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Galvão critica Ancelotti e CBF por convocarem jogadores que atuam no Brasil

29 October 2026 at 22:35

O técnico Carlo Ancelotti convocou nesta quinta-feira (29) a Seleção Brasileira para a próxima Data Fifa. O Brasil irá enfrentar o Japão, no dia 14 de novembro, e Singapura, no dia 17 do próximo mês.

O narrador Galvão Bueno não gostou da presença na lista de jogadores que atuam no futebol brasileiro. Tais atletas podem desfalcar os clubes nacionais na reta decisiva da temporada, nas definições dos campeonatos.

“Infelizmente, parece claro, que o torcedor brasileiro não está com o menor interesse nesses dois jogos da Seleção Brasileira, contra Singapura e Japão”, disse Galvão Bueno, em vídeo postado nas redes sociais.

“A preocupação é: quem vai ser campeão brasileiro? Flamengo ou Palmeiras? Quem é que vai se classificar diretamente para a Libertadores? (…) E lá embaixo, aquela briga para não cair para a Segunda Divisão. Grandes clubes… Inter, Grêmio, Corinthians, Vasco, até o Botafogo já estão olhando meio assim”, continuou o jornalista.

Seleção convocada hoje pelo técnico Ancelotti para os amistosos de novembro, em Singapura, contra Japão e Singapura!! https://t.co/fHsjKhCe7R

— Galvão Bueno (@galvaobueno) October 29, 2026

“Ainda tem a final da Libertadores do Palmeiras, tem a final do Atlético-MG da Sul-Americana, as semifinais da Copa do Brasil (…). Acho que o Ancelotti e a CBF não deveriam ter convocado jogadores que atuam no futebol brasileiro. Sei que houve um acordo, de um jogador por time que o Ancelotti tivesse interesse, menos de Flamengo e Palmeiras que estão disputando o título. Mas, pelo que falei, pra que convocar jogadores que jogam aqui no futebol brasileiro se é uma experiência?”, indagou.

Galvão Bueno também criticou a viagem e o jogo do Brasil diante da seleção de Singapura. Segundo ele, a CBF poderia buscar outros adversários para o time brasileiro, mesmo sem conseguir marcar jogos contra equipes da Europa.

“E o mais absurdo: pra que jogar em Singapura? Pra que tirar jogadores do Brasil nesta Data Fifa, levar para Singapura e depois trazer de volta? Já fiz essa viagem muitas vezes e não é fácil. Absolutamente não concordo”, opinou Galvão Bueno.

Seleção Brasileira será a 11ª equipe na carreira de Ancelotti

Atlético-MG x Cruzeiro: escalações e onde assistir ao jogo do Brasileirão

29 October 2026 at 21:33

Atlético-MG e Cruzeiro fazem clássico nesta quinta-feira (29), às 19h30 (de Brasília), na Arena MRV, em Belo Horizonte. O confronto é válido pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série A.

O Galo está na sétima colocação do Brasileirão, com 50 pontos. Na última rodada, o time de Eduardo Domínguez perdeu para o Flamengo, por 3 a 2, no Estádio do Maracanã.

O Atlético-MG foca no clássico antes de pensar na Copa do Brasil. No domingo (1), o Galo visita o Grêmio, na Arena do time gaúcho, pela ida das semifinais do torneio mata-mata.

Já o Cruzeiro ocupa a terceira posição na tabela, com 54 pontos. O time de Artur Jorge vem de vitória em casa, por 1 a 0, sobre o Remo, no Estádio do Mineirão.

Caso vença nesta quinta-feira, o time celeste dará um passo muito importante para conquistar uma vaga na próxima edição da Copa Libertadores da América.

A partida desta quinta-feira tem transmissão exclusiva do Premiere (Pay-Per-View), além do tempo real do CNN Esportes.

Escalações de Atlético-MG e Cruzeiro:

Atlético-MG: Gabriel Delfim; Natanael, Vitão, Lyanco e Renan Lodi; Alan Franco, Castaño e Gustavo Scarpa; Victor Hugo, Igor Gomes e Reinier.

Cruzeiro: Otávio; William, João Marcelo, Jonathan Jesus e Lucas Villalba; Lucas Romero, Zé Lucas, Gerson e Matheus Pereira; Arroyo e Kaio Jorge.

Onde assistir a Atlético-MG x Cruzeiro

Ficha técnica de Atlético-MG x Cruzeiro

  • Data: 29/10/2026 (quinta-feira)
  • Horário: 19h30 (de Brasília)
  • Local: Arena MRV, em Belo Horizonte (MG)
  • Fase: 33ª rodada

Conheça os maiores campeões do Campeonato Brasileiro

 

Atlético-MG x Cruzeiro: assista à transmissão ao vivo do Brasileirão

29 October 2026 at 20:42

Atlético-MG e Cruzeiro entram em campo nesta quinta-feira (29), às 19h30 (de Brasília), na Arena MRV, em Belo Horizonte. O confronto é válido pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série A.

O Galo está na sétima colocação do Brasileirão, com 50 pontos. Na última rodada, o time de Eduardo Domínguez perdeu para o Flamengo por 3 a 2, no Estádio do Maracanã.

Já o Cruzeiro ocupa a terceira posição na tabela, com 54 pontos. O time de Artur Jorge vem de vitória em casa, por 1 a 0, sobre o Remo, no Estádio do Mineirão.

Caso vença nesta quinta-feira, o time celeste dará um passo muito importante para conquistar uma vaga na próxima edição da Copa Libertadores da América.

Conheça os maiores campeões do Campeonato Brasileiro

 

Anti-trans ads are holding Texas Republicans in line. They may not win Ken Paxton the race.

