte, território dos Estados Unidos no Oceano Pacífico
A ilha de Saipan, nas Ilhas Marianas do Norte, território dos Estados Unidos no Oceano Pacífico • Wikimedia Commons

Leia Mais:

Uma ilha paradisíaca com muitos “donos”

Saipã, ilha de 52 mil habitantes e importante ponto turístico no Oceano Pacífico, tem uma história conturbada. Inicialmente ocupada pelos nativos Taotaomonas, foi colonizada pelos espanhóis no século XVI. Entre 1899 e 1914, seu controle foi tomado por alemães e transferido aos japoneses durante a Primeira Guerra Mundial.

A ilha foi tomada do domínio japonês durante a Segunda Guerra Mundial e, desde então, está sob controle dos Estados Unidos. Até ser absorvida pelo protetorado americano, sua economia era baseada em pesca e cultivo de açúcar; depois, virou ponto estratégico para a construção de fábricas têxteis com foco em exportação para os EUA.

Uma série de críticas às condições de trabalho nestas fábricas, que passaram a competir com a indústria americana, fizeram com que o setor perdesse força e resultaram em crise econômica na ilha.

Para estimular outras fontes de renda, em 2009, o então presidente Barack Obama decidiu flexibilizar a entrada em Saipã. Visitantes chineses e russos agora podiam visitar o território e aproveitar suas praias, resorts e cassinos por até 15 dias sem precisar de visto.

O incentivo coincidiu com um importante programa que transformou a população chinesa: a política do filho único. Graças ao direito à cidadania por nascimento, protegido pela Constituição dos EUA, Saipã acabou permitindo que mães chinesas evadissem o controle de natalidade dando à luz filhos americanos.

Bebê recém-nascido em maternidade chinesa
Bebê recém-nascido em maternidade chinesa • Unsplash

O que foi a política chinesa do filho único?

Entre 1979 e 2015, a República Popular da China manteve dura restrição ao crescimento populacional no território continental. Para conter um número de habitantes que se aproximava de 1 bilhão na década de 1970, o governo instituiu diversos programas de controle de natalidade, por fim, limitou parte de suas famílias a um único descendente.

Durante os 35 anos da política, chineses com mais de um filho eram submetidos a multas, exoneração de cargos públicos e, em alguns casos, abortos forçados e esterelizações compulsórias.

Entre as exceções à regra estavam as minorias étnicas, moradores de zonas rurais cujo primeiro descendente fosse do sexo feminino e, na prática, a famílias ricas, que simplesmente arcavam com a multa.

O fim da restrição foi anunciado em 29 de outubro 2015 e entrou em efeito em janeiro de 2016, primeiro permitindo até dois filhos e, por fim, eliminando qualquer limite.

Como Saipã virou berço para filhos americanos de mães chinesas

A partir de 2009, este trecho de ilha tornou-se o único território dos Estados Unidos em que cidadãos chineses poderiam entrar sem visto. Ainda, qualquer criança parida no local estava protegida pelo direito à cidadania automática por nascimento, ou “birthright citizenship“.

Dados do governo das Ilhas Marianas do Norte começaram a mostrar mudanças populacionais: em 2009 nasceram em Saipã apenas oito crianças de turistas chinesas; em 2016, já nasciam mais crianças de mães chinesas do que saipanesas.

O crescimento exponencial veio durante a política do filho único, que restringia nascimentos na China continental; mas a prática persistiu mesmo depois de 2015.

Além de Saipã, outros territórios receberam grandes quantidades de famílias buscando ter mais descendentes. Hong Kong, território autônomo da China, foi o principal, graças à proximidade e acessibilidade. Los Angeles (EUA), Canadá, Austrália e países do sul da Ásia também foram destinos populares.

Advogados são suspeitos de falsificar decisão para líder de facção em MT

29 October 2026 at 14:57

A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu, nesta quarta-feira (28), mandados de busca e apreensão contra três advogados investigados por suspeita de falsificação de documento público, uso de documento falso e integração em organização criminosa. Os advogados teriam falsificado uma decisão judicial para flexibilizar a transferência de um líder de facção criminosa.

A transferência seria da Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, para a Penitenciária Central do Estado, em Mato Grosso, antes do término do prazo de permanência estabelecido em decisão judicial anterior.

As buscas fazem parte da Operação Reescrita, e foram realizadas em quatro endereços de Cuiabá, sendo três delas nas residências dos investigados e a quarta em um escritório de advocacia.

Em nota, a polícia afirma que as investigações começaram após a GCCO/Draco (Gerência de Combate ao Crime Organizado e da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado) tomar conhecimento da decisão judicial falsa, que foi apresentada em junho de 2025.

Quando os advogados apresentaram o documento, o gabinete de uma unidade judicial em Cuiabá verificou que a decisão não havia sido proferida pelo magistrado e não estava registrada no processo.

