As perspectivas para as exportações brasileiras de carne de frango seguem favoráveis apesar de um terceiro registro de Doença de Newcastle em Santa Catarina, considerando que os focos estão todos em uma mesma área e desde que o problema não se espalhe para outras regiões, avaliou um especialista do Rabobank nesta quarta-feira.
Na véspera, o Ministério da Agricultura reportou o terceiro caso da doença viral altamente contagiosa entre aves de Santa Catarina, segundo maior produtor de carne de frango do Brasil, maior exportador global do produto.
As três cidades com registro da doença — Nova Itaberaba, Coronel Freitas e Nova Erechim — em granjas de perus estão situadas dentro de um raio de aproximadamente 20 km, destacou o Rabobank, citando que importantes importadores declaram embargos a importações somente da região atingida, o que minimiza impactos para as exportações do país.
“Na minha avaliação, as perspectivas permanecem otimistas, uma vez que os acordos de regionalização devem evitar interrupções significativas nos embarques”, disse o especialista Wagner Yanaguizawa, em avaliação do banco compartilhada com a Reuters.
Ele comentou que os dados preliminares de exportação de outubro, referentes às quatro primeiras semanas, indicam que os embarques diários médios cresceram 15% em relação ao mesmo período do ano anterior, apesar de o setor estar lidando com a situação desde 18 de outubro, data de detecção do primeiro foco. Desde então, surgiram anúncios de embargos ao produto do país.
“As exportações podem enfrentar certa pressão inicial, mas é improvável que isso persista por muito tempo, desde que não surjam novos casos em áreas mais distantes do foco inicial”, acrescentou Yanaguizawa.
O especialista notou ainda que o sistema preventivo brasileiro dá mostras de que está funcionando bem, já que a detecção do vírus aconteceu antes do surgimento de sintomas nas aves, por meio de um monitoramento ativo.
“Após a confirmação do primeiro caso, em 18 de outubro, o segundo e o terceiro focos foram identificados por meio de uma vigilância intensificada, e não pelo surgimento de sinais clínicos evidentes da doença”, declarou.
Até o momento, apenas o México e a Malásia impuseram proibições em nível nacional ao frango do Brasil, enquanto China, Chile, Rússia restringiram as compras apenas do Estado de Santa Catarina, segundo Rabobank, com base em dados do governo.
Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Japão, Coreia do Sul, Filipinas, Reino Unido, Argentina, África do Sul, Egito, Canadá, Turquia e Vietnã estão entre os mercados mais relevantes que aceitaram a regionalização em nível municipal, destacou.
O setor normalmente utiliza a estratégia de redirecionar seus embarques a partir de áreas não incluídas nos embargos sanitários, o que minimiza perdas.
Embora o estado seja um importante fornecedor de aves no mundo e, antes das restrições, um dos maiores exportadores para a UE, a doença não tem relação com a sanção aplicada pelo bloco europeu.
Segundo o secretário da SCRI (Secretaria de Comércio e Relações Internacionais) do Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária), Augusto Billi, a UE normalmente restringe apenas a área afetada pela doença.
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“A Newcastle, terminando os focos, terminam as restrições [dos países]. Normalmente, a UE restringe só a área restrita para Newcastle. Portanto, não mudam as questões relacionadas aos antimicrobianos”, afirmou à reportagem.
Ainda assim, o impacto econômico pode ser relevante aos produtores do estado. Segundo dados do Agrostat (Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro) do Mapa, o estado exportou para a UE em 2025 55.501 toneladas de aves com movimentação financeira em US$ 223.629, ficando apenas atrás do estado de São Paulo.
Até o momento, o governo brasileiro registrou três granjas comerciais em Santa Catarina que tiveram casos confirmados de doença de Newcastle em aves. O primeiro foco foi confirmado em 18 de outubro, no município de Nova Itaberaba, em um criadouro de perus. O segundo caso foi registrado em 24 de outubro, em Coronel Freitas, e o terceiro foi anunciado nesta terça-feira (28) em um estabelecimento avícola de Nova Erechim.
Em todos os locais medidas zoossanitárias como investigação epidemiológica, vigilância e medidas de contenção da doença foram aplicadas.
