Google parent Alphabet tumbles after profit disappoints, warns AI is battering its cash flow










As perspectivas para as exportações brasileiras de carne de frango seguem favoráveis apesar de um terceiro registro de Doença de Newcastle em Santa Catarina, considerando que os focos estão todos em uma mesma área e desde que o problema não se espalhe para outras regiões, avaliou um especialista do Rabobank nesta quarta-feira.
Na véspera, o Ministério da Agricultura reportou o terceiro caso da doença viral altamente contagiosa entre aves de Santa Catarina, segundo maior produtor de carne de frango do Brasil, maior exportador global do produto.
As três cidades com registro da doença — Nova Itaberaba, Coronel Freitas e Nova Erechim — em granjas de perus estão situadas dentro de um raio de aproximadamente 20 km, destacou o Rabobank, citando que importantes importadores declaram embargos a importações somente da região atingida, o que minimiza impactos para as exportações do país.
“Na minha avaliação, as perspectivas permanecem otimistas, uma vez que os acordos de regionalização devem evitar interrupções significativas nos embarques”, disse o especialista Wagner Yanaguizawa, em avaliação do banco compartilhada com a Reuters.
Ele comentou que os dados preliminares de exportação de outubro, referentes às quatro primeiras semanas, indicam que os embarques diários médios cresceram 15% em relação ao mesmo período do ano anterior, apesar de o setor estar lidando com a situação desde 18 de outubro, data de detecção do primeiro foco. Desde então, surgiram anúncios de embargos ao produto do país.
“As exportações podem enfrentar certa pressão inicial, mas é improvável que isso persista por muito tempo, desde que não surjam novos casos em áreas mais distantes do foco inicial”, acrescentou Yanaguizawa.
O especialista notou ainda que o sistema preventivo brasileiro dá mostras de que está funcionando bem, já que a detecção do vírus aconteceu antes do surgimento de sintomas nas aves, por meio de um monitoramento ativo.
“Após a confirmação do primeiro caso, em 18 de outubro, o segundo e o terceiro focos foram identificados por meio de uma vigilância intensificada, e não pelo surgimento de sinais clínicos evidentes da doença”, declarou.
Até o momento, apenas o México e a Malásia impuseram proibições em nível nacional ao frango do Brasil, enquanto China, Chile, Rússia restringiram as compras apenas do Estado de Santa Catarina, segundo Rabobank, com base em dados do governo.
Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Japão, Coreia do Sul, Filipinas, Reino Unido, Argentina, África do Sul, Egito, Canadá, Turquia e Vietnã estão entre os mercados mais relevantes que aceitaram a regionalização em nível municipal, destacou.
O setor normalmente utiliza a estratégia de redirecionar seus embarques a partir de áreas não incluídas nos embargos sanitários, o que minimiza perdas.
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Após um início de sessão relativamente calmo, as taxas dos DIs de longo prazo ganharam força no fim da manhã desta quarta-feira (28) e se firmaram em alta, na esteira da aceleração dos rendimentos dos Treasuries no exterior e do noticiário político brasileiro.
Profissionais ouvidos pela Reuters afirmaram que a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus desdobramentos, incluindo a fuga do senador Flávio Bolsonaro (PL) para os EUA, mantiveram o mercado sensível e sujeito à volatilidade.
No fim da tarde, a taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2028 estava em 14,385%, praticamente estável ante o ajuste de 14,381% da véspera. Já a taxa do DI para janeiro de 2035 estava em 15,12%, com alta de 21 pontos-base ante 14,907%.
Na segunda-feira as taxas dispararam mais de 250 pontos-base em alguns vencimentos, com os agentes reagindo negativamente à vitória de Lula sobre Flávio, o favorito da Faria Lima, na disputa eleitoral. Por trás do movimento está o receio de que, com Lula no Planalto, haja mais dificuldades para o equilíbrio das contas públicas.
Na terça-feira houve certo ajuste de baixa, com as taxas cedendo aproximadamente entre 30 e 40 pontos-base ao longo da curva.
Nesta quarta-feira as taxas alternaram altas e baixas mais cedo, mas no fim da manhã ganharam um impulso do avanço dos Treasuries antes da decisão sobre juros do Fed (Federal Reserve).