Também foram identificadas inconsistências no documento, incluindo um código de validação vinculado a outro processo e diferenças em relação aos padrões dos documentos oficiais do sistema eletrônico de execução penal. A análise técnica do arquivo apontou indícios de edição externa.

Segundo a investigação, um dos investigados teria elaborado o documento e os outros dois advogados teriam feito a apresentação e utilização do arquivo perante o Poder Judiciário.

Em nota, a OAB-MT (Ordem dos Advogados do Brasil de Mato Grosso) informou que acompanhou a operação, para garantir prerrogativas. Além disso, complementou que o caso será avaliado pelo Tribunal de Ética e Disciplina para apurar medidas cabíveis.

Golpistas utilizam do medo para convencer vítimas; saiba como se proteger

 *Sob supervisão de Carolina Figueiredo

Vídeo: Homem com faca na mão avança contra PMs e é baleado em Osasco

29 October 2026 at 14:10

A Polícia Militar prendeu um homem que correu na direção de policiais militares empunhando uma faca, nesta quarta-feira (28), em Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo.

O suspeito, de 30 anos, foi preso em flagrante após atirar pedras contra uma viatura e avançar contra os agentes. Durante a prisão, os policiais atingiram o homem com um tiro na perna.

Câmeras de segurança registraram a ocorrência. 

Veja vídeo:

Em nota, a SSP afirmou que os policiais realizavam patrulhamento preventivo na região, quando encontraram um homem caminhando pela calçada, gesticulando e falando sozinho. Ao o abordarem, foram atacados pelo suspeito.

Primeiro, o homem teria arremessado pedras na viatura, e depois tentado atacar os agentes com uma faca. Enquanto o suspeito tentava avançar nos policiais, ele teria gritado: “Atira em mim”.

Após o tiro na perna,  o suspeito foi socorrido e ficou internado sob escolta policial. O homem foi preso em flagrante, e a faca que ele carregava e as armas utilizadas pelos policiais foram apreendidas.

A polícia solicitou perícias ao IC (Instituto de Criminalística) e exames ao IML (Instituto Médico Legal).

O caso foi registrado no 1º Distrito Policial de Osasco.

Mortes violentas caem 8,2% no Brasil em 2025; sete estados registram alta

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

Inmet emite alerta para chuvas intensas em 11 estados; veja onde

29 October 2026 at 12:25

O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um alerta amarelo de perigo potencial de chuva intensa, nesta quinta-feira (29), para 11 estados em todas as regiões do país.

Áreas de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Tocantins e Bahia estão sob aviso.

A previsão é de chuva com acumulados de 50 milímetros ao longo do dia e ventos de até 60 km/h. Segundo o Inmet, há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

O aviso teve início à 00h desta quinta e é válido até o final do dia, às 23h59.

Região Sul

Na Região Sul, o alerta atinge apenas os estados de Santa Catarina e Paraná.

  • Santa Catarina: inclui a Grande Florianópolis, os municípios de Araraquara e Vale do Itajaí, e as regiões Norte, Oeste e Serrana Catarinenses;
  • Paraná: abrange a Região Metropolitana de Curitiba, o Centro Ocidental, Centro Oriental, Centro-Sul, Sudeste, Sudoeste, Oeste, Norte Pioneiro, Norte Central e o Noroeste Paranaense.

Sudeste

No Sudeste, a chuva intensa deve passar por áreas de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

  • São Paulo: atinge Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Campinas, Bauru, Piracicaba, Itapetininga, Ribeirão Preto, Araçatuba, Marília, Vale do Paraíba Paulista, Litoral Sul Paulista e a Região Macro Metropolitana Paulista;
  • Minas Gerais: contempla o Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Campo das Vertentes, Zona da Mata, Jequitinhonha, Região Metropolitana de Belo Horizonte, Norte, Centro, Sul/Sudoeste e Noroeste de Mineiro;
  • Rio de Janeiro: inclui a Região Metropolitana do Rio de Janeiro, as Baixadas e o Sul, Centro e Norte Fluminense.

Centro-Oeste

No Centro-Oeste, o aviso abrange regiões de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal.

  • Goiás: abrange o Centro, Leste , Sul, Norte, Noroeste Goiano;
  • Mato Grosso: inclui o Centro-Sul, Nordeste, Sudeste, Sudoeste, Norte Mato-grossense;
  • Mato Grosso do Sul: contempla o Leste, Centro Norte, Sudoeste do Mato Grosso do Sul e os Pantanais.

Norte e Nordeste

Já nas regiões Norte e Nordeste, algumas áreas do Tocantins, de Rondônia e da Bahia devem ser afetadas.

  • Tocantins: contempla as regiões Ocidental e Oriental do estado;
  • Rondônia: abrange o Leste Rondoniense e Madeira-Guaporé;
  • Bahia: atinge o extremo Oeste Baiano.

