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Tela Quente: globo exibe pela 1ª vez na TV aberta terror que chocou o público

26 October 2026 at 22:48
A Tela Quente, tradicional faixa de filmes da TV Globo, exibe produções de diferentes gêneros ao longo da semana. Nesta segunda-feira, 26, a programação traz um filme de terror psicológico estrelado por Demi Moore que recebeu cinco indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme e Melhor Atriz. Qual é o filme da Tela Quente de hoje?O filme exibido nesta segunda-feira, 26, é 'A Substância', estrelado por Demi Moore, conhecida por Ghost: Do Outro Lado da Vida, e Margaret Qualley, protagonista da série Maid, da Netflix.Em sua primeira exibição na televisão aberta brasileira, A Substância acompanha Elisabeth Sparkle, uma celebridade em declínio que enfrenta uma reviravolta inesperada ao ser demitida de seu programa fitness na televisão. Desesperada por um novo começo, ela decide experimentar uma droga do mercado clandestino que promete replicar suas células, criando temporariamente uma versão mais jovem e aprimorada de si mesma. Agora, a atriz se vê dividida entre suas duas versões, que devem coexistir enquanto navegam pelos desafios da fama e da identidade. Que horas começa a Tela Quente hoje?A exibição está prevista para as 22h40, logo após a novela Quem Ama Cuida. Vale lembrar que a programação pode variar conforme a região.Veja o trailer de A Substância

Sessão da Tarde: saiba qual filme a Globo exibe nesta terça (27/10)

26 October 2026 at 22:33
A Sessão da Tarde, tradicional faixa de filmes da TV Globo, exibe produções de diferentes gêneros ao longo da semana. Nesta terça-feira, 27, a programação traz uma história que une gastronomia, romance e belas paisagens do sul da França. Qual é o filme da Sessão da Tarde de hoje?O filme exibido nesta terça-feira, 27, é 'A 100 Passos de Um Sonho', estrelado por Manish Dayal, conhecido por 'Amor com data marcada' e 'O Residente', e Charlotte Le Bon, conhecida por interpretar Chloe em 'The White Lotus'.Na trama, madame Mallory é a proprietária de um prestigiado restaurante francês com estrela Michelin. Sua rotina é abalada quando uma família indiana abre um estabelecimento concorrente do outro lado da rua.A empresária trava uma verdadeira guerra contra o vizinho, mas, aos poucos, conhece o filho do seu adversário, Hassan Kadam, um garoto com verdadeiro talento para a culinária. Os dois tornam-se amigos e Mallory passa a guiá-lo pelos conhecimentos da refinada gastronomia francesa, sem abandonar a tradição indiana, encorajando-o a alçar voos muito mais altos.A história é inspirada no romance de mesmo nome escrito por Richard C. Morais, lançado em 2010. O filme foi adaptado pelo diretor  Lasse Hallström, que contou com a ajuda de dois nomes icônicos na produção: Steven Spielberg e Oprah Winfrey.Que horas começa a Sessão da Tarde hoje?A exibição está prevista para as 15h40 (horário de Brasília). Vale lembrar que a programação pode variar conforme a região.Veja o trailer de A 100 Passos de Um Sonho

