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Serbian leader Aleksandar Vučić ousted by student movement in seismic election

Vučić’s 12-year reign looks to have been ended by record turnout of voters in election provoked by student-led protests

The long-serving leader of Serbia, Aleksandar Vučić, has conceded defeat, ushering in a seismic political shift after a historic election that saw ​the increasingly authoritarian leader pitted against a student-led movement that had spent two years protesting against his government.

Vučić pointed to preliminary results that suggested voters had overwhelmingly backed the students, potentially giving them a majority in the country’s 250-seat parliament.

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© Photograph: Marko Drobnjaković/AP

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Macron accused of putting France’s right to protest at risk with ‘vandal’s law’

Making innocent protesters liable for damage would be bad for rule of law and play into far-right hands, say opponents

Emmanuel Macron has been accused by trade unions of trying to curb the fundamental French right to protest as the government fast-tracks a bill to make protesters pay for damage caused by vandalism at street demonstrations even if they did not directly cause it themselves.

The French president, who leaves office next spring, has faced more than a month of protests in which high-school students have blockaded schools demanding a response to teacher absences, repairs to decrepit buildings and changes to the university applications platform.

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© Photograph: Thibault Camus/AP

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Portuguese police with dogs and batons dismantle housing protest camps

More than 30 people arrested as officers clear at least 100 tents in central Lisbon and about 50 in Porto

Police in Portugal have dismantled housing protest camps in Lisbon and Porto, baton-charging campaigners in the early hours of Sunday and arresting more than 30 people.

The raids were the latest incident in days of clashes between police and campaigners who – inspired by similar camps in Spain – had sought to pitch tents in central squares to protest against the country’s deepening housing crisis.

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© Photograph: José Sena Goulão/EPA

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Police and protesters exchange teargas and fireworks in demonstrations across France – video

25 October 2026 at 11:23

Hundreds of thousands marched in cities across France on Saturday amid fresh demonstrations over school funding and the cost of living. A peaceful protest during the day in Paris – with at least 110,000 people marching along the eastern edge of the city – descended into violent clashes with police by the time night fell. Police fired teargas to prevent protesters in Lyon, Lille, Montpellier, Nantes and Toulouse from reaching city centres. In Marseille, some bin fires were lit. At least two people were seriously injured, one in Clermont-Ferrand and the other in Toulouse. The interior ministry said there had been almost 1,000 arrests

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© Photograph: EPA

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Hundreds of thousands march across France in protests over schools and policing

Almost 1,000 arrested as police charge crowd in Paris and teargas used to stop protesters reaching other city centres

Hundreds of thousands marched in cities across France on Saturday in largely peaceful protests to support schoolchildren’s demands for more teachers and repairs to dilapidated buildings, as Emmanuel Macron faces a social and political crisis in his final months as president.

The prosecutor’s office in the southern city of Nice said on Sunday that 59 people had been taken into police custody, including 11 suspected of belonging to extreme-right groups. They were alleged to have gathered with the intent of committing violence. Some were arrested in two vehicles with masks, gloves, gas sprays and truncheons, the prosecutor’s office said in a statement to public broadcaster FranceInfo.

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© Photograph: Thibault Camus/AP

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Major protests in Paris and other French cities in challenge to Macron – in pictures

Paris march drew 110,000 people, according to police, amid fresh nationwide demonstrations over school funding and cost of living

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© Photograph: Manon Cruz/Reuters

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Caos na Albânia: Luta popular ou revolução colorida?

By: A A
24 October 2026 at 16:00

O que vem sendo mais preocupante para o governo albanês é o fato de que os manifestantes não podem ser descartados como membros de algum segmento social particular.

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A Albânia voltou a aparecer nas notícias nos últimos dias, com manifestações que acabaram culminando com a destruição do Ministério da Educação, mas o processo que levou a este caos se iniciou há alguns meses por causa das negociações em torno à construção de um gigantesco resort de luxo no país, num megaprojeto capitaneado pela Affinity Partners, de Jared Kushner, o agente sionista que é genro de Donald Trump e que, ocasionalmente, atua como seu diplomata ad hoc. Junto a Kushner, neste projeto, havia também capital de três petromonarquias árabes e investidores locais.

O primeiro ponto de dissenso, a fagulha, por assim dizer, deste incêndio, foi o fato de que o projeto seria construído numa área de proteção ambiental, na zona úmida pantanosa da Albânia, que é considerada um paraíso natural onde se nidificam flamingos, pelicanos e outros animais, alguns deles estando ameaçados de extinção. Ainda assim, Kushner conseguiu autorização do governo de Edi Rama para ir em frente com o projeto, bem como a classificação de investidor estratégico, o que lhe permite passar por cima dos regulamentos locais.

O projeto em si deve alcançar a soma de 4.7 bilhões de dólares e seria implementado na ilha de Sazan (outrora uma base militar), na ilha de Vjosa-Narta e na ilha de Zvernec, que também possuem características defensivas. Kushner teria tido a “ideia” e “descoberto” Sazan enquanto viajava no iate de seu amigo Nathan Rothschild, contexto no qual também conheceu o primeiro-ministro albanês.

Os outros parceiros de Kushner na Affinity Parnters são Luis Videgaray, ex-Ministro de Finanças do México, e Elad Gil, um investidor israelense, e o projeto envolve a construção de hotéis, marinas e vilas privadas, num esforço que parece apontar para uma “dubaização” da Albânia.

