Uma equipa onde vale mais cair em graça do que ser engraçado

© Getty Images

© Getty Images
O ator norte-americano, de 55 anos, sucede a Jonathan Bailey, que recebeu o mesmo título no ano passado. Com uma carreira de mais de três décadas, Noah Wyle destacou-se em séries como "ER - Serviço de Urgência" e no mais recente sucesso "The Pitt", que já lhe valeu o Emmy de Melhor Ator Principal numa Série Dramática.


© Getty Images
O ator Jônatas Faro, 39, posou ao lado do namorado, o economista Paulo Mesquita, de 46, dias após deixar “A Fazenda 18”. Na noite de terça-feira (27), eles apareceram reunidos com alguns amigos em um quiosque na Praia do Leblon, na Zona Sul do Rio.
O ex-galã da “Malhação” e “Chiquititas” desistiu da competição na última quinta-feira (22). Durante o confinamento, ele chegou a abordar o relacionamento com o economista, com quem está há cerca de dois anos.
No início de outubro, Jônatas Faro contou para outros confinados que fez um acordo com Paulo Mesquita antes de entrar no reality.
“Eu falei para ele: ‘Se você assistir a alguma coisa [no programa] que não te agrade, pode seguir [em frente]. Juro. Eu sou esse cara”, afirmou o ex-galã da TV Globo.
Na vida pessoal, o ator foi casado com a também atriz Danielle Winits, entre dezembro de 2010 e março de 2011. Eles se separaram pouco antes do nascimento do filho do casal, que se chama Guy, 15.
Após a desistência do reality da Record TV, o perfil oficial do ex-peão afirmou que ele “não ultrapassou seus limites”. “Fica o carinho por tudo o que viveu até aqui e a certeza de que essa experiência é apenas um capítulo de uma história que continua aqui fora”, disse.
Veja a foto:

“A Fazenda 18” reúne cinco ex-integrantes de “Chiquititas”; conheça
*Publicado por Mariana Valbão, da CNN Brasil
Uma falha informática no sistema de segurança ferroviária, seguida de possíveis erros humanos no centro de controlo, poderá estar na origem da colisão entre dois comboios de alta velocidade em Espanha. Segundo o Governo espanhol, o operador do centro de controlo terá passado cerca de 17 minutos a ver, nos ecrãs, que os dois comboios estavam em rota de colisão, sem dar qualquer ordem para travar.


© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA
Cofundadora do sindicato United Farm Workers e autora do lema "Sí, se puede", Huerta marcou décadas de luta pelos direitos dos trabalhadores agrícolas nos Estados Unidos.

A Jerónimo Martins reportou esta quarta-feira lucros de 414 milhões de euros nos primeiros nove meses de 2026, o que representa uma queda de 14,5% em comparação com o mesmo período do ano passado. Apesar da descida no resultado líquido, a faturação cresceu, incluindo a que vem do negócio em Portugal.
As vendas da dona da cadeia de supermercados Pingo Doce e do cash & carry Recheio fixaram-se em 27,8 mil milhões de euros, mais 4,8% em termos homólogos, de acordo com o relatório financeiro divulgado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
O grupo liderado por Pedro Soares dos Santos viu também o lucro operacional (EBITDA) subir 7,6% para 1,9 mil milhões de euros com a respetiva margem a fixar-se nos 7%, acima dos 6,8% nos mesmos nove meses do ano passado.
No contexto destes números está uma desaceleração do ritmo de aumento dos preços. “O período foi particularmente marcado pela pressão sobre os preços alimentares na Polónia e pela acentuada procura das famílias por preços baixos e promoções“, disse o CEO da Jerónimo Martins, na mensagem publicada no relatório e contas.
Segundo a Jerónimo Martins, estes nove meses “decorreram num ambiente de elevada incerteza geopolítica, marcado, no retalho alimentar, por desinflação – que, na Polónia, passou a deflação -, pelo foco mais forte dos consumidores em preços baixos e promoções, pela grande intensidade concorrencial, e pelo aumento dos custos relacionados com os combustíveis”.
