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Estas mulheres moçambicanas querem mudar o país. E o mundo

27 October 2026 at 20:04
Vieram de vários pontos de Moçambique para apresentar ideias de educação e igualdade de género. Em Lisboa, a 11ª turma da ONG GirlMove Academy apresentou os novos projetos de mudança.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

Alunas da 11ª turma da GirlMove Academy

Lula se solidariza com Juca Kfouri pela morte da filha, Camila Kfouri

27 October 2026 at 19:43

Logo Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se solidarizou com o jornalista Juca Kfouri pela morte de sua filha, Camila Kfouri, nesta terça-feira (27). Lula usou o X, antigo Twitter, para enviar condolências ao jornalista.

“Meu querido amigo Juca Kfouri, é difícil imaginar a imensa dor que você está sentindo pela partida de sua filha Camila. Por isso, mesmo à distância, quero que receba o meu carinho e a minha solidariedade. Desejo, do fundo do meu coração, que você e todos os seus familiares tenham a força que lhes ajude a atravessar essa hora tão difícil”, escreveu o presidente.

Notícias relacionadas:

Camila morreu aos 48 anos. Segundo o pai, ela sofria de doenças adquiridas a partir do trauma de ver o avô paterno ser atingido por um tiro durante um assalto, em 1985, quando ela tinha apenas 6 anos de idade. Na época, o procurador aposentado Carlos Alberto Gouvêa Kfouri passou 11 dias internado antes de falecer.

“Camila, a Camiloca, a Cam, minha Joaninha, a menina entre meus quatro filhos, resolveu ir embora depois de sofrer muito com doenças adquiridas desde que, aos 6 anos, viu o avô paterno ser alvejado em assalto na porta de casa, e desenvolver uma porção de sequelas. Hoje, a última vítima daquele dia não resistiu mais. Disfunção de supra-renal, gordura em família longilínia, cirurgia bariátrica, compulsão, e neuropatia diabética”, escreveu Kfouri em artigo no Portal UOL.

Juca Kfouri é jornalista do UOL e também apresenta o programa Trio de Ataque, na TV Brasil.

Investigação Forbidden Stories. Em Moçambique, uma morte transmitida em direto e o tabu da poluição

27 October 2026 at 19:40

No final de 2024, o jovem bloguista moçambicano Mano Shottas foi morto a tiro, enquanto fazia a cobertura em direto de uma manifestação que denunciava a poluição associada ao transporte de minérios de crómio. Desde então, os despejos ilegais de resíduos têm-se acumulado na fronteira com a África do Sul, sem que as autoridades consigam travá-los. Os poucos denunciantes são alvo de ameaças de morte

Albuquerque entregou 15 habitações a famílias do Funchal

27 October 2026 at 18:30
O presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, marcou hoje presença na cerimónia de entrega das 15 habitações do edifício Cedros IV a 15 famílias do Funchal. Este foi, conforme sublinha o GR, um investimento do PRR de 3,5 milhões de euros. O novo imóvel, localizado na Rua da Quinta dos Cedros “é mais um dos […]

Mais de 3 milhões de adolescentes estão com vacinação da dengue incompleta

27 October 2026 at 18:18

Quase 4 milhões de doses da vacina contra a dengue que foram enviadas aos municípios de todo o Brasil continuam sem uso. Enquanto isso, mais de 3 milhões de adolescentes tomaram só a primeira dose e ainda não completaram o esquema vacinal com a segunda etapa do imunizante.

Os números foram apresentados pelo diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Eder Gatti, na 28ª Jornada Nacional da Sociedade Brasileira de Imunizações, no Rio de Janeiro, na semana passada. Até agora, foram aplicadas mais de 11,8 milhões de doses, sendo 7,6 milhões como primeira e 4,2 milhões como segunda.

Vacinar adolescente, sem eles terem percepção de risco, é muito difícil. No caso da dengue, o ideal é vacinar no período intersazonal para que a pessoa entre na sazonalidade protegida

Eder Gatti, diretor do Programa Nacional de Imunizações

A proteção completa contra a dengue só vem com a segunda dose da vacina, que deve ser aplicada três meses depois da primeira.

Vacina está disponível em todo o país

A vacinação começou pelos municípios mais afetados e hoje já acontece em todo o Brasil pelo SUS. O público-alvo são crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa em que o risco de desenvolver a forma grave da doença é maior.