Os casos acontecem ao mesmo tempo em que a União Europeia discute se o Brasil vai retornar a lista de países aptos a fornecer aves para o bloco. A decisão, que serve para todos os tipos de carnes e produtos de origem animal, foi tomada pelo bloco em maio deste ano e passou a valer em setembro.
Mesmo assim, o bloco europeu enviou uma comitiva técnica para auditar estabelecimentos de aves e de mel do Brasil e comprovar a não utilização de antimicrobianos nesses criadouros.
Esse tipo de medicamento é utilizado em diversas nações para acelerar o crescimento dos animais para abate. No entanto, a UE proíbe o uso do insumo na pecuária, tanto nos países do bloco quanto nos fornecedores, a fim de evitar o surgimento de “superbactérias” que podem ameaçar a saúde pública. O argumento se baseia no entendimento da OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre o assunto.
A auditoria dos europeus no Brasil foi considerada satisfatória e comprovou que a produção de aves e mel no país não utiliza o medicamento.
Na semana passada, o SCoPAFF (Comitê Permanente de Plantas, Animais, Alimentos e Rações) da Comissão Europeia se reuniu para analisar a auditoria da UE realizada no Brasil. Segundo Augusto Billi, o tema foi apreciado, mas apenas no encontro de novembro os membros do colegiado irão definir se o país vai voltar à lista ou não.
A expectativa do governo brasileiro é que o comitê aprove e que já se retome as exportações em dezembro. No entanto, a relistagem ainda depende da formalização e publicação da decisão pelas autoridades europeias.
Protocolo de regionalização deu resultado
A ampliação do reconhecimento internacional da regionalização sanitária, que permite aos países suspender as compras do estado com o foco ou próximo aos focos das doenças, fez com que o país tivesse um resultado diferente nesta emergência zoossanitária.
Dados do Mapa mostram que o reconhecimento da regionalização sanitária evitou perdas potenciais de aproximadamente US$ 954 milhões por ano.
O cálculo foi feito com base em um cenário em que os países pudessem ter tomado medidas semelhantes a de 2024, quando gripe aviária e Newcastle afetaram os negócios do Brasil. Na época, a maioria dos importadores fecharam as portas para toda a produção brasileira e não somente nos locais afetados.
O impacto foi mitigado na China, com cerca de US$ 485 milhões em perdas potenciais evitadas; Arábia Saudita, com aproximadamente US$ 293 milhões; e Argentina, com cerca de US$ 57 milhões.
The abandoned Bannerman Castle is deteriorating on the Hudson River in New York. The island it sits on opened to visitors in 2020.
National Archives and Records Administration, Joey Hadden/Business Insider
When I spotted a castle in the Hudson River from my train window, I had to get a closer look.
Back then, the abandoned weapon fortress wasn't open to the public.
But I got a private tour.
Sitting on Pollepel Island in New York's Hudson River, a stunning piece of history is slowly crumbling away.
Bannerman Castle was built in the early 20th century as a fortress for weapons by Scottish arms trader Francis Bannerman, The New York Times reported. Gunpowder exploded inside the castle in 1920, and it was abandoned about 30 years later.
Then, in the early 1990s, the Bannerman Castle Trust led efforts to restore the structure and make the island safe for public visitation. It's been accessible since 2004 and open for tours since 2020.
I got a private tour of the island in 2019 — before tours were available to the public. Take a look at Pollepel Island's decaying castle, which is being taken over by nature.
Welcome to Bannerman Castle, an abandoned fortress in New York's Hudson River that I visited in 2019.
Joey Hadden/Business Insider
Today, you can reserve tours on the Bannerman Castle website.
Bannerman Castle is about 60 miles north of New York City on Pollepel Island.
Google Maps
The abandoned castle is visible from the Metro-North Railroad's Hudson line. I took the train from Grand Central Terminal in NYC to the Manitou train station.
To get to the castle, I took a cab from the Manitou train station to Donahue Memorial Park in the town of Cornwall, New York.
Joey Hadden/Business Insider
There, I met up with guides from the Bannerman Castle Trust, the group that oversees the castle's preservation and maintenance.
I boarded a boat at Donahue Memorial Park and headed to the island.
Joey Hadden/Business Insider
Pollepel Island is only accessible by boat. Two guides from the Bannerman Castle Trust met me at the dock.
I crammed into the boat with the guides and a handful of volunteer gardeners who do landscaping work on Pollepel Island.