No caso do Pingo Doce, destacou-se pela positiva, porque as vendas aumentaram 4,1% para 4,1 mil milhões de euros, com um Like for Like (LfL, vendas comparáveis sem efeitos de encerramentos e aberturas de lojas) de 2,4%. Já o compatriota Recheio manteve as vendas estáveis em 391 milhões de euros, com um LFL de -1,6%.
O ‘carrinho’ mais pesado da retalhista portuguesa, a cadeia Biedronka da Polónia – que, entretanto, expandiu para a Eslováquia – registou vendas de 18,9 mil milhões de euros (+0,7%) e um LFL de -0,4%. No entanto, o negócio na Colômbia ainda sobressaiu mais, com o crescimento da Ara a dois dígitos. “Em moeda local, as vendas aumentaram 20,6%, impulsionadas por um LFL de 8,2%. Em euros, atingiram 3,2 mil milhões no período, correspondendo a um crescimento [homólogo de 37,9%”, lê-se no documento.
![]()
"Entramos agora na fase final do ano determinados a concretizar uma forte época de Natal e Ano Novo. Embora o ambiente competitivo se mantenha muito exigente e não se espere o alívio da pressão dos custos com combustíveis sobre os negócios e sobre os rendimentos das famílias, as nossas equipas estão preparadas e focadas em garantir que temos as melhores ofertas aos melhores preços, enquanto continuam a trabalhar para proteger a eficiência dos modelos de negócio.
”
Na bolsa de Lisboa, as ações da Jerónimo Martins fecharam a sessão desta quarta-feira com uma desvalorização de 1,60% para 17,83 euros cada.
Notícia atualizada às 18h06 com mais informação
A atriz Sophia Bush, 44, revelou detalhes sobre o fim do casamento com o ator Chad Michael Murray, 45, após descobrir uma traição. Eles se conheceram nos bastidores da série “One Tree Hill” e foram casados por cinco meses, no ano de 2005.
No livro de memórias “And I Will Tell You Mine: Notes from a Life in Progress” (“E eu lhe contarei a minha: Notas de uma vida em progresso”, em tradução livre), a atriz disse que descobriu todas as traições do ex-marido após ligar para um amigo próximo dele, que não compareceu ao casamento dos dois.
Meses após a cerimônia, Sophia Bush resolveu entrar em contato para saber o que havia acontecido, já que o amigo de Murray seria um dos padrinhos do casal. “Ele suspirou e perguntou por que eu não tinha ligado antes”.
“E então ele me contou. Tudo o que sabia sobre todas as garotas. Garotas que eu conhecia e muitas que não conhecia”, relatou.
A estrela de “One Tree Hill” afirmou que ficou extremamente abalada com as revelações. “O número e os detalhes não são importantes agora. Mas, na época, eram chocantes. Inimagináveis, de verdade. E brutais”.
Sophia Bush também contou que descobriu que outra mulher morava na casa do então marido, em Los Angeles, ao mesmo tempo em que ela o conheceu, na Carolina do Norte.
“Não era uma ex completamente maluca que tinha aparecido sem avisar. Era outra parceria. Então, foi-se o cara solteiro e bonitinho do trabalho”.
Apesar do divórcio, Sophia Bush e Chad Michael Murray seguiram contracenando na produção até a saída do ator, em 2009. Bush seguiu na série até a última temporada, em 2012.
“Olhando para trás, agora vejo as ‘red flags’ (‘bandeiras vermelhas’). Naquele momento, não via”, descreveu a atriz sobre o relacionamento. “O amor existe em tempo real, e, na sua ausência, todas as coisas que ele ofusca ficam mais claras. Olhar para trás é uma desgraça”, concluiu.
Os dois se conheceram nos bastidores de “One Tree Hill”, em 2003, e ficaram noivos em maio de 2024. Eles se casaram em uma cerimônia íntima em Santa Monica, na Califórnia, em abril de 2005. A separação foi anunciada em setembro do mesmo ano.