Desde junho, portanto, quando esses negócios escusos foram revelados, cidadãos albaneses passaram a ir às ruas protestar, com palavras de ordem (“A Albânia não está à venda”) contra Washington e Tel-Aviv e pregando a transformação de Kushner em persona non grata. Os protestos já vinham na sequência de protestos organizados em fevereiro e março por acusações de corrupção contra Edi Rama, bem como pelo fato do primeiro-ministro albanês ter começado uma campanha para que israelenses se mudassem para a Albânia.

O que vem sendo mais preocupante para o governo albanês é o fato de que esses manifestantes não podem ser descartados como membros de algum segmento social particular, sendo em vez disso uma movimentação suprapartidária de todos os setores da sociedade. E as manifestações seguiram, intermitentemente, até agora em outubro, o que aponta para uma insatisfação permanente e difícil de sufocar.

Os protestos mais recentes estão mais focados na juventude e em novos escândalos de corrupção, problemas na educação e tentativas do governo de “forçar” um ingresso na União Europeia, mas a questão do resort de luxo de Jared Kushner permanece em pauta.

É possível analisar o caso do ângulo conspiracionista da “Ilha Epstein”, ainda mais considerando os vínculos da família Rothschild com Epstein e com Kushner, mas talvez um ângulo mais interessante aponte para a geopolítica do Mediterrâneo e o projeto de poder do Estado de Israel.

Israel tem ampliado suas atividades nessa área e expandido a sua presença. Investidores israelenses, por exemplo, têm adquirido em massa propriedades no Chipre e na cidade portuária grega de Kalamata. Quando somamos essas investidas visando propriedades no Chipre, Grécia e agora Albânia percebemos claramente que há um enfoque mediterrâneo oriental nas atividades empresariais paraestatais israelenses. Chama a atenção que se trata, sempre, de ilhas e portos, o que aponta especificamente para a construção de uma estratégia talassocrática por parte do Estado de Israel.

Chama a atenção também, um tema específico da realidade político-social albanesa, que é o fato de que tornou-se prática comum que investidores albaneses, após serem legitimados como investidores estratégicos para garantir a aprovação de projetos de desenvolvimento, revendem as suas participações acionárias por valores ínfimos para outros atores mais obscuros. Em muitos casos, estamos falando aí de esquemas de “laranja” utilizados pela máfia albanesa. Não seria o caso, naturalmente, de Kushner ou das petromonarquias árabes, mas a suspeita levantada atinge os parceiros albaneses desse investimento.

Talvez por isso a repressão violenta dos protestos tenham chamado menos atenção do que em outros lugares. Parece se tratar da autêntica erupção de insatisfação popular num país que há décadas tem sido vitimado por líderes corrupções, máfias perigosíssimas e terroristas brutais.

Hundreds of thousands march in France as protests take place across Europe – as it happened

French police have made 1,000 arrests and Italian officers have raided homes in Milan, with protests also taking place in Spain and Albania

Jesse, 40, a charity worker from the north of Paris, had turned out for the street march.

She said: “I’m so angry. I’m here to support schoolchildren’s demands for better conditions. I’m so proud of them and we have to stand together.”

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© Photograph: Abdul Saboor/Reuters

© Photograph: Abdul Saboor/Reuters

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Milano, drammatico paradigma di un Occidente sempre meno inclusivo e sempre più diseguale

By: A A
24 October 2026 at 10:10

Milano assurge così a paradigma di un Occidente che esclude ed emargina, privo di prospettive, privo di un’autentica volontà di invertire la rotta, votato più o meno consapevolmente all’autodistruzione.

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Martedì 13 ottobre 2026 – mattina

Salone di rappresentanza del Comune di Milano, tra stucchi e affreschi, una composita schiera degli anziani più abbienti della città premia dei loro pari grado per età e per reddito, in mezzo a un effluvio di parole tanto vuote quanto altisonanti, un imbarazzante racconto di una città immaginaria, che esiste solo nelle chiacchiere dei loro ristretti circoli di amici e conoscenti, è tutta una narrazione di frizzi e lazzi, scoppiettanti meraviglie, luminose eccellenze, immancabili successi, se la suonano e se la cantano tra di loro, in mezzo a un tonitruante profluvio di aggettivi tutti superlativi, anzi, ultra – superlativi, un coretto autoreferenziale parossistico ed entusiastico in cui scambiano –  forse inconsapevolmente – lo specchio dentro cui si rimirano felici e beati per una finestra sulla città.

D’altronde si frequentano abitualmente e assolutamente solo tra loro nell’ora dell’aperitivo e della cena e non riescono a vedere null’altro che loro stessi, anche la cameriera che porta i piatti in tavola è una specie di fantasmatica presenza a suo modo sconosciuta ed evanescente, di cui a mala pena ricordano l’esotico nome peruviano o filippino. Sono i campioni della società neo – schiavile[1], inventata con maestria palazzinara dai maggiorenti politici della città, ogni vagonata di cemento, riversatasi su Milano nell’ultimo decennio in quantità impressionanti, ha avuto effetti sociali dirompenti e deflagranti aumentando il divario sociale, costruendo schiere di poveri, lavoratori a basso reddito e pensionati, con i primi spesso a servizio del sempre più ristretto, ma pur considerevole, cerchio dei benestanti.

