O Corinthians está garantido na grande final da Copa Libertadores da América feminina. “As Brabas” conquistaram a vaga, nesta quarta-feira (28), ao vencerem o Santa Fe-COL por 2 a 1, de virada, no Estádio Banco de Guayaquil, no Equador.
Aos 30 minutos do primeiro tempo, o Santa Fe abriu o placar. Garavito aproveitou a saída de Lelê e mandou no canto para marcar o primeiro gol do jogo.
A alegria, no entanto, durou pouco. Aos 36 minutos, o Corinthians empatou. Após confusão na área, Letícia aproveitou a sobra, finalizou de primeira e mandou para o fundo da rede.
O gol da vitória aconteceu aos 30 minutos do segundo tempo. Após o Santa Fe perder uma chance inacreditável, o Corinthians foi efetivo no ataque. Cristina Motta afastou mal e a bola sobrou com Gi Fernandes, que mandou por baixo das pernas da goleira.
O Corinthians vai em busca do sétimo título da competição continental. Maior campeão, o time paulista venceu as últimas três edições do torneio. As “Brabas” possuem aproveitamento de 100% em finais de Libertadores: sempre que chegaram à decisão, levantaram a taça.
Agora, o Corinthians aguarda o vencedor do confronto entre Cruzeiro e Olimpia, do Paraguai. As duas equipes se enfrentam nesta quarta-feira, às 21h (de Brasília). A grande final será no sábado (31).
O goleiro Hugo Souza e o zagueiro André Ramalho, duas das lideranças do Corinthians, demonstraram incômodo com notícias sobre um suposto clima ruim no vestiário da equipe em meio à luta contra a zona de rebaixamento na Série A do Campeonato Brasileiro.
A dupla, que concedeu entrevista coletiva nesta quarta-feira (28), garantiu que o elenco está focado em tirar o time desta situação complicada, com 10 jogos sem vitórias, sendo nove derrotas.
“Sobre o ambiente, é um dos maiores motivos que estamos aqui (na coletiva). A gente deixa claro que esse grupo está muito fechado. Não temos qualquer tipo de problema, confusão. Lamentamos que constantemente veiculam notícias a nosso respeito, de eventuais problemas”, disse André Ramalho no CT Joaquim Grava.
“Infelizmente a gente descobre, mesmo se blindando. Nós sabemos. Mas deixamos claro que estamos blindados, unidos, constantemente nos falamos, nos reunimos. A gente se fechou no campo, em outros momentos. É bom deixar claro para todos. É triste ver esse tipo de notícia baseado em não sei o que. É infundado”, completou.
“A ideia (da coletiva) partiu do Mister (Seedorf), do Julio (Cesar, dirigente) e concordamos logo de cara. Queremos passar para vocês nossa visão daqui do que sai lá fora, que não acontece aqui dentro. E, de alguma forma, isso incomoda a gente. São mentiras que soltam o tempo todo. Parece que vivemos um caos um com o outro. E aqui nos fechamos cada vez mais para que a gente saia dessa situação”, completou Hugo Souza.
André Ramalho confirmou que houve uma reunião entre lideranças do grupo na última terça-feira (27).
“Isso é algo extremamente natural. Acontece em todo lugar do mundo. Se fosse vocês, olharia de uma forma positiva. É algo que sempre gostaríamos de fazer, mas na correria de viagens, jogos, optamos por ficar com a família. Foi benéfico para a gente. A gente vem tentando se unir de diversas formas”, disse o zagueiro.
Situação no Brasileiro
O momento do Corinthians no Brasileirão é crítico. Com a derrota para o Vasco, a equipe entrou na zona de rebaixamento, na 18ª colocação, com 33 pontos, dois a menos em relação ao Internacional, primeiro time fora do Z4.
Próximos jogos do Corinthians
30/10 – Corinthians x Mirassol – Neo Química Arena
4/11 – São Paulo x Corinthians – Vila Belmiro
Santos e Palmeiras fazem clássico paulista nesta quarta-feira (28), às 19h30 (de Brasília), na Vila Belmiro, em Santos. O confronto é válido pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O Santos vive momento de oscilação no Campeonato Brasileiro, com uma vitória, uma derrota e dois empates nas últimas quatro rodadas. No sábado (24), o time empatou por 1 a 1 com o Bahia, na Vila Belmiro, e evitou a derrota com um gol nos acréscimos do segundo tempo.
Com 46 pontos, a equipe comandada por Cuca ocupa a oitava posição na tabela.
O time de Abel Ferreira também segue vivo em outras competições: está garantido na final da Libertadores e disputa as semifinais da Copa do Brasil. O jogo de ida do torneio nacional está previsto para o próximo domingo (1º), no Nubank Parque, contra o Vasco.
O clássico desta quarta-feira terá transmissão ao vivo exclusiva do Premiere, além do tempo real do CNN Esportes.
Escalações de Santos e Palmeiras:
Santos: Diógenes; Rodinei, João Alencar, Luan Peres e Barreal; Gustavo Henrique e Christian Oliva; Gabriel Bontempo, Philippe Coutinho e Everton Cebolinha; Gabigol.
