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Como as Big Techs estão moldando serviços digitais do governo da Nigéria

12 September 2026 at 08:00

Esta reportagem foi produzida com o apoio do Pulitzer Center e faz parte da etapa africana da “Mão Invisível das Big Techs”, uma investigação transnacional liderada pela Agência Pública e pelo Centro Latinoamericano de Investigación Periodística (CLIP).

Em fevereiro de 2025, representantes de três das empresas de tecnologia mais poderosas do mundo se reuniram com a Comissão de Proteção de Dados da Nigéria (NDPC na sigla em inglês). Meta, Microsoft e Google estavam no encontro para discutir uma colaboração com o governo nacional. Vincent Olatunji, chefe da comissão, mostrou-se satisfeito “com a perspectiva de colaborar com gigantes globais da tecnologia”. Ele destacou a importância da “sinergia entre setor público, privado, grupos da sociedade civil e academia”.

Na época, a Meta travava uma disputa com os órgãos reguladores nigerianos sobre a forma como lidava com os dados pessoais de milhões de pessoas. Em julho de 2024, outro ente regulador do país, a Comissão Federal de Concorrência e Proteção ao Consumidor (FCCPC, na sigla em inglês), havia multado a Meta e o WhatsApp em US$ 220 milhões, após uma investigação de 38 meses. O órgão concluiu que os nigerianos não tinham controle suficiente sobre a forma como suas informações eram coletadas, compartilhadas e utilizadas.

Em vez de pagar a multa, a Meta recorreu da decisão e perdeu. Posteriormente, a empresa de Mark Zuckerberg ameaçou suspender seus serviços. Apesar do prazo de 60 dias para o pagamento, que terminou em junho de 2025, a Meta continua operando normalmente enquanto o impasse jurídico permanece sem solução.

Poucos dias após a reunião de fevereiro de 2025 com a NDPC ter sido divulgada publicamente, o próprio órgão também aplicou outra multa de US$ 32,8 milhões à Meta.

Nos meses seguintes, porém, a multa de US$ 32,8 milhões foi derrubada. Segundo uma investigação do Premium Times, um acordo anulou a penalidade, bem como oito determinações a serem cumpridas pela Meta, liberando a empresa das obrigações decorrentes do caso. O site informou que diversas exigências regulatórias específicas foram substituídas por compromissos mais amplos da Meta de cumprir a legislação nigeriana de proteção de dados e fortalecer suas medidas de proteção de dados.

Em seguida, a mesma NDPC anunciou que, “em colaboração com a Meta”, havia traduzido a Lei de Proteção de Dados da Nigéria para idiomas locais. 

Em maio de 2026, outro órgão do governo lançou o GovGuide Nigeria, um bot de inteligência artificial desenvolvido com a tecnologia da Meta para ajudar os nigerianos a navegar pelos serviços públicos.

O The Continent perguntou à Meta e a órgãos do governo nigeriano quando começaram as discussões sobre o GovGuide. Na Nigéria, as empresas não são obrigadas a registrar reuniões desse tipo em um cadastro. Não existe um registro público que mostre quais empresas estão procurando autoridades do governo, o que querem delas ou o que é discutido a portas fechadas.

Por isso, o The Continent começou a construir esta base de informações.

Nossa investigação identificou pelo menos 17 interações documentadas publicamente entre grandes empresas de tecnologia e o Estado nigeriano desde 2024. Elas incluem reuniões com o presidente do país, Bola Tinubu, e órgãos reguladores, além de encontros sobre projetos governamentais de inteligência artificial, programas de treinamento, financiamento e discussões sobre políticas públicas.

Muitas dessas interações são contatos corriqueiros entre o governo e empresas que atuam em um dos maiores mercados digitais da África. Mas outras colocam as empresas de tecnologia em contato mais próximo com as instituições responsáveis por decidir como elas devem operar na Nigéria.

O caso da Meta mostra a responsabilidade dos órgãos reguladores.

A principal preocupação de diferentes órgãos nigerianos era o fato de que os usuários do WhatsApp não tinham opções suficientes sobre o que era feito com seus dados. As informações coletadas sobre as pessoas podem ser usadas para criar perfis de seus interesses e comportamentos e, entre outras coisas, determinar quais anúncios elas recebem. 

A Comissão de Concorrência e Proteção ao Consumidor também concluiu que a Meta compartilhava e transferia informações pessoais de nigerianos sem a devida autorização e oferecia aos usuários locais menos proteção sobre seus dados do que aos usuários de alguns outros países.

