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Jetour G700 Ark Edition prova capacidade anfíbia em testes reais na China

29 October 2026 at 14:00

O Jetour G700 Ark Edition, SUV híbrido plug-in, concluiu com sucesso um teste de navegação na água, comprovando suas capacidades anfíbias em condições reais. A demonstração foi realizada na base especializada da Série G da marca, na China, durante o Jetour Global Technology Experience Day 2026.

A iniciativa reforça os avanços da Jetour no desenvolvimento de tecnologias para todo tipo de terreno, ampliando as possibilidades de uso de veículos de produção em série em ambientes terrestres e aquáticos.

A demonstração também destacou a GAIA Ark Tech, solução da Série G da Jetour desenvolvida para ampliar a mobilidade em terrenos desafiadores e na água. Voltada a operações de resgate, exploração ao ar livre e atividades em locais de difícil acesso, ela busca oferecer maior versatilidade em condições adversas.

 Ao integrar recursos para a condução off-road e a navegação aquática, a GAIA Ark Tech amplia as possibilidades de uso dos veículos acima dos limites da mobilidade terrestre convencional.

Para garantir o deslocamento controlado na água, a GAIA Ark Tech reúne um conjunto de soluções que inclui sistema abrangente de vedação, controle inteligente de estabilidade durante a navegação e sistema de travessia aquática de 800 V, integrado ao extensor de autonomia anfíbio CEM-O.

Ao ativar o modo de navegação, o sistema de propulsão direciona a energia para o mecanismo específico de deslocamento aquático, permitindo que o veículo avance e mantenha o controle direcional.

 Aliados à proteção com classificação IP68 dos componentes essenciais, esses recursos ampliam as capacidades do veículo para além da transposição convencional de trechos alagados, possibilitando uma experiência de navegação controlada na água.

Após a experiência, um representante da imprensa europeia destacou o desempenho do modelo: “Ao contrário dos veículos conceito que costumam ser apresentados, o G700 Ark Edition é um verdadeiro modelo anfíbio de produção em série.

 Seu desempenho estável na água, a maturidade de seus sistemas e a capacidade de oferecer uma experiência completa de condução, preservando plenamente suas capacidades off-road em terra, superaram as expectativas e demonstram a expertise tecnológica que a Jetour vem desenvolvendo no campo da mobilidade em diferentes ambientes.”

A Série G da Jetour segue avançando no desenvolvimento de tecnologias para todo tipo de terreno, combinando engenharia aplicada e validação em condições reais. Os testes realizados aproximam o desenvolvimento tecnológico da experiência do usuário e demonstram as aplicações práticas da GAIA Ark Tech em situações reais.

A Jetour segue investindo no desenvolvimento de soluções de mobilidade para todo tipo de terreno, com foco em diferentes necessidades de deslocamento e aplicações especializadas. A iniciativa reforça o compromisso da marca em ampliar as possibilidades de mobilidade e oferecer tecnologias confiáveis a usuários em todo o mundo.

G700 no Brasil

A Jetour prepara o lançamento do G700 no país ainda este ano. O SUV terá motorização híbrida plug-in (PHEV) e deverá ocupar o topo da gama, como o maior e mais potente modelo da fabricante no mercado nacional.

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Fabricante da Budweiser atinge previsões de lucro, mas custos aumentam

29 October 2026 at 13:31

A Anheuser-Busch InBev atendeu às previsões de lucro para o terceiro trimestre nesta quinta-feira (29), mesmo com ​o aumento dos custos prejudicando seus ganhos; a ​maior cervejaria do mundo é a mais recente empresa do setor de bens de consumo a sinalizar crescentes pressões de custos nas últimas semanas.

As empresas de bens de consumo têm intensificado seus alertas sobre os custos à medida que a guerra no Irã e seu impacto na economia global se prolongam, com cervejarias como a AB InBev — a maior do mundo em volume ⁠global — sendo afetadas pelo aumento dos ​custos de energia, diesel, alumínio e outros insumos.

A fabricante da Stella Artois e ​da Budweiser informou que seu lucro operacional orgânico no trimestre cresceu 3,9%, com receitas superando ⁠as expectativas, embora os custos das commodities tenham ⁠compensado o crescimento da receita em alguns países.

A AB InBev destacou o ​aumento ‌dos custos das matérias-primas, distribuição e transporte em mercados-chave como os Estados Unidos, a Europa ⁠e a África do Sul, onde os investimentos em vendas e marketing também corroeram os lucros.

A empresa informou que sua margem operacional recuou 34 pontos-base, para 36,1%, enquanto seu custo de vendas atingiu ‌US$ 7,21 ⁠bilhões — o maior valor ‌desde 2023.