Robert Pattinson estrela filme que expõe bastidores de programa de TV

26 October 2026 at 18:41
Em 2006, o programa televiso da rede NBC “To Catch a Predator” ganhou o horário nobre da televisão norte-americana. Isso porque os diretores do canal viram o potencial de audiência do reality show camuflado de interesse jornalístico, na sua ética questionável na busca e exposição de pedófilos e predadores sexuais.O apresentador do programa, Chris Hansen, tornou-se uma espécie de justiceiro, apesar das polêmicas em torno do sensacionalismo do programa. Interpretado por Robert Pattinson, ele é o protagonista de Primetime, filme de Lance Oppenheim que retrata o momento de ascensão do programa, além de revelar os bastidores de como eram feitas as armações. Além do apresentador, havia uma “isca”, uma pessoa adulta que se passava por um menor de idade, inclusive caracterizando-se como tal. Esta pessoa conversava com homens mais velhos na internet e os atraia para sua suposta casa, que estava cheia de câmeras escondidas.Os abusadores entravam achando que teriam algum encontro sexual com os menores, mas davam de cara com o apresentador do programa que os humilhava com um discurso condenatório e logo chamava a polícia que estava a postos para prender os criminosos. A causa denuncista parece nobre, mas o lado sensacionalista do programa é o que prevalece.No filme, todo esse circo é desnudado, não só a partir da guinada do programa na audiência, mas também na busca de uma nova isca, representada pelo aspirante a ator Dan (Skyler Gisondo). Quem acompanha tudo de perto e não deixa que as coisas saiam do script é a produtora Andie Bender (Merritt Wever).Denúncia e espetacularizaçãoO diretor Lance Oppenheim conduz toda a trama do filme, inicialmente, com um certo tom de irreverência, querendo criar certa atmosfera jovial para aquilo que está sendo construído por detrás das câmeras. O filme tem agilidade e reconstrói muito bem o tom espírito televisivo do início dos anos 2000.No entanto, a trama vai ficando cada vez mais séria e pesada, mas “Primetime” não consegue dar corpo a essa mudança de atitude, a ponto de questionar os limites morais que estão sendo ultrapassados ali. Em alguma medida, acaba reproduzindo o mesmo tipo de sensacionalista que ele próprio busca denunciar.Pattinson está ótimo no papel de Hanson, seu comportamento não possui nada de maquiavélico ou exagerado, o que apontaria para um maniqueísmo barato. Mas ele também não demonstra nenhum tipo de preocupação social sobre o tipo de programa que está levando ao ar. Mesmo que seu casamento esteja prestes a desmoronar, ele só consegue pensar na continuidade do programa.Depois de explicar como funciona, do lado de cá das câmeras, esse tipo de produto televisivo da indústria cultural, parece que o filme não consegue elaborar mais nada para dizer sobre ele.O filme, exibido na mostra competitiva do Festival de Veneza, não irá passar nos cinemas estreia nos cinemas brasileiros e será lançado diretamente no streaming do Prime Video, ainda este ano.*O jornalista viajou a São Paulo com apoio do evento.Veja o trailer!

Com novos preços, Globoplay passa por maior mudança da década; entenda

26 October 2026 at 14:44
O Globoplay, plataforma de streaming da Globo, vai passar pelo maior ajuste da década a partir desta segunda-feira, 26. Os canais pagos do grupo, como SporTV, GloboNews e GNT, irão fazer parte do pacote mais popular do serviço, o básico com anúncios, que saiu de R$ 16,90 para R$ 19,90 no plano anual.Dentro do Padrão com Anúncios houve o aumento da oferta de canais ao vivo, saindo de oito para mais de 20. Além disso, com a adição do SporTV, foram incluídos mais de 2.500 jogos e eventos ao vivo por ano. Por outro lado, o plano não oferecerá mais resolução 4K e o limite de telas simultâneas saiu de 3 para 2.A empresa argumentou que a reestruturação foca em simplificar a escolha do assinante e alterar o critério de diferenciação entre as modalidades. As variações de preço deixam de se basear no acesso a conteúdos específicos e passam a depender estritamente da experiência desejada.O Plano Premium subiu de R$ 22,90 para R$ 24,90 no plano anual, que retira os comerciais, eleva a resolução para 4K, tem o catálogo completo do Globoplay e todos os canais do grupo Globo ao vivo, além de ampliar o limite para cinco telas e libera 25 downloads.Enquanto isso, o combo do Premium com o Premiere, que transmite jogos do Brasileirão ao vivo, teve seu preço reduzido de R$ 48,90 por mês para R$ 39,90, contando com o catálogo completo dos planos Globoplay e 9 dos 10 jogos por rodada do Brasileirão. Neste caso, o combo atual de Globoplay Padrão com Anúncios + Premiere será descontinuado. Mudança contraria tendência de outros streamingsA atualização nos preços feita pela Globo contraria a tendência de outras plataformas, como a Netflix e o Disney+, que aumentaram o preço de suas assinaturas e chegaram a restringir conteúdo em assinaturas mais caras.De acordo com a coluna F5, da Folha de S. Paulo, em relatório interno, a Globo diz que a base de assinantes do Globoplay registrou alta de 31% ao longo de 2026, impulsionada por uma média de 30 milhões de usuários mensais.Em 2025, a plataforma conseguiu dar lucro para a empresa pela primeira vez desde sua fundação, em 2015.O segmento de esporte e conteúdo ao vivo desponta como o principal motor dessa recorrência de consumo dentro do ambiente virtual. Ademais, o relatório interno aponta um crescimento de 28% no consumo de transmissões ao vivo e um salto de 46% no alcance dos canais esportivos.“Estamos tornando mais clara uma característica que sempre diferenciou o Globoplay: a capacidade de reunir, em uma mesma plataforma, a liberdade do consumo sob demanda e a potência do ao vivo”, disse Julia Rueff, diretora executiva de plataformas digitais da Globo.“Queremos que todos os assinantes tenham acesso à amplitude do ecossistema Globo e possam escolher o plano principalmente pela experiência que desejam ter. É uma mudança que simplifica a decisão, amplia o valor entregue desde a entrada e fortalece a relevância do Globoplay na rotina dos brasileiros”, completou.Os valores entram em vigor imediatamente para novas assinaturas. Para a base atual de assinantes, a migração começa em outubro e será realizada gradualmente ao longo dos meses seguintes, de acordo com cada contrato.