A ampliação para faixas etárias mais velhas é uma possibilidade, “até um desejo”, segundo o diretor. Mas ela depende de cuidados operacionais, orçamentários e de segurança.

A vacina usada é a Qdenga, da farmacêutica japonesa Takeda. A aplicação da vacina produzida pelo Instituto Butantan continua suspensa desde junho. A decisão do Ministério da Saúde veio depois de três casos de dengue grave após a vacinação, com dois óbitos, entre mais de 500 mil vacinados.

Aumento de casos no calor

A necessidade de ampliar a vacinação chega em um momento sensível. O El Niño, considerado um dos mais devastadores das últimas décadas, teve início no segundo semestre de 2026 e deve provocar 44% dias a mais de calor extremo do que seria esperado em um ano normal.

No verão, os casos de dengue costumam subir, pois o clima favorece a ploriferação do mosquito Aedes aegypti, que se reproduz em lugares úmidos e quentes. Por isso, o ideal é se vacinar fora do período de pico da doença, para chegar a esta época do ano já protegido.

 

Koala Travel Lab negoceia ser GSA de produto turístico e quer ser “operador expert” na Madeira

27 October 2026 at 17:51
Timóteo Gonçalves, diretor geral do operador Koala - Travel LabO Koala Travel Lab, operador turístico exclusivo do grupo Airmet, está em negociações para se tornar GSA de um produto turístico que disponibilizaria a todo o mercado português. Em entrevista ao TNews, Timóteo Gonçalves, antecipa a programação para 2027, que inclui uma forte aposta na Madeira.

Ukraine’s StarGate Drone Now Evacuating Wounded Soldiers

27 October 2026 at 16:32

Ukraine’s 475th Separate Assault Regiment, known as CODE 9.2, says it has used the StarGate uncrewed aerial platform to evacuate two seriously wounded soldiers from the battlefield in the span of a week. Reportedly, this is the first time the specialized drone has been used for an operation of this kind. It is not, however, the first instance of Ukraine using an aerial rescue drone on the battlefield, with the more extemporized heavy hexacopter also having been used recently, as you can read about here.

Taken together, the missions underscore Ukraine’s efforts to develop alternative casualty evacuation capabilities as Russian drone threats, electronic warfare, and harsh terrain increasingly complicate conventional recovery operations, including those using uncrewed ground vehicles (UGVs).

According to CODE 9.2, on its Facebook page, the regiment’s personnel carried out two complex evacuation missions using StarGate, a platform developed and manufactured by Ukrainian company SkyFall. The two wounded servicemen were 25-year-old Yevhen, callsign “Izyum,” and 24-year-old Artem, callsign “Kolobok.” Both belonged to adjacent units and had suffered severe limb injuries while occupying positions in a so-called gray zone approximately three miles from the Russian border.

Difficult terrain, including water obstacles, and the threat posed by Russian first-person-view (FPV) drones prevented ground vehicles from reaching the casualties, the regiment said. Air evacuation was the only available option.

Drone operators watch as two soldiers carry their injured comrade to the SkyFall drone for evacuation. CODE 9.2/screencap

The missions were planned and executed by CODE 9.2 personnel with support from SkyFall. They required coordination among multiple units, additional forces and equipment, and dedicated fire support — much like a more traditional casualty evacuation effort involving crewed helicopters. Vampire heavy strike drones were employed to suppress enemy positions during the operations.

“The injury tore off half of my foot, so a lot of blood was lost already,” Izyum said in a video interview from his hospital room. “I think if that incredible little bird hadn’t flown in, well, getting out from there would have been unrealistic.”

During one of the missions, StarGate reportedly flew nearly 20 miles to reach the casualty before covering approximately the same distance on the return leg with the wounded serviceman aboard. CODE 9.2 said Russian electronic warfare systems were actively attempting to suppress satellite navigation signals in the area.

An injured soldier is helped out of the drone after recovery to a safe area. CODE 9.2/screencap

Despite the reported interference, the platform completed the mission using its onboard artificial intelligence-based navigation system, according to the regiment. The statement did not specify the navigation technologies involved.

StarGate was designed specifically for casualty evacuation, or CASEVAC, when conventional ground transportation cannot reach wounded personnel or would expose them to unacceptable risks. Its stated specifications include a payload capacity of up to 330 pounds and a maximum speed of approximately 65 miles per hour. The evacuation module is based on a covered, medical-grade stretcher.