Palmeiras: Carlos Miguel; Murilo, Gustavo Gómez e Barboza; Giay, Marlon Freitas, Lucas Evangelista, Andreas Pereira e Piquerez; Arias e Flaco López.
A Comissão de Ética e Disciplina do Corinthians deu um passo importante no procedimento que apura possíveis irregularidades na contratação da empresa de segurança Bear Security Ltda. durante a gestão do presidente Osmar Stabile.
Em despacho assinado nesta quarta-feira (28) por Leonardo Pantaleão, presidente do órgão fiscalizador, foi determinada a mudança do rito do procedimento administrativo para o previsto no Estatuto Social do clube para casos de impeachment do presidente.
Na prática, a comissão entendeu que os elementos reunidos durante a investigação justificam o avanço da apuração por um caminho que pode resultar na destituição de Stabile. A decisão, porém, não significa que o presidente tenha sido condenado ou afastado do cargo. O processo ainda precisa seguir as etapas previstas no estatuto, com garantia de defesa.
Após a realização de diligências, a solicitação de documentos e esclarecimentos e a realização de audiência de instrução, a Comissão de Ética e Disciplina identificou circunstâncias que, em tese, podem se enquadrar em três hipóteses previstas no artigo 106 do Estatuto do clube.
1. Possível prejuízo ao patrimônio ou à imagem do clube
Segundo o documento, os elementos reunidos indicam a possibilidade de que serviços de segurança pagos pelo Corinthians tenham sido utilizados para atender a interesses particulares, inclusive de familiares de Osmar Stabile.
Caso essa hipótese seja confirmada, a situação poderia caracterizar o uso de recursos do clube para finalidades que não correspondem aos interesses institucionais.
2. Possível descumprimento das regras de contratação
O despacho afirma que não foram apresentados os três orçamentos exigidos pelo Estatuto Social para as contratações examinadas.
Também não teria sido demonstrada documentalmente a dispensa dessa exigência por meio de parecer e autorização do Cori (Conselho de Orientação), conforme previsto nas regras internas do clube.
3. Possível gestão irregular ou temerária
Outro ponto levantado é a ausência de comprovação da autorização da Polícia Federal para que a Bear Security exercesse atividades de segurança privada, apesar das diligências realizadas durante a apuração.
Para a comissão, as circunstâncias relacionadas à contratação e à manutenção dos serviços podem indicar, em tese, uma condução administrativa irregular ou temerária.
Próximos passos
O despacho estabelece prazo de 10 dias, contado a partir do recebimento da intimação, para que Osmar Stabile apresente sua defesa em relação aos possíveis enquadramentos previstos no artigo 106 e indique as provas que deseja produzir.
Após o encerramento desse prazo, com ou sem manifestação da defesa, o processo deverá retornar para análise e encaminhamento das providências seguintes previstas no artigo 107, que detalha o rito específico do processo de destituição.
Entenda o caso
No começo de maio, o presidente do Corinthians, Osmar Stabile, voltou a ser alvo de um pedido de impeachment no Parque São Jorge. Um grupo de conselheiros e associados de oposição acusa o dirigente de cometer irregularidades administrativas na gestão, citando a contratação de empresas ligadas à área de segurança do clube.
Os autores solicitam a abertura de um processo de impeachment no Conselho Deliberativo por suposto descumprimento do Estatuto Social e possíveis infrações previstas na legislação esportiva e civil.
No documento, ao qual a reportagem teve acesso, conselheiros e associados citam a Mega Assessoria Operacional Ltda., empresa que teria prestado serviços ao clube sem vínculo contratual formal e que é investigada pelo Ministério Público de São Paulo.
O pedido também menciona a Bear Security Ltda., que, segundo o grupo de oposição, prestava serviços à família de Stabile antes de ser contratada pelo Corinthians e não possui regularização junto à Polícia Federal para atuar na área de segurança.
Os autores afirmam que o clube contratou a Mega Assessoria Operacional Ltda., ligada a Fernando José da Silva, apontado como gerente operacional do Corinthians e pessoa próxima à atual gestão.
Segundo o grupo, a contratação ocorreu sem contrato formal e sem aprovação prévia do Cori (Conselho de Orientação). Além disso, a empresa não teria regularização junto à Polícia Federal para prestar serviços de segurança armada, e as notas fiscais emitidas apresentariam irregularidades.
O documento sustenta que Osmar Stabile não solicitou autorização formal dos órgãos internos para a contratação da empresa. Os autores também afirmam que o presidente deu declarações públicas contraditórias sobre o caso ao negar vínculo formal com Fernando José da Silva, que, segundo eles, atuaria efetivamente no dia a dia do clube.
Já a Bear Security Ltda., de acordo com o pedido, foi criada recentemente e não possui a regularização necessária junto à Polícia Federal para prestar serviços de segurança. Além disso, a empresa teria atendido a família de Stabile antes da posse do dirigente.
Segundo o documento, a Mega recebeu cerca de R$ 676 mil do Corinthians por meio de três notas fiscais. Já a Bear Security teria recebido R$ 586.987,65.