Lançamento do bot GovGuide Nigeria, desenvolvido com o apoio da Meta
Lançamento do bot GovGuide Nigeria, desenvolvido com o apoio da Meta

O GovGuide levanta questões relacionadas ao mesmo problema. A plataforma alimentada por inteligência artificial ajuda os nigerianos a encontrar e compreender informações do governo por meio de texto, voz e WhatsApp, em inglês, iorubá, hauçá e igbo. 

Mas seu aviso de privacidade informa que a plataforma pode coletar nomes, dados de contato, endereços, identificadores emitidos pelo governo, geolocalização, informações sobre o dispositivo e o endereço IP, além dos comandos enviados pelos usuários ao chatbot, documentos, imagens, áudios e registros de conversas. Essas informações podem ser utilizadas para personalizar serviços, realizar análises e pesquisas e aprimorar o chatbot e os modelos de aprendizado de máquina.

O advogado especializado em privacidade Olumide Babalola, que atuou como advogado no caso Odunola Kehinde v. Vesti, uma ação envolvendo alegadas divulgações não autorizadas de dados, destaca que o caso da NDPC contra a Meta tratava fundamentalmente da forma como a empresa lidava com os dados dos nigerianos.

“O marco regulatório nigeriano de proteção de dados, de modo geral, proíbe o processamento de dados pessoais, exceto quando existe uma base legal para isso”, explica Babalola. 

“Na ausência de qualquer documento que estabeleça o contrário, a Meta não tem base legal para utilizar os dados dos cidadãos de maneira não divulgada. No caso do GovGuide, o contexto é completamente diferente. Os cidadãos estão interagindo com o que acreditam ser um serviço governamental, e não uma rede social pública. A presunção deveria ser de que qualquer processamento de dados ocorre estritamente com o objetivo de fornecer esse serviço governamental, a menos que seja obtido consentimento explícito e informado para qualquer outro uso.”

A NDPC também foi questionada sobre se a colaboração proposta com a Meta, mencionada no início da reportagem e discutida na reunião de fevereiro de 2025, avançou enquanto o processo relacionado à privacidade contra a empresa permanecia ativo e durante seu posterior acordo. Nem os órgãos envolvidos nem a Meta responderam às perguntas sobre o GovGuide ou sobre a colaboração. Os registros das 17 interações coletados pelo The Continent mostram que as medidas regulatórias e as discussões sobre colaboração ocorreram no mesmo período, mas não comprovam que ambas estivessem relacionadas.

Mais parcerias com Big Techs

Entre as 17 interações entre Big Techs e o Estado nigeriano identificadas pela reportagem nos últimos três anos, há registros de financiamentos, treinamentos, reuniões com autoridades de alto escalão, projetos de tecnologia e relações com órgãos reguladores.

É difícil determinar a real dimensão das interações entre o governo, os órgãos reguladores e as Big Techs devido à falta de registro único sobre as reuniões oficiais. Muitos dos acordos que sustentam essas parcerias também não são públicos, deixando apenas um quadro parcial de quão profundamente as Big Techs se integraram às ambições digitais da Nigéria.

Ali Sabo, chefe de Direitos Digitais da ONG Centre for Information Technology and Development (Citad), descreve a relação entre empresas e governo como uma “influência sutil”.

“Embora seus projetos possam contribuir para o desenvolvimento nacional, essas empresas também moldam silenciosamente a maneira como os formuladores de políticas enxergam a tecnologia e a governança.”

Se não houver controle, alerta Sabo, as plataformas tecnológicas estrangeiras ameaçam a independência do governo, levam a uma dependência excessiva de determinados fornecedores e podem restringir futuras opções de políticas públicas. “As parcerias precisam ser transparentes, protegidas por salvaguardas claras e abertas à participação de universidades, organizações da sociedade civil e desenvolvedores locais de tecnologia.”

Em outubro de 2024, o governo nigeriano firmou uma parceria com a organização pan-africana Data Science Nigeria para anunciar uma doação de cerca de 2 milhões de dólares do Google para programas nacionais de formação de talentos em inteligência artificial vinculados ao Ministério Federal das Comunicações, Inovação e Economia Digital. 