StarGate on the ground. SkyFall

Oleksandr Nastenko, commander of CODE 9.2, callsign “Flint,” said the regiment intends to use the experience gained from the two missions to train crews and make aerial evacuation a more established capability. The regiment also plans to set up a dedicated aerial medical evacuation unit within its medical company.

The StarGate missions follow a separate reported operation involving the 92nd Assault Brigade, which says its personnel helped evacuate a wounded soldier using a heavy-lift hexacopter drone, produced by Gurzuf Defense, with the casualty suspended beneath it, as seen in the video below:

This drone was reportedly an Audag-6 model, which is said to be capable of carrying a 200-pound payload over a distance of up to 15 miles.

In that incident, the soldier had been wounded while holding his position. Once again, aerial extraction was judged the only suitable option; in this case, due to the presence of mines and intense Russian drone activity.

This was a more improvised approach, which the brigade described as the world’s first frontline aerial drone evacuation of a wounded soldier. Compared to Stargate, the Gurzuf drone brings some drawbacks with it, including casualty stability, exposure to the elements, the risk of swinging during flight, and the difficulty of safely lifting and lowering a severely injured person. It subsequently emerged that the soldier involved, Kostiantyn Vlasenko, had been forced to amputate his own foot as part of a 491-day ordeal on a frontline position.

A soldier clipped to the underside of a Gurzuf drone via a harness is flown to safety. 92nd Assault Brigade/YouTube screencap

This was not the first time that Ukrainian forces have adapted existing drone technology to effect battlefield evacuations.

TWZ also previously reported on a Ukrainian soldier who managed to escape from the Russians that surrounded him after an electric bike was dropped to him by a large aerial drone.

As a purpose-built platform, StarGate offers a more standardized way to secure and transport casualties, and to transport them protected from the elements, in a secure, prone position. However, StarGate still faces the challenges of flying in contested airspace and navigating under electronic warfare conditions. Once again, depending on the degree of injuries, the casualty may need assistance being put on the stretcher and, regardless of the degree of medical care that can be provided, StarGate is only an option if already available in proximity to the victim.

Close-up view of the StarGate stretcher. SkyFall

The fact that the StarGate missions also needed strike drones for fire support underscores that casualty recovery, whatever the platform being used, typically requires coordination across multiple combat elements.

Despite the limitations, CODE 9.2’s plan to create a dedicated medical aviation element indicates it wants to move beyond one-off missions toward a repeatable capability.

StarGate in flight. SkyFall

As with other emerging technologies from the war in Ukraine, this is likely to be studied by other armed forces, too. The U.S. military, for example, has long looked at the potential of uncrewed aerial systems to effect casualty evacuation missions, as you can read about here.

Meanwhile, the challenges of that conflict mean that Ukrainian troops continue to explore different ways to recover wounded troops from positions that more conventional evacuation methods can no longer safely reach.

Contact the author: thomas@thewarzone.com

The post Ukraine’s StarGate Drone Now Evacuating Wounded Soldiers appeared first on TWZ.

Alors qu'il est devenu sénateur, l'ancien maire de Portet-sur-Garonne Thierry Suaud semble vouloir conserver une influence sur son ancienne commune

27 October 2026 at 16:28
Thierry Suaud, ancien maire de Portet-sur-Garonne, a démissionné pour devenir sénateur, promettant de rester proche de ses concitoyens et de défendre sa ville et son territoire. Après dix-huit ans de mandat, il met en...

Sénégal: contesté par la majorité parlementaire, le projet de loi de finances rectificative renvoyé en commission

By: RFI
27 October 2026 at 16:00
Au Sénégal, le projet de loi de finances rectificative contesté par la majoritaire parlementaire a été renvoyé, ce 27 octobre 2026, en commission en vue de trouver un « compromis » entre le gouvernement et les Patriotes africains du Sénégal pour le travail, l'éthique et la fraternité (Pastef).

Rejet de la réforme sur l'autonomie de la Corse: «Ce texte portait en son sein un risque de communautarisme»

27 October 2026 at 15:34
L'avenir institutionnel de la Corse est en plein flou. Les sénateurs ont rejeté le projet de réforme constitutionnelle devant permettre à l'île d'accéder à une plus large autonomie. Un texte largement amendé par les sénateurs Les Républicains (LR), qui dénonçaient son aspect « communautariste ». En réaction, les autonomistes et nationalistes corses annoncent se retirer du processus de discussions. La sénatrice LR de Loire-Atlantique, Laurence Garnier, revient sur RFI sur les raisons qui ont poussé son groupe à modifier le texte et sur l'avenir des négociations.