Domenica 18 ottobre 2026 – pomeriggio

Come non fosse bastata la guerriglia urbana scatenatasi in piazza Duomo e tutto attorno, a margine della manifestazione di sabato 17 ottobre contro il caro – vita, il caro – carburanti, il prezzo sempre più proibitivo dei prodotti alimentari, le bollette aumentate di un terzo e per ciò stesso sempre più intollerabili, almeno per quella metà di milanesi che a fatica arriva alla terza settimana del mese, ecco che ragazzini a mala pena quattordicenni si danno appuntamento in branco per la domenica.

È rabbia pura, scriteriata e distruttrice, è odio per tutto quello che vedono e da cui sono esclusi. Spaccano e rubano, è un esproprio proletario compiuto da masse di ragazzini che non hanno nessuna consapevolezza di essere proletari, ma che in ogni caso si comportano in questo modo perché non vogliono essere proletari, ovvero l’ultimo gradino di una società pesantemente ingiusta, diseguale, escludente, hanno un istintuale desiderio di uguaglianza, ma non la sanno declinare in nessun modo, anche perché tanto è impossibile, il divario sociale non è colmabile, l’ammissione al ristretto circolo dei possidenti che possono permettersi di comprare e possedere quello che vogliono non li riguarda, purtroppo non tocca neppure tutte e tutti quei milanesi che son scesi in piazza pacificamente il giorno precedente.

Questi ragazzini sono fuori da tutto, vittime di una città e di una società in cui gli abbienti organizzano convegni sull’inclusività, in cui volano paroloni e discorsoni pieni di propositi, i quali terminano appunto all’ora dell’aperitivo.

Sono ragazzine e ragazzini cresciuti nelle periferie invisibili, povere, quelle in cui non arriva la metropolitana e gli autobus e i tram sono stati dimezzati negli ultimi anni, non credono in niente e in nessuno. Si muovono in branco, perché solo dentro il branco dei loro pari riconoscono quel minimo di uguaglianza che non trovano da nessuna altra parte.

Odiano la scuola, perché è vuota, perché non offre prospettive, perché usa parole antiche e a volte incomprensibili, perché i professori sono vecchi e hanno l’età dei loro nonni che stanno a Lima, al Cairo, a Manila, perché studiare molto difficilmente potrà permettere loro di emanciparsi dalla povertà, anzi è certamente inutile, perché tanto sanno già benissimo a dodici anni che i loro genitori non avranno mai i soldi per mandarli all’università.

Disprezzano i loro genitori, li disprezzano profondamente, con una rabbia che spesso cancella ogni affetto. Li guardano consumarsi di fatica per portare a casa il pane della sopravvivenza, donne e uomini italiani e più spesso di tutto il mondo che si alzano alle quattro del mattino, il papà per andare a pulire gli uffici degli abbienti, la mamma per sbrigare fino alle sei del mattino le questioni di casa propria e poi prendere anche lei quel bus che non arriva mai per andare a pulire le case di quegli stessi abbienti, per portare a passeggio i loro cani, per stirare le loro camicie e per preparare la loro cena. Gli uomini lavorano anche nell’edilizia, ogni cantiere è una babele di lingue, nell’urbanistica, là dove si rifanno marciapiedi e strade asfaltate si sente solo parlare arabo, chissà se per appalto diretto o subappalto, o purtroppo, come accade non di rado, per subappalto di un altro subappalto, fanno i custodi dei palazzi in cui gli abbienti a mala pena passando la mattina biascicano loro un annoiato “buongiorno”.

Lo schianto tra la città immaginaria, o per meglio dire reale per una ristrettissima minoranza, e quella reale, o per meglio dire dura e povera per la stragrande maggioranza, ha la violenza delle vetrine mandate in frantumi, così la società, come quei vetri sfondati, collassa senza lasciare margine alcuno di ricomposizione.

Un mondo peggiorato dall’individualismo, un universo  che ha perso ogni spazio sociale e collettivo in cui ritrovarsi e confrontarsi, in cui la fatica e il sacrificio sono visti come la condizione dello sfruttato neo – schiavile, non del lavoratore, anche perché il lavoratore riceve sempre meno diritti e meno rispetto e dunque ha sempre meno dignità.

Una società che coltiva il culto della ricchezza e che (auto)premia e (auto)celebra chi l’esibisce, che marginalizza e giudica negativamente chi da quella ricchezza è escluso.

Una società senza pietà, piena di un’arroganza diffusa e cattiva, che ha elevato l’esibizionismo della ricchezza e il disprezzo per chi non la possiede a massima espressione di giudizio verso le altre e gli altri.

Le ragazzine e i ragazzini delle periferie respirano questo clima tossico in cui l’avere è tutto e l’essere gli è totalmente subordinato.

Respirano la violenza del disprezzo che li marginalizza e a loro volta – come detto – hanno fatto proprio quel disprezzo al punto da riversarlo sui loro genitori, li osservano senza capirli, guardandoli schiacciati dalla fatica quotidiana, inginocchiati davanti all’arroganza e alla prepotenza degli abbienti.