Os autores alegam que Osmar Stabile violou o Estatuto Social do Corinthians pela ausência de aprovação do Cori, supostas irregularidades no processo de contratação e falta de formalização contratual adequada.
O documento também aponta indícios de gestão temerária, falta de diligência administrativa, possível conflito de interesses e falta de transparência.
Ao fim do pedido, os conselheiros solicitam a abertura e o processamento do impeachment de Osmar Stabile, a comunicação dos fatos ao Ministério Público de São Paulo e a realização de uma auditoria independente nas contas do clube.
O governo federal começou a enviar mensagens aos MEIs (Microempreendedores individuais) beneficiados pelo perdão de dívidas previsto na lei sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na última quarta-feira (21).
Segundo informações repassadas pelo MEMP (Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte), os comunicados foram enviados nos dias 22 e 26 de outubro. O disparo das mensagens foi interrompido entre os dias 23 e 25, em razão das eleições.
Os avisos são enviados exclusivamente pelo número oficial e verificado do Gov.br, (61) 3207-3332, a microempreendedores com dívidas em aberto que atendam aos critérios estabelecidos pela legislação.
O objetivo é informar os beneficiários de que as dívidas abrangidas pela lei, constituídas até 13 de outubro de 2026, serão perdoadas a partir de 1º de janeiro de 2027.
As mensagens também esclarecem que valores eventualmente pagos não serão devolvidos e que novos débitos constituídos após a data de corte não serão contemplados.
Quem tem direito ao perdão das dívidas?
A medida contempla microempreendedores individuais com débitos de titularidade da União abrangidos pela Lei Complementar 238/2026, inscritos ou não na Dívida Ativa da União até 13 de outubro.
O benefício inclui contribuições previdenciárias em atraso, multas, juros e encargos legais relacionados. Também alcança dívidas que estejam em cobrança administrativa ou judicial e saldos de parcelamentos e acordos de regularização.
Segundo o Ministério do Empreendedorismo, a medida poderá beneficiar mais de 3,6 milhões de microempreendedores, com o perdão de mais de R$ 18,7 bilhões em dívidas.
Quando as dívidas serão perdoadas e como consultar?
O perdão passa a valer em 1º de janeiro de 2027. A partir dessa data, os microempreendedores poderão acompanhar a situação dos débitos no Portal de Serviços da Receita Federal.
Segundo o governo, o procedimento será automático para os débitos abrangidos pela medida, sem necessidade de solicitação à PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional).
No entanto, para manter o benefício, o MEI deverá pagar em dia as contribuições mensais do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional) durante os seis primeiros meses de vigência da medida.
A legislação também estabelece condições específicas para os microempreendedores que discutem suas dívidas na Justiça. Nesses casos, será necessário desistir das ações judiciais e renunciar às respectivas pretensões para obter a baixa definitiva dos débitos.
É necessário cadastrar o telefone para receber a mensagem?
Não há exigência de cadastro específico do número de celular para o envio dos comunicados. Segundo as informações repassadas pelo governo, os avisos foram direcionados aos MEIs com dívidas em aberto que atendem aos critérios da legislação.
O microempreendedor deve verificar se o remetente corresponde ao número oficial e verificado do Gov.br, (61) 3207-3332. Para consultar a situação fiscal, é recomendável acessar diretamente o portal oficial da Receita Federal, sem depender de links recebidos por mensagens.
Quem já pagou parte da dívida terá o dinheiro devolvido?
Não. A legislação não prevê restituição, compensação ou ressarcimento de valores pagos anteriormente. No caso dos microempreendedores que fizeram parcelamentos, o benefício poderá alcançar o saldo devedor ainda existente, desde que a dívida esteja enquadrada nos critérios previstos na lei. Débitos posteriores a 13 de outubro de 2026 também ficam fora da medida.
O que mais muda para os MEIs?
O perdão das dívidas integra o pacote Prospera MEI, anunciado pelo governo federal em outubro. Além da regularização dos débitos tributários, a nova lei amplia gradualmente o limite de faturamento anual da categoria, atualmente de R$ 81 mil, para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028.
A legislação também permite a contratação de até dois empregados, em vez de apenas um, e amplia as possibilidades de participação dos microempreendedores nas contratações públicas.
André Ventura não abriu o jogo sobre a lei do arrendamento e já vislumbra um embate eleitoral com Carneiro. O resto da oposição à esquerda atacou “arrogância” do Governo sobre protestos pela habitação, enquanto o executivo pediu “responsabilidade”
André Ventura não abriu o jogo sobre a lei do arrendamento e já vislumbra um embate eleitoral com Carneiro. O resto da oposição à esquerda atacou “arrogância” do Governo sobre protestos pela habitação, enquanto o executivo pediu “responsabilidade” à oposição
O ex-atacante Ricardo Oliveira irá integrar o projeto da SAF (Sociedade Anônima do Futebol) do Comercial-SP, tradicional clube do interior de São Paulo. O ex-jogador assume a área de Relações Institucionais e Internacionais, com o objetivo de desenvolver relacionamentos estratégicos e ampliar a presença do clube no cenário do futebol.
Ricardo Oliveira contribuirá para a construção de elos entre o Comercial-SP e diferentes agentes do mercado esportivo, tanto no Brasil quanto no exterior.
