❌

Normal view

Autoridades y comunidad venezolana en el sur de Florida respaldan regreso de María Corina Machado a Venezuela

El regreso de la dirigente opositora María Corina Machado a Venezuela generó reacciones de respaldo entre autoridades electas y representantes de la comunidad venezolana en el sur de Florida, quienes consideran que su presencia en el país podría acelerar los acontecimientos políticos y contribuir al avance de una transición democrática. En Doral, ciudad del condado Miami-Dade con una importante población de origen venezolano, la alcaldesa Christi Fraga y los concejales Rafael Pineyro,...

Autoridades y residentes de Florida reaccionan por regreso de María Corina Machado a Venezuela

Autoridades del sur de Florida y representantes de la comunidad venezolana expresaron expectativas ante el regreso de María Corina Machado a Venezuela. Consideran que su presencia en el país podría acelerar los acontecimientos políticos en esa nación.

Costumes antigos que se perderam na voragem da actual sociedade de consumo (1)

25 October 2026 at 18:04

Os mais velhos recordar-se-ão de que, até meados do século passado, havia, entre os Portugueses, modos de vida, costumes e rituais, vindos das brumas do tempo, que a vida moderna foi apagando, imperceptivelmente, ao longo dos anos, e se perderam para sempre. Alguns deles eram mais relativos à labuta corrente de todos os dias, outros, porém, mais específicos, diziam, sobretudo, respeito ao decoro, à ética e à moral públicos. Sem pretender ser exaustivo, irei procurar fazer de apenas alguns deles, um breve escorço.

– Por ocasião do falecimento de um ente querido, usava-se, como uma das expressões para fazer o luto, o chamado “fumo” (uma tira de tecido preto), à volta da manga ou na lapela do casaco ou, no caso do luto “mais carregado”, vestuário de cor preta, luto que poderia ir até um ano ou mesmo para toda a vida, dependendo do sentimento de perda sofrido pelo desaparecimento desse familiar. Era usual, nestas ocasiões, após o funeral, serem feitas visitas de condolências à casa da família enlutada. Música ou quaisquer eventos festivos deviam ser evitados, durante um determinado período, como sinal de recolhimento emocional.

– Quem não se recorda da Escola Primária e da entrada num mundo novo, um mundo que alterou, radicalmente, todo o ritmo aleatório dos nossos dias de crianças, apenas “preocupadas”, até aí, com os jogos e brincadeiras, e nos introduziu, pela primeira vez, no cumprimento sistematizado de regras, de horários a cumprir e do saber organizado?

No primeiro ano da Primária, escrevíamos sobre uma pedra de ardósia com um lápis de xisto macio, que íamos apagando com o nosso próprio cuspo e limpando com a manga… Nos anos seguintes, numa fase um pouco mais avançada, já se escrevia em cadernos de 2 linhas, próprios para aperfeiçoar a caligrafia, com uma pena de metal, fixa na extremidade de um fino cabo de madeira, que íamos molhando num tinteiro, regularmente cheio com tinta de um enorme frasco, pela “contínua”, funcionária actualmente “promovida” com a designação de “técnica auxiliar”…

– Como parte das idas à minha terra, cumpro, sempre que posso, uma romagem a lugares mágicos que marcaram o imaginário dos melhores tempos da nossa vida, a infância descuidada, em que, livres como pardais, brincar livremente era a nossa principal ocupação. Nesse propósito, os meus passos encaminham-se, quase automatamente, para o adro da igreja, dantes, um terreiro. Cerro os olhos e “vejo-me” em correrias sem fim, com os companheiros de brincadeira a jogar o pião, o berlinde, ao trapinho queimado, à apanhada, ao jogo das escondidas, ao jogo da mensagem, ao jogo do eixo, ao jogo da marca (com todos os botões velhos que podíamos arrebanhar em casa), à cabra-cega, ao jogo das caricas ou o jogo da bola (com uma bola de trapos)… e ali fico, sentado, tempos sem fim, cabeça entre as mãos, alheado de tudo, absorto em pensamentos longínquos, em silêncio, um silêncio duro, feito de nostalgia… Nesses momentos, medito no mundo de diferença entre o nosso antigo universo lúdico, em que nos “viciávamos” no doce aroma da liberdade, e o dos tempos contados ao minuto dos meninos dos dias de hoje, que nunca chegam verdadeiramente a ser crianças…

– Seria inconcebível não seguir a autoridade dos professores, dentro das aulas, a qual era escrupulosamente acatada, quer por alunos, quer por pais.