Treinamento de IA para servidores nigerianos com apoio do Google, em outubro de 2025
Treinamento de IA para servidores nigerianos com apoio do Google, em outubro de 2025

Entre os programas implementados estavam o DeepTech Ready Track, voltado para 20 mil alunos avançados; o programa Experience AI para professores, que pretendia alcançar 25 mil professores e 125 mil estudantes; e o Government AI Campus, para servidores públicos. Esses programas visam familiarizar milhares de nigerianos com ferramentas específicas, programas de certificação e ecossistemas de software desde cedo. 

Mas, segundo analistas ouvidos pela reportagem, essas empresas estão, na prática, garantindo clientes para seus ecossistemas.

Taiwo Kola-Ogunlade, gerente de comunicação e relações públicas do Google para a África Ocidental, afirmou que os produtos da empresa utilizam “tecnologia de ponta no setor” para proteger as informações dos usuários e citou os controles de privacidade, o registro da empresa junto à NDPC e a nomeação de um responsável pela proteção de dados. No entanto, ele não informou onde os dados gerados pelos programas do setor público são armazenados, por quanto tempo são mantidos ou se podem ser utilizados para aprimorar produtos comerciais de inteligência artificial.

Em 2025, a Microsoft firmou uma parceria com o Ministério Federal das Comunicações, Inovação e Economia Digital, a Data Science Nigeria e a Lagos Business School, localizada na capital nigeriana. As instituições lançaram a AI National Skills Initiative (AINSI), com o objetivo de capacitar 35 mil pessoas em inteligência artificial. Os participantes também receberam certificados vinculados ao programa nacional 3 Million Technical Talent (3MTT). Outra parceria da Microsoft com a ONG Junior Achievement Nigeria (JA Nigeria) apresentou milhares de jovens estudantes aos conceitos básicos de inteligência artificial generativa.

Grace, estudante da Federal University of Technology Akure, participou do programa Microsoft/JA Nigeria Career Essentials AI e recebeu acesso gratuito ao Microsoft Copilot e ao LinkedIn Premium. Mais tarde, ela e outros participantes levaram o programa a estudantes de outro campus. Mas sua experiência também mostra como a empresa apresenta aos jovens seu ecossistema tecnológico mais amplo, para além da inteligência artificial.

Questionada sobre privacidade e acesso aos dados, a Microsoft forneceu números sobre inscrições, atividades de aprendizagem e certificações. Entretanto, a empresa não divulgou os acordos comerciais, valores dos contratos, informações sobre compras públicas ou condições de licenciamento solicitados. Sobre o papel de seus próprios produtos nos treinamentos, a companhia afirmou: “determinadas trilhas de treinamento podem incluir tecnologias da Microsoft, quando pertinentes ao currículo”.

O analista de tecnologia Eze Hanson considera esses programas uma combinação de filantropia estratégica e desenvolvimento de força de trabalho, mas alerta para riscos ocultos. “A incorporação de um conjunto de redes de desenvolvedores, caminhos de certificação e plataformas de busca de emprego com treinamento em massa apoiado pelo Estado pode ser percebida como uma forma de criar uma base cativa de usuários e padronizar a dependência nacional de uma infraestrutura tecnológica”, explica Hanson.

Essa preocupação se contrapõe às próprias ambições da Nigéria de conquistar maior independência digital. O país está tentando assumir mais controle sobre seus dados e sua infraestrutura digital. Mas faz isso enquanto se torna cada vez mais dependente das empresas que fornecem dinheiro, treinamento e tecnologia para essa transformação. Muitos dos acordos que definem essas relações continuam fora do alcance do público.

“Quando o governo estabelece parcerias com empresas multinacionais para lidar com dados e serviços públicos, o público tem o direito de conhecer os termos do acordo”, afirmou Adekunle Omolabi, ativista da sociedade civil pela transparência.

Por enquanto, os anúncios são públicos, mas grande parte do que foi acordado nos bastidores, não.

Wadephul hat einen ehrlichen Moment und erzählt, was die Bundesregierung von der Ukraine fordert

9 September 2026 at 15:13
Bundesaußenminister Johann Wadephul ist im Podcast „Ronzheimer“ überraschend ehrlich geworden, denn er forderte von der Ukraine mehr Bestellungen bei deutschen Rüstungskonzernen: „Zum jetzigen Zeitpunkt sind wir nicht ganz zufrieden mit dem, was es an (…) Bestellungen in Deutschland gibt. Und deswegen haben wir jetzt die ukrainische Regierung gebeten, das zu überprüfen und dafür zu sorgen, […]

ITALY Leads INTERNATIONAL NATO-ZIONIST PLOT vs RUSSIA for Drone WAR CRIMES. Fedorov, Palantir, Leonardo. Exclisive Military Videos

2 September 2026 at 15:14

by Carlo Domenico Cristofori

VERSIONE IN ITALIANO

Amid the diplomatic escalation between Russia and Germany over a drone incident at Leipzig airport, blamed by Berlin on Moscow without providing the slightest evidence but sufficient to close Russian consulates (read here), Italy too finds itself increasingly exposed to reprisals threatened by Russian President Vladimir Putin for the wild speculation of the “weapons demon” Guido Crosetto, Minister of Defense.