A experiência do profissional no futebol é um dos trunfos do clube para ampliar os relacionamentos institucionais e para identificar novas oportunidades para o crescimento do projeto da SAF.
A Alliance Football, empresa representada pelos gestores Eliel Fraga e Caian Oliveira, lidera o processo de estruturação da SAF do Comercial-SP. Um novo modelo de gestão será aplicado no clube paulista, com o objetivo de desenvolver o Comercial-SP no cenário do futebol nacional.
Ricardo Oliveira acumula passagens por clubes como Santos, São Paulo, Atlético-MG, Milan e Valencia. Ele também vestiu a camisa da Seleção Brasileira. Pela equipe nacional, conquistou os títulos da Copa América de 2004 e da Copa das Confederações de 2005.
Democrats in Alaska reportedly created a plan to find a second candidate, also called Dan Sullivan, as Sen. Daniel S. Sullivan (R-AK) and Alaska Democrat U.S. Senate candidate and former Rep. Mary Peltola (D-AK) face off against each other.
Gadi Eisenkot esperaba ser la fuerza más votada con Yashar. Pero al exjefe del Ejército israelí le ha pasado por la derecha el Likud de Beniamin Netanyahu, que, pese a arrastrar duras críticas por su gestión del 7 de octubre, ha quedado primero en las elecciones al parlamento.
A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) manifestou-se contra a aplicação de sanções à campanha do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva pelo desfile em sua homenagem realizado no carnaval deste ano pela escola Acadêmicos de Niterói.
Para o vice-procurador-geral-eleitoral, Alexandre Espinosa Bravo Barbosa, “a homenagem não contém o pedido explícito de voto”. Ele entende que, por esse motivo, o pedido de punição deve ser negado ao partido Missão, que ingressou com a ação.
“Ausentes o pedido explícito de voto ou de não voto e o ataque pessoal ofensivo sem veracidade, não se configura a propaganda eleitoral antecipada em qualquer das vertentes”, acrescenta o PGE no parecer, assinado na última segunda-feira (26), dia seguinte ao segundo turno das eleições.
Esta é a segunda vez que a homenagem da escola de samba a Lula é questionada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob a acusação de propaganda eleitoral antecipada. Em processo anterior, dessa vez relativo a um ensaio técnico do samba-enredo, o PGE já havia pedido o arquivamento do caso.
No processo mais recente, o Missão questionou a realização do desfile em si, apontando como propaganda antecipada o refrão “olê, olê, olê, olá, Lula! Lula!”. Em outro trecho, o samba-enredo cita o verso “por ironia, treze noites, treze dias”, considerado pela legenda uma alusão antecipada ao número do candidato.
Pela legislação eleitoral, a propaganda eleitoral somente passou a ser permitida em 16 de agosto, sendo que o desfile em homenagem a Lula ocorreu em 15 de fevereiro.
Ao TSE, Lula e o seu partido, o PT, sustentaram que o carnaval é manifestação cultural de tradição secular e que a homenagem é exercício de liberdade artística de uma agremiação autônoma, sem pedido de voto.
A PGE concordou com o argumento, ressaltando que “o desfile é manifestação cultural e artística de agremiação autônoma, concebido e inscrito no calendário do carnaval, e narra a biografia do homenageado. O refrão entoa o nome do homenageado em forma de aclamação e não contém número, legenda ou pedido de voto”.
O verso que cita "treze noites, treze dias" remete “à viagem retirante da família, dado biográfico”, acrescentou o PGE, referindo-se à migração de Lula do Nordeste para São Paulo junto com sua família.
Com o parecer do Ministério Público Eleitoral em mãos, cabe agora à relatora do caso no TSE, ministra Estela Aranha, decidir sobre os próximos passos. Não há prazo definido para que o processo seja julgado em definitivo.
Também parte no processo, a Acadêmicos de Niterói nega que o intuito do samba-enredo tenha sido eleitoreiro e defende se tratar de uma homenagem a uma figura pública, sem pedido de voto.
Em menos de 48 horas, Flávio Bolsonaro passou de candidato derrotado nas presidenciais brasileiras ao protagonista de uma viagem rodeada de dúvidas, que começou com a incerteza do seu paradeiro e terminou nos Estados Unidos. Eis uma cronologia que ajuda a perceber como é que se desenrolou a saída do senador do Brasil.
La mayoría de las delegaciones coincidió en que la guerra económica de la Casa Blanca constituye el principal obstáculo para el desarrollo de la isla y afecta los derechos de su población.
A CNI (Confederação Nacional da Indústria) reduziu de 2% para 1,6% a projeção de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 2026. A revisão foi divulgada nesta quarta-feira (28), no Informe Conjuntural do terceiro trimestre, e reflete a expectativa de desaceleração da indústria e do setor de serviços.
Segundo a entidade, os juros elevados, a redução da demanda interna e a piora das condições financeiras das empresas e famílias devem limitar o crescimento econômico neste ano.