O mesmo se diga, no respeitante às instruções das forças públicas de segurança, que eram, ordeira e pacificamente, obedecidas.

– Sempre que uma casa estava disponível para ser arrendada, era usual serem colocados nas janelas os chamados “vistos” (pequenos quadrados de papel).

– Aos domingos, era costume vestir a melhor fatiota, diferente da vestimenta trivial dos dias da semana, fosse para assistir à missa ou simplesmente para parecer bem. Similarmente, era hábito estrear roupa ou sapatos novos, mas apenas em ocasiões mais festivas ou especiais – as apertadas disponibilidades financeiras a isso obrigavam –, fosse pelo aniversário, no Dia de Ano Novo ou no do padroeiro da terra.

– Era impensável não respeitar os mais velhos, fossem ou não da família. A velhice era considerada pela ponderação, lucidez e experiência, ao longo de uma vida.

Quando os jovens deixam de ouvir os mais velhos, perdem memória e saber vivido.

Uma civilização revela muito do seu carácter pela forma como trata aqueles que já percorreram o caminho antes dela.

– Era comum afixar recados escritos, em locais sociais de passagem, como mercearias, tabernas ou no mercado municipal, para avisar de eventos, pedidos de ajuda ou outros fins. Nas localidades costeiras algarvias, como Lagos, Portimão ou Armação de Pêra, entre outras, aquela prática era corrente, durante a incipiente época balnear de então, a informar de quartos disponíveis para alugar aos veraneantes, ainda portugueses, por esses tempos.

– A rara ida à praia (de Armação), era um acontecimento nimbado por uma auréola de magia para os mais novos, em que eu próprio me incluia, visto que cheguei a integrar esses alegres grupos de “veraneantes”. A partida tinha lugar bem cedo, ainda a aurora mal tinha despontado, devido a que se tinha de contar com quase três horas de viagem… Tudo, por norma, ficara pronto na véspera, desde a comida até ao garrafão. Ao veículo, um comum carro de bestas, puxado por uma muar, eram adaptados dois bancos corridos, um frente ao outro. O ambiente de festa e boa disposição fazia-nos esquecer a duração do tempo de viagem. Chegados a Armação, era altura de desatrelar o animal, colocar-lhe a cevadeira ao pescoço com aveia para ir comendo e pôr o carro a uma sombra. Finalmente, no areal, quase vazio de gente, naqueles tempos –, à excepção dos pescadores que, sentadas na areia, amanhavam as redes, esticando-as, curiosamente, para o efeito, com o dedo grande de um dos pés –, espargia-se, no ar, um perfumado cheiro a maresia. Era chegada a vez de atacar o primeiro banho de mar. Como apetrechos para enfrentas as ondas, eles, de chapéu, fato e gravata, tinham apenas de descalçar-se e arregaçar os canos das calças. Elas, com a melhor saia, faziam, por sua vez, a entrada triunfal na água, com aquela a fazer balão, cena merecedora de uma gloriosa aguarela do mestre Roque Gameiro. Por volta do meio-dia, tinha lugar o repasto, sob a sombra acolhedora de alguma rocha. À tarde, cansados, mas felizes, era o regresso ao lar. Para o ano seguinte, haveria mais …

– Num tempo em que os meios de comunicação social eram muito mais reduzidos, era costume as autoridades públicas afixarem editais, nas portarias da Câmara Municipal, da Junta de Freguesia ou da Regedoria, para conhecimento dos munícipes ou fregueses, ainda à semelhança do que se fazia no antigo “Forum” romano, centro cívico da capital do império.

– A iluminação doméstica comum, em meados do século, nas casas mais humildes, como a minha, era ainda feita, por norma, com o recurso ao candeeiro a petróleo, embora muitas estivessem já electrificadas.

F1: Antonelli conquista a pole-position do GP dos Estados Unidos. Bortoleto cumpre penalização

24 October 2026 at 23:35

Kimi Antonelli conquistou a pole-position para o GP dos Estados Unidos, 18ª etapa da temporada 2026 da Fórmula 1, neste sábado (24), no Circuito das Américas, em Austin. O jovem piloto da Mercedes registou 1:34,035s no Q3 e superou Max Verstappen e Isack Hadjar formando o trio mais rápido.

