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David Ferreira: “Um presidente da Câmara chamado António Costa vê o problema da habitação, vai para o governo, dizem-lhe para olhar para o Canadá e nada faz”

26 October 2026 at 13:43

David Ferreira, antigo editor e diretor da EMI-Valentim de Carvalho, nome indissociável de várias décadas da música em Portugal, é o mais recente convidado do podcast Posto Emissor. Na 300ª edição do podcast da BLITZ, a atualidade não fica à porta: o também filho do poeta David Mourão-Ferreira abordou de forma vincada o problema da habitação: “Sou social-democrata, mas não acredito no socialismo absoluto: deu os gulags. Também não acredito neste capitalismo absoluto, o endeusar da propriedade privada. O que se passa é uma vergonha”

David Ferreira: “O álbum dos Humanos foi objetivamente boicotado pelas duas grandes rádios: a RFM e a Rádio Comercial”

24 October 2026 at 08:00

“O primeiro single, ‘Muda de Vida’, foi logo rejeitado”: David Ferreira, ex-diretor da EMI-Valentim de Carvalho, recorda no Posto Emissor a resistência que em 2004 encontrou ao álbum dos Humanos, no qual Camané, David Fonseca e Manuela Azevedo cantavam inéditos de António Variações

David Ferreira: “Eu pergunto: ‘sempre fica António Cabeleireiro?’ Ele zanga-se: ‘Sou barbeiro e cabeleireiros de homens é uma possidoneira’”

23 October 2026 at 07:47

Na semana em que o Posto Emissor chega ao 300º episódio, convidamos David Ferreira, figura que atravessa a história da edição de música em Portugal. A meio de um ciclo de conferências sobre a obra de Sérgio Godinho no CCB, em Lisboa, recorda o trabalho com António Variações, Amália ou Jorge Palma e um primeiro ordenado pago em LPs. Falamos, também, das manifestações pela habitação, de Milhanas e dos Napa

Salvador Sobral: “Estivemos das 9 da noite às 4 da manhã a comer moelas frias. No dia seguinte, metem lá outra vez moelas congeladas e tens de as comer”

22 October 2026 at 13:20

“Eles têm de congelar para o prato ficar igual de um dia para o outro. Mas que coisa tão horrível. Nunca mais comi moelas”. Salvador Sobral recorda, no Posto Emissor, uma cena difícil do filme “A Providência e a Guitarra”, no qual se estreou como ator

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