29 October 2026 at 20:50

The Trump campaign’s 2024 ad “Kamala Harris is for they/them” was devastatingly effective, and top Trump strategists credit it with winning over persuadable voters they badly needed. After that, it seemed safe to assume the attack would lose some of its punch. Democrats would have learned how to answer it.

So the estimated $58 million that state Attorney General Ken Paxton, the Republican Senate nominee in Texas, and his allies have spent on ads about the issue this cycle looked like a desperate “fighting the last war” move. Paxton is an unpopular candidate without a strong economy to cushion him, and his Democratic opponent, state Rep. James Talarico, has been ahead in nearly every public poll since July.

That turned out to be only half right.

We spent last week in Texas for the latest installment of MS NOW’s “The Voter Files,” talking with Hispanic voters in Harris County who backed Donald Trump in 2024, Democrats from the Houston suburbs, right-leaning voters from the Fort Worth suburbs and Trump voters in Hood County.

Among the right-leaning voters who are wavering, the issue has not lost any of its power. It probably isn’t enough to get Paxton over the finish line. But the barrage, which has included dirty tricks — like a fake transgender “resource guide” mailed to school-age kids — is working on the Republican base. It’s getting angry voters to the polls for Paxton, and it’s keeping conservatives who can’t stomach him from crossing over to Talarico.

The ads still work for many Republicans

Five people sit in a row.
Texas voters participate in a focus group moderated by Elise Jordan.MS NOW

Ashley, a Republican mother of four in the Fort Worth suburbs, is one of the angry ones. Both campaigns have denied sending the mailer.

“I honestly don’t care who sent it. I just don’t want the info in my house,” she said.

She would never consider voting for Talarico, who went to seminary and talks openly about his faith.

“Just because you went to seminary doesn’t mean you have Christian values,” she said. “If you’re supporting LGBTQ in any form or fashion in that regard, that’s not Christian.”

Susan is the other kind. She lives in the Fort Worth suburbs, has kids in high school and college, and almost always votes Republican. In the primary, she voted for Sen. John Cornyn, whom Paxton beat. She ought to be persuadable.

She feels about Paxton’s character the way she felt about Trump in 2016, when she voted third party. Trump’s first term won her over, and she voted for him in both 2020 and 2024.

“I would probably just not vote or vote libertarian as a protest,” she said. “I just cannot bring myself to vote for Paxton, and yet I know Talarico is in favor of this.”

“This” is what she sees as Talarico’s overly permissive approach to transgender issues involving minors. In 2021, during a hearing on a bill limiting students to school sports teams that match their sex assigned at birth, he argued that “there are six really common biological sexes.” He recanted last month on Fox News. But the ads have made sure those old remarks are everywhere, and Susan takes them as his real worldview.

She’s sympathetic to what she thinks is a misguided attempt at Christian compassion. But the transgender debate roiled her kids’ high school, so it’s personal, and it matters more to her than the issues where she’s closer to Democrats. She’s against the war with Iran, and she’s frustrated with how Trump has handled Immigration and Customs Enforcement, corruption and the economy.

There were eight right-leaning voters in our Fort Worth-area group. Six had voted for Cornyn in the primary, and several received mailers addressed to their children. Seven said where the candidates stand on transgender policy for kids would factor into how they vote.

A vulnerability for Democrats among Hispanic Trump voters

The issue also hits a nerve with the conservative Hispanic voters we met in Harris County. They voted for Trump in 2024, and they’re unhappy with the economy and with an immigration crackdown they consider overkill. That gives Democrats an opening on policy. Where Democrats keep losing them is on culture and shared values, and nothing matters more there than transgender rights.

“There’s certain things that are just a no-go for me, and it’s non-negotiable,” said Angelika, a mother of six. Cultural issues keep her “more towards the Republican side, because I believe Jesus should be in school,” Angelika explained. On transgender rights, she added, “I don’t want anyone teaching my kids about that kind of stuff.”

“You can’t have a kid, you know, deciding if you’re going to be a boy or girl at the age of seven, eight, or nine,” said Guillermo, who still leans toward Talarico.

Some of them didn’t buy Talarico’s walk back, which they found insincere and political.

“If you are going to say something, stand by it,” Caroline said. “On the other hand, Ken Paxton too, with all the scandals and the corruption, it’s kind of picking the lesser of two evils for me.”

Not everyone had closed the door. Adrian, a married homeowner from northern Houston, said he was open to Talarico if the Democrat would clarify where he stands.

“Talk more about religion, more about transgender,” he said. “If he focuses more on that and the cost of living, I would consider him.”

Why an undervote may not be enough

Two woman smile as they sit.
Texas voters participate in a focus group moderated by Elise Jordan.MS NOW

Four focus groups can’t tell you how a statewide race will go. But what we heard suggests the ads may get Paxton an undervote: conservatives who dislike him turning out but leaving the Senate race blank. Others, like Susan, may cast a protest vote for the libertarian. Neither group is crossing over to Talarico. But that isn’t enough for Paxton if Talarico keeps winning independents by double digits, as he has in recent polls, and Democratic voters stay this turbocharged.

The anti-transgender ads could turn out to be Republicans’ Maginot Line. After World War I, France spent a fortune on fortifications built for the last war, and in 1940, the Germans went around them. Republicans have spent an estimated $183 million nationwide on their own wall of ads. It may not hold back voter anger over the cost of living, corruption and Trump’s immigration crackdown, or the usual midterm backlash against the party in power. The fight has already moved somewhere else. Millions squandered, and more people are angry.

“I feel like it’s the Republicans that are constantly talking about this stuff, and I’m like, ‘Okay, but that doesn’t make my brisket cheaper,’” said one participant, an independent from Fort Bend County who generally votes Democratic.