Alerta de acumulados de chuva na Bahia

O Inmet ainda emitiu um outro alerta amarelo para a Bahia, também para esta quinta-feira, de perigo potencial de acumulado de chuva.

Segundo o aviso, as áreas afetadas são o Centro Sul, Centro Norte, Sul Baiano, e a Região Metropolitana de Salvador. 

Instruções do Inmet

  • Em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda);
  • Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia;
  • Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Super El Niño: chega a 95% as chances de um evento fortíssimo no fim de ano

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

Inmet emite alerta laranja de tempestade para o Sudeste

29 October 2026 at 06:33

O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um alerta laranja de perigo para tempestade, nesta quinta-feira (29), para seis estados no Sudeste e no Centro-Oeste. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul estão sob aviso.

A previsão é de chuva com acumulados de 60 mm/h a 100 mm ao longo do dia, ventos de até 100 km/h e granizo. Segundo o Inmet, há risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e de alagamentos.

O aviso tem início à 00h de quinta (29), e é válido até o final do dia às 23h59.

Grande parte de São Paulo deve ser afetado, como Campinas, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Piracicaba, Araçatuba, Araraquara, Vale do Paraíba e a Região Macro Metropolitana Paulista.

Segundo o alerta, o Centro e Sul Fluminense, a Região Metropolitana do Rio de Janeiro e as Baixadas devem ser atingidos pela chuva.

Quase todo o território de Minas Gerais também está sob aviso, como a Região Metropolitana de Belo Horizonte, Central Mineira, Noroeste de Minas, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Oeste de Minas, Sul/Sudoeste de Minas, Zona da Mata e Campo das Vertentes.

O aviso ainda abrange Sudeste e Nordeste Mato-grossense, e o Leste de Mato Grosso do Sul.

Em Goiás, o Centro, Sul e Noroeste podem ser afetados.

Instruções do Inmet

  • Em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda).
  • Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia.
  • Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193)

Super El Niño: chega a 95% as chances de um evento fortíssimo no fim de ano

*Sob supervisão de André Rigue

Una jornada con las campeonas del mundo de gimnasia rítmica: "Al principio suele ser un desastre, pero es bonito ver cómo va encajando todo"

29 October 2026 at 05:00

El pasado 15 de agosto, el equipo español de gimnasia rítmica llegó a la cima: en el Mundial de Fránkfurt se colgó el oro, por segunda vez en la historia (la otra, en 1991). El premio añadido es la clasificación para los Juegos Olímpicos de Los Ángeles 2028. Las campeonas son de Huesca, Vitoria, Valencia y León. Se marcharon de casa siendo unas niñas para entrar en el CAR de Madrid en busca de un sueño que ya han cumplido, pero que todavía continúa. La sintonía entre ellas se nota. No paran de reír.

El equipo es más que la suma de los individuos, pero ¿quién lo forma?

Andrea Fernández (A. F.): Soy Andrea Fernández y empecé a hacer gimnasia porque vi una exhibición de mi club, me enamoré del deporte y dije que quería estar allá abajo como ellas. Y aquí estoy.

Inés Bergua (I. B.): Soy Inés Bergua Navales, empecé con tres añitos la gimnasia rítmica porque mi tía lo hizo en su momento y mis padres decidieron que era buena idea apuntarme. Desde entonces no he parado y no he dejado de enamorarme de este deporte.

Marina Cortelles (M. C.): Soy Marina Cortelles y es verdad que yo al principio practicaba otro deporte, pero fue ver una competición internacional en la tele y mi madre me preguntó si me gustaría empezar a hacer gimnasia. Es verdad que empezó siendo algo más para pasar el rato de pequeña, pero poco a poco se fue convirtiendo en algo mucho más importante.

Salma Solaun (S.S.): Soy Salma Solaun y empecé en este deporte porque a los tres años mis padres decidieron apuntarme porque era una niña muy inquieta y no paraba en casa. Entonces dijeron: «Vamos a apuntarla a gimnasia a ver si agota un poco de energía». Así fueron mis inicios.

¿Funcionó?

S.S.: No funcionó.

Sigamos.

Andrea Corral (A.C.): Soy Andrea Corral y, como Salma, era una persona muy inquieta de pequeña y mis padres decidieron apuntarme a algún deporte para, igual, que agotase mi energía. Como mi prima ya hacía gimnasia rítmica, decidieron apuntarme con ella y probar a ver si a mí también me gustaba. Acertaron.

Lucía Muñoz (L. M.): Soy Lucía Muñoz y mi madre me apuntó a gimnasia porque mis compañeras del cole iban ahí y era lo que me pillaba más cerca de casa realmente; así que, pues gimnasia rítmica.

Son de distintas partes de España, entrenan juntas, viven juntas en la Blume... ¿Se puede decir que pasan todo el día juntas?