Atualmente, a atriz é casada com a ex-jogadora de futebol, Ashlyn Harris, 40. Já Chad Michael Murray é casado com a atriz Sarah Roemer, com quem tem três filhos.
Ex de Glen Powell comenta rumores de traição com Sydney Sweeney: “Arrasada”
*Publicado por Mariana Valbão, da CNN Brasil
Mais de um ano após a tragédia do Elevador da Glória, a seguradora Fidelidade contesta a indemnização de cerca de um milhão de euros pedida pela família de Ana Paula Lopes, uma das 16 vítimas mortais. Alega que o acidente era previsível, que o ascensor não podia ser considerado "um meio de transporte altamente fiável" e que tanto o sofrimento da vítima como a perceção de que iria morrer duraram menos de um minuto.

O avião que supostamente estaria transportando o candidato derrotado à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aos Estados Unidos pertence à empresa Baires Fly, comandada pelo empresário argentino Luis Grande.
Segundo dados do rastreador de voos FlightAware, a aeronave de matrícula LV-JQW partiu de Guayaquil, no Equador, e está prevista para pousar às 10h18, no horário de Brasília, no Aeroporto Executivo de Miami-Opa Locka, nos Estados Unidos.
Segundo a Direção Nacional de Migrações da Argentina, órgão oficial de imigração do país, Flávio cruzou a Ponte Internacional Tancredo Neves, que liga Foz do Iguaçu (PR) a Puerto Iguazú, na província de Misiones, por volta de 22h50. O senador estava acompanhado da mulher, Fernanda Bolsonaro, e das filhas.
A Migrações afirma que os quatro apresentaram documentação de viagem válida, sem nenhum impedimento legal para a entrada no país, e que não houve incidentes.
Ainda de acordo com o órgão, às 23h30 a comitiva embarcou em um voo privado da Baires Fly. O destino informado no plano de voo era Guayaquil.
A Baires Fly também já foi usada pelo presidente argentino Javier Milei. Em sua primeira viagem internacional após ser eleito, em novembro de 2023, Milei viajou em um jato Gulfstream V (matrícula LV-KAX), da Baires Fly, para Nova York e Washington, segundo a imprensa argentina relatou na época. Aliados do presidente, como sua irmã e secretária-geral, Karina Milei, e o ministro da economia, Luis Caputo, também estavam a bordo da aeronave.
De acordo com o jornal argentino La Nacion, o nome da Baires Fly também apareceria em operações financeiras investigadas no âmbito de uma acusação criminal contra Sergio Mastropietro, empresário de aviação investigado como peça-chave em um esquema de superfaturamento na Agência Nacional de Deficiência (ANDIS) e apontado como administrador oculto da empresa.
O escândalo envolvendo o suposto superfaturamento e lavagem de dinheiro da ANDIS abalou a política argentina e levantou suspeitas sobre nomes próximos ligados a Milei, como o ex-diretor da agência, Diego Spagnuolo, e a própria irmã e secretária-geral do presidente, Karina Milei. O caso ainda não foi concluído e segue em andamento na Justiça argentina.
A CNN Brasil entrou em contato com a Baires Fly para confirmar se Flávio Bolsonaro de fato embarcou na aeronave LV-JQW, além de verificar quem contratou e pagou pelo frete da aeronave, mas ainda não obteve resposta.
A Defesa Civil de São Paulo emitiu um alerta para a possibilidade de temporais entre esta quarta (28) e quinta-feira (29). A previsão inclui chuvas em diferentes regiões do estado e riscos de alagamentos, enxurradas, aumento do nível de rios e córregos e deslizamentos de terra.
Nesta quarta, as pancadas devem se concentrar principalmente nas regiões norte e noroeste paulista. A chuva pode variar de moderada a forte intensidade, acompanhada de raios e rajadas de vento, sobretudo durante a tarde e a noite.