Operador ouvido pela Reuters afirmou que o mercado também pressionava para que o Tesouro Nacional promovesse nova operação de recompra de títulos, assim como ocorreu na segunda e na terça-feira, para segurar as taxas. No entanto, o Tesouro ficou fora dos negócios.
Ao mesmo tempo, as atenções seguiram voltadas para a fuga de Flávio para os EUA. O avião que transportava o senador e sua família chegou pela manhã em Miami.
Investigado em inquéritos no STF (Supremo Tribunal Federal), Flávio descumpriu a ordem para entregar seus passaportes e saiu do país dois dias depois de perder a eleição para Lula.
Profissionais ouvidos pela Reuters ao longo do dia citaram a preocupação de que a fuga de Flávio possa aprofundar os atritos entre Brasil e EUA, impactando a economia brasileira – incluindo o câmbio e as taxas de juros.
À tarde, o Federal Reserve anunciou a manutenção de sua taxa de juros na faixa de 3,75% a 4,00%, como era largamente esperado, com o Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto) dizendo que aguardará a coleta de mais informações para decidir o rumo da política monetária dos EUA.
Os rendimentos dos Treasuries demonstraram volatilidade após a decisão do Fed e durante a entrevista coletiva do chair da instituição, Kevin Warsh, enquanto no Brasil as taxas dos DIs se mantiveram em alta.
Após a máxima de 15,310% (+40 pontos-base) às 11h41, em meio ao noticiário sobre a fuga de Flávio, a taxa do DI para janeiro de 2035 fechou a sessão regular em 15,12%, já após a decisão do Fed.
No exterior, às 16h35 o rendimento do Treasury de dez anos – referência global para decisões de investimento – subia 5 pontos-base, a 5,04%.
With Israel’s election yielding no clear winner, US President Donald Trump could face prolonged uncertainty over who will lead Washington’s closest Middle East ally as he confronts challenges from Iran and Gaza across the region.
Prime Minister Benjamin Netanyahu’s right-wing bloc secured the most seats in Israel’s parliament but still lost its parliamentary majority on Tuesday, despite Trump having endorsed him against a rival alliance of parties led by hawkish former military chief Gadi Eisenkot.
While Netanyahu seemed in a stronger position, neither side was projected to have an outright path to form a new government after Israel’s first election since the Hamas-led attacks of Oct 7, 2023, and the ensuing wars in Gaza, Lebanon and Iran.
The stage appeared to be set for a period of painstaking coalition bargaining or possibly another election while Netanyahu remains in power in a caretaker capacity.
The outcome will have implications for US-Israeli relations, which have been dominated by the joint fight against Iran, stalled Gaza peace efforts and signs of eroding US public support for Israel.
The uncertainty comes at a sensitive moment for Trump, when he and Netanyahu have threatened to join in another round of attacks against Iran.
“Israeli politics can be messy,” said Aaron David Miller, a former Middle East adviser in Democratic and Republican administrations.
From the US perspective, he said, “It would be good to get some clarity, but that’s easier said than done.”
Netanyahu a consummate political survivor who has had a close but sometimes turbulent relationship with Trump dating back decades may have survived again.
He is the longest-serving Israeli prime minister and the only one the US president has ever worked with.
Eisenkot, who projected an image as a political outsider and security-minded former general during the campaign, has seen his governing chances dimmed but not extinguished. He is not known to have ever met Trump.

Some analysts say creation of a broad unity government keeping Netanyahu in power might serve Trump’s interest in a politically stable Israeli partner. But neither side has shown a willingness to take that path.
Asked whether he was going to get involved in an effort to form a Netanyahu-led unity government, Trump told Axios on Wednesday he hadn’t thought about it, adding: “I will take a look.”
Topping the list is how Trump might engage with Israel in the war against Iran, which has rocked the Middle East.
The eight-month-old conflict has disrupted global energy supplies, pushed up US gasoline prices and driven down his approval ratings, imperiling his Republicans’ control of Congress in the Nov 3 midterm elections.
Trump, in his Oct 18 endorsement, insisted he wanted Netanyahu to remain in power to help him soon “finish the job” against Iran. The president said overnight that Netanyahu, who outperformed pre-election polls, had done “very well” and that his backing had boosted the Israeli leader.
Trump has repeatedly signalled that the US and Israel could restart attacks on Iran after the midterms, with some critics, including in Israel, suggesting Netanyahu might see it as a way to bolster his political standing as caretaker prime minister.