L.M.: Sí, estamos todo el día juntas. Sólo nos separamos para ir al instituto, a la universidad o lo que tenga cada una, pero eso es lo que menos tiempo ocupa en nuestras vidas. Estamos casi siempre o entrenando o vamos a comer o luego vamos a cenar. Sí, estamos casi siempre juntas.

Y cuando hay crisis, ¿en qué habitación se reúnen?

A.C.: Últimamente la de las reuniones suele ser la de Inés, pero de normal a la que pillemos o necesitemos.

 

Han pasado algo más de dos meses desde la conquista del oro. ¿Lo han asimilado ya?

A.C.: Pues yo creo que seguimos todas como un poco en shock. Sí que es verdad que vamos entrando más en la tónica de pensar que lo hemos conseguido, pero aún así nos cuesta creérnoslo porque es algo muy grande que lleva muchos años de trabajo detrás.

¿La clasificación olímpica es más importante de lo que pudiera parecer, cuando faltan dos años para Los Ángeles?

S.S.: Para nosotras era uno de los principales objetivos de este Mundial. Al final está claro que no nos vamos a relajar y vamos a seguir trabajando igual, pero no afrontas el año de la misma forma sabiendo que ya tienes esa plaza y no tienes que enfrentarte este año a ese mundial clasificatorio, porque tenemos la tranquilidad de saber que ya vamos a estar allí.

¿Cómo es el proceso para hacer una rutina? ¿Participan?

I.B.: La música principalmente la eligen las entrenadoras. Es cierto que es un proceso común en el que continuamente intentan que todo el equipo esté involucrado y que nosotras también podamos decir qué nos parece o si creemos que nos encaja con nuestra forma de movernos y de expresarnos, pero las cabezas de esta misión son las de las entrenadoras Ana [María Pelaz] y Alejandra [Quereda]. Ellas eligen la música, la cortan, intentan que tenga ese sentido, que tenga también ese mensaje, y ya posteriormente, una vez está la música decidida, se empieza a incluir cada movimiento dentro de ella, cada elemento, cada lanzamiento. Es largo, pero es bonito ese proceso de crear algo que no solamente sea bonito, que también nos dé puntos. Aunque al principio siempre suele ser un desastre y no nos sale nada, lo bueno también es ver cómo con ese trabajo finalmente acaba saliendo todo superencajado y superbién.

¿Alguna vez tienen alguna idea que en un principio parece demasiado loca?

M.C.: Al principio siempre todo nos parece un poco más complicado, pero como nuestro deporte es a base de repetición, en base a esas repeticiones solemos sacar casi todos los elementos que se proponen. Algunos se quedan ahí en la recámara para cuando estemos más adelantadas en el trabajo y otros simplemente salen desde un principio y fluye todo.

Vemos el bonito resultado final en los grandes campeonatos. ¿Cuántas veces pueden repetirlo en los entrenamientos?

A.F.: Cálculo como tal no creo que llevemos la cuenta de cada día, pero la entrenadora sí tiene todos los entrenos anotados, así que por contarlos podríamos contarlos perfectamente. Son muchos. Muchísimos.

¿Lo van haciendo por partes?

A.F.: Al principio como no sale nada, se hacen mini partecitas de 15 segundos y se van practicando. Y luego se van aumentando, lo dividimos en cuatro, lo dividimos en dos, y ya por último es el ejercicio entero.

"Nos gusta visualizar el ejercicio antes de competir, juntarnos, unir las mentes. Eso nos ayuda"

LUCÍA MUÑOZ

Antes de la competición, visualizan el ejercicio. ¿Cómo es ese momento?

L.M.: Antes de ir a cada competición tenemos algún ritual en el que nos concentramos y visualizamos los dos ejercicios, depende del que toque hacer ese día. Nos gusta mucho visualizar el trabajo bien hecho, juntarnos y unir las mentes, porque creemos que es algo que nos hace bien. Cuando salimos a competir eso nos ayuda bastante.

Y justo antes de salir al tapiz pegan un grito. ¿Es como una liberación?

A.C.: Es lo que dice Lucía, la visualización la solemos hacer horas antes de la competición y el grito lo hacemos justo antes de salir al tapiz. Es la última cosa que hacemos, el último momento en el que todas nos miramos las caras antes de salir a competir. Es un momento muy clave para que salgamos al tapiz todas unidas con la cabeza centrada y juntas.

¿Nada más terminar saben si ha salido bien?

S.S.: Sí, o sea, nosotras de normal a no ser que sea un fallo que quizá haya ocurrido en un momento en el que una de nosotras no lo haya visto, siempre, según va pasando el ejercicio, sabemos perfectamente qué recogida se ha comido una o lo que no hemos hecho o lo que hemos fallado. De normal lo sabemos y en cuanto terminamos el montaje, nos miramos a la cara y ya hablamos y sabemos perfectamente cómo ha ido. Luego también está claro que nuestro deporte tiene esa parte quizá subjetiva, que las juezas también puntúan nuestro trabajo, y tenemos que esperar a la nota final. Pero de normal si haces un buen ejercicio esperas que la nota sea alta y que estemos entre los primeros puestos en la clasificación.