Twenty minutes later, I arrived at the castle. From the dock, I thought its beautiful, sturdy-looking walls made the building appear almost functional.
Joey Hadden/Business Insider
From the dock, we climbed 72 stairs to reach the island.
But my guide told me I could not go inside — it's not safe.
A view of Bannerman Castle from the north trail of Pollepel Island.
Joey Hadden/Business Insider
My guide explained that the castle's towers are supported by external beams braced with steel. Each section weighs 250 pounds.
But even with this support, there's still a risk that the walls could fall. That's why all visitors must stay at least 100 feet away from the castle.
Luckily, observation decks are set up around the castle at picturesque vantage points.
Accidental explosions and weather damage have left Bannerman Castle, once a weapons storage fortress, in ruins.
Joey Hadden/Business Insider
Francis Bannerman VI, an arms dealer who lived in Brooklyn, bought Pollepel Island in 1900. He wanted a place outside the city to store an arsenal of munitions, according to The New York Times, so he built the fortress and an accompanying harbor.
Bannerman's sons took over the business when he died in 1918.
A room full of gunpowder exploded in 1920.
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This shattered the castle's windows.
Forty-seven years later, the Bannerman family sold the island to New York State.
A view of Bannerman Castle and remnants of its harbor.
Joey Hadden/Business Insider
After that, Pollepel Island was deemed unsafe and declared off-limits by the State of New York.
Then, in 1992, Neil Caplan, a resident of nearby Beacon, New York, formed the Bannerman Castle Trust.
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The group raised money to restore the island; Caplan is its executive director.
The Trust teamed up with New York's Office of Parks, Recreation, and Historic Preservation to open the island to the public in 2004.
Joey Hadden/Business Insider
Today, it serves as a theater, museum, and historical site.
Although the main castle is inaccessible, the Trust stabilized another structure that served as the Bannerman family residence. That's now the island's visitor center.
Joey Hadden/Business Insider
The facade of the building also serves as the backdrop for the theater's stage.
Inside, visitors can find information about the island's past.
Joey Hadden/Business Insider
Modest exhibits explain the site's history and the castle's construction. Drawings and documents are framed on the building's distressed walls.
Visitors can also see preserved fixtures from the castle, like this bathtub.
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The center also has a gift shop that sells art and T-shirts.
Although the Trust has restored parts of the castle since the 1990s, the weather has still taken a toll on the structure in recent decades.
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According to the Bannerman Castle Trust, much of the castle's shell collapsed one night in December 2009. Then, just a month later, more walls fell during a winter storm.
On my way back from the castle, the boat took a spin around the island's perimeter.
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From the water, we caught glimpses of other pieces of the abandoned fortress, including its deteriorated harbor.
From afar, it was especially clear that nature has already taken over many parts of this mysterious piece of history on the Hudson River.
Joey Hadden/Business Insider
The combination of medieval architecture and overgrown trees and foliage makes Bannerman Castle a place worth visiting up close.
AÁfricadoSulnão irá imporumaproibiçãogeralàsimportaçõesdeavesdoBrasil,restringindoapenasosembarquesprovenientesdeestabelecimentosondetenhamsidoregistradossurtosdadoençadeNewcastle,informouoDepartamentodeAgricultura do país nestaquarta-feira, em comunicado (28).
O país africano importacercadeumquintodoconsumoanualdecarnedefrango,sendooBrasilresponsávelporpelomenos70%dototaldasimportações.
As autoridades locais informaramteremsidonotificadaspelo Brasil sobreoprimeirosurtonoestadodeSantaCatarina em20deoutubro. Nesta terça-feira (27),oBrasilanunciouumterceirosurtodadoençadeNewcastleemumagranjaavícolanomunicípiodeNovaErechim,emSantaCatarina.
A granja comercial de perus de corte em Coronel Freitas (SC), onde foi confirmado o segundo caso da doença de Newcastle, é fornecedora da MBRF, segundo fonte ouvida pela CNN. O local tinha mais de 30 mil aves.
O primeiro caso, registrado em uma granja em Nova Itaberaba (SC), também era de um fornecedor da empresa e criava 6 mil perus de corte.
Procurada, a MBRF não comentou se as granjas são fornecedoras da empresa.
O terceiro local, onde o vírus foi detectado nesta terça-feira (27) pelas equipes da Cidasc (Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina) fica em Nova Erechim e trabalha com 9,6 mil perus. Ainda não há informações para quem a propriedade comercial fornece.