I genitori tristi e sconfortati si interrogano mestamente su una società, quella occidentale, così violenta da aver distrutto qualsiasi valore, qualsiasi rispetto, qualsiasi affetto. Amano i loro figli, cercano di mostrare con il loro impegno quell’amore, ma appunto non sono capiti e non sono ricambiati, maturando indicibile interiore dolore.

È una società divaricata, del tutto frammentata e atomizzata, non vi è assolutamente alcun progetto per la costruzione di una città partecipata e condivisa, non esiste alcuna autentica volontà di una ricomposizione comunitaria.

È la deriva finale di una società priva di autentica empatia, di sincero interesse per il prossimo.

Ora il governo italiano vara leggi per la punibilità dei minorenni, aumenteranno i carcerati dei penitenziari minorili, un muro con le sbarre che terrà nascosta per un po’ una minuscola porzione del disagio sociale e giovanile.

Nulla più.

Milano assurge così a paradigma di un Occidente che esclude ed emargina, privo di prospettive, privo di un’autentica volontà di invertire la rotta, votato più o meno consapevolmente all’autodistruzione.

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[1]      Leggasi quanto già dettagliatamente spiegato in https://strategic-culture.su/news/2025/07/27/beppe-sala-sindaco-di-milano-inventore-della-post-modernita-neo-schiavile/

France to deploy 70,000 police on Saturday to prevent civil unrest

23 October 2026 at 16:34

Security forces to include elite units usually used for counter-terrorism after worst street violence in years

France will deploy about 70,000 police around the country on Saturday as the government seeks to prevent more civil unrest after some of the worst street violence in years erupted on the fringes of cost-of-living protests last weekend.

The interior minister, Laurent Nuñez, said on ⁠Friday ⁠the security forces would include elite units usually used for counter-terrorism operations and hostage rescues, adding that there had been social media calls for violence from “ultra-left” groups.

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© Photograph: Abdul Saboor/Reuters

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‘An orchestra being gassed should be an alarm signal’: the musical activists targeted in Paris

23 October 2026 at 12:57

New World Orchestra’s musicians are shocked at French police targeting peaceful gathering with teargas

As riot police encircled Place de la République last week, lobbing teargas canisters to disperse demonstrators, the conductor Étienne Jarrier and his orchestra played on. They kept playing even after everyone else had disappeared and teargas was being fired into the central Paris square.

It was only when Jarrier noticed his musicians were being directly targeted that he ordered them to stop. “There were teargas canisters landing in the double bass and music stand cases, and starting fires the musicians had to stamp out,” he told the Guardian.

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© Photograph: Sipa US/Alamy Stock Photo/Alamy Live News.

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Chaos in Albania: Popular struggle or color revolution?

By: A A
23 October 2026 at 11:24

The protesters cannot be dismissed as members of some particular social segment, being instead a cross-party movement from all sectors of society.

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Albania has returned to the news in recent days, with protests that eventually culminated in the destruction of the Ministry of Education, but the process that led to this chaos began some months ago because of the negotiations surrounding the construction of a gigantic luxury resort in the country, in a megaproject led by Affinity Partners, owned by Jared Kushner, the Zionist agent who is Donald Trump’s son-in-law and who occasionally acts as his ad hoc diplomat. Alongside Kushner in this project, there was also capital from three Arab petro-monarchies and local investors.

The first point of dissent, the spark, so to speak, of this fire, was the fact that the project would be built in an environmental protection area, in the marshy wetland zone of Albania, which is considered a natural paradise where flamingos, pelicans and other animals nest, some of them endangered. Nevertheless, Kushner obtained authorization from Edi Rama’s government to go ahead with the project, as well as the classification of strategic investor, which allows him to bypass local regulations.

The project itself is expected to reach the sum of 4.7 billion dollars and would be implemented on the island of Sazan (once a military base), on the island of Vjosa-Narta and on the island of Zvernec, which also have defensive characteristics. Kushner supposedly had the “idea” and “discovered” Sazan while traveling on the yacht of his friend Nathan Rothschild, a context in which he also met the Albanian prime minister.

Kushner’s other partners at Affinity Partners are Luis Videgaray, former Minister of Finance of Mexico, and Elad Gil, an Israeli investor, and the project involves the construction of hotels, marinas and private villas, in an effort that seems to point toward a “Dubai-ization” of Albania.

Since June, therefore, when these shady deals were revealed, Albanian citizens began going to the streets to protest, with slogans (“Albania is not for sale”) against Washington and Tel Aviv and calling for Kushner to be made persona non grata. The protests had already been following protests organized in February and March over corruption accusations against Edi Rama, as well as the fact that the Albanian prime minister had begun a campaign to encourage Israelis to move to Albania.

What has been most worrying for the Albanian government is the fact that these protesters cannot be dismissed as members of some particular social segment, being instead a cross-party movement from all sectors of society. And the protests continued, intermittently, until now in October, which points to a permanent dissatisfaction that is difficult to stifle.

The most recent protests are more focused on youth and on new corruption scandals, problems in education and the government’s attempts to “force” entry into the European Union, but the issue of Jared Kushner’s luxury resort remains on the agenda.

It is possible to analyze the case from the conspiracy-minded angle of “Epstein Island,” especially considering the Rothschild family’s ties to Epstein and to Kushner, but perhaps a more interesting angle points to the geopolitics of the Mediterranean and the power project of the State of Israel.