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Texas voters participate in a focus group moderated by Elise Jordan.

Texas voters participate in a focus group moderated by Elise Jordan.

Cuauhtémoc Cárdenas: cinco momentos que cambiaron la historia política de México

29 October 2026 at 20:41
 Cuauhtémoc Cárdenas en Ciudad de México, en febrero de 2022.

Cuauhtémoc Cárdenas Solórzano fue heredero de uno de los presidentes más poderosos de la historia de México, Lázaro Cárdenas del Río. Al mismo tiempo, se convirtió en el líder histórico de la izquierda mexicana que luchó por romper el sistema político construido por el Partido Revolucionario Institucional (PRI), al que perteneció su padre. El ingeniero, como se le conocía, tres veces candidato presidencial, murió la noche de este miércoles a los 92 años, después de haber protagonizado un puñado de las transformaciones decisivas del país durante la segunda mitad del siglo XX.

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Watch out, Yaxel Lendeborg. You know Luka Doncic will be coming in hot

29 October 2026 at 20:38
Yaxel Lendeborg isn’t your typical rookie. He’s fearless.  He’s willing to speak his mind about the NBA’s best offensive player, knowing full well the consequences that entails.  And mark my words: There will be consequences after he lit into Luka Doncic, saying he “lost all respect for him” after the Lakers hosted the Warriors in...

SAF no Corinthians? Ronaldo Fenômeno é sincero: “Não tão cedo”

29 October 2026 at 20:27

Ronaldo Fenômeno disse que cogitaria comandar um novo modelo de gestão no Corinthians, caso o clube se transformasse em SAF (Sociedade Anônima do Futebol). Porém, o ex-jogador afirmou que essa mudança no clube alvinegro é muito difícil.

Ronaldo tem enorme identificação com o Corinthians, clube pelo qual foi campeão da Copa do Brasil e do Campeonato Paulista em 2009. O ex-atacante falou sobre a situação financeira complicada enfrentada pelo Corinthians e mostrou pessimismo quanto ao futuro caso não ocorra uma transformação drástica.

“Adoraria poder voltar com tudo (a liderar um projeto de futebol), com uma possibilidade do Corinthians, por exemplo. Eu acho que o Corinthians seria algo que mexeria um pouco comigo, me desafiaria a fazer. Não acho que vá acontecer tão cedo”, disse Ronaldo, em entrevista ao podcast “New Balls Please”.

“Teria que ser um projeto muito bacana e muito claro, transparente com todo mundo. Mas não acho que vá acontecer de jeito algum. Acho que a diretoria e a turma que está no Corinthians não querem essa possibilidade (de virar SAF), de jeito algum. Eles se acham autossuficientes para tirar o clube dessa situação e não vão conseguir. E a situação só vai piorar”, alertou.

Recentemente, Ronaldo Fenômeno, ao lado do ex-lateral Roberto Carlos, tornou-se investidor da Inter de Limeira, tradicional clube do interior de São Paulo. Ronaldo e Roberto Carlos compraram 80% da SAF junto do príncipe saudita Abdullah bin Saad bin Abdulaziz Al Saud.

Mesmo com o novo projeto na Inter de Limeira, Ronaldo Fenômeno destaca que integrar uma nova gestão no Corinthians seria uma grande motivação. Mas reforçou que isso é uma utopia.

“É um clube incrível que eu aprendi a amar, a torcida incrível que eu aprendi a amar e sou louco de paixão pela torcida do Corinthians. Eu acho que o Corinthians seria um grande desafio, mas com a consciência de que não vai rolar”, complementou.

Entenda papel de Ronaldo e Roberto Carlos na SAF da Inter de Limeira

Dívida pública federal sobe 0,97% e chega a R$ 9,38 trilhões em setembro

29 October 2026 at 19:48

A DPF (Dívida Pública Federal) chegou a R$ 9,38 trilhões em setembro de 2026, alta de 0,97% em relação a agosto, quando o estoque estava em R$ 9,29 trilhões. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Tesouro Nacional, por meio do Relatório Mensal da Dívida.

Em valores nominais, o endividamento federal aumentou R$ 90,22 bilhões no mês. Segundo o Tesouro, o crescimento foi provocado principalmente pela apropriação de R$ 89,46 bilhões em juros, além de uma emissão líquida de R$ 0,76 bilhão.

Em setembro, as emissões de títulos públicos somaram R$ 189,44 bilhões, enquanto os resgates atingiram R$ 188,67 bilhões.

A DPMFi (Dívida Pública Mobiliária Federal interna), que representa a maior parcela do endividamento federal, subiu 1,04%, passando de R$ 8,94 trilhões em agosto para R$ 9,04 trilhões em setembro.

O resultado foi influenciado pela incorporação de R$ 89,29 bilhões em juros e pela emissão líquida de R$ 3,78 bilhões.

Já a DPFe (Dívida Pública Federal externa) apresentou queda de 0,82% em relação a agosto, encerrando setembro em R$ 345,41 bilhões, ante R$ 348,26 bilhões no mês anterior.

Prazo e custo da dívida

O prazo médio da DPF permaneceu estável em 4,10 anos entre agosto e setembro. Já o custo médio do estoque da dívida, acumulado nos últimos 12 meses, aumentou de 12,59% ao ano em agosto para 12,63% ao ano em setembro.

A parcela da dívida pública federal com vencimento nos próximos 12 meses também cresceu, passando de 16,39% para 19,95% do estoque total. O indicador representa a proporção da dívida que precisará ser paga ou refinanciada pelo Tesouro Nacional no período.