RDC: l'opposition rejette tout changement constitutionnel et recours aux armes et veut rencontrer Tshisekedi et Kabila

27 October 2026 at 15:06
Réunie à Rome du 25 au 27 octobre 2026, la Coalition Article 64 (C64) propose de rencontrer séparément Félix Tshisekedi et Joseph Kabila pour rechercher une issue négociée à la crise congolaise. Sa déclaration finale condamne à la fois toute tentative de maintien au pouvoir en dehors des limites constitutionnelles et la conquête du pouvoir par les armes.

Iraque condena 6 franceses à prisão perpétua por integrar Estado Islâmico

27 October 2026 at 15:33

Um tribunal iraquiano condenou, nesta terça-feira (27), seis cidadãos franceses à prisão perpétua e um sétimo a 15 anos de prisão, após considerá-los culpados de integrar o Estado Islâmico, informou uma testemunha da Reuters presente no tribunal.

Os homens estavam entre os 47 franceses suspeitos de integrar o Estado Islâmico que foram transferidos, no ano passado, de centros de detenção no nordeste da Síria para o Iraque, como parte de um acordo mais amplo de transferência coordenado pelas forças dos Estados Unidos e pelas autoridades iraquianas.

O juiz que presidiu o julgamento afirmou que as penas foram impostas com base na lei antiterrorismo do Iraque, por adesão ao Estado Islâmico e disseminação do medo. Ele acrescentou que o tribunal optou pela prisão perpétua, em vez da pena de morte, porque os réus eram jovens.

Um sétimo cidadão francês, de 23 anos, recebeu uma pena de 15 anos de prisão, segundo a testemunha da Reuters.

Abbas al-Maliki, um dos advogados dos réus, afirmou que o grupo recorrerá da sentença à Corte de Cassação.

O Iraque iniciou o julgamento dos cidadãos franceses no mês passado.

O Estado Islâmico conquistou grandes áreas do Iraque e da Síria em 2014, antes de ser expulso de seu autoproclamado califado, em 2019, por uma coalizão liderada pelos Estados Unidos e por forças locais. Muitos integrantes do grupo foram detidos, embora remanescentes da organização jihadista continuem em atividade.

Os Estados Unidos anunciaram, em janeiro, que haviam iniciado a transferência de detidos do Estado Islâmico da Síria para o Iraque, em meio a preocupações com a segurança das instalações de detenção no nordeste sírio, após forças lideradas por curdos perderem o controle de partes da região.

*Reportagem de Muayad Hameed; redação de Ahmed Rasheed; edição de Sharon Singleton.

O que é o Knesset, o Parlamento de Israel?

 

Après la saisie de 40 kg de cocaïne, au péage, à Toulouse : preuves pour l'enquête, lieux de stockage, hommes armés... Que devient la drogue confisquée aux trafiquants ?

27 October 2026 at 15:10
Valeur marchande : 2 millions d'euros. À l'instar des centaines de kilos de drogue saisis chaque année en Haute-Garonne, les 40 kg de cocaïne récemment interceptés par la BRI, au péage de Toulouse-Sud, vont flamber en...

L’Africa detta le priorità, l’Italia investe. La rotta del Piano Mattei spiegata da Cirielli

27 October 2026 at 15:09

Prima era l’Occidente che imponeva, scelte e decisioni. Oggi è l’Africa a cerchiare in rosso le esigenze. Parte da questa premessa metodologoca il viceministro degli Esteri, Edmondo Cirielli, in audizione davanti alle commissioni Esteri di Camera e Senato, nell’ambito dell’esame della Relazione sullo stato di attuazione del Piano Mattei. Un momento di analisi sul già fatto e di decantazione di dinamiche avviate e nuove alleanze da rafforzare, nella consapevolezza che l’Italia è l’unico Paese ad aver cementato la cooperazione in Africa.

Punto di partenza del ragionamento fatto da Cirielli sono i numeri: i 270 milioni per la conversione del debito pubblico bilaterale ai Paesi africani rappresenta una scelta precisa del governo italiano, perché il peso del debito è una “delle sfide più pressanti per numerosi Paesi africani, limitandone i margini di investimento e le prospettive di sviluppo”, ha detto. La cornice del Piano Mattei ha consentito alla cooperazione internazionale di seguire la traccia indicata più volte da Giorgia Meloni di voler trasformare il debito “da vincolo che schiaccia ad opportunità, liberando risorse da destinare allo sviluppo e rafforzando la responsabilità condivisa e il partenariato con i Paesi africani”.