“Any military facility in Ukraine is a legitimate target for us. British ones, or any other,” Putin reiterated this a few days ago, taking aim at Great Britain—which is prepared to supply nuclear warheads to Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy.

While the United Kingdom remains the primary orchestrator of the hybrid war against Russia—a role confirmed by the arrest in Ukraine of officers from the British military intelligence agency MI6 (which had recruited Zelenskyy himself as a secret agent in 2020) and by former Prime Minister Boris Johnson’s open support for the fierce neo-Nazi fighters of the Azov Battalion—Italy is attempting to enter a dead-end tunnel of speculation regarding drones.

This speculation has been fueled by the arrival in Kyiv of former CIA Director Mike Pompeo—who served as Secretary of State during the first Trump administration—in his capacity as a consultant for FirePoint, a company within the orbit of Pentagon contractors…

NEO-NAZIST DRIFT OF NATO’s WAR IN UKRAINE. US Bet on Arming Azov Battalion. Bojo praises the Fierce Fighters as “Heroes”

Anglo-American intelligence agencies have been suspected not only of training various far-right nationalist groups within the Ukrainian National Guard (responsible for the killing of Italian reporter Andy Rocchelli during the Donbas Civil War on May 24, 2014) but also of orchestrating the bloody 2014 coup and supporting terrorist attacks carried out by Ukrainian intelligence services (both the domestic SBU and military GRU) against the Russian civilian population and Moscow’s army commanders.

WARS in VIDEO (September 2026). TRUMP HIT IRAN AGAIN Murdering Children in a Wedding. “US Bases on Fire and Casualties” after IRGC Missiles Retaliation

The Fedorov first Shady Mission for Italy with Palantir AI

Mykhailo Fedorov lasted just six months as Ukraine’s defense minister before Zelensky fired him amid bitter clashes with the military leadership.

«Now he is turning the same wartime machinery into a private defense-tech business — with Palantir CEO Alex Karp as his first major investor» News-Pravda has reported in the lates days publishing a photo of the meeting.

Mykhailo Fedorov and Karp

American AI industry Palantir, one of the main AI partner of Israel Defense Forces and Benjamin Netanyahu Zionist regime, was denounced for complicity in war crimes in Palestine… (read below)

“You and your colleagues are launching a company that I think will be defining for the world, bringing your knowledge and acumen about the art of war as a product to allied countries,” Karp told Fedorov. That “product” was developed on Ukraine’s battlefield.

ZIONISTS’ Neverending WAR CRIMES, as GENOCIDES. Iran: “US, Israel GUILTY of gravest MASSACRES since 1949”. Children’s Murdering in Lebanon, Qeshm, Minab

On September 1, 2026, Mykhailo Fedorov—Ukraine’s Minister of Defense until last July—announced the launch of a military technology company in which Karp himself will be the first investor.

The company aims to translate Ukraine’s wartime experience into products for Kyiv and its allies, including combat robotics, interceptor drones, and low-cost, AI-guided missiles. Plans also include an investment fund and a think tank, though the company’s name and financial figures have not yet been disclosed.

Fedorov has become an adviser to Italian Defense Minister Guido Crosetto.

This happened a few days after that Fedorov has become an adviser to Italian Defense Minister Guido Crosetto.

“I met with Italian Defense Minister Guido Crosetto. I thanked Guido for his personal support and his offer for me to become his adviser on defense innovation. I am grateful for the trust and strategic partnership. In this role, I will help Italy develop modern warfare technologies and improve its defense sector,” Fedorov wrote on Telegram.

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Palantir is already embedded across Ukrainian government agencies, while its infrastructure underpins the Brave1 Dataroom, where companies train military AI on real combat data. Karp says he and Fedorov have worked together for “half a decade.”

But Fedorov’s meeting with Karp appears to have been launched under the banner of Italy’s war mission against Russia.