A indústria apresentou a maior revisão negativa entre os setores analisados. A previsão de expansão do PIB industrial passou de 2% para 1,3%, principalmente pelo enfraquecimento da indústria de transformação. Para esse segmento, a CNI passou a projetar retração de 0,7% em 2026, ante expectativa anterior de crescimento de 0,6%.
A entidade atribui a revisão à queda da demanda interna, aos custos de produção, à concorrência de produtos importados e às condições de crédito. Por outro lado, a indústria extrativa deve crescer 9,1%, enquanto a construção deve avançar 1,5%, sustentada pelos investimentos em infraestrutura e pela expansão do programa Minha Casa, Minha Vida.
O setor de serviços também teve a previsão de crescimento reduzida, de 1,9% para 1,6%, diante da desaceleração do comércio varejista e das atividades mais dependentes do crédito.
A agropecuária foi o único setor com revisão positiva. A expectativa de crescimento passou de 1,8% para 2,5%, impulsionada pela melhora das projeções para a segunda safra de milho.
De acordo com o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Mario Sergio Telles, os setores mais dependentes do mercado interno são os mais afetados pela política monetária. “Então, quem está mais dependente de mercado interno está sendo muito afetado por conta da taxa de juros”, afirmou.
CNI prevê Selic a 13,25% e inflação de 5,15%
A CNI também projeta que a inflação brasileira encerre 2026 em 5,15%, acima dos 4,26% registrados em 2025. Segundo a entidade, o alívio inflacionário observado entre junho e agosto não deve se repetir nos últimos meses do ano, diante das pressões dos preços dos alimentos, da energia elétrica, dos combustíveis e dos serviços.
Nesse cenário, a confederação espera que o Banco Central reduza a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual em cada uma das duas reuniões restantes de 2026, levando a Selic a 13,25% ao ano em dezembro. A entidade, no entanto, avalia que existe espaço para uma redução mais acelerada dos juros.
Segundo Telles, uma Selic de 13,25% ainda representaria uma taxa real de juros próxima de 9%, quase o dobro da taxa considerada neutra para a economia, estimada em 5%. A CNI argumenta que o enfraquecimento da demanda interna permitiria uma redução mais rápida dos juros sem comprometer a convergência da inflação para a meta.
Dívida pública deve atingir 83,7% do PIB
O relatório também prevê uma deterioração dos indicadores de endividamento público em 2026. Segundo a CNI, a dívida bruta do governo geral deve passar de 78,6% para 83,7% do PIB, uma elevação de 5,1 pontos percentuais em apenas um ano.
A confederação estima que o governo federal encerre 2026 com déficit primário de R$ 54,6 bilhões, equivalente a 0,4% do PIB. Entretanto, para fins de cumprimento da meta fiscal, o resultado deverá ser positivo em R$ 12,6 bilhões, ou 0,1% do PIB, devido à exclusão de aproximadamente R$ 67,3 bilhões em precatórios e outras despesas do cálculo.
A entidade também projeta crescimento real de 4,6% das despesas federais, impulsionado pelo pagamento de benefícios previdenciários, gastos com pessoal e despesas discricionárias em ano eleitoral.
Já a receita líquida deverá aumentar 5,9%, com contribuição de medidas de arrecadação, redução de incentivos fiscais e receitas relacionadas ao petróleo.
Desemprego pode cair para 5% até dezembro
Apesar da desaceleração econômica, a CNI avalia que o mercado de trabalho continuará sustentando parte da demanda interna. A projeção é de crescimento de 1,2% da população ocupada em 2026, com redução da taxa de desemprego de 5,3% para 5% até o encerramento do ano.
A confederação também estima aumento de 4,6% da massa de rendimento real, diante da manutenção da demanda por trabalhadores e das pressões sobre os salários.
No mercado de crédito, a expectativa é de crescimento de 5,15% das concessões em 2026. Para as empresas, a expansão projetada é de 6,4%, enquanto o crédito destinado às famílias deve avançar 4%.
Balança comercial deve registrar superávit de US$ 77,3 bilhões
A CNI ainda projeta que o Brasil encerre 2026 com superávit comercial de US$ 77,3 bilhões, resultado quase 30% superior ao registrado em 2025.
As exportações devem alcançar US$ 386,7 bilhões, crescimento de 10,3% em relação ao ano anterior, com destaque para a indústria extrativa e para a alta dos preços das commodities. As importações, por sua vez, devem somar US$ 309,4 bilhões, avanço de 6,4%, principalmente em razão do aumento dos preços de combustíveis, lubrificantes e bens de consumo.
La presidenta Claudia Sheinbaum pidió auditar todos los contratos del Instituto Nacional Electoral (INE), incluidos los anteriores a la gestión de Taddei.
Las elecciones en Israel pueden llevar a un callejón sin salida. Según los resultados preliminares, con el 85,6% de los votos escrutados, el bloque del primer ministro Benjamin Netanyahu obtiene 53 bancas, la oposición liderada por Gadi Eisenkot, 48, y los partidos árabes, 19. Ninguno de los dos principales bloques alcanza por sí solo los 61 escaños que garantizan la mayoría absoluta en la Knesset, el Parlamento israelí.