De acordo com a Cidasc, as aves não apresentaram sintomas e os testes de sequenciamento genético foram fundamentais para detectar a presença do vírus.
Nova Erechim é um dos quatro municípios da região oeste que estão dentro da área de emergência zoosanitária e que passaram ser monitorados mais ativamente após a confirmação do primeiro caso, em dia 18 de outubro.
Com esse terceiro registro o raio de monitoramento, que era de 10 quilômetros, foi ampliado em mais 9,5 quilômetros.
Até a última segunda-feira (26) as equipes tinham vistoriado 133 propriedades comerciais e 551 estabelecimentos de subsistência, dentro do perímetro de emergência.
A granja de Nova Itaberaba, onde o primeiro caso de Newcastle foi confirmado, está em vazio sanitário.
Já em Coronel Freitas, onde o segundo foco foi registrado no sábado (24), o trabalho agora é de limpeza e desinfecção, após o abate sanitário das aves.
Durante as visitas, além da coleta de materiais para testes, os técnicos reforçam com os produtores as orientações sobre prevenção, biossegurança e a importância de notificar imediatamente qualquer suspeita.
Vírus em pombos aumenta os riscos
O sistema de vigilância da Cidasc também identificou a presença do vírus de Newcastle em pombos de vida livre que apresentavam os sinais clínicos da doença. Foi na cidade de Marema que está fora da área de emergência zoosanitária. Testes em laboratório confirmaram o diagnóstico.
A ocorrência em aves silvestres ressalta a importância das medidas de biossegurança nas propriedades. De acordo com a Cidasc o segundo caso no estado, registrado em Coronel Freitas, foi originado pela transmissão do vírus por pombos.
A companhia reforça o pedido para que os avicultores verifiquem as telas de proteção dos aviários e façam o controle de pragas impedindo qualquer tipo de contato dos plantéis comerciais com aves livres.
A Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) intensificou a vigilância sanitária em todo o Estado para evitar a entrada e a disseminação da Doença de Newcastle. A medida ocorre após a confirmação de um foco da enfermidade em uma criação comercial de perus em Nova Itaberaba (SC).
Segundo a agência, os resultados laboratoriais dos programas de monitoramento não indicaram, até o momento, a presença da doença nem de influenza aviária de alta patogenicidade no Paraná.
A fiscalização do trânsito de aves vivas, sobretudo frangos e perus, foi ampliada nos postos fixos das divisas e em operações volantes no interior. Os fiscais conferem a documentação sanitária, a origem e o destino das cargas e o cumprimento das exigências de transporte, incluindo a limpeza e a desinfecção dos veículos.
Equipes do Serviço Veterinário Oficial seguem mobilizadas para inspecionar propriedades, acompanhar as condições sanitárias da produção avícola e investigar de imediato qualquer suspeita.
De acordo com o chefe do Desa (Departamento de Saúde Animal) da Adapar, Rafael Gonçalves Dias, o Paraná é o maior produtor e exportador de carne de frango do País, responsável por cerca de 35% da produção nacional. Em 2025, o Estado produziu aproximadamente 5 milhões de toneladas e exportou 2,05 milhões de toneladas, com receita de US$ 3,53 bilhões.
A Adapar orienta produtores, responsáveis técnicos e empresas avícolas a reforçarem imediatamente as medidas de defesa e controle sanitário diante da ocorrência de focos próximos à região.
O MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária) confirmou nesta terça-feira (27) um terceiro foco da doença de Newcastle em Santa Catarina. O caso foi identificado em um estabelecimento avícola de Nova Erechim, durante ações de vigilância intensificada dentro da área de emergência sanitária estabelecida na região.
Segundo o Ministério da Agricultura, o Serviço Veterinário Oficial já iniciou os procedimentos previstos para situações de emergência zoossanitária, incluindo investigação epidemiológica, vigilância e medidas de contenção da doença.
O primeiro foco foi confirmado em 18 de outubro, no município de Nova Itaberaba. De acordo com o ministério, todas as medidas sanitárias foram concluídas na propriedade, que agora se encontra em vazio sanitário. O procedimento consiste em manter o local sem aves por um período determinado, conforme os protocolos sanitários.