Já na quinta, a previsão é de que a instabilidade alcance uma área maior do território paulista. As regiões norte, central e noroeste exigem atenção especial, devido à possibilidade de chuva persistente e volumes elevados de precipitação. Também há previsão de raios, rajadas de vento e eventual queda isolada de granizo.
Nas demais áreas do estado, incluindo a Grande São Paulo e a Baixada Santista, são esperadas chuvas de moderada a forte intensidade. A nebulosidade mais intensa, principalmente na quinta, deve contribuir para temperaturas mais amenas, com sensação de frio em algumas localidades.
Diante da previsão, a Defesa Civil recomenda que a população evite áreas de risco e acompanhe os comunicados oficiais. Durante alagamentos, a orientação é não atravessar ruas inundadas ou trechos com correnteza, seja a pé ou de veículo. A força da água pode arrastar pessoas e automóveis.
Também é recomendado manter distância das margens de rios e córregos, procurar abrigo seguro durante tempestades com raios e evitar permanecer em áreas abertas ou sob árvores. Em regiões de encosta, a população deve observar possíveis sinais de deslizamento, como rachaduras no solo e nas paredes, inclinação de árvores ou postes e surgimento de água barrenta.
Os alertas da Defesa Civil podem ser recebidos gratuitamente por SMS. Para se cadastrar, basta enviar o CEP da residência para o número 40199.
Em situações de emergência, os telefones disponíveis são o 199, da Defesa Civil, e o 193, do Corpo de Bombeiros.
O estado de São Paulo já totaliza 13 mortes em decorrência das chuvas ocorridas entre setembro e outubro deste ano. Os últimos cinco casos ocorreram entre sábado (24) e segunda (26), nos municípios de Jundiaí, na Grande São Paulo; e Pinhalzinho e Ourinhos, no interior paulista.
O balanço da Defesa Civil aponta que, entre 14 de janeiro, quando foi notificada a primeira morte, até 26 de outubro, 26 pessoas já morreram por causa de quedas de árvore, enxurradas, desabamentos, descargas elétricas ou deslizamentos de terra.
Ventos extremos: diferenças entre tornado, ciclone, furacão e tufão
*Sob supervisão de Carolina Figueiredo
Valentina Paloma Pinault (Los Ángeles, 2007) ha tenido casi todo al alcance de la mano desde la cuna. Las grandes mansiones, las fiestas de Hollywood, los desfiles reservados a unos cuantos privilegiados y los armarios donde se acumulan algunas de las prendas más exclusivas del mundo forman parte de su biografía. Su madre es Salma Hayek, una de las actrices mexicanas más internacionales, y su padre, François-Henri Pinault, preside Kering, el conglomerado francés propietario de firmas como Gucci, Balenciaga, Saint Laurent o Bottega Veneta. Pero a sus 19 años, la joven prefiere unos vaqueros de segunda mano que cualquiera de sus privilegios.
Es la joven más codiciada de la alta sociedad británica, según la clasificación anual Little Black Book de la revista "Tatler", que selecciona a los 200 solteros más deseados de Reino Unido. Comparte el primer puesto con Henry Pollock, una de las estrellas emergentes del rugby inglés, con quien posa en la portada del número de diciembre, enfundada en un vestido dorado de Gucci. Valentina releva a Lady Araminta Spencer-Churchill, descendiente de Winston Churchill y de los duques de Marlborough.
Valentina nació el 21 de septiembre de 2007 en Los Ángeles, dos años antes de que sus padres contrajeran matrimonio. Creció entre Estados Unidos, Francia y México, familiarizada desde pequeña con los fotógrafos, los grandes estrenos y las celebraciones de sociedad.
A los seis años ya acompañaba a su padre al Festival de Cannes y a los once había asistido a sus primeros desfiles de Gucci o Bottega Veneta. Su presentación mediática más significativa llegó en 2022, cuando apareció junto a Salma Hayek en la portada de Vogue México. Madre e hija compartieron una entrevista en la que quedó patente su complicidad y también la personalidad independiente de la adolescente. La actriz confesó entonces que desde muy pequeña Valentina no le permitía elegir su ropa.
