Um incêndio destruiu uma viatura na garagem de um prédio no centro de Arcos de Valdevez, por baixo da Escola de Condução Arcuense, na manhã desta quarta-feira.
O incêndio na garagem, que teve início na viatura, estava a ser combatido, às 10:40, por 39 operacionais apoiados por 11 meios terrestres.
O acidente ferroviário ocorrido hoje em Espanha causou pelo menos 30 mortos, disseram fontes do Governo de Catillha-La Mancha, que admitiram que o número de vítimas mortais poderá aumentar.
As mesmas fontes precisaram à agência espanhola EFE que os bombeiros que atuam no local estavam a terminar as operações de resgate dos corpos e que, até ao momento, se desconhecia o número exato de feridos.
A colisão ocorreu pouco antes das 09:00 locais (08:00 em Lisboa) e estão no local bombeiros e outros meios de proteção civil e emergência, segundo o serviço de emergências 112.
De acordo com a empresa Adif, que gere as infraestruturas ferroviárias espanholas, o acidente envolveu dois comboios de alta velocidade que faziam ligações entre Madrid e Sevilha, no sul do país.
O primeiro-ministro de Espanha, Pedro Sánchez, assim como vários ministros, cancelaram a agenda pública de hoje por causa do acidente.
“Segundo os primeiros indícios, um AVE [comboio da Renfe] poderá ter chocado com um comboio Iryo por trás, o que causou o descarrilamento de vagões do Iryo”, disseram fontes do Ministério dos Transportes à agência de notícias EFE.
Em 18 de janeiro, um acidente em Adamuz, Córdova, também com dois comboios de alta velocidade, causou a morte a 47 pessoas e ferimentos em cerca de 120.
Os comboios pertenciam igualmente à Renfe e à Iryo. O comboio da Renfe, que fazia a ligação entre Madrid e Huelva (no sudoeste de Espanha, perto da fronteira com o sul de Portugal) chocou com composições da Iryo que tinham descarrilado poucos segundo antes.