Reserva de liquidez

A reserva de liquidez da dívida pública, conhecida como colchão da dívida, encerrou setembro em R$ 1,273 trilhão, ante R$ 1,208 trilhão em agosto. Segundo o Tesouro, o volume apresentou alta nominal de 5,33% na comparação mensal.

Em relação a setembro de 2025, quando a reserva somava aproximadamente R$ 1,032 trilhão, houve crescimento nominal de 23,30%. O colchão da dívida compreende os recursos disponíveis em caixa para o pagamento da dívida pública e funciona como uma reserva para enfrentar períodos de maior concentração de vencimentos ou dificuldades de financiamento.

O Tesouro informou que o volume registrado em setembro é suficiente para cobrir os próximos 7,71 meses de vencimentos da dívida pública, ante 7,18 meses em agosto.

Dívida bruta sobe 4,3 pontos do PIB em 2026 e chega a 82,9%, diz BC

29 October 2026 at 19:42

A DBGG (Dívida Bruta do Governo Geral) chegou a 82,9% do PIB (Produto Interno Bruto) em setembro de 2026, o equivalente a R$ 11,1 trilhões. O indicador acumula alta de 4,3 pontos percentuais do PIB desde o início do ano, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (29) pelo BC (Banco Central).

Apesar do avanço no acumulado de 2026, o percentual permaneceu estável em relação a agosto, quando a dívida bruta também representava 82,9% do PIB.

Segundo o BC, a elevação do endividamento ao longo do ano foi impulsionada principalmente pela incorporação dos juros nominais, que contribuíram para um aumento de 7,2 pontos percentuais na relação entre dívida e PIB.

As emissões líquidas de dívida acrescentaram outros 1,1 ponto percentual ao indicador.

Em sentido contrário, o crescimento do PIB nominal contribuiu para reduzir a relação em 3,9 pontos percentuais. Já o efeito da valorização cambial representou uma redução de 0,2 ponto percentual.

Na comparação mensal, os juros nominais contribuíram para elevar a dívida em 0,8 ponto percentual do PIB. O impacto foi compensado pelos resgates líquidos de dívida e pela variação do PIB nominal, que reduziram o indicador em 0,4 ponto percentual cada.

A dívida bruta compreende as obrigações do governo federal, do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e dos governos estaduais e municipais.

Juros somam R$ 1,2 trilhão em 12 meses

O relatório do BC também mostra que os juros nominais do setor público consolidado somaram R$ 107,5 bilhões em setembro, ante R$ 84,7 bilhões no mesmo mês de 2025.

No acumulado de 12 meses, as despesas com juros chegaram a R$ 1,205 trilhão, equivalente a 8,99% do PIB. No mesmo período encerrado em setembro do ano passado, o valor era de R$ 984,8 bilhões, ou 7,86% do PIB.

Já o setor público consolidado registrou déficit primário de R$ 5,5 bilhões em setembro, ante resultado negativo de R$ 17,5 bilhões no mesmo mês de 2025.

Considerando também os gastos com juros, o déficit nominal alcançou R$ 113 bilhões no mês e R$ 1,275 trilhão no acumulado de 12 meses, equivalente a 9,51% do PIB.

El pleno de totalidad de los Presupuestos se traslada al 12 de noviembre, pero la votación final se mantiene para el 15 y 16 de diciembre

29 October 2026 at 19:33

Las Cortes de Castilla y León trasladan del 10 al 12 de noviembre el pleno sobre el debate de las enmiendas a la totalidad del proyecto de ley de Presupuestos Generales de la Comunidad para 2027, si bien las cuentas, junto a la ley de Medidas Tributarias, Financieras y Administrativas, se votarán en la sesión prevista inicialmente para el 15 y 16 de diciembre.

La Mesa de las Cortes, con el parecer expresado por la Junta de Portavoces, decidió ayer en Burgos modificar el calendario de tramitación de los presupuestos, debido a la suspensión de la actividad esta semana por el accidente ferroviario de Toledo, que impidió celebrar las comparecencias de cinco consejeros ante la Comisión de Economía y Hacienda, que se recuperarán en principio los días 5, 6 y 9 de noviembre.

De esta forma, se deben convocar primero las comparecencias de los titulares de Movilidad, Transformación Digital e Inteligencia Artificial, Cristina Sanchidrián; de Agricultura, Ganadería, Medio Rural y Política Ambiental, Joaquín Antonio Pino; de Educación, Valle Ares, y de Cultura, Turismo y Deporte, Alberto Díaz Pico.

No obstante, la Mesa de las Cortes ha ampliado del 4 al 9 de noviembre el plazo de presentación de las enmiendas a la totalidad que pueden presentar los grupos para solicitar la devolución de los presupuestos de 2027, los primeros que presentan en esta legislatura PP y Vox como socios de gobierno y que alcanzan los 16.471,94 millones de euros. Con ello, el debate ante el pleno no se producirá el día 10, como se había fijado previamente, sino el 12 de noviembre.

Igualmente, las enmiendas al articulado o parciales con las que se modifica el destino de las partidas dentro de las distintas secciones se podrán presentar hasta el 13 de noviembre. Al día siguiente serán calificadas por la Mesa de la Comisión de Economía y Hacienda y el día 20 se elaborará el informe de la Ponencia.

Igualmente, del 25 al 30 de noviembre y del 1 al 4 de diciembre se debatirá el dictamen, al que se podrán añadir enmiendas y votos particulares hasta el 10 de diciembre, pues la votación final de las cuentas tendrá lugar en el pleno de las Cortes del 15 y 16 de diciembre, con el objetivo de que puedan entrar en vigor el 1 de enero de 2027.