Su abuelo paterno, François Pinault, construyó el grupo empresarial que su padre convirtió en uno de los gigantes mundiales del sector. Sin embargo, ella ha optado por un itinerario académico propio. Actualmente cursa segundo año de Medios Digitales y Cultura en el King's College de Londres, después de plantearse estudiar Política o Filosofía e incluso ingresar en una universidad estadounidense.
La capital británica le ha permitido una vida independiente de la celebridad de sus padres. Le gustan los mercadillos de Portobello, donde busca ropa vintage y objetos antiguos para decorar su apartamento, situado cerca de Waterloo. Entre sus adquisiciones más extravagantes figura una vieja raqueta de tenis de madera que ha colgado en una pared sin ninguna finalidad práctica.
También prefiere los pubs y los locales alternativos a los exclusivos clubes privados de Chelsea. Es aficionada a los festivales de música, especialmente Glastonbury, y ha acudido también a Coachella y Primavera Sound.
En una entrevista reciente con "Tatler", reconoce que los desfiles de moda todavía la intimidan. Prefiere asistir acompañada por su hermana mayor Mathilde Pinault, con quien mantiene una relación muy estrecha. Mathilde es hija del primer matrimonio de François-Henri con Dorothée Lepère. Tiene otros dos hermanos por parte de padre. François Pinault, también hijo de Dorothée, y Augustin James, nacido de la relación del empresario con la supermodelo Linda Evangelista.
No dispone de una cuenta pública de Instagram conocida. No le preocupa que se conozcan determinadas facetas de su vida, pero rechaza la posibilidad de que desconocidos vigilen sus movimientos y opinen continuamente sobre sus decisiones. Y aunque ha participado en sesiones fotográficas y acude a acontecimientos relacionados con las firmas familiares, todavía no ha anunciado una carrera consolidada en la interpretación ni en la moda.
En su entrevista de 2022 con Vogue México contó que colaboraba como voluntaria en un comedor social, una experiencia que le enseñó a escuchar las historias personales de quienes viven en la calle.


© AP
Carlos III ha comenzado su viaje por el Caribe con una deuda histórica sobre los hombros. Aterrizó el martes en Bahamas dispuesto a tender puentes con las antiguas colonias del Imperio, pero sin cruzar la línea que separa el reconocimiento del daño de una disculpa formal. Admitió el «gran sufrimiento y las injusticias del pasado», en referencia a la esclavitud, aunque evitó pronunciar las palabras que llevan años reclamando numerosos dirigentes caribeños: perdón y reparación.
Pronunció su primer discurso en Clifford Park, en Nassau, el mismo lugar donde en 1973 asistió como príncipe de Gales a las celebraciones de la independencia de Bahamas, Carlos III se dirigió a más de un millar de escolares y jóvenes. Allí recordó que buena parte de la riqueza cultural del país había surgido de uno de los capítulos más oscuros de su historia.
"Es justo que reconozcamos el gran sufrimiento y las injusticias del pasado", declaró. Elogió además la capacidad de las generaciones de bahameños para transformar aquella dolorosa herencia en una cultura llena de vitalidad y esperanza. Sus palabras fueron recibidas con aplausos, pero también con cierto escepticismo. Mientras una multitud le daba la bienvenida, algunos manifestantes reclamaban compensaciones por los siglos de explotación colonial. El Comité Nacional de Reparaciones de Bahamas consideró insuficiente su discurso y recordó que reconocer el sufrimiento no equivale a asumir responsabilidades.
La visita, de nueve días, se presenta como una de las pruebas diplomáticas más delicadas de su reinado. Después de Bahamas, Carlos III viajará a Guyana y posteriormente a Antigua y Barbuda, donde se reunirá con la reina Camila para participar en la cumbre de jefes de Gobierno de la Commonwealth, organización que agrupa a 56 países.