In questa direzione va un altro dato, quello relativo al lavoro dell’Agenzia italiana per la cooperazione allo sviluppo (Aics) che quest’anno per la prima volta ha impiegato quasi il 100% delle risorse destinate agli interventi, utilizzando anche fondi rimasti disponibili dagli anni precedenti. Secondo Cirielli, è evidente che la cooperazione della Farnesina “rimane l’asse centrale del Piano Mattei. Siamo partiti da 120 milioni e siamo arrivati in un anno a 823 milioni”. Soldi che hanno permesso intanto di dare corpo e sostanza alle linee guida del piano e in secondo luogo di creare un clima di fiducia reciproca che ha favorito l’ampliamento della platea dei Paesi coinvolti.

“L’Italia è l’unico Paese ad essere riuscito a rafforzare il proprio impegno di cooperazione in Africa, in controtendenza rispetto alle scelte di altri partner – ha evidenziato Cirielli -. L’ultimo piano triennale della cooperazione allo sviluppo italiano ha raddoppiato i Paesi prioritari in Africa, portandoli da 12 a 23. Conseguentemente, abbiamo esteso il raggio di azione dell’Agenzia italiana per la cooperazione e lo sviluppo aprendo nuove sedi in Costa d’Avorio, in Uganda”.

Per cui emerge un elemento di prospettiva, oltre che di metodo: il Piano Mattei non vuole essere un’iniziativa autoreferenziale né esclusiva, ma è una strategia aperta, inclusiva, che punta a valorizzare collaborazioni e sinergie con i Paesi partner internazionali e con le organizzazioni multilaterali e africane per mobilitare nuove risorse. Cirielli lo ribadisce più di una volta, quando rileva che è proprio in questa prospettiva “che abbiamo avviato importanti collaborazioni con l’Unione europea e con i Paesi che condividono il nostro approccio, rafforzando il partenariato con le principali istituzioni finanziarie internazionali e africane”.

Il governo quindi punta a fare del Piano Mattei un soggetto “catalizzatore di un impegno internazionale che deve rinnovarsi, capace di aggregare iniziative, moltiplicare le opportunità di investimento e produrre risultati concreti e duraturi, in un momento in cui i principali e più grandi partner occidentali hanno ridotto i loro interventi finanziari”. La dimostrazione si ritrova nell’apporto delle aziende italiane coinvolte nel rafforzamento infrastrutturale dell’Africa, come ad esempio la gara d’appalto in Zambia per il progetto ferroviario di Lobito, vinta da un consorzio guidato da Webuild. Tutti elementi che contribuiscono a fare dell’Italia “hub” dell’Onu in loco. Senza dimenticare strutture più piccole come il Ciheam di Bari o il Centro internazionale di studi per la conservazione e il restauro dei beni culturali (Iccrom).

Infine si apprende che Africa Finance Corporation ha nominato Webuild preferred bidder per la tratta zambiana della nuova ferrovia del Corridoio di Lobito. L’impresa italiana guiderà un consorzio internazionale con la portoghese Mota-Engil e la turca İçtaş, scelto al termine di una gara internazionale.

Ricordano fonti italiane che in occasione del Vertice G7 di Borgo Egnazia nel 2024, il Governo italiano, nell’ambito del Piano Mattei, ha aderito al memorandum d’intesa che lo ha avviato, insieme ad Angola, Zambia, Unione Europea, Stati Uniti e Banca Africana di Sviluppo. “Il risultato di oggi – sottolinea una nota di Chigi – nasce dal lavoro di squadra del sistema Italia: il Governo ha lavorato insieme a CDP e SACE per sostenere la partecipazione delle imprese italiane, accanto alle principali istituzioni finanziarie africane e internazionali”.

L’aggiudicazione riguarda la tratta zambiana (517 km) di una linea di circa 830 km che collegherà lo Zambia al porto angolano di Lobito, sull’Atlantico. Comprende 22 ponti e viadotti, 8 stazioni e 3 depositi di manutenzione. Per le merci i tempi di trasporto verso i mercati internazionali scenderanno da 16 a 7 giorni.

 

 

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