Finalmente, el nuevo calendario también afecta a las jornadas que quedan libres para la celebración de sesiones de las diferentes comisiones parlamentarias, si bien los presupuestos gozan de prioridad. Por otra parte, las Cortes mantienen las fechas de los plenos ordinarios previstos para el 3 y 4 de noviembre y el 22 y 23 de diciembre, con el que cerrarán este primer periodo de sesiones de la legislatura, informa Ical.

© Ical

Último pleno en las Cortes de Castilla y León

La presidenta de Perú, Keiko Fujimori, recorrió el CECOT para evaluar el sistema carcelario salvadoreño

29 October 2026 at 19:02
La presidenta de Perú, Keiko Fujimori, a su llegada a las instalaciones del Centro de Confinamiento del Terrorismo (CECOT) durante la visita oficial a El Salvador. Infobae Centroamérica/ Emerson del Cid.

La presidenta de Perú, Keiko Fujimori, recorrió las instalaciones del Centro de Confinamiento del Terrorismo (CECOT) este 29 de octubre, en una actividad oficial orientada a examinar los mecanismos del sistema penitenciario y la política de seguridad pública de El Salvador.

La mandataria se trasladó desde San Salvador en una caravana fuertemente escoltada por las autoridades salvadoreñas. A su llegada al recinto, alrededor de las 10:00 am los integrantes del Gabinete de Seguridad salvadoreño recibieron a la comitiva de Lima.

El ministro de Justicia y Seguridad Pública, Gustavo Villatoro, el titular del Ministerio de la Defensa Nacional, René Merino Monroy, y el director de la penitenciaría, Belarmino García, encabezaron la delegación anfitriona que guio la inspección por las áreas de control y vigilancia.

La mandataria acudió al complejo carcelario junto a miembros de su equipo de gobierno. Entre los funcionarios presentes estuvieron el ministro de Relaciones Exteriores de Perú, Carlos Espá, el titular del Ministerio del Interior, César Astudillo, y el Ministro de Justicia y Derechos Humanos del Perú, Ernesto Álvarez.

La delegación ministerial inspeccionó los protocolos de contención y la distribución de los reclusos en los diferentes sectores de la infraestructura.

Durante el trayecto, los representantes del Ejecutivo salvadoreño detallaron los criterios de gestión carcelaria impulsados bajo el mandato del presidente Nayib Bukele.

Visita de presidenta de Perú al CECOT, El Salvador. (Emerson Del Cid/ Infobae Centroamérica)

Las autoridades salvadoreñas expusieron las características técnicas del recinto diseñado para el aislamiento de reos de alta peligrosidad, con énfasis en el régimen de custodia aplicado a miembros de estructuras criminales.

Fujimori observó el funcionamiento de los filtros de seguridad entre escáneres corporales y detectores de metales

Durante el recorrido por el penal, la comitiva ingresó a uno de los pabellones de detención para observar las condiciones de custodia. En el lugar, las autoridades salvadoreñas mostraron los protocolos de atención médica que se suministran a los reclusos, al tiempo que un contingente de internos realizó una sesión de ejercicios físicos dirigidos dentro de ese mismo sector bajo estricta vigilancia.

Al cierre de la actividad en el recinto, el ministro de Justicia y Seguridad Pública salvadoreño, Gustavo Villatoro, entregó a la dignataria un documento técnico con el detalle operativo del denominado modelo Bukele.

Frente a los medios de comunicación en Tecoluca, la mandataria peruana subrayó que la transformación en materia de orden interno lograda en el país centroamericano constituye una referencia para la región. Fujimori remarcó el interés de su gabinete por interiorizarse en programas específicos de trabajo penitenciario como el Plan Cero Ocio, cuya adaptación quedará bajo la órbita de su cartera de Justicia.

“Sabemos que en el Perú necesitamos la construcción de cárceles, terminar seis que están en proceso. Este recorrido nos va a inspirar mucho para poder replicar estas cárceles con todas estas iniciativas”, manifestó la gobernante, quien expresó un reconocimiento a la labor conjunta de la Policía Nacional Civil y la Fuerza Armada salvadoreña, además de destacar la conducción de Nayib Bukele.

La agenda oficial en San Salvador continuará con reuniones de Estado en Salud y Educación

Tras la visita a la cárcel de Tecoluca, el programa bilateral contempla una audiencia privada entre Fujimori y Nayib Bukele, seguida por una cena de Estado ofrecida por el Ejecutivo anfitrión en honor a la comitiva peruana.

La delegación de Lima arribó a la capital salvadoreña la tarde del miércoles 28 de octubre para una gira que también abarca el intercambio de experiencias en áreas sociales y de infraestructura.

El ministro de Justicia y Seguridad Pública salvadoreño, Gustavo Villatoro, entrega a la presidenta de Perú, Keiko Fujimori, el documento técnico sobre el

Para el viernes 30 de octubre, la gobernante de Perú sostendrá una sesión de trabajo con el ministro de Salud, Francisco Alabi, que incluirá una visita guiada al Hospital Rosales.

En el turno de la tarde, la jefa de Estado mantendrá un encuentro con la ministra de Educación, Ciencia y Tecnología, Karla Trigueros, con el propósito de conocer el modelo de funcionamiento pedagógico e infraestructura en una escuela pública salvadoreña, además de proyectar vínculos en materia turística.

RFK Jr. Institutes Backdoor Approval of 6 Peptides

29 October 2026 at 18:29
RFK Jr. | BONNIE CASH/UPI/Newscom/Sataporn Jiwjalaen/Dreamstime.

The Department of Health and Human Services (HHS) will let pharmacies produce and sell treatments involving six peptides that aren't specifically approved by the Food and Drug Administration (FDA). The move is meant to provide a "controlled alternative" to buying peptides from possibly sketchy foreign pharmacies, HHS said.