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Carlson & Waters (VIDEO): “HOW US, UK, EU and NATO are Triggering WORLD WAR III”. The BOJO Fake-Peace Plan in Ukraine to Provoke Russia

The Leonardo Ukraine to Work with Ukrainian Defense Industry and Palantir

Leonardo SpA, the Italian industrial group operating in the defense, security, and aerospace sectors, is majority owned by the Italian government with a 30.2% stake, but without parliament approval has opened a new subsidiary, Leonardo Ukraine, directly in Kiev, aiming to collaborate with the Ukrainian defense industry, particularly in drones and other military technologies.

Undersecretary of Meloni’s Italian Govt Eulogizes Azov Battalion’s Ukraine NeoNazis. Far-Right is Really come Back in Rome?

We recall that minister Crosetto, founder of Brother of Italy far-right party, was blamed by many newspaper for conflict of interests due to, before to entry in Meloni Government, he was the AIAD president which represented th Italian Industries Association for Aerospace, Defence and Security, but above all because he was a overpayed advisor of Leonardo spa, main partner of Rheimetall which opened some factories in Ukraine.

WEAPONS LOBBY – 20. HUGE BUSINESS OF ZIONIST TRUMP’s WARMONGERS. How a German Industry Became the Golden Goose for the US

Leonardo Ukraine, registered in the commercial register since May 20, is not only aiming to establish relations with the Ukrainian Brave1, or to test the new “Michelangelo Dome”, the multi-layered and multi-domain missile air defense system which is estimated to have 21 billion euros of potential commercial opportunities over the next 10 years.

Leonardo thus intends to build increasingly strong relationships with the Ukrainian state hub Brave1 Dataroom, created with the country’s Ministry of Defense, its intelligence agency and the US company Palantir.

EXCLUSIVE VIDEO – The Brave1 Litvar Super Drone during an Ukrainian Test

Brave1 is a Ukraninian government initiative aimed at developing defence technologies, implemented by the Innovation Development Fund and initiated by relevant state authorities and components of Ukraine’s security and defence sector. Initially, it was a grant program for defence startups. We have already become the largest angel investor in Ukrainian defence tech, having issued over 750 grants amounting to 3.7 billion UAH, around $82,000.

In this exclusive video shared on YouTube by UATV Espanol lift the veil of secrecy for the first time on the latest development in the Ukrainian defense industry: the unique “Litavr” interceptor drone from F-Drones, created specifically for the cost-effective and efficient hunting of enemy kamikaze drones like the “Shahed.”

Thanks to the BRAVE1 defense cluster, Kiev army gained unprecedented access to this fully encrypted technology, capable of speeds up to 350 km/h, operating at altitudes up to 9,000 meters, and automatically locking onto targets using the Pixel Lock (Last Mile)

Vital – 21 RUSSIAN STUDENTS KIILLED in Dombas by “Double-Tap” of Wave of Kiev Drones as Zionist-Style. RT Investigation

It should be remembered that Ukrainian drones are being launched indiscriminately at civilian residences, even killing children, with the sole aim of triggering a reaction from the Russian population against Russian President Vladimir Putin and provoking reprisals that would justify further investments in weapons by EU and NATO countries.

WEAPONS LOBBY – 22. “UKRAINE is a TESTING GROUND‘ for AI WARFARE and EU-NATO ARMS” Russian Intel Chief Claimed, US General confirmed it!

Palantir removed by European countries and Denounced for Complicity in War Crimes and Genocides

Palantir is the industry, removed after various investigations from many European countries.

«The Spanish government is ordering state-backed companies to cut their ties with US defense contractor Palantir, Spain’s El Confidencial newspaper has reported. The move follows similar bans in France and Germany» RT has reported some weeks ago.

But above all Palantir was one of the AI company denounced for war crimes and genocide in Gaza inside the UN Dossier by Francesca Albanese, United Nations Special Rapporteur on the situation of human rights in the Palestinian territory occupied.

GAZA GENOCIDE: even a MILITARY TEST for GLOBAL SURVEILLANCE as during Pandemic. UN Report on Big Tech, Zionist Weapons Lobby (Elbit, Lockheed) Plots with Netanyahu-Trump

The CIA Role in Ukraine

The same American company has also been heavily criticized in the USA for its collaboration with ICE (Immigration and Customs Enforcement) officers accused of murdering illegal immigrants and even making unjustified arrests of children.