Jonathan Panikoff, a former deputy US national intelligence officer on the Middle East, said any future Israeli leadership would likely be on the same page as Trump if he decides to escalate from the current stalemate with Israel’s regional arch-foe.

“It’s hard to imagine any real daylight between them on that point,” said Panikoff, now at the Atlantic Council think tank in Washington.
Where Netanyahu and many Israelis have sometimes differed with Trump is when he has offered concessions in now-stalled negotiations with Tehran.
No matter how Israel’s next government shapes up, there is little reason to believe there will be any sweeping shift in tough policies toward the Palestinians.
This does not bode well for breaking the diplomatic deadlock between Israel and Hamas and fully implementing Trumps Gaza peace plan following the war there.
Israel, in response to the group’s deadly cross-border attack, levelled much of the enclave and killed tens of thousands of Palestinians.
Administration officials have privately expressed frustration over what they see as intransigence by Netanyahu, who has insisted that Hamas must first disarm.

Eisenkot, who lost a son and two nephews in the Gaza war, stressed his military credentials while positioning himself as a centrist domestically during the election campaign.
He has vowed to break with Netanyahus far-right coalition allies, but not with the hawkish approach to security that has become more entrenched since the 2023 Hamas attack.
Like Netanyahu, Eisenkot opposes Palestinian statehood and says Hamas’s military wing must be destroyed.
But he has pledged to prevent violence by Israeli settlers against Palestinians in the occupied West Bank, which Netanyahus government has been accused of tolerating. Settler attacks have drawn criticism in recent weeks from US officials worried the territory could become another Middle East flashpoint.
Even as Israel’s political climate is expected to remain unsettled for some time, Trump may have to contend with what opinion polls project could be the Democrats’ takeover of one or both chambers of Congress in the midterms.
That could mean increased pressure from Democrats, whose support for Israel plunged over its conduct in the Gaza war, to curb billions of dollars in US aid and weapons supplies.
Some members of Trumps MAGA base have also become increasingly critical of Israel, accusing it of having misled Trump who campaigned for a second term on a promise to avoid foreign military interventions into believing Iran could easily be defeated.
Trump, in an interview with Axios in June, cautioned Netanyahu about Israel’s deepening international isolation, and most analysts say the trend may be irreversible, even with a new government.


O setor de soja do Brasil teme que as novas regulamentações da União Europeia contra o desmatamento (EUDR) possam reduzir as exportações de farelo de soja para o bloco, abrindo espaço para a Argentina, fornecedora concorrente, que afirma estar em melhor posição para cumprir as novas regras.
O Brasil é o maior fornecedor de farelo de soja para ração animal da UE, respondendo por cerca de metade das importações do bloco no ano passado, segundo dados da Federação Europeia de Fabricantes de Ração (FEFAC). O Brasil exportou um volume recorde de 23,3 milhões de toneladas métricas de farelo de soja em 2025.
A partir de 30 de dezembro, o EUDR exigirá que os importadores comprovem que seus produtos não estão vinculados a terras desmatadas, com penalidades significativas em caso de descumprimento.
No Brasil, extensas áreas agrícolas nos Estados do centro e do nordeste do país foram desenvolvidas em ecossistemas desmatados nas últimas décadas, enquanto as principais áreas agrícolas da Argentina estão espalhadas pelas vastas planícies dos Pampas, onde os agricultores produzem há mais de um século.
O EUDR está causando alarme no setor agrícola brasileiro, com a FEFAC alertando que os requisitos de rastreabilidade previstos nas regras poderiam excluir até 4 milhões de toneladas de farelo de soja, cerca de 17% do total das exportações.
De acordo com o último relatório da FEFAC sobre como as regras contra o desmatamento podem impactar as cadeias de abastecimento, o Brasil recebeu uma recomendação de risco “médio”, com o Estado do Mato Grosso, na região Centro-Oeste, e outros enfrentando “obstáculos estruturais e logísticos” que poderiam restringir a expansão de cadeias de abastecimento totalmente em conformidade com a EUDR.
Dante Romano, gerente de pesquisa da corretora de grãos Max Agro, com sede em Rosário, explicou que os agricultores da região central do Brasil estão a mais de 2.000 quilômetros de distância dos portos marítimos e, muitas vezes, precisam alternar entre caminhões, barcaças e trens para levar seus grãos até os terminais de exportação, o que dificulta o rastreamento das cadeias de abastecimento.