Under the new HHS policy, the agency will not "take enforcement action against a State-licensed pharmacy, Federal facility, or licensed physician compounding a drug product" using one of six named "peptide bulk drug substance[s]."

This is a major win for peptide proponents, compounding pharmacies, and health freedom—and hints that HHS Secretary Robert F. Kennedy Jr. may be feeling frustration with the slow pace of things at the FDA.

The six peptides in question—BPC-157, Epitalon, KPV, MOTS-c, Semax, and TB-500—were the subject of a summer meeting of the FDA's Pharmacy Compounding Advisory Committee (PCAC).

Up for debate was whether these six "bulk drug substances" and another, Emideltide, should be put on the FDA's Section 503A Bulks List. That list governs which substances licensed physicians and specialty pharmacies can compound into drug products without them being a component of an already FDA-approved drug or having "an applicable United States Pharmacopeia (USP) or National Formulary (NF) monograph."

In July, the panel voted to put six of the seven peptide-related substances under consideration (all except Emideltide) on the bulks list. But the panel's vote is not binding.

It's ultimately up to FDA authorities to decide whether they accept the advisory committee's recommendations. So far, no decision has been released.

But yesterday, HHS unveiled an "Enforcement Discretion Policy Regarding 503A Compounding Using Certain Peptide Bulk Drug Substances." And it effectively puts the committee's recommendations into practice by proxy.

Kennedy can't ensure FDA approval, of course. But he can—and will—stop HHS from taking action against physicians or pharmacies that compound and distribute these substances under his prescribed rules.

In an explainer about the new policy, HHS notes that "compounded drugs are not FDA-approved, which means FDA does not review their safety, effectiveness, or quality before they are marketed." Nonetheless, "compounded drugs can serve an important medical need for certain patients" and "there is significant interest in the use of these peptides in compounding," it says.

Opponents of allowing more peptide-based treatments to be compounded by licensed U.S. pharmacies often focus on the fact that these products don't have FDA approval and may not have the extensive experimental backing required of FDA-approved treatments.

But people are already taking BPC-157, MOTS-c, and other peptides anyway, buying them from companies selling them under "for research use only" labels or obtaining them from foreign distributors. Peptides can even be found on discount everything-marketplaces like the China-based AliExpress.

Allowing licensed physicians and pharmacies in the U.S. to compound these substances without fear of being punished gives people access to safer options than they might otherwise have.

Pharmacies compounding peptide-based products under the rules set forth by federal law still have to be licensed in the states where they operate and follow certain rules, including a requirement that active ingredients used for compounding must be "accompanied by valid certificates of analysis" and "be compounded based on the receipt of a valid patient-specific prescription." Per the new HHS policy, they must also follow several other rules regarding the packaging and labeling of these peptides.

"The Secretary of HHS has determined that this limited enforcement-discretion policy will discourage the continued, widespread use of certain research-use-only peptides supplied by foreign manufacturers that pose a safety risk to US patients," notes the HHS explainer. "By allowing limited compounding of the substances addressed in this guidance under appropriate safeguards, the policy provides patients with a more controlled alternative."

It's an astoundingly reality-based policy for government health officials, who often act as if matters like this come down to a binary between perfect health and safety on one hand and certain danger on the other.

Rather than relegating peptides to gray or black markets until they (may be) pronounced all clear by the FDA, RFK Jr.'s HHS has chosen to balance safety with "patient choice and freedom," as the HHS states.

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José Mota, Óscar de la Fuente y Carla Díaz, padrinos de La Vuelta el Cole Unoentrecienmil contra la leucemia infantil

29 October 2026 at 19:00

José Mota, Óscar de la Fuente y Carla Díaz se estrenan como padrinos de la 12.ª edición de La Vuelta al Cole Unoentrecienmil. Los actores han participado en la carrera solidaria organizada por el Colegio Jesuitinas San José, de Medina del Campo (Valladolid), en una jornada que ha comenzado con un minuto de silencio en memoria de las víctimas del accidente de trenes ocurrido ayer en Urda. Los tres se han sumado así a este movimiento que cada año reúne a miles de colegios, profesores, alumnos y familias de toda España con un objetivo común: impulsar la investigación para que todos los niños y niñas con leucemia infantil superen la enfermedad.

En esta edición ya han participado 326.312 niños de 891 colegios durante el mes de octubre, en distintos puntos de España. En el caso de Castilla y León, se han sumado 48 colegios y 13.244 niños.

La Vuelta al Cole Unoentrecienmil es el mayor movimiento escolar de sensibilización contra la leucemia infantil en España. Desde su nacimiento en 2015, ha movilizado a 8.504 colegios y 3.201.045 alumnos, familias y docentes, y ha recaudado casi 6 millones de euros destinados a impulsar la investigación. A lo largo de la edición anterior, consiguió recaudar 1.168.410 euros gracias a sus casi 560.000 participantes de 1.550 colegios (de los que 80 eran castellanoleoneses). Todos estos fondos han permitido seguir impulsando proyectos de investigación destinados a desarrollar tratamientos más eficaces y con menos secuelas para los niños con leucemia infantil.

Para José Mota, "lo que le ocurre a un niño no solamente le ocurre al niño, nos ocurre a todos. Somos comunidad, no individualidad, y juntos podemos llegar a cualquier sitio. Salir adelante es posible gracias a la investigación". Óscar de la Fuente y Carla Díaz coinciden en que “juntos somos mejores. La unidad nos hace más fuertes frente a la leucemia. La peor enfermedad de todas es el egoísmo".