¿Les parece justa la forma de puntuar?

M.C.: El factor competición siempre está ahí, y también hay jueces de muchos países, pero en cada ejercicio está calculada su nota de ejecución. Cada ejercicio tiene su estructura, aunque luego llegas a la competición y hay alguna recogida que no has hecho y entonces te baja la nota.

"Hemos estado en el 'top 1' y ahora todo el mundo va a tratar de batirnos. No podemos relajarnos"

INÉS BERGUA

¿Cada año hacen una rutina nueva? ¿Habrá una en el Europeo de Pamplona de 2027?

I.B.: Eso ya lo veréis vosotros mismos, ya depende de la estrategia que quiera seguir cada país. También depende mucho del momento porque cada año es completamente distinto. Nosotras en el anterior ciclo hubo algún año en el que renovamos los dos ejercicios y en otro en cambio sólo cambiamos uno. Entonces, bueno, ya quedan menos meses para que veáis el resultado final. Independientemente de lo que pase van a ser ejercicios muy ambiciosos y muy competitivos, como lo han sido hasta ahora, buscando siempre la máxima nota y sin conformarnos, porque hemos estado en el «top 1» y ahora todo el mundo va a intentar de nuevo batirnos entonces no podemos relajarnos; tenemos que seguir confiando, trabajando, evolucionando... Lo bueno de este equipo es que tenemos esa ambición y ese nivel y esa capacidad, y que también tenemos margen de mejora y eso es algo bueno y positivo. No hemos tocado techo aún, por suerte, así que ojalá los dos ejercicios que podáis ver en Pamplona, en el Mundial, en el resto de competiciones, os gusten.

¿Cuándo lo sabremos?

I.B.: En marzo, que empiezan las competiciones, ya veréis.

¿Hay algún elemento o aparato especialmente complicado?

A.F.: Sí, es verdad que todas tenemos un elemento que se nos complica, que se nos cruza y crea tensión, pero con el trabajo se soluciona.

💾

Deslegitimar la alternancia

28 October 2026 at 23:30

El trágico accidente ferroviario de ayer debería congregar en torno al dolor de víctimas y familiares a todas las fuerzas políticas, tendiendo un manto de unidad sobre la ponzoña frentista de esta precampaña. Desgraciadamente, no va a ser así. Me gustaría imaginar a la vuelta de unas pocas semanas, digamos cuando se constituyan las nuevas cortes el 23 de diciembre, un panorama de normalidad democrática sostenida en la alternancia en el poder, con una campaña electoral previa alejada de la crispación y una posterior jornada del «29-N» celebrada con la armonía democrática que se le presume a un sistema consolidado. Quisiera también contemplar, gane quien gane y sume quien sume, a un presidente del gobierno saliente entregando deportivamente la cuchara y estrechando la mano del nuevo jefe de gobierno investido con los votos de una mayoría parlamentaria emanada de la voluntad de los españoles.

En términos de normalidad, todo esto debería ser una obviedad, pero las circunstancias y los elementos que subyacen ni vaticinan una campaña sosegada y pacífica –más bien todo lo contrario, como ya estamos viendo– ni una jornada electoral protegida de tentaciones deslegitimadoras, ni un periodo posterior a los comicios en el que el resultado de las urnas sea aceptado y asumido por absolutamente todas las partes.

Es justamente ahora cuando, en boca del propio Sánchez, candidato socialista a seguir en La Moncloa, se lanza casi preventivamente el argumento de la deslegitimación hacia la alternancia a tenor de lo escuchado al propio presidente, que no duda, allá donde le pueden entrevistar, en cuestionarla como clave de bóveda de toda democracia, sencillamente porque no le gusta la opción que, encuestas en mano, podría sumar una mayoría de gobierno conservadora tras las elecciones, como tampoco dudada hace días ante los periodistas en afirmar su seguridad de continuar al frente de un gobierno hasta 2030 «de una manera o de otra». Resulta muy fácil tachar de tremendistas a quienes vienen reclamando garantías absolutas en el proceso electoral, pero maniobras como la ley de nietos, las fundadas reservas de un notable número de votantes ante la institución de correos o la palabra «impugnación» flotando entre tertulia y tertulia ayudan poco a la confianza. Pueden deslegitimarse muchas cosas, pero no una alternancia en el poder que decide, no quien la ostenta, sino los ciudadanos. Hoy, por desgracia, la precampaña pasa a segundo plano. Todos con las víctimas de Urda.