O segundo caso foi registrado em 24 de outubro, em Coronel Freitas. Nesse local, o despovoamento sanitário foi concluído, enquanto os trabalhos de limpeza e desinfecção da propriedade continuam em andamento.
O Ministério da Agricultura informou que atua em conjunto com os órgãos estaduais de defesa agropecuária para controlar os focos e proteger a avicultura brasileira.
A pasta também reforçou que o consumo de carne de frango e de outros produtos avícolas submetidos à inspeção oficial permanece seguro, sem contraindicações para a população.
O Uruguai suspendeu temporariamente a entrada de carne de aves e outros produtos avícolas provenientes de todo o Brasil após a confirmação de um foco da doença de Newcastle em uma granja comercial de perus em Santa Catarina. A medida foi comunicada nesta segunda-feira (26) pelo Mapa (Ministério da Agricultura) a exportadores brasileiros.
A determinação vale para todos os animais suscetíveis à doença, além de produtos e subprodutos elaborados após 6 de setembro.
A informação consta em minuta de ofício do Ministério, atualizada em 27 de outubro, que reúne as restrições sanitárias impostas por parceiros comerciais do Brasil. A CNN Agro também confirmou a medida com representantes da indústria.
A restrição mexicana abrange carne de aves, miúdos, ovos férteis, pintinhos de até três dias, aves ornamentais e outras categorias, além de matérias-primas avícolas destinadas à fabricação de alimentos para animais de companhia.
Já o Uruguai prevê exceções para produtos submetidos a tratamentos capazes de inativar o vírus, desde que atendidas as exigências sanitárias e de certificação.
O caso da doença de Newcastle foi confirmado em 18 de outubro pelo Ministério da Agricultura, em uma granja comercial de perus localizada em Nova Itaberaba, no oeste de Santa Catarina. A propriedade abrigava aproximadamente 6 mil aves.
Outros países suspendem exportações
Além de Uruguai e México, outros parceiros comerciais impuseram restrições após a confirmação do foco em Santa Catarina. As medidas, porém, não têm o mesmo alcance.
Suspensão nacional
– México: suspendeu a entrada de determinadas categorias de aves vivas e produtos avícolas de todo o Brasil.
– Uruguai: suspendeu temporariamente o ingresso e o trânsito de animais suscetíveis à doença e de produtos e subprodutos brasileiros elaborados após 6 de setembro.
– Chile: restringiu a entrada de produtos como carne fresca de aves, ovos férteis, pintinhos de um dia e ovos destinados ao consumo humano provenientes de Santa Catarina. A data de referência estabelecida para as categorias abrangidas é 31 de agosto.
– China: suspendeu a aceitação de declarações de importação de carne e produtos cárneos de aves de Santa Catarina para embarques a partir de 20 de outubro.
– Paraguai: proibiu temporariamente a importação de aves vivas, ovos, produtos avícolas e material genético provenientes de Santa Catarina, com exceções para produtos submetidos a tratamentos específicos e autorizados pela autoridade sanitária.
– Peru: desabilitou estabelecimentos catarinenses para exportação de carnes e miúdos comestíveis de aves e determinados materiais genéticos avícolas.
– Turquia: proibiu a importação e o trânsito de diversas categorias de produtos de origem animal, com restrições aplicáveis a Santa Catarina e exceções para produtos submetidos a tratamentos específicos.
– Cazaquistão: tem restrições para carne, matérias-primas de carne e miúdos de aves provenientes de Santa Catarina.
– Malásia: há exigências sanitárias que afetam categorias de produtos avícolas, incluindo ovo em pó de Santa Catarina. Para carne de aves, o reconhecimento da regionalização ainda estava em avaliação no documento do MAPA.
– Argentina: aplica o acordo de regionalização e restringe produtos avícolas provenientes do foco e da área de 10 quilômetros ao redor, mantendo autorizadas as importações das demais zonas livres.
“I do unashamedly want to write page-turners,” Jon Ronson told The New Yorker in an interview. “I can never understand why most nonfiction books have such limited creative ambitions.” Ronson, who is “not a thrill-seeker,” then recounts fearing for his life while being pursued by members of a secretive political gathering—a chase that found its way into Them: Adventures with Extremists, his 2001 breakthrough book. Thrills have a way of finding Ronson, either through active pursuit or some subtler means of revelation. The Men Who Stare At Goats begins with a US Army general who attempts to walk through walls, repeatedly smacking into them. In the opening of The Psychopath Test, a neurologist hands Ronson a baffling package, copies of which have been anonymously mailed to academics throughout the world. The pages turn themselves.
