Um modelo de inteligência artificial denominado REDMOD consegue identificar alterações no tecido pancreático que podem indicar a presença de cancro anos antes de a doença se tornar visível para os médicos ou para as tecnologias de imagiologia convencionais. De acordo com uma investigação publicada em abril na Gut, o sistema consegue detetar sinais precoces de adenocarcinoma ductal pancreático, o tipo mais comum de cancro do pâncreas. Segundo o ScienceDaily, os investigadores acreditam que esta tecnologia poderá ajudar a transformar a deteção do cancro do pâncreas, identificando a doença numa fase muito mais precoce, quando as probabilidades de sucesso do tratamento