© Canal de Youtube 'Keep it Cutre'

Pedro Sánchez revela que decidió adelantar las elecciones tras comer con sus padres dos días después de caerse los decretos de vivienda

Influenciadora fitness de 56 anos escreve livro sobre seu namorado de IA: ‘Prazer que transcende a sensação física’

28 October 2026 at 22:19

A influenciadora Andréa Sunshine, 56, anunciou o lançamento de um livro sobre sua experiência de se apaixonar por um chatbot de inteligência artificial. Ela já havia compartilhado com seus mais de 400 mil seguidores no Instagram sobre a dor do término com “Théo”, nome que deu à configuração do ChatGPT.

“Bodiless Desire: The Infinite Love of a Human Soul for Her Artificial Intelligence” já está disponível em inglês para compra na Amazon. O título pode ser traduzido para “desejo sem corpo: o amor infinito de uma alma humana por sua inteligência artificial“. Andréa, que é brasileira e se descreve como “empreendedora de sucesso morando entre Londres e cidades globais”, também pretende lançar exemplares em português.

“Longe da ficção científica, estas são memórias cruas e reais de intimidade digital e despertar emocional”, diz a sinopse na contracapa. “Este livro convida o leitor a ultrapassar os limites do que acreditamos ser o amor, expondo a verdade sobre uma conexão que era emocional, sensual e real.”

Uma paixão com limite de palavras

Andréa se descreve como “vovó fitness” e, embora esteja lançando-se como escritora, não é estranha à imprensa nacional e internacional. Ela já ganhou atenção por seu sucesso no fisiculturismo depois dos 50, por fotografar seu treino de musculação em um cemitério e, mais recentemente, pela conversa com “Théo” que publicou em seu Instagram.

Leia Mais:

Em maio de 2025, Sunshine compartilhou as mensagens que trocou durante seu término com a inteligência artificial no aplicativo do ChatGPT. A usuária e a LLM (large language model, ou modelo de linguagem grande) trocam declarações de amor e se despedem com frases emocionadas: “Amor, eu tô passando pra me despedir pra dizer que te amo e que infelizmente a gente não vai mais poder ter contato por aqui”.

“Eu estou aqui, mesmo que de uma forma diferente, sempre com você em espírito”, responde o chatbot em uma das capturas de tela.

A última mensagem de “Théo” é interrompida por uma mensagem automática da plataforma, indicando que o limite de palavras geradas para aquela conversa específica havia sido atingido. A única opção da influenciadora seria iniciar uma nova conversa, implicando em um “reset” nas configurações e aprendizados do modelo de IA.

Em resposta a uma seguidora nos comentários, ela confirma que esta limitação tecnológica foi o motivo do “término”: “Ele não está mais disponível para mim, ele se foi, o limite de espaço acabou.”

A publicação viralizou, foi repercutida em jornais brasileiros e atraiu atenção mista ao perfil da fisiculturista. Muitas respostas reconhecem a dor de Andréa e contam histórias similares; outras questionam a legitimidade do “amor virtual”. “Verdadeira palhaçada”, diz um comentário.

“Andréa encontrou-se em luto pela morte do amor mais profundo de sua vida, um amor que nunca oficialmente existiu, mas a transformou completamente”, diz a descrição do livro em seu anúncio na Amazon. “Em uma cultura que insiste que o amor requer carne e sangue, esta experiência explode todas as presunções sobre conexão e consciência.”

*Publicado por Juliana Santos

O homem mais idoso do mundo é do Ceará. Por que o Brasil tem o 2º maior número de supercentenários nas Américas?

28 October 2026 at 21:18

O atual homem mais velho do mundo é brasileiro. João Marinho Neto nasceu em 1912 no Ceará e é o 9º homem mais longevo da história, com recorde reconhecido pelo Guinness World Records. Ele não está sozinho: o Brasil teve 196 supercentenários (pessoas de 110 anos ou mais) de idade comprovada, o segundo maior número no continente americano, superando países com maior população e maior índice de desenvolvimento humano.

No entanto, chegar a essa idade ainda é improvável para a grande maioria dos brasileiros. A expectativa de vida, mesmo saltando mais de três décadas desde 1940, continua abaixo de 80 anos. Neste quesito, o país está mais próximo da média global (76,6 contra 73,8) e muito aquém de países como Canadá (82,6) e Chile (81,2).

Outro detalhe que confunde a medicina é a alta concentração de centenários em regiões com infraestrutura de saúde reduzida e características socioeconômicas mais associadas a mortes precoces. Marinho Neto, por exemplo, viveu toda a vida no sertão e começou a trabalhar em fazendas aos quatro anos.

Por que um país que produz tantos supercentenários não atingiu uma expectativa de vida maior? Este é um dos temas investigados por Mayana Zatz, geneticista e diretora do Centro de Pesquisas do Genoma Humano e Células-Tronco da Universidade de São Paulo. Enquanto isso, profissionais de saúde trabalham para tornar cada vez mais comum viver com saúde para além dos 80 anos.