Suas ações, que subiram cerca de 30% neste ano, caíram 2,7% no início do pregão.

A P&G , referência no setor de bens de consumo, afirmou na semana passada que os custos mais ⁠elevados causariam um impacto ainda maior no lucro ⁠anual.

A fabricante de tabaco Philip Morris International também afirmou que os conflitos globais estavam pesando sobre seus lucros. A ‌Coca-Cola também alertou para a aceleração das pressões de custo.

Os preços do diesel dispararam para níveis recordes devido à guerra no Irã, elevando os custos de frete e transporte em todos os setores.

O conflito também encareceu a energia e pressionou o abastecimento de alumínio, cujos preços ‌já estavam elevados para compradores norte-americanos como a AB InBev devido às tarifas do presidente Donald Trump.

A AB InBev informou que também registrou outra queda acentuada de 16,8% nas ⁠vendas na China no trimestre, prejudicando o crescimento geral na maior parte de sua área de atuação e os volumes recordes em 15 mercados.

A empresa ficou atrás dos concorrentes no mercado chinês ​de cerveja, que está em declínio, onde sua expansão geográfica e maior presença em locais como ​boates a deixaram mais exposta às intempéries e à tendência de consumo em casa.

“Os pontos positivos continuaram indo bem e os pontos negativos continuaram enfrentando dificuldades”, disse James Edwardes Jones, analista da RBC Capital Markets, sobre o desempenho da AB ‌InBev.

Ambev tem lucro líquido ajustado de R$ 4,4 bilhões no 3º tri

29 October 2026 at 09:12

A Ambev teve lucro líquido de R$ 4,37 ​bilhões no terceiro trimestre, de R$ 4,86 ​bilhões um ano antes, refletindo a ausência de efeitos tributários não recorrentes registrados em 2025, além de impactos relacionados ao desinvestimento em Barbados, divulgou a cervejaria nesta quinta-feira.

Em termos ajustados, o lucro líquido cresceu mais de 14% para R$ 4,4 bilhões. Estimativas de analistas compiladas pela LSEG apontavam ⁠resultado positivo de R$ 3,9 ​bilhões.

O balanço da dona de marcas como Budweiser e Skol ​mostrou também expansão orgânica de 8,9% no Ebitda ajustado, para R$7,27 ⁠bilhões.

A margem cresceu 0,4 ponto ⁠percentual nessa métrica, enquanto a receita líquida orgânica consolidada cresceu ​7,6% ‌em relação ao mesmo período do ano passado, com aumento de ⁠6,8% da receita líquida por hectolitro (ROL/hl).

No Brasil, a Ambev destacou que o segmento Premium segue como um dos principais motores de crescimento.

“Sustentado por um ‌portfólio ⁠cada vez mais ‌forte e chegando em diferentes ocasiões de consumo, o segmento apresentou crescimento de 19% em volume no trimestre, contribuindo para a consolidação da liderança ⁠da companhia na categoria”, afirmou a ⁠cervejaria em documento com os números do resultado.

O portfólio “Wellness”, que reúne cervejas sem glúten, ‌com menos calorias e com baixo ou zero teor alcoólico, apurou um salto de 157% em volume no trimestre, segundo a Ambev, impulsionado por marcas como Michelob Ultra (+478%) e Stella Pure Gold (+195%). O Zero ‌Álcool cresceu 43% no trimestre.

Para 2026, a Ambev reiterou sua previsão de aumento anual entre 4,5% e 7,5% no custo dos produtos vendidos ⁠por hectolitro (CPV/hl) em cerveja.

O grupo destacou que já realizou o hedge de exposição ao real/dólar para todo o ano de 2027.

O conselho de administração ​da Ambev também aprovou um programa de recompra de até 190 milhões ​de ações com o objetivo principal de cancelamento das referidas ações. O programa se encerrará até 28 de abril de 2028.

Com vetos da tributária, exportação de cigarros e bebidas será taxada

Russia may use the Oleshky truce to rebuild its forces, ISW warns, as evacuees face a route through Russia and Belarus

29 October 2026 at 09:51

Aerial view of Russian-occupied Oleshky, in Ukraine's Kherson Oblast. Photo via ArmyInform

Oleshky residents who choose Ukraine are to be taken through Russia and flown to Belarus, and the ceasefire agreement does not say how they will get from there to Ukrainian-held territory, the Institute for the Study of War (ISW) noted on 28 October. ISW also warned that Russia may use the truce to rebuild its forces in Kherson Oblast.

Oleshky, a town across the Dnipro from Kherson, has been occupied by Russia since February 2022, and about 2,000 people remain there, short of food and medicine. A US-brokered truce took hold on 27 October so aid can go in and residents can leave. The mission will show whether Russia lets those who choose Ukraine actually get home.