As principais áreas de produção de soja da Argentina ficam a não mais de 350 quilômetros do centro portuário de Rosário, o que torna a rastreabilidade consideravelmente mais fácil e mais barata.
Para o presidente da associação de produtores de soja do Brasil (Aprosoja), Maurício Buffon, a legislação afeta injustamente o Brasil. Ele afirmou que esforços de restauração ambiental estão em andamento em algumas regiões, mesmo enquanto novas áreas de cultivo estão sendo desenvolvidas.
“Os problemas ambientais do Brasil são muito menores do que a dimensão da nossa agricultura”, disse o presidente da Aprosoja.
A EUDR entrará em vigor poucos dias antes de Luiz Inácio Lula da Silva assumir um novo mandato como presidente do Brasil, após derrotar o candidato de direita Flávio Bolsonaro, que havia afirmado que liberaria a produção das “barreiras ambientais” e permitiria que os agricultores fizessem “o que bem entendessem” em suas terras.
“A ARGENTINA ESTÁ PRONTA”
Mais ao sul, a poderosa indústria argentina de processamento de soja está se posicionando para se beneficiar de qualquer dificuldade enfrentada pelos exportadores brasileiros no cumprimento das regras mais rígidas da UE.
“Podemos facilmente preencher essa lacuna”, disse Gustavo Idigoras, presidente da CIARA-CEC, câmara argentina de exportadores e processadores de grãos, referindo-se às possíveis perdas de exportação no Brasil, que ele estimou entre 5 milhões e 6 milhões de toneladas.
“A Argentina está pronta”, disse Idigoras, destacando o sistema de rastreabilidade VISEC do país, que acompanha a soja e a carne bovina desde a produção até a exportação e já está em pleno funcionamento.
Em sua mais recente avaliação de risco, a FEFAC atribuiu à Argentina uma recomendação de risco “baixa” para interrupções no abastecimento relacionadas ao EUDR, projetando que quase toda a safra de farelo de soja do país no primeiro semestre de 2027 atenderia aos requisitos.
Romano disse que a Argentina poderia aproveitar eventuais déficits nos embarques brasileiros. Ao mesmo tempo, afirmou ele, o Brasil pode buscar expandir as vendas para mercados alternativos, à medida que os exportadores argentinos desviam mais volumes para atender à demanda europeia.
A Argentina é a maior exportadora mundial de farelo de soja, tendo exportado cerca de 27 milhões de toneladas métricas no ano passado, das quais aproximadamente um quarto foi destinado ao Sudeste Asiático.
Os ajustes ocorrem em um momento delicado nas relações entre a UE e o Mercosul, depois que o bloco e o grupo comercial sul-americano chegaram a um acordo provisório de livre comércio em maio, após décadas de negociações.
A Argentina e o Brasil são membros do Mercosul, juntamente com o Uruguai e o Paraguai, outro importante fornecedor de soja para a indústria de esmagamento da Argentina.
A Câmara de Moagem de Grãos do Paraguai (CAPPRO) afirmou que o país possui “condições estruturais favoráveis” para atender aos requisitos europeus. Na região Oriental, onde é cultivada a maior parte da soja, uma lei aprovada em 2004 proíbe o desmatamento para uso agrícola.
Assim como a Argentina, o Paraguai recebeu uma recomendação de baixo risco da FEFAC.
(Reportagem de Maximilian Heath, em Buenos Aires, e Oliver Griffin, em São Paulo; reportagem adicional de Daniela Desantis, em Assunção)
A Rússia, maior exportadora mundial de trigo, recorreu pela primeira vez a uma rota marítima do Ártico, utilizada durante a Segunda Guerra Mundial, para exportar grãos, já que o conflito na Ucrânia paralisou o comércio no Mar Negro e as autoridades alertam para os riscos no Mar Báltico, controlado pela Otan.
A Rússia e a Ucrânia vêm atacando os portos e navios uma da outra desde o início da nova safra de grãos, em julho, paralisando o comércio agrícola do Mar Negro, outrora em franca expansão.