Sessão da Tarde: saiba qual filme a Globo exibe nesta segunda (26/10)

26 October 2026 at 09:35
A Sessão da Tarde, tradicional faixa de filmes da TV Globo, exibe produções de diferentes gêneros ao longo da semana. Nesta segunda-feira, 26, a programação traz uma releitura de uma clássica série de super-heróis que conquistou o público na televisão nos anos 1990. Qual é o filme da Sessão da Tarde de hoje?O filme exibido nesta segunda-feira, 26, é 'Power Rangers', estrelado por Dacre Montgomery, conhecido por interpretar Billy Hargrove na série 'Stranger Things', e Naomi Scott conhecida pelos filmes 'Sorria 2', 'Aladdin' e 'As Panteras'.Na trama, cinco adolescentes descobrem que foram escolhidos para se tornar os novos Power Rangers. Orientados pelo mestre Zordon, eles precisam aprender a controlar seus poderes e trabalhar em equipe para enfrentar Rita Repulsa, uma inimiga determinada a dominar o planeta.Que horas começa a Sessão da Tarde hoje?A exibição está prevista para as 15h50. Vale lembrar que a programação pode variar conforme a região.Veja o trailer de Power Rangers

Minissérie da Netflix com 86% de aprovação para sua segunda (26/10)