Anapa, Homiel, and then?

Pages of the agreement, signed on 23 October by Ukraine’s human rights commissioner Dmytro Lubinets and his Russian counterpart Yana Lantratova, were published by Fox News. They send the Ukrainian delegation and residents who want to go to Ukraine from Oleshky to the airport in Russia’s Anapa. From there, a Russian Defense Ministry military transport plane is to fly them to Homiel in Belarus, with the flight expected on 31 October.

Map of the Oleshky evacuees’ planned route set out in the ceasefire agreement, via Anapa in Russia to Homiel in Belarus, and a possible onward route through Poland to Ukraine, October 2026
Map of the Oleshky evacuees’ planned route set out in the ceasefire agreement, via Anapa in Russia to Homiel in Belarus, and a possible onward route through Poland to Ukraine, October 2026. Map: EP/Datawrapper

The delegation includes Lubinets, two of his staff, and two Ukrainian journalists, accompanied by a representative of the Russian ombudsman’s office and of the group coordinating the mission. Russia’s Dnepr Grouping of Forces, which holds the left bank of the Dnipro, provides the escort. ISW pointed out that the pages do not explain how evacuees travel on from Belarus, and that it remains unclear whether Russia will give residents “a legitimate and duress-free choice” to return to Ukraine.

Oleshky, Kherson Oblast, has been under Russian occupation since 2022, following Russia’s capture of the city during the initial phase of its full-scale invasion of Ukraine.
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Ceasefire planned for occupied Oleshky as residents face starvation and blocked escape routes, White House announces

A route through Russia may also mean so-called filtration. People leaving occupied Mariupol in 2022 had to pass Russian screening, and many who hoped to reach Ukrainian-controlled territory were taken to Russia instead, Human Rights Watch documented. In Washington, the Congressional Ukraine Caucus welcomed the ceasefire but raised alarm over reports that Russia was keeping Oleshky residents from evacuating to Ukrainian-controlled territory, RFE/RL reported.

Map showing Kherson across the Dnipro from Russian-occupied Oleshky, with the front line as of 28 October 2026
Kherson lies just across the Dnipro from Russian-occupied Oleshky, yet residents who choose Ukraine are to be routed through Russia and Belarus. Russia has forcibly deported Ukrainians from occupied areas throughout the war, and it is unclear how many evacuees will eventually reach Ukrainian-controlled territory. Map: EP. Front line: DeepStateMap, 28 October 2026. Imagery: Google

On 29 October, the Ukrainian delegation led by Lubinets arrived in Belarus, and the two delegations held their first in-person meeting at Homiel airport, Belarus’s state agency BelTA reported. Belarus has also joined the operation, BelTA said. Lubinets confirmed the same day that he had set off for Oleshky with the delegation to deliver aid and work on making sure people can leave safely.

A page of the Oleshky ceasefire agreement setting out the evacuees’ route via Anapa and Homiel (Gomel)
A page of the Oleshky ceasefire agreement setting out the evacuees’ route via Anapa and Homiel, signed on 23 October 2026. Photo: provided to Fox News Digital

Aid due on 30 October

The truce has held for 54 hours without violations, Lubinets said on 29 October. Routes are being demined, and an aid cargo is to reach Oleshky on 30 October, he added. The truce is set to last until 22:59 on 1 November. Across the river, the Kherson Oblast administration recorded no shelling and no civilian casualties over the past day.

A municipal worker trims a flowerbed on Kherson’s central square, with the damaged Kherson Oblast administration building behind him
A municipal worker trims a flowerbed on Kherson’s central square during the ceasefire, 28 October 2026. Behind him is the Kherson Oblast administration building, wrecked by repeated Russian strikes, including guided bombs in June 2025. Photo: Dmytro Lubinets/Telegram

Lantratova wrote that aid had been sent, saying residents need “food, fuel, medicine, hygiene products,” and that they would be able to leave wherever they wanted to go. Kremlin spokesman Dmitry Peskov said Russia expected residents to get aid within a day or two and those who wished to leave to be able to do so, Ukrainska Pravda reported.

US First Lady Melania Trump, who brokered the truce, announced that four Newsmax journalists will work in Oleshky alongside the Russian and Ukrainian humanitarian teams. Her post quoted Putin’s envoy Kirill Dmitriev, who wrote that Russia “welcomes” the Newsmax journalists, rather than any Ukrainian official:

DOCUMENTING OLESHKY
Four American journalists from Newsmax will be on the ground in Oleshky, embedded with Russian and Ukrainian humanitarian leaders.

