Altering copyright law to allow AI companies to scrape music, books and journalism could trigger a constitutional breach, Coalition senators and the recording industry have warned, as they raise new fears it could open Australia to massive legal action and compensation claims from rights holders worldwide.
The attorney general’s department admitted it was “extremely alive” to the issue, and Australia’s leading constitutional expert, Anne Twomey, agreed there was “potentially” a concern – depending how legislation was drafted – that granting AI companies permission to scrape copyrighted material from the internet could amount to an acquisition of property by the government.
A Apple certa vez zombou da ideia de um laptop com tela sensível ao toque.
Mas tudo mudou na quarta-feira, quando a gigante da tecnologia anunciou o MacBook Pro com tela PROLED XDR, seu primeiro laptop com tela ‘touch’.
Há anos, os fabricantes de PCs vêm lançando computadores com telas deste tipo na tentativa de modernizar os laptops para a era da mobilidade. A Apple chegou atrasada a essa tendência, mas aposta que seu laptop com tela sensível ao toque atrairá o público principal do MacBook Pro: profissionais criativos e desenvolvedores de aplicativos.
O anúncio de hoje marca o mais recente de uma série de novos produtos da Apple lançados durante os dois primeiros meses de John Ternus como CEO da empresa.
O novo MacBook — juntamente com outras inovações da Apple, como o iPhone Duo e o hub doméstico HomeView — testará se a Apple ainda consegue desenvolver produtos de sucesso que antecipem as necessidades dos usuários.
O primeiro MacBook com tela touch da Apple
O novo MacBook Pro com tela sensível ao toque, que será lançado em 6 de novembro, estará disponível em versões de 14 e 16 polegadas e será equipado com os chips M5 Pro ou M5 Max da Apple. O modelo menor terá preço inicial de US$ 2.899, e o maior, de US$ 3.399.
A Apple está promovendo a tela touch como útil para arrastar e soltar slides entre apresentações, permitindo que os desenvolvedores testem diretamente em seus computadores como seus aplicativos funcionam. A empresa também destacou sua utilidade para designers gráficos e músicos, afirmando que eles poderão fazer esboços e tocar instrumentos virtuais com apenas um toque na tela.
A empresa também afirma que muitos aplicativos existentes funcionarão imediatamente com a tela sensível ao toque, pois o software registrará os toques como cliques.
A Dynamic Island, ou o recorte em formato de pílula na parte superior das telas do iPhone que exibe informações e a câmera frontal, também estará presente no novo laptop. O MacBook Pro com tela PROLED XDR também inclui recursos adicionais voltados para profissionais criativos, como brilho máximo superior às versões sem tela sensível ao toque e o espaço de cores RGB da Adobe.
A empresa afirma que o sensor de toque está integrado à própria tela, em vez de ser sobreposto, o que, segundo ela, reduzirá a latência ao deslizar e rolar a página.
Dificuldades dos primeiros laptops com tela touch
Os laptops com tela sensível ao toque existem há mais de uma década.
A Microsoft fez um grande esforço para mudar a indústria nessa direção com o lançamento do Windows 8 em 2012. Esse software apresentava um novo design com ícones maiores em formato de bloco, que lembravam celulares e tablets. No entanto, foi amplamente criticado porque o sistema operacional era confuso de navegar.
O hardware também precisava de melhorias; os primeiros laptops com tela sensível ao toque eram desajeitados, caros e difíceis de usar como tablets. Os fabricantes de PCs lutavam para acompanhar o crescimento dos smartphones e tablets.
“Nossa concorrência é diferente, eles estão confusos”, disse Tim Cook, então CEO da Apple e atual presidente executivo do conselho administrativo, durante um evento em 2013. Ele afirmou que os fabricantes rivais de laptops estavam tentando “transformar PCs em tablets e tablets em PCs. Quem sabe o que eles farão em seguida?”
Apesar das críticas iniciais, os laptops touch melhoraram ao longo dos anos graças à redução do custo dos componentes, designs mais leves e aprimoramentos do Windows. Eles estão amplamente disponíveis em grandes fabricantes de PCs, como Dell e Lenovo.
Até mesmo a Apple, que antes criticava os computadores híbridos, vem gradualmente direcionando seus produtos nessa direção há anos.
Em 2019, a empresa reformulou o software do iPad com mais recursos de produtividade, como a possibilidade de usar mais de um aplicativo simultaneamente. Além disso, o software do Mac passou a se assemelhar mais ao do iPhone, incorporando elementos como o painel de controle para gerenciar configurações e o design translúcido Liquid Glass para os ícones dos aplicativos.
No entanto, os dispositivos com tela sensível ao toque representaram apenas 16,3% das remessas globais de laptops em 2025, de acordo com uma pesquisa de mercado da International Data Corporation (IDC). Isso se deve principalmente ao fato de as telas do tipo não serem populares entre os compradores corporativos, já que a maioria dos trabalhadores simplesmente conecta seu laptop a um monitor quando está em sua mesa, segundo Ryan Reith, vice-presidente do grupo IDC.
A Apple já havia tentado incorporar a tecnologia touchscreen ao MacBook Pro em 2016 com a introdução da Touch Bar, uma faixa sensível ao toque localizada acima do teclado para acessar controles de aplicativos e outros atalhos. Mas a novidade foi um fracasso entre os consumidores, pois sua utilidade não justificava o custo adicional.
A próxima era da Apple
A Apple é conhecida por demorar a lançar novas tecnologias – geralmente por um bom motivo. Ela não foi a primeira empresa a lançar tocadores de MP3, tablets ou smartwatches, mas popularizou esses produtos entre os consumidores ao tornar seus dispositivos mais simples e fáceis de usar.
O MacBook Pro com tela sensível ao toque é o exemplo mais recente de uma série de lançamentos que seguem essa estratégia. A empresa apresentou seu hub para casas inteligentes, o HomeView, no início deste mês, numa tentativa de desafiar o domínio da Amazon no setor. E na semana passada, o primeiro iPhone dobrável da Apple chegou às lojas, muito tempo depois de sua principal concorrente, a Samsung, ter consolidado a liderança nesse mercado.
A Apple há muito tempo enfrenta pressão para lançar novos produtos de grande sucesso, especialmente considerando a experiência de Ternus em hardware em comparação com a expertise de Cook em operações.
Wall Street estará atenta aos sinais de como os novos produtos da Apple estão sendo recebidos na teleconferência de resultados da empresa na próxima semana, principalmente após relatos de telas quebradas do iPhone Duo.
Ainda assim, alguns analistas acreditam que o novo laptop da Apple elevará o padrão para os concorrentes com Windows.
“A entrada da Apple não mudará drasticamente o mercado de PCs, mas mudará o status dos laptops com tela sensível ao toque”, disse Francisco Jeronimo, analista especializado em dispositivos móveis e computadores, em um e-mail após o anúncio da Apple.
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