Israel has been expanding its activities in this area and expanding its presence. Israeli investors, for example, have been mass-acquiring properties in Cyprus and in the Greek port city of Kalamata. When we add up these ventures targeting properties in Cyprus, Greece and now Albania, we clearly perceive that there is an eastern Mediterranean focus in Israeli parastatal business activities. It is striking that these always involve islands and ports, which points specifically to the construction of a thalassocratic strategy on the part of the State of Israel.

Also striking is a specific theme of Albanian political-social reality, which is the fact that it has become common practice for Albanian investors, after being legitimized as strategic investors to secure approval for development projects, to resell their shareholdings for negligible amounts to other, more obscure actors. In many cases, we are talking here about “straw man” schemes used by the Albanian mafia. That would not naturally be the case for Kushner or the Arab petro-monarchies, but the suspicion raised affects the Albanian partners in this investment.

Perhaps that is why the violent repression of the protests has drawn less attention than elsewhere. It appears to be the authentic eruption of popular dissatisfaction in a country that for decades has been victimized by corrupt leaders, highly dangerous mafias and brutal terrorists.

Milan braces for more unrest as debate intensifies over Italy’s ‘lost generation’

Protests and fringe violence expose sharp divide between marginalised and immigrant youth and those with greater prospects

Martina Miccichè was filming riot police kicking and beating a teenager with batons as they dragged him along Piazza del Duomo, the central Milan square hosting its cathedral, when she was struck by a flying object, causing a deep gash and bruising near her right eye.

The journalist had joined hundreds of mostly young people marching through the northern Italian city on Saturday afternoon to protest over soaring living costs and unaffordable housing, echoing the wider wave of economic discontent fuelling protests across Europe.

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© Photograph: Stefano Porta/LaPresse/AP

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Macron bans ‘illegitimate’ protests in France as he tries to get a grip on unrest

22 October 2026 at 16:54

French president also says he will decide on concrete ‘next steps’ for the next nationwide demonstrations

Emmanuel Macron has said “illegitimate” demonstrations will be banned over the coming days as France seeks to get a grip on civil unrest after some of its worst street violence in years erupted on the fringes of cost of living protests at the weekend.

Speaking after a ​meeting with intelligence officials and senior ministers, the French president said on Thursday that demonstrations organised by recognised groups would be allowed to go ahead, although their routes could be changed.

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© Photograph: Ibrahim Ezzat/Anadolu/Getty Images

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Caro vita e rincari, i costi reali delle guerre sulle famiglie italiane

By: A A
22 October 2026 at 16:05

In questi giorni il caro vita turba i sonni del mondo politico e sindacale, compresi quanti finora hanno ignorato i diffusi rincari dell’energia e dei beni di prima necessità, riducendo l’emergenza a mera polemica politica.

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In questi giorni il caro vita turba i sonni del mondo politico e sindacale, compresi quanti finora hanno ignorato i diffusi rincari dell’energia e dei beni di prima necessità, riducendo l’emergenza a mera polemica politica.

Tuttavia, anche le poche mobilitazioni in corso dimenticano che la causa primaria dell’inflazione è proprio l’economia di guerra: l’escalation militare ha fatto ripartire la corsa dei prezzi, con conseguenze particolarmente pesanti per le economie europee, dipendenti dal greggio in transito nel Golfo Persico.

Un tempo le forniture principali arrivavano dalla Russia a costi decisamente inferiori a quelli attuali. Affermare che l’economia di guerra sia la causa principale dell’inflazione e del rallentamento economico europeo significa semplicemente prendere atto della realtà.

I dati parlano chiaro: tra marzo e agosto la UE ha sostenuto 54 miliardi di dollari di costi aggiuntivi netti solo per le importazioni di gas e petrolio. Questo dato basterebbe da solo ad aprire un dibattito serio sulle conseguenze economiche dei conflitti.

A confermare il quadro è l’Ufficio Studi della CGIA di Mestre: a fine anno gli italiani pagheranno 29 miliardi di euro in più tra rincari di elettricità, gas e carburanti. Solo in Italia il costo dell’energia elettrica è balzato del 51,2%. Rincari dovuti all’instabilità delle catene di approvvigionamento, alle speculazioni finanziarie e all’aumento delle spese militari, che sottraggono risorse essenziali al welfare.

Di fronte a questo scenario, la risposta del Governo appare timida e priva di coraggio. Mentre sostiene le spese per il riarmo, prova a calmierare con fondi pubblici le bollette degli italiani (che stimano una spesa aggiuntiva media di 153 euro all’anno per l’elettricità e 477 euro per il gas). Parallelamente, i rincari a doppia cifra colpiscono anche i beni alimentari di largo consumo: la dimostrazione che non si tratta di un incidente di percorso, ma di un effetto strutturale dell’economia di guerra.

In questo contesto, le manifestazioni di piazza rischiano di rivelarsi inefficaci, sia per la scarsa adesione sia per la debolezza delle motivazioni. Manca una riflessione complessiva sul sistema economico e sui meccanismi che spingono verso il basso i salari (a partire dai criteri di calcolo dell’IPCA). I bonus non sono la soluzione, bensì il sintomo del progressivo smantellamento del welfare pubblico.

È urgente iniziare a parlare apertamente di “economia di guerra”: un modello di produzione che alimenta la corsa alle risorse, dirotta i fondi pubblici verso la difesa e giustifica la sottrazione di risorse ai servizi essenziali. In caso contrario, continueremo a inseguire singoli provvedimenti tampone senza mai affrontare la vera radice del problema.

