A tragédia de Toledo não teve uma causa, mas várias: um sistema de segurança que caiu, um controlador que mandou avançar quem devia estar parado e uma sucessão de avisos ignorados. Um dia depois da colisão entre comboios em Toledo, os primeiros dados da investigação já permitem reconstruir grande parte do que correu mal. A avaria de um sistema de segurança, uma ordem errada no centro de controlo e avisos que não chegaram a travar o comboio formam a sequência que matou pelo menos 69 pessoas. O ministro dos Transportes espanhol fala num acidente “verdadeiramente inverosímil” e numa decisão “inexplicável”.
Comboio da Renfe “poderá ter chocado com um comboio Iryo por trás, o que causou o descarrilamento de vagões do Iryo” em Toledo, a meia-hora de Madrid. Há 64 mortos e dezenas de feridos confirmados. “Com total certeza este número vai aumentar”, disse a porta-voz do executivo de Castilla-La Mancha. Pelo menos 64 pessoas morreram esta quarta-feira no acidente entre dois comboios de passageiros de alta velocidade, perto da estação de Urda, em Toledo, Espanha, disse o governo regional de Castela-La Mancha. “Com total certeza este número [de mortos] vai aumentar”, disse a porta-voz do executivo de Castilla-La Mancha, Esther