26 October 2026 at 08:07
O começo da semana não precisa significar o fim do tempo para boas histórias. Para quem quer aproveitar a segunda-feira, 26, com uma produção envolvente, a Netflix esconde uma minissérie que merece ser redescoberta. Lançada em 2024, Ripley aposta em crimes, manipulações e tensão psicológica para prender a atenção sem depender de reviravoltas constantes. Com um elenco de peso e uma estética marcante, a produção é uma alternativa para quem procura um suspense sofisticado para acompanhar ao longo da semana. Estrelada por Andrew Scott, conhecido por seu trabalho em Fleabag, a minissérie adapta o romance O Talentoso Ripley, de Patricia Highsmith. Com oito episódios, a produção conquistou a crítica e o público pela atuação do protagonista, pela fotografia em preto e branco e pela maneira gradual como desenvolve a tensão.Uma fraude que transforma a vida de Tom RipleyA história acompanha Tom Ripley (Andrew Scott), um homem habilidoso com mentiras e pequenos golpes que recebe uma oportunidade de mudar de vida. Contratado para viajar à Itália e convencer Dickie Greenleaf (Johnny Flynn), filho de um homem rico, a retornar aos Estados Unidos, ele acaba se aproximando do jovem herdeiro e de seu estilo de vida privilegiado.O contato com esse universo desperta em Ripley o desejo de conquistar uma posição social que nunca teve. Aos poucos, a missão inicial dá lugar a uma sequência de manipulações, fraudes e crimes que ameaçam revelar quem ele realmente é.A presença de Marge Sherwood (Dakota Fanning), companheira de Dickie, e de outras pessoas próximas ao herdeiro aumenta a pressão sobre o protagonista. Enquanto tenta sustentar suas mentiras, Ripley precisa encontrar maneiras de escapar das suspeitas e impedir que seus planos desmoronem.A trama se desenvolve a partir dessa tensão constante entre a identidade que o personagem apresenta ao mundo e os crimes que comete para mantê-la.Fotografia em preto e branco cria atmosfera inquietanteUm dos aspectos mais marcantes de Ripley é sua escolha estética. Dirigida e escrita por Steven Zaillian, a minissérie utiliza a fotografia em preto e branco para transformar as paisagens italianas em cenários de beleza e ameaça.Escadarias, construções históricas, ruas estreitas e vistas da costa ganham enquadramentos elaborados, que reforçam tanto a grandiosidade dos ambientes quanto a sensação de isolamento do protagonista.A decisão também diferencia a produção de outras adaptações da história. O filme O Talentoso Ripley, de 1999, estrelado por Matt Damon, Jude Law e Philip Seymour Hoffman, ficou conhecido por sua ambientação colorida e ensolarada. Na versão da Netflix, a atmosfera é mais sombria, distante e melancólica.A fotografia não funciona apenas como um recurso visual. Ela acompanha a frieza de Ripley e o contraste entre o luxo que ele deseja conquistar e a inquietação que o acompanha durante sua ascensão.Andrew Scott entrega atuação de destaqueConhecido por interpretar o padre em Fleabag, Andrew Scott assume um dos papéis mais exigentes de sua carreira. Seu Tom Ripley não é um vilão convencional, marcado por explosões de raiva ou demonstrações explícitas de crueldade.O personagem age de maneira calculada, muitas vezes em silêncio, e deixa o espectador tentar compreender suas intenções. Suas expressões, pausas e conversas consigo mesmo ajudam a revelar uma personalidade manipuladora, que parece sempre avaliar o próximo passo. Minissérie acabou esquecida em meio a novidades do catálogo da Netflix - Foto: Divulgação Dakota Fanning, Johnny Flynn, Eliot Sumner e Maurizio Lombardi também integram o elenco, contribuindo para a construção de um universo em que a desconfiança cresce à medida que a história avança.A força da interpretação de Scott está justamente na capacidade de transmitir a ausência de empatia do protagonista sem transformar cada cena em uma demonstração exagerada de maldade.Suspense aposta na paciência e foge do ritmo convencionalAo contrário de muitas produções do streaming, Ripley não depende de grandes ganchos ao final de cada episódio para manter o público interessado. A narrativa prefere acompanhar os movimentos cotidianos do protagonista, como suas viagens, suas tentativas de sustentar uma identidade falsa e os pequenos rastros que deixa pelo caminho.Essa escolha torna o suspense mais gradual. A tensão surge da repetição de gestos e situações, enquanto o espectador acompanha a possibilidade de que um detalhe aparentemente banal seja suficiente para colocar tudo a perder.O ritmo mais lento pode frustrar quem procura uma trama acelerada, com revelações constantes. Por outro lado, a cadência permite observar com mais atenção a psicologia do protagonista e a maneira como ele se adapta ao ambiente de riqueza que deseja integrar.A produção também evita transformar a história em um espetáculo de glamour criminoso. O luxo aparece acompanhado de tédio, isolamento e insegurança, mostrando que a ascensão social de Ripley não oferece a tranquilidade que ele parece buscar.Como foi a recepção de Ripley?A minissérie conquistou 86% de aprovação da crítica e 82% do público no Rotten Tomatoes, segundo os índices informados.Parte da recepção positiva está ligada à atuação de Andrew Scott e à identidade visual da produção. A fotografia em preto e branco, os enquadramentos elaborados e a construção gradual do suspense são elementos que diferenciam a adaptação de outras histórias criminais disponíveis no streaming.A produção também registrou cerca de 16,9 milhões de horas assistidas em sua primeira semana na Netflix, chegando a aproximadamente 18,4 milhões na semana seguinte, de acordo com os dados fornecidos pela plataforma.Mesmo sem depender de números gigantescos para se destacar, a minissérie encontrou público interessado em sua abordagem mais contemplativa e em seu retrato de um criminoso que transforma a mentira em instrumento de ascensão social.Vale a pena?Sim, especialmente para quem gosta de tramas complexas, suspense psicológico e personagens cuja imprevisibilidade mantém a tensão mesmo nos momentos mais silenciosos.Ripley exige paciência, pois prefere construir a inquietação aos poucos em vez de entregar reviravoltas a todo instante. Em compensação, oferece uma atuação marcante de Andrew Scott, uma fotografia sofisticada e uma história que continua provocando desconforto mesmo para quem já conhece o destino do personagem.Com oito episódios, a minissérie é uma boa escolha para quem procura algo diferente dos suspenses convencionais e quer aproveitar o início da semana para mergulhar em uma trama sombria, elegante e cheia de tensão.Veja o trailer!