Serving as neutral observers, they will independently record and permanently document this historic humanitarian mission. https://t.co/orfhcC8URs

— First Lady Melania Trump (@FLOTUS) October 28, 2026

A pause Russia may use

On the truce’s first day, Russian Defense Minister Andrei Belousov inspected the Dnepr Grouping and met its commander, Colonel General Mikhail Teplinsky. The ministry said they discussed drone units. Ukrainian serviceman and analyst Volodymyr Molchanov told Radio NV that intelligence shows Russia rapidly reinforcing its forces in Oleshky, bringing in what Ukrainian drones had kept out.

Russian forces may use the limited ceasefire to reconstitute in Kherson Oblast, ISW assessed.

Nikolaj Coster-Waldau, Jaime Lannister en ‘Juego de tronos’, se refugia en una estación de metro de Kiev de los bombardeos rusos

29 October 2026 at 18:34

© Stringer (REUTERS)

El actor Nikolaj Coster-Waldau, quien alcanzó la fama mundial por interpretar a Jaime Lannister en la serie 'Juego de tronos', ha sido fotografiado este miércoles 28 de octubre en la ciudad de Kiev. En las imágenes difundidas por la agencia de noticias Reuters, se ve al intérprete en el metro de la capital ucrania con una bolsa de gran tamaño en el hombro y esperando para coger un tren que le lleve a uno de los refugios subterráneos que hay por la ciudad para resguardarse de los bombardeos rusos.

© Stringer (REUTERS)

No se conocen los motivos que han llevado al actor de 'Juego de tronos' a Kiev, pero la información difundida revela que, como tantos otros ciudadanos, estaba buscando un refugio ante el inminente peligro de un ataque con misiles rusos a la ciudad. El intérprete danés se convirtió en embajador de buena voluntad de Naciones Unidas en 2016, en pleno auge de la serie de HBO. Unos 'stories' publicados en su cuenta de Insatgram este jueves, dan a entender que la visita tiene que ver con su trabajo como embajador de la ONU. "
Pasé una noche en el metro de Kiev. Fue una noche bastante dura. Yo puedo vivir esta experiencia una vez y contarlo, pero para miles de ucranianos es una necesidad para mantenerse a salvo durante los bombardeos. Debemos seguir ayudando a la población civil y defender las normas en las que todos estamos de acuerdo", ha escrito sobre una imagen en la que menciona a la UNDP.

© Stringer (REUTERS)

Desde su nombramiento como embajador de buena voluntad del programa de Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD), Coster-Waldau ha dedicado su tiempo a sensibilizar sobre el cambio climático y a apoyar la igualdad de género. También ha puesto en valor la importancia de una institución como la ONU. "Se construyó sobre las ruinas de la II Guerra Mundial para unir a las naciones, para decir: 'No luchemos, hablemos y usemos la diplomacia'. ¿Es perfecta la ONU? No. ¿Necesita reformas? Sin duda", afirmó el pasado mes de marzo en una entrevista con 'EuroNews'.

© Stringer (REUTERS)

El pasado mes de febrero, la Casa de Ucrania en Dinamarca anunció la participación del actor en una cita organizada por el Instituto Cultural Danés. Tal y como informaron en su momento, él y otros intérpretes daneses se encargarían de leer en danés algunas de las lecturas más importantes de autores ucranios. "A través de la literatura ucraniana, plasmada en danés, esta literatura trasciende fronteras y es apreciada por la sociedad con el inmenso apoyo a Ucrania", explicó la organización.

© Stringer (REUTERS)

En las imágenes difundidas este jueves 29 de octubre, se puede ver al actor en un refugio del metro de Kiev sentado en una cama plegable, junto a un saco de dormir y sus pertenencias personales. En otro de los 'stories' que ha publicado este jueves, comparte un pantallazo de su móvil, en el que muestra que durante la noche que pasó en en el metro le llegaron tres alertas rojas por un ataque aéreo sobre la ciudad. "Es terrible que estemos conmemorando cuatro años [de guerra]. Es importantísimo apoyar a Ucrania y su derecho a la autodeterminación. Ha sido fantástico conocer a tantos colegas ucranios”, afirmó en una entrevista publicada en marzo.

© Stringer (REUTERS)

Coster-Waldau estrenará en los próximos meses tres proyectos que ya se han confirmado pero para los que todavía no hay fecha: el corto 'Autopilot', la película 'The Last Mrs. Parrish' —que protagonizará junto a Jennifer Lopez— y el largometraje 'Cons'.

© Stringer (REUTERS)

En una de las imágenes, el actor se hace un selfi con una ciudadana ucrania durante el trayecto hasta el refugio. La tranquilidad con la que aparece en las fotos podría querer mostrar la situación que atraviesan cada día los ucranios ante los constantes bombardeos rusos.
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