ONU pede ao próximo Governo israelita que "mude de rumo" e abandone "tendência belicista"
Alto-Comissário da ONU para os Direitos Humanos pretende que a organização monitorize e documente a realidade da Faixa de Gaza, incluindo as ações do Hamas

Alto-Comissário da ONU para os Direitos Humanos pretende que a organização monitorize e documente a realidade da Faixa de Gaza, incluindo as ações do Hamas

Alto-Comissário da ONU para os Direitos Humanos pretende que a organização monitorize e documente a realidade da Faixa de Gaza, incluindo as ações do Hamas


Até agora, nenhum partido israelita conseguiu, por si só, conquistar os lugares necessários para garantir uma maioria parlamentar. Se, como se prevê, esse cenário se repetir, o país poderá enfrentar semanas de intensas negociações para formar Governo, com a possibilidade de novas eleições caso os entendimentos não cheguem a bom porto.

O Presidente norte-americano reivindica influência na disputa eleitoral israelita, enquanto a contagem dos votos aponta para um equilíbrio entre os blocos políticos e deixa em aberto a formação de uma maioria parlamentar.

Com mais de metade dos votos contados, a corrida eleitoral segue renhida em Israel. O bloco de Netanyahu lidera, mas sem maioria absoluta.




A coligação liderada pelo partido Yashar! de Gadi Eisenkot obteve uma projeção de 52 a 53 lugares, superando o bloco de Netanyahu.

Estes partidos poderão praticamente duplicar o resultado de 2022 e batem também o melhor resultado que tinha sido alcançado nas eleições de 2020, em que arrecadaram 15 lugares.

Sem um vencedor claro, os blocos anti-Netanyahu e pró-Netanyahu deverão agora começar a trabalhar para formar uma coligação governativa. No entanto, é possível que nenhum dos lados consiga fazê-lo. Um impasse que poderá obrigar os israelitas a voltar às urnas dentro de poucos meses.

São as últimas horas antes de Israel ficar a saber se terá ou não um novo chefe de Governo. Benjamin Netanyahu domina a política israelita há quase 20 anos. A maioria pede mudança, mas nem todos para o mesmo lado. Há judeus a votar em partidos árabes e jovens ultraortodoxos que nunca se sentiram tão seguros. Quase ninguém admite votar na continuidade, mas os votos de Netanyahu sempre vieram de algum lado

O anúncio surge depois de o partido Likud ter pedido o alargamento do horário de votação, devido ao elevado número de eleitores e às longas filas nas mesas de voto.