Só 6 episódios: série da Netflix soma 63 milhões de views em 3 semanas

26 October 2026 at 06:42
Chegamos na segunda-feira e com a vontade de encontrar uma boa história para assistir sem passar horas escolhendo no catálogo, uma série da Netflix pode ser a solução perfeita para fugir do tédio. Com apenas seis episódios e uma trama que prende a atenção a cada descoberta, a produção conquistou milhões de espectadores e se tornou um dos grandes sucessos do streaming em 2025.Lançada em julho daquele ano, Indomável soma cerca de 63 milhões de visualizações globais em suas três primeiras semanas, consolidando seu espaço entre os fenômenos da plataforma. Estrelada por Eric Bana, a série combina suspense policial, investigação criminal e drama pessoal em uma história ambientada no Parque Nacional de Yosemite, nos Estados Unidos. Para quem quer aproveitar o tempo livre e encontrar uma produção envolvente sem em meio a correria da rotina, a série é uma pedida interessante. São seis episódios, com duração média de 49 minutos cada, totalizando aproximadamente cinco horas de exibição, uma maratona possível de terminar antes que a semana chegue ao fim.Sucesso da Netflix conquistou milhões de espectadores em poucas semanasO desempenho de Indomável chamou atenção logo na estreia. Na primeira semana, a produção registrou 24,6 milhões de visualizações globais. Já na segunda, alcançou aproximadamente 26,1 milhões e liderou o ranking da Netflix.Ao completar três semanas no catálogo, a minissérie acumulava cerca de 63 milhões de visualizações, resultado que reforçou sua popularidade entre os assinantes.Oginalmente lançada como uma minissérie limitada de seis episódios, a produção teve seu futuro ampliado após o sucesso de audiência. Com a repercussão entre os assinantes, a Netflix renovou a série para novos capítulos, transformando a história em uma aposta para além da proposta inicial.Além do alcance expressivo, a produção também recebeu avaliações positivas. Indomável registra 83% de aprovação da crítica e 70% de aprovação do público na plataforma especializada Rotten Tomatoes.O sucesso não depende apenas do mistério central. A combinação entre investigação, conflitos emocionais e uma ambientação que transforma a natureza em parte da ameaça ajuda a sustentar o interesse ao longo dos episódios.Assassinato em parque nacional transforma investigação em pesadeloA história acompanha Kyle Turner (Eric Bana), um agente especial ligado aos Serviços Investigativos do Serviço de Parques Nacionais, uma divisão que atua na aplicação da lei em meio a extensas áreas naturais.Sua rotina muda quando uma jovem desconhecida morre após cair do alto de El Capitan, uma das formações rochosas mais conhecidas de Yosemite. O que inicialmente poderia parecer um acidente logo levanta suspeitas, levando Turner a investigar as circunstâncias da morte.Ao lado de Naya Vasquez (Lily Santiago), uma guarda florestal novata, o agente passa a seguir pistas que revelam segredos obscuros sobre o parque e seus habitantes. A investigação se torna ainda mais delicada quando as descobertas começam a se conectar com o passado traumático do protagonista.A dupla também estabelece uma dinâmica conhecida dos suspenses policiais: o investigador experiente, reservado e marcado por perdas, precisa trabalhar com uma parceira que ainda está construindo sua trajetória profissional.A relação entre os personagens ajuda a movimentar a narrativa, enquanto as revelações sobre o assassinato mantêm a curiosidade sobre o que realmente aconteceu com a vítima.Passado do protagonista deixa mistério ainda mais pessoalPor trás da postura fechada de