A Rússia, empenhada em manter seus principais clientes de grãos no Oriente Médio e na Ásia, buscou redirecionar as exportações para portos do Mar Báltico, subsidiando o transporte ferroviário a partir das férteis regiões do sul, mas também de olho nas oportunidades no Ártico.
O Porto Comercial de Murmansk e a Demetra Holding, uma das maiores empresas comerciais do país, informaram nesta quarta-feira que o primeiro carregamento de 3.400 toneladas métricas de grãos proveniente de “importantes regiões agrícolas” está sendo embarcado em um navio.
Murmansk, localizada a quase 2.000 km (1.240 milhas) ao norte de Moscou, perto da fronteira com a Noruega, pode ser acessada por águas neutras. Comboios aliados utilizaram o porto durante a Segunda Guerra Mundial para entregar mercadorias à União Soviética.
“Em um momento em que as rotas tradicionais de exportação enfrentam restrições, o Porto Comercial de Murmansk está abrindo rapidamente uma rota alternativa para os mercados externos para os agricultores russos”, afirmou o porto.
RISCOS NO MAR BÁLTICO
De acordo com dados de transporte marítimo e uma fonte do mercado, cerca de 28.000 toneladas métricas de trigo devem ser carregadas em Murmansk em um navio com destino ao porto de Casablanca, no Marrocos.
A Rússia redirecionou seu comércio principalmente para os portos do Mar Báltico, que movimentaram 1,2 milhão de toneladas em setembro, representando mais de 60% de todas as exportações marítimas de grãos. As empresas vêm adaptando terminais de fertilizantes e carvão para movimentar grãos.
Algumas autoridades do Kremlin alertaram para os riscos decorrentes de possíveis ações hostis por parte de países europeus membros da Otan na região. Todos os países com acesso ao Mar Báltico, exceto a Rússia, são membros da Otan.
As relações da Rússia com a Europa se deterioraram nos últimos meses, à medida que o Kremlin acusou os países europeus de envolvimento militar direto no conflito na Ucrânia.
Os governos europeus rejeitaram as acusações russas de que estariam diretamente envolvidos, afirmando que seu apoio militar e financeiro à Ucrânia tem como objetivo ajudar Kiev a se defender.
A Turquia, importadora de grãos da Rússia, liderou os esforços para estabelecer um cessar-fogo e retomar os embarques no Mar Negro, mas a Rússia afirmou que não está mais interessada em um novo acordo sobre grãos do Mar Negro.
A Turquia e as Nações Unidas ajudaram a mediar a Iniciativa dos Grãos do Mar Negro, que foi acordada em julho de 2022 para permitir a exportação segura de grãos ucranianos pelo Mar Negro.
A Rússia se retirou do acordo em 2023, alegando que suas próprias exportações de alimentos e fertilizantes enfrentavam obstáculos.




A Heineken precisa de maior responsabilização e de uma cultura de desempenho mais sólida para alcançar um crescimento consistente, afirmou o presidente-executivo Rafael Oliveira nesta quarta-feira, em sua primeira declaração desde que assumiu o comando da cervejaria holandesa neste mês.
Oliveira sucedeu Dolf van den Brink, que renunciou inesperadamente em janeiro, poucos meses após divulgar uma estratégia renovada e novas metas para a segunda maior cervejaria do mundo, deixando um ponto de interrogação sobre seus planos.
A fabricante das marcas Heineken, Tiger e Sol registrou um crescimento de mais de 4% tanto na receita quanto nos volumes no terceiro trimestre, superando confortavelmente as previsões dos analistas, impulsionada pela forte demanda na Ásia.
Mas Oliveira, que enfrenta pressão dos investidores para acelerar o crescimento das vendas, melhorar a eficiência e aumentar os retornos, disse que a empresa nem sempre estava aproveitando as oportunidades de crescimento ou conquistando clientes quando deveria.
“Há mais a ser feito para aprimorar a execução, acelerar o ritmo e construir uma cultura de desempenho mais sólida, com maior responsabilização em toda a empresa”, disse ele em comunicado, acrescentando que suas primeiras impressões tinham sido positivas no geral.
Oliveira disse que apresentaria seus planos para a Heineken com mais detalhes quando a empresa divulgar os resultados do ano inteiro, em fevereiro.
Analistas esperavam um crescimento orgânico de volume de 2,9% e um crescimento da receita de 3,5%.