Articolo originale:  lantidiplomatico.it

Why Do People Really Take to The Streets?

22 October 2026 at 15:15

Are the French riots coming to Britain? The conditions are certainly ripe, says Guy de la Bédoyère. Besides, history shows that humans hardly need much excuse to indulge in the perverse thrill of mob violence.

The post Why Do People Really Take to The Streets? appeared first on The Daily Sceptic.

Cómo se manipula a la «generación Z»

By: A A
22 October 2026 at 14:00

Una docena de Estados ya han vivido –a veces con éxito– manifestaciones de la “generación Z”, y las que acaban de producirse en Francia abren la puerta a que la población sea manipulada. Los actos destrucción programados que se vieron en Francia el 17 de octubre tienen el aspecto de un montaje con vista a la proclamación de una especie de estado de emergencia que permita suspender la próxima elección presidencial, como viene sucediendo en Ucrania desde hace 2 años.

Thierry Meyssan

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En este artículo analizaré una docena de movimientos de protesta, más o menos organizados, de la llamada “generación Z”, o sea de la población de entre 14 y 29 años. Muchas de esas protestas han tenido lugar en otros países, pero la generación Z siempre ha denunciado la corrupción, el nepotismo y los abusos de poder, por encima de cualquier otra injusticia.

En todo momento tendré en mente el hecho que, aunque no se puede provocar la colera de una multitud, sí es muy fácil desviarla de su objetivo inicial. Esas manifestaciones siempre comienzan invocando un interés general pero pueden confundir sus objetivos una vez en marcha.

Una característica inicial de esos movimientos es que todos han estallado después de escándalos de corrupción y de represión. Los manifestantes no han enarbolado una ideología política en particular pero todos han expresado, ante todo, su exigencia de justicia.

• Mongolia, 11 de enero de 2025: Jóvenes se congregan en Ulan Bator para denunciar la vida de lujos de la familia del primer ministro Luvsannamsrai Oyun-Erdene. Rápidamente, el movimiento de protesta denuncia también la corrupción generalizada de la clase política y exige la renuncia de 33 diputados. El primer ministro dimite el 3 de junio.

• Indonesia, febrero de 2025: La isla Java es teatro de manifestaciones contra la corrupción. Un sindicato estudiantil se suma a las manifestaciones cuando el gobierno implica las universidades en varios proyectos de minería a cambio de comidas gratis para los estudiantes. Cesan las manifestaciones pero el descontento se extiende por todo el país mientras que el gobierno otorga privilegios a los militares y apoya públicamente el “traslado” de la población de la franja de Gaza, anunciando la posibilidad de que sea enviada al «Estado musulmán más grande del mundo».
Las manifestaciones se reanudan en agosto de 2025, respondiendo a un llamado de los camioneros y en protesta contra importantes alzas de los impuestos.
Es entonces cuando aparece en las manifestaciones la bandera de la “Banda Pirata del Sombrero de Paja”, que se convierte en símbolo de la lucha contra la corrupción. Portar esa bandera, que proviene originalmente de la serie manga One Piece, se convierte en motivo suficiente para ser enviado a los tribunales bajo la acusación de traición.
Finalmente, el presidente Prabowo Subianto reconoce que los jóvenes tienen derecho a manifestar su descontento y hace levantar las sanciones y la prohibición de portar la bandera pirata.

• Togo, 26 de junio de 2025: Estallan protestas contra el arresto del rapero Aamron, quien es además es torturado por la policía. Las protestas toman rápidamente un giro político ante el hecho que los policías habían filmado las torturas infligidas a Aamron, en momentos en que el presidente Faure Gnassingbé había iniciado un cambio de régimen con reformas a la Constitución. El movimiento dura hasta diciembre y acaba disolviéndose ante la represión, particularmente violenta, que deja saldo de muertos y heridos.

• Nepal, del 8 al 14 de septiembre de 2025: Se desarrollan en Katmandú grandes manifestaciones de jóvenes contra los hijos y las familias de los responsables políticos que exhiben sus lujos y privilegios en las redes sociales. El poder bloquea las redes sociales, pero esa medida exacerba las protestas. El primer ministro Khadga Prasad Sharma Oli dimite.

• Timor Oriental, del 15 al 17 de septiembre: Una organización estudiantil realiza en Dili, la capital, una serie de protestas contra las ventajas económicas de los miembros del parlamento. En definitiva, estos últimos acaban renunciando a los automóviles de lujo que estaban a punto de comprar.

• Filipinas, 21 de septiembre de 2025: Unos 100 000 jóvenes desfilan por las calles de Manila protestando contra la corrupción de los dos clanes que ostentan el poder en el país, la familia Marcos y la familia Duterte. El 70% de los fondos destinados a la lucha contra las inundaciones parece haber “desaparecido” de las cajas del Estado.

• Madagascar, septiembre de 2025: Un discurso desafortunado del presidente Andry Rajoelina sobre un progreso económico que la población no percibe en la vida diaria da lugar al inicio de protestas contra la repartición desigual del crecimiento económico. Las manifestaciones se generalizan y desembocan en un golpe de Estado militar y la huida del presidente Rajoelina.