Turner, existe uma história de sofrimento que influencia suas escolhas. O agente carrega o trauma da morte do filho, além do rompimento do casamento com Jill Bodwin (Rosemarie DeWitt), acontecimentos que contribuíram para seu envolvimento com o alcoolismo.Ao assumir o trabalho em Yosemite, ele tenta encontrar uma maneira de conviver com as próprias dores e reconstruir a vida em meio à natureza. O novo assassinato, porém, faz com que lembranças difíceis voltem à tona, aproximando a investigação de seus conflitos pessoais.O elenco ainda conta com Sam Neill, como Paul Souter, chefe da guarda florestal, e Wilson Bethel, como Shane Maguire, agente de gestão da reserva. Os personagens ampliam os conflitos e as relações dentro do parque, embora algumas histórias secundárias não recebam o mesmo aprofundamento do drama de Turner.Eric Bana sustenta a produção com uma atuação que transita entre a violência, o trauma e momentos de ternura, especialmente quando o protagonista interage com Gael, filho de Naya.Série mistura perigos reais e mistérios inventadosUm dos aspectos que tornam Indomável ainda mais intrigante é sua ambientação. Yosemite é um parque real, conhecido por suas paisagens naturais, montanhas de granito e formações rochosas que atraem visitantes e praticantes de escalada.O local também já registrou acidentes fatais e crimes violentos. Entre os casos conhecidos estão as mortes em atividades de escalada e os assassinatos cometidos por Cary Stayner, no fim dos anos 1990.Apesar das referências a acontecimentos reais, a trama principal da série, incluindo a morte da jovem desconhecida, foi criada pelos roteiristas Elle Smith e Mark L. Smith. Portanto, a produção não é baseada em um caso criminal específico, embora utilize elementos verídicos para construir uma história ficcional mais plausível.A escolha do cenário ajuda a ampliar a tensão. Longe dos ambientes urbanos tradicionais dos dramas policiais, a série explora os perigos escondidos por trás de uma paisagem aparentemente tranquila.Ao falar sobre essa proposta, o criador Mark L. Smith explicou que queria mostrar “os perigos que estão logo além das paisagens bonitas”. A natureza não funciona apenas como pano de fundo: ela também influencia a investigação, as dificuldades enfrentadas pelos personagens e a sensação de isolamento que acompanha a história.Vale a pena?Sim, especialmente para quem gosta de suspense policial, mistérios, investigações criminais e histórias que revelam novas informações a cada episódio. Indomável tem uma estrutura que favorece a maratona, com ganchos que despertam a curiosidade e uma investigação que se desenvolve junto aos conflitos pessoais dos protagonistas.Com seis episódios de aproximadamente 49 minutos, a série curta também é uma alternativa interessante para quem quer aproveitar o tempo livre sem começar uma produção com várias temporadas. A duração enxuta permite acompanhar toda a história em cerca de cinco horas, tornando a experiência ideal para uma sessão prolongada no fim de semana.A atuação de Eric Bana, a parceria com Lily Santiago e o cenário de Yosemite estão entre os pontos fortes da produção. O mistério é envolvente, mesmo que algumas revelações sejam previsíveis e determinadas histórias paralelas não recebam a atenção que mereciam.Ainda assim, para quem procura uma história de investigação com tensão, reviravoltas e drama, Indomável é uma boa escolha para sair da rotina e fugir do tédio. É uma produção que entrega entretenimento sem exigir um compromisso longo, principalmente para os fãs do gênero policial.Veja o trailer!

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