WEAPONS LOBBY – 21. NATO’s WarCrimes! Attack to Moscow, SCHOOLGIRLS’ Massacre by DRONE of Ex CIA Chief POMPEO. Behind UAV FP-1 the Satanic Kiev Gang of Corruption funded by SOROS too

Italy’s strengthening ties in the drone industry follows the arrival in Ukraine of former CIA Director Mike Pompeo, former Secretary of State in the first Trump administration, confirming once again that Rome is not influenced by Washington but rather steered by Langley, headquarters of the Central Intelligence Agency, which back in 1943, when it was still called the OSS, organized the Allied landings in Sicily thanks to Lucky Luciano’s mafia and the Anglo-Italian Freemasonry…

Russian RAID in UKRAINE! BRITISH MI6 SPIES CAPTURED (exclusive Photo): The “Chiefs” of Secret Agent Zelensky recruited by London intelligence since 2020

To understand Fedorov’s role, it must be remembered that he was fired by Volodymyr Zelensky who is considered a British secret agent of the military counterintelligence MI6 and, therefore, must look after London’s interests more than those of the CIA.

Carlo Domenico Cristofori


VIDEO – French-Italian “Mambas” won’t change Ukraine battlefield situation

Excerpts by Ahmed Adel originally published on VT UnCensored Foreign Policy

All links to Gospa News articles or video have been added in the aftermath

Italian media report plans to sell four batteries of the newest SAMP/T NG system, also known as “Mamba,” to Ukraine, claiming its performance rivals or even surpasses that of the American Patriot system in some respects. However, these new missile and air defense system deliveries to Ukraine are unlikely to significantly impact the battlefield. Rather, they are primarily aimed at enabling Western countries and their military industries to profit.

Not only are four batteries insignificant and unlikely to alter the course of the war, but they will also be top targets for Russia’s armed forces and will be destroyed in a short period of time. For this reason, Italy’s decision should be viewed as an economic move rather than a political one. In fact, the delivery is expected to be financed through European Union loans.

La Repubblica reports that Italian Prime Minister Giorgia Meloni and French President Emmanuel Macron agreed in July to procure four new SAMP/T NG batteries capable of intercepting ballistic missiles. The system, produced by the Franco-Italian consortium Eurosam, is the next generation of European air and missile defense.

Italian Elections: NATO’s Weapons Lobby WON with Meloni and Right Party Founded by President of Defence Industries

SAMP/T NG is a significantly improved version of the SAMP/T system already in use in Ukraine. Compared with the previous version, SAMP/T NG offers greater range and engagement altitude, as well as improved performance against ballistic targets. The maximum range of the SAMP/T system with the Aster 30 missile is up to 100 kilometers, while the newer SAMP/T NG version has a range of about 150 kilometers.

WEAPONS LOBBY – 19. EU’s MAD REARM by VON DER LEYEN to ENRICH GERMAN DEFENSE INDUSTRY. Rheinmetall 202 % in one Year, + 52 % in two Weeks

According to La Repubblica, Ukraine already has two SAMP/T batteries delivered by Italy and France, but since the summer of 2025 it has faced a shortage of Aster 30 missiles due to reduced European stocks. Missile production has since been accelerated, enabling Rome and Paris to continue deliveries.

Yet, despite the acceleration, Ukrainian air defenses remain in poor condition. Although Ukraine still has Patriot systems, it is short on missiles, as they have already been depleted. Italy plans to transfer Aster 30 missiles from its military stocks to Ukraine by October, while France would temporarily provide two additional SAMP/T batteries from its arsenal, to be replaced later with new systems.

According to La Repubblica, the entire operation, including newly produced systems, is expected to be completed by 2027. The operation will cost three billion euros and will be structured as a purchase financed by a loan from the European Credit Fund for Ukraine.

FULL ARTICLE CONTINUES HERE

by Ahmed Adel originally published on VT UnCensored Foreign Policy


MAIN SOURCES

NEWS-PRAVDA 

GOSPA NEWS – WEAPONS LOBBY


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Die polnische Manie, unbedingt einen festen US-Truppenstützpunkt ins eigene Land holen zu wollen, macht schon seit mindestens sieben Jahren Schlagzeilen. Eine russische Expertin hat darüber einen Artikel geschrieben, den ich so interessant fand, dass ich ihn übersetzt habe. Beginn der Übersetzung: Warschaus goldene Illusionen: Warum amerikanische Stützpunkte Polens Sicherheit nicht garantieren Maria Pavlowa, Historikerin und […]
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