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Asociación Médica Mundial alerta sobre la represión contra médicos en Nicaragua

La Asociación Médica Mundial aprobó en su Asamblea General en Róterdam una resolución que denuncia la persecución contra médicos en Nicaragua y exige la protección de su independencia, autonomía clínica y libertad de expresión científica.

Flávio Bolsonaro borra carta en la que se declaraba "presidente electo de Brasil" y cambia título por "líder"

28 October 2026 at 20:42
El senador ultraderechista Flávio Bolsonaro, quien huyó a Estados Unidos tras perder las elecciones presidenciales, se autoproclamó este miércoles 28 de octubre "presidente electo legítimo de Brasil", en una carta abierta que divulgó en sus redes sociales. Pero, minutos después, borró el documento inicial y publicó uno nuevo, en el que se autodenominaba "líder de Brasil". El medio Folha de S.Paulo la reseñó como "carta golpista"

Muere Alvin Hellerstein, el juez del caso contra Nicolás Maduro y Cilia Flores en Nueva York

El juez federal Alvin K. Hellerstein, quien encabezaba el proceso penal contra Nicolás Maduro y Cilia Flores en Estados Unidos, falleció a los 92 años, un hecho que obliga ahora a reorganizar el expediente mientras se mantiene, por el momento, la fecha de inicio del juicio para junio de 2027.

La ONU aprueba una resolución contra el embargo a Cuba, aunque EE. UU. suma adeptos al bloqueo

28 October 2026 at 17:14
Naciones Unidas aboga mayoritariamente por el fin del embargo económico estadounidense contra Cuba, aunque la presión de la Administración Trump llevó a que 35 países retiraran su apoyo a la resolución, entre ellos Colombia, Argentina o Ecuador. Entretanto, Alemania e Italia se abstuvieron de votar por primera vez en años, mientras que Venezuela no participó de la sesión, en la que se registraron insultos y forcejeos.

Bolsonaro llega a Estados Unidos junto a su familia

Flávio Bolsonaro llegó este miércoles a Miami tras salir de Brasil vía Argentina y Ecuador y una orden judicial que le prohibía abandonar el país y la cancelación de su pasaporte. Su llegada se produjo en medio de la controversia por su derrota electoral.

Análise: “Vizinhos” esperam papel propositivo do Lula 4 na política externa

27 October 2026 at 23:57

No quarto mandato do presidente Lula (PT), os aliados do Brasil na América Latina parecem exigir uma postura diferente por parte do petista.

Lula tem um histórico, vindo desde 2002 quando, ao tomar o poder, teve de enfrentar uma agenda nova: a da integração regional das Américas, a partir de uma relação aprofundada com os Estados Unidos e com as 34 democracias do continente; além da cristalização da ALCA (Área de Livre Comércio das Américas).

Mas o governo petista, na época, escolheu a política externa como um lugar para uma pauta ideológica. Com isso, o bloco comercial não foi para frente, o Brasil passou a antagonizar posturas com os americanos e dificultou-se a possibilidade de maior dinamismo das economias do hemisfério.

Esses aspectos parecem ser águas passadas. Estamos em um novo mundo, 24 anos depois. Agora, a China passa a ser um ator mais do que relevante: é essencial para o Brasil. É o principal mercado para as exportações brasileiras, um grande fornecedor de bens industriais e de insumos ao agro.

Já os Estados Unidos querem ser, declaradamente, a potência do hemisfério – por acreditarem que a região faz parte de uma zona de influência e dominação americana.

Ainda há pouca clareza sobre como será conduzida a política externa de um Lula 4. Contudo, o mais interessante foi a reação dos países vizinhos, especialmente sul-americanos, que têm governos de direita e guardavam até mesmo uma expectativa de uma mudança no Brasil.

Ao perceberem a vitória do presidente Lula, se apressaram em parabenizar o petista, em estabelecer diálogo e estimular os brasileiros a assumirem um papel mais ativo localmente.

Colômbia, Paraguai, Bolívia e Peru – com exceção da Argentina, que ainda está reticente – reconheceram as eleições e felicitaram o petista. Mas, especialmente, quase pediram ao Brasil implicitamente, sutilmente, para que assuma um papel mais propositivo na região.

Isso ocorreria por duas razões: uma é a decorrência natural do Brasil ser o maior país, a maior economia regional – logo, o maior influenciador do que se faça regionalmente. A segunda vem pela necessidade de um espécie de contrapeso, um balanceamento, frente a agenda de Donald Trump.

O novo governo Lula vai abraçar essa oportunidade? Ela está pronta, fácil. Basta ter alguma pauta que diga respeito a todos os nossos vizinhos, mirando um caminho promissor para as relações internacionais e ao novo Planalto.

*Alberto Pfeifer é coordenador-geral do grupo de Defesa, Segurança e Inteligência da USP (Universidade de São Paulo) e pesquisador de Geopolítica do Insper Agro Global. Foi diretor de Projetos Especiais e de Assuntos Internacionais Estratégicos da Presidência da República. Este texto foi transcrito em primeira pessoa de análise em vídeo para o WW.

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