El resultado no define de manera automática quién será primer ministro. En Israel, los votantes eligen listas partidarias nacionales y luego comienza una negociación para construir una mayoría parlamentaria. Esa etapa puede durar semanas... También puede fracasar.
La clave está en los partidos árabes, que obtuvieron una representación decisiva, y en la negativa previa de Netanyahu y de sectores de la oposición a depender de ellos para formar un gobierno. Si mantienen esas posiciones, será mucho más difícil que alguno de los dos consiga los votos necesarios para gobernar.
Israel ya transitó ese camino: entre 2019 y 2022 celebró cinco elecciones en tres años y medio. Y el escenario actual parece ir en esa dirección.
Voto nacional para un Parlamento de 120 miembros
Israel es una democracia parlamentaria con una sola circunscripción electoral: todo el país vota como un distrito único para elegir a los 120 miembros de la Knesset.
Los ciudadanos no votan de manera directa al primer ministro ni a candidatos individuales. Eligen una lista cerrada presentada por un partido o una alianza. La cantidad de bancas que recibe cada fuerza depende de su proporción del voto nacional.
Para entrar al Parlamento, una lista debe superar el umbral del 3,25% de los votos válidos. Los sufragios de los partidos que no llegan a esa marca quedan fuera del reparto de escaños. Después, las bancas se distribuyen de manera proporcional entre las fuerzas que sí cruzaron el umbral, y a través de acuerdos previos entre partidos para compartir excedentes de votos.
El modelo permite que muchas fuerzas políticas lleguen al Parlamento, pero también hace más difícil construir mayoría. Es más, ningún partido obtuvo nunca por sí solo 61 bancas, la mitad más uno de los escaños del Parlamento. En Israel, gobernar siempre exige pactar.
El presidente no designa necesariamente al ganador
El partido más votado no tiene asegurado el gobierno. Una vez que se oficializan los resultados, el presidente Isaac Herzog consulta a las fuerzas que ingresaron al Parlamento y toma nota de a quién recomienda cada una para encabezar el próximo Ejecutivo.
Con esa lista sobre la mesa, el presidente encarga la formación de gobierno al legislador que considere con mayores posibilidades de reunir apoyo parlamentario. Suele ser el líder del partido más grande o de uno de los bloques principales, pero no es una obligación.
El primer designado dispone de 28 días para negociar una coalición y puede recibir una prórroga de hasta 14 días. Si fracasa, Herzog puede encomendar la tarea a otro miembro de la Knesset, que tendrá otros 28 días sin extensión. También puede comunicar que no ve posibilidades de formar gobierno.
Si tampoco hay acuerdo, se abre una instancia final: durante un plazo de 21 días, una mayoría de 61 legisladores puede solicitar al presidente que encargue la formación de gobierno a un candidato determinado. Si reúne las firmas necesarias, ese legislador dispone de 14 días para intentarlo. Si nadie logra formar gobierno, el Parlamento se disuelve y se convocan nuevas elecciones dentro de los 90 días.
Mientras tanto, el gobierno saliente permanece en funciones como administración de transición, sujeto a restricciones jurídicas y controles sobre determinadas decisiones de gran alcance. Es decir, Netanyahu podría seguir como primer ministro aunque no consiga reunir los votos para formar un nuevo gobierno. Si las negociaciones fracasan y se convocan nuevas elecciones, esa continuidad podría prolongarse durante meses.
La matemática que complica a Netanyahu y a Eisenkot
Hoy ninguno de los dos espacios mayoritarios puede llegar a 61 sin romper promesas de campaña, atraer legisladores del otro bloque o negociar alguna forma de respaldo con los partidos árabes.
Netanyahu necesitaría sumar ocho votos. Eisenkot, 13. Pero la cuestión no es solo cuántas bancas faltan, sino de dónde podrían salir.
El líder opositor había rechazado gobernar con legisladores árabes, pero dejó abierta la posibilidad de negociar con ellos. Una alternativa sería formar un gobierno minoritario: una coalición con menos de 61 bancas que consiga la confianza de la Knesset si obtiene más votos a favor que en contra, gracias a las abstenciones de otras fuerzas. Los partidos árabes también podrían respaldar desde afuera a un Ejecutivo sin integrar el gabinete.
Esa alternativa, sin embargo, requiere un acuerdo político que todavía no existe y que podría profundizar las tensiones dentro de la oposición. También implicaría que un gobierno nacido de ese pacto tenga que negociar prácticamente cada votación para mantenerse en el poder.
La posibilidad de un gobierno de unidad
La otra salida sería un gobierno de unidad entre sectores de Netanyahu y de la oposición. El antecedente existe en la política israelí, pero la distancia entre los actores hace que esa opción aparezca, por lo menos por ahora, remota.
De hecho, Eisenkot ha rechazado integrar un Ejecutivo encabezado por Netanyahu. Un eventual esquema de rotación tampoco resolvería necesariamente las diferencias entre ambos.
La campaña estuvo atravesada por la guerra en Gaza, la seguridad, el vínculo con los ciudadanos árabes de Israel, el peso de los partidos ultraortodoxos y la continuidad de un gobierno que llevó al país hacia la derecha. Un acuerdo de unidad exigiría concesiones en todos esos temas, además de negociaciones sobre el reparto de ministerios, presupuesto y prioridades legislativas.