Los colegios convierten zancadas en investigación

La Vuelta al Cole Unoentrecienmil no es solo una carrera solidaria: es un proyecto de sensibilización que empieza semanas antes de la carrera y se mantiene durante todo el curso escolar, siendo la siguiente convocatoria el 20 de noviembre (Día Mundial de la Infancia). Todos los colegios disponen de materiales adaptados a cada etapa educativa, que abordan la leucemia infantil y su impacto en la vida de los niños, para ayudarles a comprender qué supone convivir con la enfermedad y situaciones como los tratamientos, la caída del cabello, el aislamiento o dejar temporalmente de ir al colegio. Los contenidos también acercan a los alumnos a la investigación científica, la importancia de la ciencia para mejorar la vida de las personas, la solidaridad y la empatía.

Gracias a su participación, cada donación se transforma directamente en tiempo de investigación. 3 euros corresponden a 12 minutos de investigación; 5 euros a 20 minutos; y 10 euros a 40 minutos de investigación.

© Unoentrecienmil

José Mota, Óscar de la Fuente y Carla Díaz, padrinos de La Vuelta el Cole Unoentrecienmil contra la leucemia infantil

© Unoentrecienmil

Escolares del Colegio Jesuitinas San José, de Medina del Campo, participan en la actividad y disfrutar de los actores

El 85% de los profesionales de la comunicación confía en la IA pero solo la mitad se siente preparada para liderarla

29 October 2026 at 18:15

La inteligencia artificial (IA) se convirtió en una herramienta habitual para los profesionales de la comunicación, aunque su rápida incorporación a las organizaciones no vino acompañada del mismo nivel de preparación para dirigir su implantación. El 85 por ciento de los profesionales considera que esta tecnología tiene un potencial alto o muy alto para transformar su actividad durante los próximos tres años, pero únicamente el 50 por ciento se siente preparado para liderar ese proceso y apenas el ocho por ciento mide sistemáticamente sus resultados. Así se lo recoge del informe ‘El impacto de la IA en la Comunicación y los Asuntos Corporativos’, elaborado por la Asociación de Directivos de Comunicación (Dircom) y Foro IA, cuyas conclusiones se presentan en una jornada organizada por Dircom Castilla y León.

El estudio, realizado a partir de una encuesta a 230 profesionales de la comunicación durante el pasado mes de julio, refleja que el 87 por ciento de los participantes ya ha superado la fase de exploración de esta tecnología y que el 53 por ciento la tiene integrada en varios procesos o de manera generalizada. Sin embargo, su utilización continúa concentrada en tareas operativas, especialmente en la producción de contenidos, donde alcanza al 89 por ciento de los encuestados, frente a otras actividades relacionadas con la gestión de riesgos, la reputación corporativa o la toma de decisiones estratégicas.

La presidenta de Dircom Castilla y León, Ana Carretero, destacó que la comunicación está adquiriendo una importancia cada vez mayor dentro de las organizaciones, lo que exige una preparación constante de sus profesionales para responder a los nuevos desafíos. En este sentido, señaló que que IA constituye una de las áreas estratégicas que “marcarán el futuro del sector”, tanto por las oportunidades que ofrece como por los retos que plantea.

“La comunicación es una función cada vez más estratégica en las organizaciones que requiere cada vez mayor preparación por parte de sus profesionales”, explicó Carretero, como recoge Ical.

La presidenta autonómica indicó que la jornada organizada por la asociación no pretende “limitarse al conocimiento de las herramientas tecnológicas o a analizar cómo utilizan actualmente la IA los profesionales del sector, sino que busca abordar a contribución que pueden realizar los departamentos de Comunicación en la implantación de estrategias corporativas relacionadas con esa tecnología”.

Reforzar el liderazgo

En este sentido, Carretero defendió que los profesionales de la comunicación deben participar activamente en estas decisiones y estudiar como puede “liderar o coliderar con departamentos de IT, Dirección General o Tecnología” el desarrollo de la inteligencia artificial en sus respectivas organizaciones.

Esta necesidad de reforzar el liderazgo coincide con una de las principales conclusiones del informe, que revela que el 84 por ciento de los profesionales encuestados identifica en sus empresas un liderazgo definido por la IA en el que participan diferentes departamentos. Además, el 60 por ciento asegura que el área de Comunicación ya está involucrada en ese proceso.

El informe señala que las organizaciones en las que Comunicación participa en el liderazgo de la IA presentan mayores niveles de madurez, preparación y gobernanza. No obstante, los autores advierten de que esta asociación no permite establecer una relación directa de causa y efecto, aunque sí refleja que la participación de estos departamentos coincide con modelos de implantación más avanzados.

Por su parte, la miembro fundadora de Foro IA, Carmen Queipo de Llano, explicó que el estudio ofrece una radiografía de los profesionales y las organizaciones que ya han comenzado a incorporar esta tecnología, pero que todavía tienen un importante recorrido por delante.

Queipo de Llano precisó que los participantes representan fundamentalmente a los perfiles más avanzados en la adopción de la inteligencia artificial, por lo que los resultados no deben interpretarse como una representación del conjunto de la profesión. “Parte de los profesionales de la comunicación creemos mucho en la IA, pero menos de la mitad se sienten preparados para abordarla”, señaló.

La representante de Foro IA apuntó que uno de los principales desafíos consiste en identificar las nuevas posibilidades que ofrece la inteligencia artificial para mejorar la visibilidad de las marcas en los motores de búsqueda generativos, así como analizar el papel que podrán desempeñar estos sistemas en las relaciones entre las organizaciones y sus públicos.

En este ámbito, el informe recoge que el 74 por ciento de los participantes ya explora o utiliza inteligencia artificial para gestionar su posicionamiento en buscadores generativos y grandes modelos de lenguaje. De ellos, el 33 por ciento se encuentra todavía en una fase exploratoria, mientras que el 41 por ciento emplea estas herramientas en casos concretos o de forma habitual.