Ronson’s latest, The Castle, earned a starred review from Publisher’s Weekly, which praised the book as “a blockbuster portrait of men gone mad” and Ronson’s style as “intuitive but rigorous.” His podcast, Things Fell Apart, was recently renewed for a third season, in which Ronson will shift focus from American culture wars to individual battles against institutions. He once told The Guardian, “I get called faux-naïf all the time. But I honestly think I am just genuinely naive.” It’s an observation that reminds me of Joan Didion’s own famous self-assessment: that she was “so physically small, so temperamentally unobtrusive . . . that people tend to forget that my presence runs counter to their best interests.” Ronson is warmer than that, but his access is no less astonishing. Time and again, someone allows him to get very close—closer, perhaps, than they might be aware of. Each of Ronson’s books is a testament to his depth of inquiry, his proximity to the surprising, and his conviction that a good narrative should be propulsive.
—Brendan Fitzgerald
Where did you grow up?
Cardiff, Wales. In a suburb called Lisvane.
What places feel like home?
London, for sure. As a child, when we’d visit my grandparents, I’d sneak away and jump on a bus and just get lost in the City. Even when it wasn’t home, it felt like home. Eventually I lived there for decades, loving especially Soho and Islington. I also love our tiny town in the Hudson Valley. We’ve lived here since 2019.
Other than family members, who or what has shaped you the most?
As a teenager, watching Nick Broomfield documentaries and reading the great nonfiction adventurers from the ’60s and ’70s like Hunter S. Thompson and PJ O’Rourke and the writers featured in Tom Wolfe’s The New Journalism. And when I started in journalism, the editors who first gave me a break: Ian Parker, Chris Heath, Deborah Orr, Ian Katz.
What is your favorite time of day?
Early morning. I make a coffee and for the first few hours my brain is at its best and I can write a lot.
What are you really good at?
Narrative nonfiction. If I go off on some journey, I know exactly how to make it work. It’s the only thing I’m good at.
What’s the best gift you’ve ever received?
Recently the BBC gave me a subscription to Descript, a text-based audio editing program. It’s a dream gift for a detail-oriented storyteller. I can finally do the audio editing myself. I sit there for hours.
Describe your favorite meal.
I guess some kind of salad with lots of fruit and vegetables and a good dressing. You can’t beat Greek dressing.
Sound or silence? (And if sound, what sound?)
Silence! I can’t believe how great the silence is here in the Hudson Valley. There’s something very comforting about knowing it won’t end. They’ll never turn this country lane into a big road.
Where do you do your best thinking?
When I’m out on a story, in some strange place, gathering material. I just instinctively know what’ll work, what the best moments are. Fiction people can do that in their imaginations. I can’t. But when I’m out on a story, I just know.
What journey—physical, creative, intellectual, or otherwise—has meant the most to you?
The journey of leaving Cardiff and moving to London when I was 18. I felt like finally my life could begin.
Shakespeare: The World as Stage by Bill Bryson. I listen to it over and over to get to sleep. So I still don’t know how he dies.
What piece of nonfiction are you most proud of writing?
Every book I’ve written has chapters I’m equally proud of: sneaking into Bohemian Grove with Alex Jones and getting chased by the Bilderberg Group in Them, the goat staring in The Men Who Stare At Goats, pretty much all of The Psychopath Test, much of Lost at Sea, Justine Sacco in So You’ve Been Publicly Shamed. The Castle feels really good. I felt very confident writing it, mixing up tones and styles in a way I don’t think I could have managed before.
What’s your most reliable way to get creatively unstuck?
Just wandering around Reddit can be good. The whole world is somewhere on Reddit. And if you don’t find your next story, it might still unlock some part of your brain.
Who’s a writer you turn to when you need some inspiration?
Kurt Vonnegut, for his brevity and his clashes between comedy and horror.
What words do you overuse?
It used to be “There was a silence” but I’ve cured myself of that, thank God.
What’s your favorite guilty pleasure?