• Marruecos, 27 de septiembre de 2025: Unos 200 000 jóvenes se lanzan a las calles en las principales ciudades del país para protestar contra la corrupción y el nepotismo. El movimiento de protesta comienza en momentos en que el reino dedica sumas importantes a la preparación de la Copa del Mundo de futbol… mientras que los hospitales se caen a pedazos. La represión pone fin al movimiento.

• Paraguay, 28 de septiembre de 2025: Se inician manifestaciones en las que los jóvenes protestan contra la corrupción y rechazan un intento de modificar la Constitución que daría al ex presidente Horacio Cartes la posibilidad de regresar al poder. La población amerindia se incorpora a las protestas al enterarse de que la sede del Instituto Paraguayo del Indígena (INDI) se traslada a una base militar. El movimiento de protesta se extingue el 3 de octubre, cuando el presidente Santiago Peña anula el traslado de la sede del INDI.

• México, 15 de noviembre de 2025: Después del asesinato de un alcalde a manos de un cártel de la droga, decenas de miles de jóvenes salen a las calles para protestar contra la inseguridad y la corrupción. Las manifestaciones cesan a mediados de diciembre, sin adopción de nuevas medidas.

• Bulgaria, 26 de noviembre de 2025: Se registran protestas masivas de jóvenes contra la corrupción y contra un proyecto de presupuesto que transfiere el financiamiento de las jubilaciones y de la seguridad social en las empresas al sistema fiscal. Las protestas cesan al cabo de un mes, después de la retirada del proyecto de reforma y la dimisión del gobierno Zheliazkov.

• Japón, 3 de mayo de 2025: Alrededor de 50 000 jóvenes inician protestas contra la remilitarización del país. Como en los conciertos de K-Pop y durante las protestas contra la proclamación de la ley marcial en Corea del Sur, los manifestantes esgrimen objetos lumínicos. Las protestas se extienden rápidamente por todo el país, pero el movimiento se disuelve por agotamiento.

• India, 15 de mayo: El presidente del Tribunal Supremo compara a los jóvenes desempleados con cucarachas. Un estudiante indio de comunicación de la universidad de Boston crea entonces, en la India, el “Partido de las Cucarachas” y organiza manifestaciones hasta forzar la renuncia del ministro de Educación. El Partido de las Cucarachas reaparece en octubre con un movimiento de protesta contra la revisión de las listas de electores, de las que se están viendo excluidas las personas más pobres. El movimiento se mantiene en este momento [1].

La manifestación del 17 de noviembre en Francia

En Francia, a partir del 18 de septiembre pasado comienzan a verse manifestaciones de los alumnos de la enseñanza media. Comienzan por Creteil, una comuna de los alrededores de París, rápidamente se extienden por la capital y después por todo el país. Pronto se unen a ellas los estudiantes universitarios. Los sindicatos del sector público no tardan en sumarse a las protestas.

Las primeras manifestaciones son pacíficas –los adolescentes denuncian inicialmente las malas condiciones de sus centros de estudio y la escasez de profesores– pero los desórdenes comienzan cuando algunos dirigentes de izquierda legitiman la violencia. Elementos violentos no vinculados a los manifestantes, pero bien organizados, se hacen presentes en las protestas causando daños materiales en los centros de estudios de los manifestantes. Mientras tanto, los policías en el terreno se interrogan sobre sus superiores al darse cuenta de que están recibiendo órdenes contradictorias que les impiden proteger a los verdaderos manifestantes y que los ponen a ellos en peligro ante los grupos violentos.

Las manifestaciones adquieren una envergadura nacional el 17 de octubre. Los “chalecos amarillos”, el movimiento informal surgido en 2018-2019 contra el alza de precios de los combustibles y en defensa de la Francia que vive en los barrios periféricos, en los suburbios de las grandes ciudades, se unen al movimiento, retomando su lucha contra el alza del costo de la vida.

La seguridad territorial de Francia, que habitualmente se caracteriza por la gran precisión de sus previsiones, esta vez subestima la cantidad de potenciales manifestantes situándola en unos 150 000 –en realidad, la cifra de personas que finalmente salió a las calles de Francia el 17 de octubre se sitúa entre 550 000 y 800 000. La dirección de los cuerpos policiales se asegura de que la cantidad de agentes en las calles corresponda al estimado extrañamente conservador de la inteligencia territorial.

Mientras tanto, los black blocs europeos envían a Francia miles de individuos, principalmente desde Italia, Suiza, Alemania y Bélgica.

El 17 de octubre las acciones violentas comienzan antes del mediodía, o sea antes de que se abra el cortejo de manifestantes aprobado por las autoridades, y se prolongan durante la madrugada del día 18. Se reportan más de 600 policías y gendarmes heridos –pero sólo 26 personas serán enviadas a los tribunales–, 1 500 establecimientos comerciales saqueados y destruidos y varios edificios históricos incendiados. Los daños estimados se elevant a cientos de millones de euros.

Análisis

En Francia, las protestas de los alumnos de la enseñanza media no fueron motivadas por un hecho en particular. Se trata de un malestar generalizado exacerbado por la sensación de abandono de toda una generación a la que se le explica que debe conformarse con estudiar en instalaciones mal preparadas, en las que se sufre por el calor o por el frio, según la época del año; que nadie enviará profesores sustitutos si sus profesores se enferman; que, a fin de cuentas nunca tendrá un empleo porque para los patrones la inteligencia artificial es más rentable… pero que, a pesar de todo, tendrá pagar la deuda que sus padres han acumulado y hasta los intereses de esa deuda.