La cuestión de las reparaciones amenaza con eclipsar los objetivos oficiales del viaje, centrados en las relaciones internacionales, la juventud y la protección medioambiental. Los países del Caribe llevan años reclamando al Reino Unido que reconozca su responsabilidad en la trata transatlántica de esclavos. Millones de africanos fueron deportados forzosamente a las colonias europeas y sometidos a trabajos en plantaciones de azúcar, algodón y otros cultivos que contribuyeron al enriquecimiento de las metrópolis.
La Comunidad del Caribe, CARICOM, quiere que las reparaciones ocupen un lugar destacado en la próxima cumbre. Las reclamaciones abarcan desde una disculpa oficial hasta medidas de compensación, inversión educativa, cooperación sanitaria y programas de desarrollo.
El presidente de Guyana, Irfaan Ali, ha defendido que, después de reconocer la gravedad de la esclavitud, el siguiente paso debería ser una disculpa formal. La secretaria general de la Commonwealth, Shirley Botchwey, también ha considerado deseable ese gesto.
Pero Buckingham Palace ha dejado claro que Carlos III no lo dará. Como monarca constitucional, debe actuar siguiendo las recomendaciones del Gobierno británico, que mantiene su negativa a ofrecer reparaciones económicas por acontecimientos históricos. La posición coloca al Rey en una situación comprometida.
No es la primera vez que Carlos III aborda el pasado esclavista británico. En 2021, durante la ceremonia que convirtió Barbados en una república, habló de las atrocidades de la esclavitud y de la huella que habían dejado en la historia. Un año después, en Ruanda, reconoció su necesidad personal de comprender mejor las consecuencias de aquel sistema.
Ahora, como Rey y jefe de la Commonwealth, sus palabras tienen un significado político diferente. Durante su estancia en Guyana está previsto que visite lugares vinculados a la explotación colonial, entre ellos una antigua plantación azucarera y un espacio relacionado con la ejecución de personas esclavizadas.
Aprovechará igualmente el viaje para insistir en el cambio climático, una de sus preocupaciones históricas. En Bahamas recordó la vulnerabilidad de las islas ante la subida del nivel del mar y pidió a los jóvenes que participaran en la protección del planeta.


© AP


© IG


© AP


© AP
La crisis francesa se extiende por Europa, incluida España. Más allá de la violencia callejera, la crisis de deuda amenaza con poner en jaque al continente e incluso al mundo desarrollado. Esta situación deriva del hundimiento de los dos grandes partidos, el Partido Socialista y Los Republicanos, y pone en peligro la democracia liberal, cuya paternidad Francia reivindica desde la Ilustración.

Acompanhe-nos nesta história: a decisão de comprar e vender uma empresa está tomada, os assessores foram contratados, os interessados apareceram e um dos candidatos começou a negociar em exclusivo. No entanto, o champanhe nem chega a ser posto no frio, porque o calendário vai-se arrastando e existem cada vez mais discrepâncias entre comprador e vendedor – a maior parte das vezes sobre o preço. O relato podia ser dado por vários empresários em Portugal, mudando apenas o nome de cada um.
O mercado das fusões e aquisições (M&A) tem sido marcado por vários revés que, por vezes, são suficientes para deitar abaixo meses de trabalho conjunto para tentar encontrar a melhor solução para um casamento de negócios. Ainda esta segunda-feira falhou o acordo entre a Galp Energia, o fundo soberano de Abu Dhabi (Mubadala Investment Company) e o grupo Carlyle – acionistas da Moeve – que visava fundir as divisões de refinação e distribuição.
Certo é que não é exemplo único em Portugal, onde só nos últimos meses assistimos ao adiamento da venda da concessionária de águas Indaqua, porque os potenciais compradores pediram informações adicionais antes de apresentarem as suas propostas vinculativas, que estavam previstas para julho, como noticiou a agência Bloomberg. A passo de caracol segue também a venda da Logoplaste, iniciada há mais de um ano, e sem data prevista para a assinatura, embora o candidato favorito (KKR) tenha sido selecionado. Por água abaixo foram igualmente as conversas entre os espanhóis do Cajamar e o Banco CTT.