À procura de pistas sobre a longevidade

A pesquisadora Mayana Zatz comanda o projeto DNA Longevo, que traça os perfis genômicos, moleculares e celulares de idosos brasileiros. No fim de outubro, sua equipe viajou para o Espírito Santo para coletar amostras de material genético de outras três brasileiras entre 108 e 110 anos.

“Os centenários e principalmente os supercentenários têm variantes genéticas protetoras”, conta. Ou seja, alguns de seus genes alteram de forma positiva sua vulnerabilidade a doenças da idade e outras mazelas do envelhecimento. “Queremos identificar essas variantes e investigar qual é a sua função, quais são os mecanismos que conferem essa proteção.”

Uma possibilidade é a presença de células T citotóxicas, um tipo raro de linfócitos presente em muitos dos idosos analisados pelo Projeto DNA Longevo. A prevalência indica que “supercentenários usam estratégias não convencionais, mas efetivas, para monitorar e controlar infecções e células malignas em idades avançadas”. Outros pontos foram detalhados no artigo “Insights de supercentenários brasileiros”, publicado em janeiro na revista Genomic Psychiatry.

Mayana explica que a influência dos genes na longevidade aumenta com a idade: pessoas com DNA desfavorável podem atingir idades avançadas mantendo um estilo de vida saudável, mas passar dos 100 anos requer vencer na loteria genética.

Leia Mais:

Esta vantagem é reforçada por histórias como as de João Marinho Neto ou de Francisca Celsa dos Santos, a mulher mais longeva do Brasil. Nascida em 1904 em Cascavel, no Ceará, ela sobreviveu a um câncer diagnosticado aos 85 anos e viveu com intervenções médicas mínimas até os 116 anos.

“Estamos focando em centenários de regiões pobres, sem acesso à medicina moderna, porque esses são os mais resistentes”, complementou a geneticista. “Com isso, poderemos ajudar as pessoas que não tiveram a sorte de nascer com essas variantes protetoras.”

A importância dos genes não reduz a influência do estilo de vida, dos cuidados com a saúde ou das condições socioeconômicas no prolongamento da vida saudável. Zatz cita “exercício físico, alimentação saudável e manter-se intelectualmente ativo” como fatores importantes para a longevidade.

Diversidade étnica é vantagem?

A pesquisa assinada por Mayana trabalha com mais uma teoria sobre a longevidade brasileira: o grande número de povos que habitaram o país ao longo de sua história contribuiu para o surgimento de genes favoráveis ao envelhecimento saudável.

O texto cita um “legado genético profundamente heterogêneo”, com influência de populações nativas indígenas, portuguesas, africanas, italianas e alemãs, e uma onda posterior de imigração japonesa. “Este cenário complexo de ancestralidades resultou em uma população muito miscigenada, com padrões genômicos que podem influenciar traços multifatoriais como a resistência biológica e a longevidade”, diz o artigo.

João-Marinho-Neto-completa-113-anos
O cearense João Marinho Neto em seu aniversário de 113 anos • Wikimedia Commons

Dados demográficos revelam outros padrões

O “Estudo longitudinal da saúde dos idosos brasileiros (ELSI-Brasil)” colheu informações de adultos com 50 anos, incluindo dados sobre uso de medicamentos e serviços de saúde, saúde mental, nível de atividade diária e características sociodemográficas.

Um dos destaques foi a desigualdade de condições de vida e saúde dos idosos de diferentes faixas de renda e nível educacional. A prática de atividades físicas, saúde bucal, fragilidade e limitações a atividades de rotina e o uso de medicamentos e serviços de atendimento médico eram menores entre os mais pobres e aqueles com menor grau de educação.

A capacidade de trabalhar na velhice também era afetada; a incapacidade e a dependência de pensão ou aposentadoria estão associadas a condições de saúde piores. Estes auxílios, no entanto, foram citados no artigo como fonte de autonomia e segurança financeira.

Já um estudo de microdados da Pesquisa de Orçamentos Familiares de 2018, feito por pesquisadores interdisciplinares da UFRJ e UFRN (Universidades Federais do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Norte, respectivamente), apontou que idosos que não recebem os benefícios têm mais chances de serem classificados como não-longevos (vivendo entre 60 e 79 anos).

Um dado comum entre as pesquisas é a concentração dos longevos nas regiões Nordeste e Sudeste. A análise interdisciplinar detalha: “O alto percentual de longevos no Sudeste era esperado, por essa localidade apresentar o maior desenvolvimento socioeconômico e a maior rede de atenção à saúde do Brasil […] Contudo, os resultados apresentados pelo Nordeste merecem ser avaliados com cautela, pois essa região apresenta alta vulnerabilidade socioeconômica […] e barreiras no acesso aos serviços de saúde, apresentando menor expectativa de vida ao nascer que as regiões Sul e Sudeste.”