A cervejaria superou as expectativas em grande parte devido a um forte desempenho na Ásia-Pacífico, onde os volumes aumentaram 17,3%, impulsionados pelo crescimento no Vietnã e na Índia.
A Heineken também afirmou que o crescimento foi impulsionado por suas principais marcas globais e prioridades estratégicas, incluindo cervejas com baixo teor alcoólico ou sem álcool e produtos premium.
A Stellantis divulgou nesta quarta-feira (28) um aumento no lucro operacional do terceiro trimestre e afirmou que seu programa de corte de custos estava ganhando ritmo, reforçando as expectativas de um quarto trimestre mais sólido e levando as ações da montadora a uma alta de mais de 6%.
O grupo franco-italiano afirmou que seu Programa de Criação de Valor, um plano de redução de custos e aumento de eficiência em todo o grupo lançado este ano pelo presidente-executivo Antonio Filosa, estava ganhando força rapidamente, com benefícios visíveis no terceiro trimestre.
“Continuamos no caminho certo para implementar pelo menos 40% do total de 6 bilhões de euros em ganhos de eficiência até o final deste ano”, disse Filosa em comunicado.
A fabricante da Fiat e da Jeep disse que espera obter economias no quarto trimestre na “ordem de centenas de milhões de euros”, ou cerca de 500 milhões de euros (US$ 556 milhões), aproximadamente o dobro do valor alcançado no período de julho a setembro.
As ações do grupo, listadas na Bolsa de Milão, registravam alta de 5,8%.
A Stellantis também confirmou suas previsões para 2026 e uma meta muito aguardada de retornar à geração de fluxo de caixa positivo em 2027.
No terceiro trimestre, o lucro ajustado antes de juros e impostos da Stellantis subiu para 256 milhões de euros, ante 90 milhões de euros no mesmo período do ano anterior.
Esse valor ficou acima da previsão de 191 milhões de euros de uma pesquisa da Reuters com analistas, que se preparavam para um trimestre fraco antes de um desempenho mais forte esperado na reta final do ano.
A receita do terceiro trimestre permaneceu praticamente inalterada em 37,6 bilhões de euros, com ligeiros aumentos na Europa e na América do Sul e uma queda de 3% na América do Norte, que historicamente tem sido o mercado mais lucrativo da Stellantis.






Brazilian Senator Flavio Bolsonaro and his family arrived in Miami on Wednesday, where the United States government would grant them entry visas after he refused to comply with a Brazilian Supreme Court order to surrender his passports.
Bolsonaro, who lost last Sunday’s presidential election to leftist incumbent Luiz Inacio Lula da Silva, left Brazil under a shroud of secrecy after the court order, which relates to a money-laundering investigation in which he denies wrongdoing.
Images showed Bolsonaro, his wife and two daughters disembarking from a Gulfstream G400 and heading into Miami’s Opa-Locka Executive Airport.
Their journey to the United States captured attention across the region. They entered northern Argentina late on Tuesday evening, according to the country’s migration department, and then took a private jet to the Ecuadorean city of Guayaquil. From there, they flew to Miami.
Neither Argentina’s presidency, Ecuadorean ministries nor Baires Fly, the operator of the private jet, responded to requests for comment.
Bolsonaro’s departure threatens to deepen a rift between the two most populous nations in the Americas.
Lula has accused Washington of colluding with the Bolsonaro family to help return them to power. Ahead of Sunday’s election, Reuters reported on a US State Department campaign to restore the Bolsonaros to office.
Trump told reporters on Wednesday that he would approve of Bolsonaro coming to the United States, after his State Department said it would give them entry visas.
Trump has previously alleged that Flavio’s father, former president Jair Bolsonaro, was a victim of judicial persecution in Brazil.
Jair Bolsonaro also travelled to the United States after refusing to concede defeat to Lula in 2022, during Joe Biden’s presidency. He eventually returned to Brazil but was later sentenced to 27 years in prison for plotting a coup after supporters stormed government buildings in Brasilia.
Flavio Bolsonaro had been widely expected to win Sunday’s election but suffered a shock defeat.
Bolsonaro, who loses his immunity from prosecution when his Senate term ends in February, said on Monday after the order to hand in his passports that he had no plans to flee.
“I have never thought about leaving the country,” he said. “I will hand over my passports and defend myself against this travesty, which is a clear attempt to intimidate me.”