No caso da Galp, os co-CEO João Diogo Marques da Silva e Maria João Carioca explicaram que a fusão “simplesmente não se concretizou”, porque não conseguiram “chegar a um acordo sobre uma parceria que criasse valor”, embora continuem “abertos a oportunidades”, que só irão concretizar “em condições que criem claramente valor a longo prazo para os nossos acionistas”, tendo em conta que “a disciplina de capital no que diz respeito à valorização é inegociável”.
Como relata o ECO sobre os bastidores, no cerne da divergência entre os donos das petrolíferas ibéricas estiveram diferentes perceções sobre quanto valem os ativos da Galp na refinação e na distribuição de combustíveis. Ou seja, a Galp recebeu este mês de outubro a proposta financeira da Moeve para a fusão dos negócios downstream (refinação) das duas empresas em Portugal e Espanha e rejeitou-a sem margem para dúvidas, porque não terá visto representado o valor justo dos seus ativos de refinação e distribuição.
Cada empresa e setor tem as suas particularidades, mas o fenómeno explica-se por vários fatores de mercado. Há, essencialmente, quatro razões: os compradores estão mais criteriosos devido ao aumento do custo de capital (reflexo da subida das taxas de juros e da inflação) e à forte concorrência; os processos de due diligence (quer legal quer financeira, comercial ou operacional) estão mais complexos e demorados; há maior escrutínio regulatório; e desalinhamento de preço entre as partes.

O advogado Manuel Cordeiro Ferreira refere que este problema, além de ser comum a outras geografias, se deve ao facto de o mercado português ter uma dimensão reduzida. “Essas transações têm um enterprise value muito relevante, portanto quando se fazem – ou quando não se fazem – têm um impacto desproporcionado no mercado. São muito chamativas tanto quando se concretizam como quando se atrasam ou caem”, afirma o sócio de Societário/M&A e Mercado de Capitais da Pérez-Llorca.
Há uma tendência global de desaceleração das operações de M&A à qual Portugal não fica imune. Não é exclusivo, porque tanto Espanha como França, Alemanha, Itália ou Reino Unido são mercados onde vemos as operações de M&A a não se concretizarem ao ritmo que se concretizavam e algumas delas a cair.
Ainda assim, Manuel Cordeiro Ferreira explica que esta trajetória não é 100% uniforme entre os países, porque nos Estados Unidos, por exemplo, têm sido assinadas operações – equivalentes a megadeals na Europa – de forma rápida, como se viu com a aquisição da Warner Brothers pela Paramount, numa economia mais pró-promoção do liberalismo económico e da desregulamentação.
Deste lado do Atlântico, há dois ou três anos, com uma due diligence de qualidade encomendada só pelo vendedor, os assessores jurídicos poderiam logo focar-se nos contratos e, atualmente, mesmo com essa diligência prévia, tem sido “impensável” avançar para processos competitivos sem os compradores fazerem a sua auditoria completa, relatam os advisors contactados pelo ECO, alguns dos quais que pediram para não serem identificados.
“No pós-Covid tivemos uma vaga de transações, porque havia uma necessidade de fazer o investimento que ficou parado. O dry powder continua lá, mas os investidores estão mais exigentes, menos dispostos a assumir determinados riscos de médio e longo prazo (reputacionais, por algum tipo de contencioso, ou de capacidade de geração de caixa) e mais preocupados com a resiliência a fatores endógenos, como regulatórios, e exógenos, como guerras e distúrbios nas cadeias de fornecimento”, relata o sócio da Pérez-Llorca.
O investidor Bernardo Marques dos Santos, sócio da Qualitas Funds, corrobora a ideia de que “o problema não é nosso”, mas sim transversal. “Hoje há muita incerteza relativamente aos juros, ao impacto que a inteligência artificial terá em setores como os dos serviços e o capital está mais caro”, começa por dizer, lembrando que Portugal “é um mercado pequeno”, onde há poucas empresas com um enterprise value superior a 500 milhões de euros.