El sistema electoral israelí permite que partidos relativamente pequeños tengan un peso decisivo en la formación de gobierno. En esta elección, los 19 escaños de las fuerzas árabes podrían inclinar la balanza. Ahora bien, habría que ver quién esta dispuesto a pagar el costo político de depender de ellos.
El próximo paso será la publicación de los resultados oficiales y las consultas de Herzog con los partidos electos. Recién entonces se sabrá quién recibe el primer mandato para formar gobierno. Pero mientras la oposición necesita construir una mayoría para desplazar a Netanyahu, él puede permanecer en el poder hasta que se forme un nuevo gobierno. Incluso si Israel vuelve a las urnas.
A woman passes by a banner depicting Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu and US President Donald Trump day after the country held a national election, in Jerusalem, October 28 , 2026. REUTERS/Ronen Zvulun
My home state of Ohio has earned a not-so-nice distinction in the 2026 election: It is the site of "the ugliest" contest in the country. Nasty attack ads have been an ongoing feature of the governor's race between Republican Vivek Ramaswamy and Democrat Amy Acton—piercing many a peaceful Hulu-watching session on my end with allegations that Acton is a pill-popping drunk and Ramaswamy a con man.
But the nastiness reached a whole new level in recent weeks, with the release of a Ramaswamy campaign ad implying that Acton lied about childhood sexual abuse by her stepfather.
Understandably, many Republicans bristled at being viewed as the party that defends accused child rapists. Not Trump. His only regret here is that he didn't get to run an ad like this, he said.
The ad features Acton's mother, Donna Arthur, from whom Acton has been estranged for decades for what seem like very good reasons. When Acton was 12, her mom took her stepfather's side when she accused him of sexually abusing her for years.
In 1978, Acton's stepfather, Cledith Arthur, was arrested and charged with child rape. Records from the case, obtained by Signal Statewide, "also contains a reference to a previous incest charge against Cledith Arthur from 1974…although it's not clear how that case was resolved."
Acton's mom lost custody of both Amy and her brother. But the stepfather was never tried, since he and Acton's mom fled the state. He remained a fugitive—and married to Amy's mother—until he died in 2004.
screenshot of Clip from the Youngstown Vindicator on July 17, 1978
In the new Ramaswamy campaign ad, Acton calls her daughter a liar. "It's not easy for a mother to say this, but Amy has a serious problem. She is a liar," says Arthur in the video. "She lies about her past.…She's lied her entire life. My daughter needs help."
Arthur doesn't outright say "she lied about being molested by her stepfather," but given the historical context here, the implication is pretty clear. In effect, the Ramaswamy campaign has helped Acton's mom accuse her daughter on a national scale of making it all up.
That's despicable, even by political campaigning standards.
And—providing us with some hope for humanity—it also backfired. People roundly condemned the ad and the Ramaswamy campaign for running it. Acton's brother, Philip Stearns, corroborated her story. Even many Republicanshave objectedto the ad.
There are still some lines you don't cross, public figures left and right seemed to agree.
Public figures except President Donald Trump and Vice President J.D. Vance.
Telling Republicans to "stop whining" about the ad, Vance said he was getting "a little bit disgusted when I see Republicans across the country who are whining more about that advertisement than they are about what the congressional Democrats and other Democrats want to do to the United States of America."
"Vivek Ramaswamy had the audacity to run a TV commercial which calls it out like it is and calls Amy Acton a liar," Vance continued.
Trump went further, calling the ad "very powerful" and urging the Ramaswamy campaign to keep it up. Trump also criticized the current Ohio governor, Republican Mike DeWine, for calling the ad "deeply troubling."
DeWine is a moderate Republican who, for the most part, adheres to pre-Trump standards of decency. Their differing reactions here seem a perfect microcosm of pre-MAGA and post-MAGA standards for conduct and bounds of acceptability.
DeWine "probably wants a Dumocrat to win," Trump wrote in a Truth Social post last Thursday. "I suggested, on the other hand, that Vivek should keep it up, and let everyone listen to the mother of a defective, dishonest, and incapable Candidate, explain how the daughter is a DISASTER who, uncontrollably, lies, cheats, and steals!"
Talking to reporters that same day, Trump just kept repeating that if an ad had been made with his mom calling him a liar, the press would love it. He stuck to that talking point again and again, acting clueless about the childhood sexual abuse allegations at the center of this whole controversy.
The idea that the president would passionately post about and answer questions about this without knowing the whole story is almost beyond belief. But even if Trump somehow didn't know the full context when he first started talking about it, he was made aware and then kept right on praising the ad.
Trump on Ramaswamy Ad: The mother is calling the daughter a terrible person and a liar. Why would you shield somebody from that? Why would we do that? So I told him, leave it up and say thank you God. I only wish I could have had an ad like that. pic.twitter.com/M2TYz3jhUy
At a campaign rally in Iowa last Thursday, he said, "I only wish I could have had an ad like that against somebody."
Ramaswamy has also defended the ad, saying, "Unfortunately, the person I'm running against does have serial problems with the truth" and that the ad highlights a "pattern" of the "people who are closest to her" telling Ohioans not to vote for her.