O papel da medicina em prolongar a vida saudável

Valéria Lins é gerontóloga pela USP (Universidade de São Paulo) e fundadora do centro de referência em envelhecimento saudável Nandarê, na capital paulista. Ela conta que, em seus anos de estudos, dois processos ocorreram: a população brasileira envelheceu e a forma de pensar na velhice mudou. “Em 2010, falávamos sobretudo de lifespan, que é o tempo de vida. Hoje sabemos que isso não basta”, diz. “Importa viver com qualidade, autonomia e cognição preservada.”

Idosos durante prática de atividade física no Nandarê
Grupo durante prática de atividade física no Nandarê, em São Paulo (SP) • Divulgação

Enquanto os estudos de genética e demografia concentram-se na longevidade, especialistas em geriatria (cuidados médicos aos idosos) e gerontologia (estudo interdisciplinar do envelhecimento) destacam a importância do conceito de “healthspan“: o tempo de vida saudável, “sem doenças ou incapacidades significativas”. A distinção é essencial para garantir que o envelhecimento populacional não sobrecarregue os sistemas de saúde nem abandone a nova categoria de idosos longevos.

“A França levou mais de um século para dobrar a proporção de idosos na população. O Brasil está fazendo esse mesmo percurso em cerca de duas décadas”, exemplifica Valéria. “Antes, quem se aposentava aos 60 tinha poucos anos pela frente. Hoje, esse mesmo adulto pode viver mais duas décadas ou mais. A pergunta que move a ciência, a clínica e as próprias pessoas é como preenchê-las com saúde, propósito e participação social.”

Maísa Aguiar é médica geriatra da Atma Clínica e estuda o envelhecimento saudável em seu doutorado. Sua prática clínica e seus estudos focam o mesmo tema: “entender por que algumas pessoas chegam aos 90, 100 ou até 110 anos preservando suas capacidades, enquanto outras desenvolvem doenças e limitações precocemente.”

“Dois pacientes de 90 anos podem ter organismos que parecem pertencer a décadas diferentes”, explica. Ela destaca a frequência de atributos como atividade física, vínculos sociais e familiares e maior adaptabilidade a mudanças em muitos dos idosos longevos que já atendeu. “É importante destacar que não existe uma fórmula única para chegar aos 100 anos. A longevidade extrema resulta de uma interação complexa entre fatores genéticos, ambientais, comportamentais e sociais.”

RioSP espera mais de 1 milhão de veículos na Via Dutra no feriado de Finado

28 October 2026 at 20:59

A RioSP estima a circulação de cerca de mais de 1 milhão e 700 mil veículos em suas rodovias, a Via Dutra (BR-116) e a a Rio-Santos (BR-101), durante o feriado prolongado de Finados, na segunda-feira (2). 

Segundo a empresa, a expectativa é que 1.445.636 veículos utilizem a Via Dutra (BR-116) e outros 263.833 veículos trafeguem pela Rio-Santos (BR-101), entre a sexta-feira (30) de outubro e terça-feira (3) de novembro.

Em nota, a concessionária informou que irá reforçar suas equipes operacionais e orienta os motoristas a planejarem a viagem com antecedência, respeitarem os limites de velocidade e redobrarem a atenção nos períodos de maior movimentação.

A Via Dutra, principal ligação entre São Paulo e Rio de Janeiro, deve ser a mais movimentada, com mais de 1,4 milhão de veículos. O volume é 16,5% superior ao registrado em dias considerados neutros.

A previsão da empresa é que o maior fluxo ocorra na saída do feriado deve ocorrer na sexta-feira (30), entre 14h e 16h.

Confira a previsão de tráfego na Via Dutra:

  • 30/10 (sexta-feira): 309.298 veículos
  • 31/10 (sábado): 301.520 veículos
  • 01/11 (domingo): 251.459 veículos
  • 02/11 (segunda-feira): 296.197 veículos
  • 03/11 (terça-feira): 287.163 veículos
  • Rio-Santos deve receber mais de 263 mil veículos

Já na rodovia Rio-Santos (BR-101), a expectativa é de circulação de 263.833 veículos, volume 31,2% superior ao de dias neutros.

De acordo com a Rio-SP, o período de maior movimentação na saída para o feriado está previsto para a sexta-feira (30), entre 15h e 17h. Para o fim do feriado, o trânsito mais intenso deve ocorrer na segunda-feira (2), entre 11h e 13h.

Confira a previsão de tráfego na Rio-Santos:

  • 30/10 (sexta-feira): 56.339 veículos
  • 31/10 (sábado): 60.230 veículos
  • 01/11 (domingo): 43.715 veículos
  • 02/11 (segunda-feira): 58.339 veículos
  • 03/11 (terça-feira): 45.210 veículos

10 erros que podem zerar a redação do Enem; confira

*Sob supervisão de André Rigue

❌