“Algumas transações falham talvez até mais por restrições que o Governo faça a essas consolidações, porque são setores estratégicos. Em Portugal, as que continuam a existir são muito seletivas, porque as empresas que compram querem valorizações mais baixas, o que limita um pouco a atratividade do mercado”, salienta Bernardo Marques dos Santos, ex-consultor de private equity na Bain & Company e antigo estratega de empresas na Accenture. Não é preciso ir muito longe no calendário para recordar que ainda este verão houve uma transação na banca travada pelo regulador, a do Banco Empresas Montepio e da fintech Rauva, de 35 milhões de euros.
Bernardo Marques dos Santos esclarece que a expectativa de preço dos vendedores é elevada, pois os fundos de private equity têm de entregar retornos ambiciosos, mas neste panorama macroeconómico e geopolítico já não é possível vender aos valores (múltiplos) que antes esperavam, porque o acesso à dívida também não é igual. Veja-se o fresquíssimo caso da Cetelem, a subsidiária de crédito ao consumo do grupo BNP Paribas, cuja venda se está a aproximar da fase final e para a qual os dois bancos na disputa – o neerlandês ING e o espanhol CaixaBank, que detém o BPI —apresentaram propostas iniciais que serão significativamente inferiores aos mil milhões desejados pelo vendedor, segundo os jornais Cinco Días e Expansión.
Até mesmo o unicórnio português Sword Health comprou a norte-americana Headspace Health a preço de saldo, por cerca de 250 milhões de euros, perfazendo um desconto superior a 90% comparativamente à avaliação de cerca de 2,6 mil milhões de euros que a app de saúde mental tinha tido.
As projeções sobre o desempenho dos targets são mais difíceis de sustentar num contexto volátil, o que leva investidores e assessores a reforçar a análise de investimento antes de avançar com uma decisão.
Por outro lado, o advogado João Antunes Rodrigues considera que “um maior cuidado não significa menor apetite pelo mercado português”. É apenas sinal de que há investidores que preferem esperar por maior clareza sobre a evolução dos fatores geradores de incerteza, sobretudo além-fronteiras. “A tensão geopolítica no Médio Oriente, o aumento do custo da energia, com reflexo no aumento da inflação e relacionados com o aumento das taxas de juro, traduzem-se numa maior ponderação na tomada de decisão, numa gestão de risco mais exigente e em custos de financiamento mais elevados”, recorda o associado sénior da Abreu Advogados.
Na sua opinião, estes atrasos e colapsos a que se tem assistido não devem ser interpretados per se como um sinal sobre o momento do mercado transacional, porque a negociação e ponderação, por vezes, até se “traduz em mais tempo para que as partes alinhem expectativas sobre o valor dos ativos, sobretudo nos negócios alavancados, onde o maior custo do financiamento adquire relevância na ponderação da operação”.
Left-wing streaming personality Hasan Piker sued conservative commentator Scott Jennings on Tuesday, seeking at least $72.5 million over accusations that he supported lynching black Americans.
The post Hasan Piker Hits Scott Jennings with $72.5 Million Defamation Suit over Black Lynching Accusations appeared first on Breitbart.
Prosecutors charged a former Walmart employee from Haiti with murder after he allegedly waited outside a Pennsylvania store and shot his estranged wife as she left work.
The post Report: Migrant Marriage Fraud Leads to Murder appeared first on Breitbart.
A federal appeals court refused to order California to set aside roughly 20,000 mail ballots tied to voters the Trump administration says are noncitizens.
The post Ninth Circuit Won’t Order California to Set Aside Noncitizen Ballots appeared first on Breitbart.
Vice President JD Vance said at a Michigan campaign rally that Democrat Senate candidate Abdul El-Sayed lied about being an immigrant from another continent, pointing to the candidate’s past statements about his own origins.
The post Vance Says El-Sayed Lied About Not Being Born in America appeared first on Breitbart.