Inicialmente, un partido político de izquierda trató de captar a los jóvenes manifestantes viniendo hasta las puertas de sus centros de enseñanza. Pero todo cambió el 17 de octubre.

Es evidente que ciertos responsables, en el seno de los mandos policiales, hicieron todo lo posible para que la gran movilización del 17 de octubre acabará cayendo en la violencia, a pesar de los manifestantes y de los policías. El 14 de octubre, un sindicato de los policías, Alliance, presentó una denuncia contra X por poner en peligro las vidas de otros. Ese sindicato está recogiendo testimonios por todo el país para identificar a los oficiales que propiciaron el caos.

Como lo hacen esos policías, tenemos que preguntarnos qué objetivo perseguían los instigadores ocultos de los actos de violencia. Es probable que se esté preparando una operación encubierta para perturbar la próxima elección presidencial, prevista para el 18 de abril y el 2 de mayo de 2027.

Es posible que esos instigadores ocultos estén en Francia, pero es igualmente posible que hayan actuado desde el extranjero, una hipótesis que se refuerza cuando se comprueba la participación de los black blocs europeos.

¿Es posible que hayamos olvidado que, en 2011, el candidato a la presidencia de Francia que aparecía a la cabeza en todos los sondeos, Dominique Strauss-Kahn, fue arrestado en Nueva York por la policía estadounidense, pero con ayuda del Pentágono, y acusado de “violación”, lo cual hizo posible la elección de Francois Hollande? [2]

¿Cómo es posible olvidar que, en 2017, otro candidato a la presidencia de Francia que también lidereaba los sondeos, Francois Fillon, fue objeto de un linchamiento mediático por haber contratado a su esposa como asistente parlamentaria? Lo cual abrió el camino a otro candidato salido prácticamente de la nada… el actual presidente Emmanuel Macron.

¿Cómo podemos entonces evitar pensar en la posibilidad de que, en 2027, el aspirante a la presidencia mejor posicionado en los sondeos, que no es otra que Marine Le Pen, pueda verse condenada por la justicia y despojada de sus derechos cívicos? ¿O que se cree una coyuntura bajo la cual se decida proclamar un “estado de emergencia” en el país? ¿O que, utilizando la nueva disposición incluida en la ley aprobada el 16 de agosto de 2026, se proclame un “estado de alerta de seguridad nacional”?

Al dirigirse a la Nación, menos de 24 horas después de las concentraciones del 17 de octubre, el presidente Emmanuel Macron hizo un rápido balance de las destrucciones registradas [3]. Y concluyó que los franceses son incapaces de enfrentar esos actos de violencia, antes de terminar diciendo que espera que se restablezca el orden… para poder realizar la elección presidencial.

[1] «Le “Parti du Peuple des Cafards” sonne la révolte des démunis à Bahrat», Red Voltaire, 15 de octubre de 2026.

[2] «Obama, la guerra financiera y la eliminación de DSK », por Thierry Meyssan, Komsomolskaïa Pravda (Rusia), Red Voltaire , 26 de mayo de 2011.

[3] «Allocution du Président de la République», Emmanuel Macron, Palais de l’Élysée, 18 de octubre de 2026.

What is at stake in Serbia’s election? The key players, main issues and potential fallout

22 October 2026 at 12:50

A grassroots student-led coalition threatens to upend Serbia’s political landscape as the EU-candidate country heads to the polls on Sunday

Serbia’s 6.5 million voters go to the polls on 25 October in a watershed parliamentary election characterised by civil unrest, a new political landscape, allegations of irregularities, an uncertain outcome and the potential of far-reaching consequences.

Here is a brief guide to the key issues.

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© Photograph: Pierre Crom/Getty Images

© Photograph: Pierre Crom/Getty Images

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Angry lawyers and bewildered defendants: the fallout from fast-tracking French rioting cases

22 October 2026 at 12:08

Politicians have called for ruthless sentencing, but lawyers blame the politicians for the poverty, and anger, behind their clients’ looting

Awa, 18, stood in the dock in the tribunal de Paris, a small, mute and bewildered figure seeming unable to understand, let alone answer, the simplest of questions.

The court was told she had joined young people who looted an Yves Saint Laurent store on Boulevard Saint Germain in Paris’s Left Bank late on Sunday and stripped it bare within minutes.

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© Photograph: Abdul Saboor/Reuters

© Photograph: Abdul Saboor/Reuters

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‘America, this is a warning’: pro- Trump Maga media in a froth over Europe protests

22 October 2026 at 12:00

Fox News and others have toed president’s line – seemingly hoping unrest abroad will make people vote Republican

Donald Trump sought to capitalize on the scenes of unrest in France, telling a crowd in Kansas on Monday that “migrants” and “communists” were responsible, and that the scenes were “what the radical ‘Dumocrats’ want to do to America”.

As Republicans struggle to convince voters across the country ahead of November’s midterm elections, Trump’s allies in the conservative media have followed suit, seemingly hoping that the scenes in France can scare people to the polls.

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© Photograph: Aurélien Morissard/AP

© Photograph: Aurélien Morissard/AP

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