Na tabela classificativa seguiram-se Leclerc, Hamilton da Ferrari, na fente do segundo Mercedes de George Russell.
Pela McLaren, Oscar Piastri terminou em sétimo, enquanto Lando Norris ficou em oitavo após ter a sua melhor volta anulada por exceder os limites da pista. Arvid Lindblad e Liam Lawson completaram o top- ten.

Após três sessões de treinos livres, em que a Ferrari se mostrava mais forte, eis que na hora da verdade, quando se discutia quem iria partir na frente, eis que a Mercedes decidia posicionar-se na liderança, através de Kimi Antonelli e alcançava a pole-position para o GP dos Estados Unidos.

Q1 – 18 minutos

Na sessão Q1, com 18 minutos de duração, Lando Norris, depois de nas sessões livres ter ficado de certa forma meio discreto, apareceu nesta sessão na liderança, averbando o tempo de 1:35,029, na frente de Leclerc (+0,171s) e de Verstappen (+0,186s). Isack Hadjar e Lewis Hamilton completavam o top-five. Gabriel Bortoleto fazia o 7.º tempo.
Os eliminados foram: Ocon, Stroll, Sainz, Albon, Perez e Bottas.

Q2 – 15 minutos

Só iriam passar para o Q3 os 10 mais rápidos. E logo de início Bortoleto surgia em pista a dar vácuo para o seu companheiro de equipa (o brasileiro sabe que nada adianta alcançar nesta sessão uma boa posição, porque tem que cumprir a sua penalização partindo da cauda do pelotão) então ajudar Hülkenberg era a missão do dia.

Verstappen surgia nesta sessão com grande determinação e saltava para o topo da tabela (1:34,471s), seguido por Norris e Antonelli. Mas de seguida, quando faltavam 5 minutos para o final da sessão, todos regressavam à pista, agora com pneus macios novos, e Leclerc voava para a liderança com o crono 1:34,198s, secundado por Antonelli (+0,080s) e com Russell no terceiro lugar (+0,107s). Verstappen e Norris desciam para as quarta e quinta posições.
Hülkenberg ficava no limite, em 11º e não conseguia qualificar-se.
Os eliminados eram: Gasly, Hulkenberg, Bearman, Bortoleto, Colapinto e Alonso.

Q3 – 13 minutos

Depois de alguns bons registos, nomeadamente de Russel, Verstappen e Hadjar, o piloto da Mercedes Kimi Antonelli saltava para o topo da classificação com 1:34,035s.
A cerca de cinco minutos do final da sessão, praticamente todos os pilotos regressavam à pista para uma tentativa final de obterem o melhor registo, mas o crono do italiano não era superado.

Verstappen ficava na segunda posição (+0,179s) e Hadjar em terceiro (+0,215s), relegando os dois Ferrari para as posições imediatas – 4.º Leclerc (+0,232s) e 5.º Hamilton a fechar o top-five (+0,276s).
Entretanto o tempo de Norris que era era neutralizado (por ultrapassar os limites da pista) e descia para oitava posição.

Eis como ficou a grelha de partida para o GP dos Estados Unidos:

1) Kimi Antonelli (Mercedes) 1’34.035
2) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford) 1’34.214
3) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford) 1’34.250
4) Charles Leclerc (Ferrari) 1’34.267
5) Lewis Hamilton (Ferrari) 1’34.311
6) George Russell (Mercedes) 1’34.476
7) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes) 1’34.803
8) Lando Norris (McLaren/Mercedes) 1’35.049
9) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’36.049
10) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford) –
11) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes) 1’35.080
12) Nico Hülkenberg (Audi) 1’35.158
13) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda) 1’35.818
14) Oliver Bearman (Haas/Ferrari) 1’36.031
15) Esteban Ocon (Haas/Ferrari) 1’36.531
16) Lance Stroll (Aston Martin/Honda) 1’36.677
17) Carlos Sainz (Williams/Mercedes) 1’36.770
18) Alexander Albon (Williams/Mercedes) 1’36.967
19) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari) 1’37.433
20) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari) 1’37.523
21) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes) 1’35.722
22) Gabriel Bortoleto (Audi) 1’35.691

Colaboração F1Mania

Italy’s Young Protesters Return to the Streets

25 October 2026 at 01:26
Fed up with the political establishment and rising cost of living, demonstrators hoped to make their message heard after violence overshadowed protests last weekend.

© Yara Nardi/Reuters

Young people protested the rising cost of living in Milan on Saturday, a week after similar demonstrations in cities across northern Italy ended in violent clashes and looting.
❌