I don’t know if this counts, but every book I read for pleasure is a celebrity memoir, mostly musicians and actors. Cher. Anthony Hopkins. Bruce Springsteen. I LOVED the English actor Kathy Burke’s one, A Mind Of My Own. Right now it’s Johnny Marr.
What superpower would you like to have?
I think I’d like to be able to shoot fire out of my hands. No. Teleportation through space and time.
What animal or nonhuman being do you most identify with?
I really identified with my dog, Floppy—how he wanted to be around people but didn’t want to interact with them.
If you have a free solitary hour in your day, what do you typically do?
Run or walk.
What five items would you place in a time capsule?
Talking Heads’ Stop Making Sense. The Pitt. Succession. All of NPR’s Tiny Desk Concerts, especially Doechii, Sierra Ferrell, and Chappell Roan. Bruce Springsteen’s 1979 No Nukes concert video. Huh, it’s almost all music. I guess that’s the stuff we should remember. People being their best.
What does your writing space look like?
Jon Ronson’s nonfiction books include So You’ve Been Publicly Shamed, The Psychopath Test, Them: Adventures with Extremists, Lost at Sea, and The Men Who Stare At Goats.They have all been international and/or New York Times bestsellers and have been translated into more than 30 languages. His latest book, The Castle, is now available.
This summer, Leeds Castle in Kent is inviting families to discover the stories of some of history's most inspiring women with the launch of its brand-new Little People, BIG DREAMS – Inspiring Women Trail.
Running throughout the UK school holidays this unique outdoor experience, which runs until the end of August, has been created in partnership with the globally celebrated children's book series and is included with general admission.
The interactive trail features 12 activity stations celebrating extraordinary women from across history, including Taylor Swift, Mary Earps, Marie Curie, Simone Biles, and Emmeline Pankhurst. Children can test their football skills in a penalty shootout, explore hands-on science experiments, make music and create their own rallying chants, bringing the stories of these trailblazing women to life through fun and imaginative activities.
Leeds Castle has been shaped by remarkable women for more than 900 years, from medieval queens to Lady Baillie, making it the perfect setting for a trail celebrating courage, creativity and ambition. Designed to inspire the next generation of dreamers, the Little People, BIG DREAMS trail offers families an unforgettable summer day out where history, storytelling and adventure collide.
Families can make the most of their visit to Leeds Castle with the Castle’s Kids Stay Free* offer, allowing families to delight in the magical atmosphere of the castle and grounds long after the last day guests have gone home.
Leeds Castle’s Kids Stay Free offer is available during the summer holidays for stays in the historic Maiden’s Tower or the charming Stable Courtyard accommodation. Set within 550 acres of stunning Kentish countryside, Leeds Castle’s on-site accommodation combines modern conveniences with characterful touches that all the family will enjoy.
Maiden's Tower at Leeds Castle offers a memorable stay in a five-star 16th century property located adjacent to the Castle. With beautifully designed bedrooms, en-suite bathrooms and stunning views, it's a peaceful retreat for all ages. Rumour has it, the Maiden’s Tower was once used by Katherine of Aragon’s Maid of Honours during her wedding to King Henry VIII.
The Stable Courtyard accommodation has individually designed en-suite bedrooms, providing a cosy retreat within the castle grounds. Guests staying overnight can wake up to a full English or continental breakfast served in the historic Castle View Restaurant, where panoramic views of the castle provide a memorable start to the day.
During their visit, guests can also explore the famous Maze and underground Grotto, tackle the Knight's Stronghold playground, enjoy Birds of Prey displays, and discover the estate's gardens and grounds. Alternatively, guests can enjoy a picnic overlooking the castle, relax in the beach area, jump on board Elsie the Castle Train or the Black Swan Ferry, orexperience the UK's first historical AI avatar with the new Pilgrimage of Love: Eleanor of Castile exhibition.
Leeds Castle is considered a national treasure, providing a window onto over nine hundred years of British history. It is a haven of tranquillity and offers a wealth of discovery and enjoyment for all ages.
Situated five miles southeast of Maidstone in Kent, Leeds Castle’s rich and riveting history, including serving six of England’s medieval queens, to its elaborate transformation into a glamorous 1930s country house retreat for the influential and famous by Anglo-American heiress, Lady Olive Baillie, secures its place as one of the most visited historic attractions in Britain.
The Castle and its estate is preserved and maintained by the Leeds Castle Foundation, a not-for-profit charity.