But this is no longer just about one candidate's mistake or one campaign's poor judgment. The response from Trump and Vance has raised Ramaswamy's ad into bigger and uglier territory.
"It's actually kind of hard to find a prominent Republican who is defending the ad other than Vivek Ramaswamy himself, Vice President JD Vance and, quite fervently today, President Trump," noted CNN's Kaitlan Collins last Friday.
But Trump and Vance are the leaders of not just the Republican Party but the nation. And as we've seen again and again, Trump's responses tend to set the tone for what will become acceptable among conservatives by and large.
"Vance's acceptance of this campaign ad only breathes life into the disease that we should be seeking to cure," former New Jersey Gov. Chris Christie toldThe Washington Post.
Do voters agree?
Whatever happens with Ramaswamy next Tuesday, it will be impossible to know how much of it is related to this ad campaign and how much of it is related to many other possible factors. But it's hard not to look at the Ohio gubernatorial election results now as something of a referendum on what type of political discourse is OK. Are voters over Trump-style belligerence and nastiness? Or do they accept the premise that politics is a war in which no low is too low if it helps you win?
In the News
Release the FISA Ruling: "Two Democratic senators who have long overseen US intelligence say the Trump administration is illegally withholding a secret court's findings from Congress until lawmakers renew a program that lets federal agents read Americans' communications without a warrant," reportsWired:
Seven months ago, the Foreign Intelligence Surveillance Court objected to search filters that let intelligence analysts pull Americans' messages from intercepted data without the approvals, written justifications, or records the law requires. The court approved another year of surveillance anyway. The ruling has never been made public, and Senators Ron Wyden of Oregon and Adam Schiff of California say the administration's own deadline for releasing it passed in September.
"This opinion details serious abuses of Americans' rights under Section 702 of the Foreign Intelligence Surveillance Act (FISA) and, by law, should have been released before September 13," wrote Wyden and Schiff in a letter to the director of national intelligence and the U.S. Attorney General. "Yet this opinion remains hidden over a month later, suggesting that the administration hopes to secure a renewal of Section 702 while keeping Congress and the public in the dark."
Wishful thinking from Flock. Garrett Langley, the CEO of Flock, told a conference of cops to believe him rather than what's right in front of their eyes. The backlash to Flock "is not real," he said at the International Association of Chiefs of Police conference, per leaked audio obtained by 404 Media:
"Somebody was paying for [the social media posts and] stopped paying for it," Langley said about the many viral posts criticizing his company's technology. "Social media chatter on Flock is down about 95 percent from July. It went down 50 percent last week when Ukraine bombed a Russian data center with a drone. Literally 50 percent overnight. And so look, I'm the last person, my wife as well, she's like 'This is crazy, these people are getting paid to say these things,'" he added, repeating a disproven theory that Ukraine's strikes on Russian data centers had a significant impact on internet bot activity.
"It's anonymous bots, and so it is not real," he continued. "Inorganic activity has led to organic activity, but when I look at protests across the country, it is the same people with the same signs and the same message. That's not normal. That's not organic at all." Langley's comments echo another unsubstantiated theory that said opposition to Flock comes from a far-left network spreading propaganda at the behest of China.
The backlash is widespread and multifaceted. Backlash to Flock "has just exploded, like no other issue that I have seen in my time at the ACLU," Becca Eastwood, deputy policy director at the American Civil Liberties Union of Iowa, told Reason recently.
On Substack
Techlash on the campaign trail. Democrats have been panning data centers in campaign ads, but artificial intelligence was the subject of only a small fraction of ads, notes the Blue Horizon Project, an initiative from Chamber of Progress "to restore tech optimism in the Democratic Party and reset the relationship between Democrats and the technology sector." And when Democrats have focused on AI and data centers, it's been more about economics than general anti-AI sentiment, Dave Vorland writes:
Data centers are the important exception to the lack of ads focused on AI and technology. In AdImpact's tables, they appear among the three leading Democratic advertising topics in 5 of the 21 Toss-Up House races. They are not politically irrelevant, and dismissing the local backlash would be a mistake.
But look more closely at what these ads actually argue. Using AdImpact's data on 2026 campaign spending, ads matching either a tax-language screen or energy message, or both, account for $69.76 million, or 76.2% of all data center advertising.
The race with the highest spending on data centers is the Ohio Senate race, where Democratic spending accounts for $32.10 million. AdImpact's data shows Sherrod Brown's campaign spent over $1.5 million to air a data center ad 3,100 times. The message shows that while he is willing to hit his opponent for the data center tax breaks, his solution is ensuring that data centers don't raise energy costs, an idea that could have been drawn directly from our Data Center Development Playbook.
Vorland points out that "AdImpact's data for 2026 Congressional spending shows that less than $2.5 million went to ads supporting a data-center construction pause, moratorium, ban, or stopping new construction, a minuscule portion of the Democratic ad buy."
Interesting that "let data centers build but don't subsidize them" is the implicit message here. It feels like at least somewhat of a good sign that Democratic candidates don't by-and-large think "ban new data centers" is a message that voters want to hear.
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