Queipo de Llano también planteó el debate sobre si la inteligencia artificial podrá llegar a considerarse un nuevo grupo de interés para las organizaciones, especialmente a medida que se desarrollen modelos más autónomos o agénticos, capaces de ejecutar tareas y participar en determinados procesos con una supervisión humana limitada.

Mejora de productividad

Otra de las principales conclusiones del documento es la diferencia entre la utilización de la inteligencia artificial para mejorar la productividad y su aplicación en actividades de mayor valor estratégico. El 78 por ciento de los encuestados identifica el aumento de la productividad como su principal beneficio, seguido de la mejora de la creatividad, con un 52 por ciento, y de la calidad de los contenidos, con un 43 por ciento.

Sin embargo, la incorporación de estas herramientas resulta considerablemente menor en otros ámbitos. Mientras que el 89 por ciento las utiliza para producir contenidos, el porcentaje desciende al 52 por ciento en comunicación interna y gestión del cambio, al 48 por ciento en inteligencia y escucha, al 41 por ciento en reputación y visibilidad en buscadores generativos y al 39 por ciento tanto en medición de resultados como en relaciones con medios y asuntos públicos. La gestión de riesgos y crisis ocupa el último lugar, con un 26 por ciento.

Esta concentración en tareas operativas supone, según el informe, el riesgo de que las organizaciones queden atrapadas en lo que denomina la ‘trampa de la productividad’, al limitar el aprovechamiento de la IA a realizar más rápidamente actividades que ya desarrollaban anteriormente, sin avanzar hacia nuevas capacidad de análisis, anticipación y decisión.

La directora general de Dircom, Nieves Rey, subrayó que la participación de los responsables de la Comunicación en la implantación de la Inteligencia Artificial permite incorporar aspectos fundamentales para las empresas, como la reputación, la narrativa corporativa o la cultura organizativa. “Cuando Comunicación está coliderando los procesos, los modelos de gobierno de la IA, la IA se eleva a nivel transversal en la organización”, afirmó Rey.

“Actitud de aprendizaje”

Asimismo, insistió en que los profesionales deben mantener una “actitud de aprendizaje permanente” y prestar especial atención a las cuestiones éticas que acompañan a la utilización de estas herramientas. “Es importante la curiosidad, es importante querer ir un paso por delante, es importante tener en cuenta aspectos éticos, cómo generamos confianza en un entorno de IA”, manifestó.

La directora general explicó que la elaboración del informe responde a una de las principales inquietudes de los aproximadamente 1.200 socios de Dircom, interesados en conocer cómo está transformando la inteligencia artificial el ejercicio de su profesión y qué oportunidades puede ofrecer a sus organizaciones.

Según Rey, la colaboración con Foro IA permitió desarrollar durante el pasado mes de julio un estudio destinado a ofrecer a los profesionales herramientas para evaluar el grado de implantación de esta tecnología en sus empresas y departamentos de Comunicación.

La formación constituye precisamente uno de los principales retos identificados por la investigación. El 74 por ciento de las organizaciones representadas en la encuesta ha implantado acciones formativas de manera parcial o generalizada, mientras que el 15 por ciento todavía no ha desarrollado programas de capacitación y otro diez por ciento tiene previsto hacerlo.

El estudio también señala que la falta de formación es el principal obstáculo para el 56 por ciento de las organizaciones que se encuentran en las fases iniciales de adopción de la inteligencia artificial. A esta dificultad se suman la ausencia de casos de uso claramente definidos, mencionada por el 30 por ciento, y los problemas relacionados con la gobernanza y las cuestiones legales, que afectan al 28 por ciento.

El informe revela que las organizaciones que no evalúan el impacto de la inteligencia artificial obtienen una puntuación media de madurez de 0,42 sobre uno, frente al 0,82 de aquellas que realizan un seguimiento sistemático. Pese a esta diferencia, únicamente el ocho por ciento de las empresas representadas mide plenamente los resultados de su utilización.

A estas dificultades se añaden los riesgos relacionados con el uso de la tecnología. El 59 por ciento de los profesionales identifica como principal amenaza la difusión de información incorrecta o no verificada, mientras que el 43 por ciento señala los sesgos en los resultados, el 42 por ciento advierte del posible uso de información confidencial y el 41 por ciento teme la pérdida de autenticidad o de la voz propia de las marcas.

Ante este escenario, Dircom y Foro IA plantean cinco líneas de actuación para los responsables de Comunicación: ampliar la utilización de la inteligencia artificial más allá de la productividad, participar en su gobernanza, medir sus resultados antes de extender su implantación, incorporar la reputación y la visibilidad en entornos generativos a la estrategia corporativa y desarrollar programas de formación vinculados a las necesidades reales de los profesionales.

© Rubén Cacho/Ical

La presidenta de Dircom Castilla y León, Ana Carretero (C), y la directora académica de IE y miembro fundador del Foro IA, Carmen Queipo de Llano, presentan el estudio ‘El reto de liderar la IA desde la Comunicación y los Asuntos Corporativos’, en un acto que también cuenta con la directora general de Dircom, Nieves Rey.

How Luka Doncic, Austin Reaves became friends and NBA’s best offensive duo

29 October 2026 at 18:12
Austin Reaves didn’t know what to think of Luka Dončić when he first met him.  After the Mavericks stunningly traded Dončić to the Lakers in February 2025, the Slovenian superstar mostly kept to himself.  Reaves acknowledged he didn’t even think they would become friends.  “I wasn’t joking,” Reaves told the California Post in an exclusive interview....

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