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Tres petroleros se incendian en Ormuz tras "chocar contra minas" en las últimas 24 horas

30 October 2026 at 07:41

Irán ha señalado este viernes que tres petroleros chocaron con minas y se incendiaron en las últimas 24 horas mientras intentaban salir del Estrecho de Ormuz por una ruta no autorizada, según la emisora estatal que citó al Cuerpo de la Guardia Revolucionaria.

El informe no identificó a los petroleros ni proporcionó detalles sobre las víctimas. Associated Press no pudo confirmar el informe. Esto ocurrió en un momento en que las tensiones en la región son altas debido a las preocupaciones de que los ataques entre Estados Unidos e Israel contra Irán puedan reanudarse.

La marina iraní afirmó que los petroleros apagaron sus sistemas de radar y navegación e ignoraron las advertencias al intentar salir por una ruta restringida. Indicó que las embarcaciones dañadas fueron abandonadas frente a la costa sur de la vía fluvial.

EE UU afirma que ya retiró las minas

En las últimas semanas, Irán ha informado de múltiples embarcaciones que han chocado contra minas marinas, lo que llevó al Comando Central estadounidense (Centcom) a reafirmar en redes sociales que todas las minas en las "rutas de tránsito principales" fueron retiradas.

Teherán ha cuestionado esa última afirmación. Desde el estallido de la guerra el 28 de febrero, desencadenada por los ataques de Estados Unidos e Israel contra Irán, la república islámica ha restringido severamente el tránsito por esta vía marítima estratégica, por donde antes circulaba una quinta parte del consumo mundial de petróleo y gas. Estados Unidos ha respondido imponiendo un bloqueo a los puertos iraníes.

© AP

Iran Strait of Hormuz

Eleição em Israel: o que acontece após Netanyahu não conseguir maioria

30 October 2026 at 07:40

A coalizão do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, não conseguiu conquistar a maioria das cadeiras do Knesset, o Parlamento israelense, nas eleições gerais do país.

O bloco formado por partidos de direita e ultraortodoxos obteve 53 dos 120 assentos, oito a menos que os 61 necessários para governar.

Apesar de ter liderado a disputa individualmente, o Likud, partido de Netanyahu, conquistou 27 cadeiras e não conseguiu reunir apoio parlamentar suficiente para garantir a continuidade do governo.

Os resultados finais foram divulgados pela Comissão Central de Eleições de Israel.

O Yashar, do ex-chefe militar Gadi Eisenkot, principal adversário do premiê, ficou em segundo lugar, com 21 assentos. O Juntos, do ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, conquistou 12 cadeiras, enquanto a Lista Conjunta, formada por partidos árabes, ficou com 11.

Os Democratas e o Ra’am terão oito representantes cada. Yisrael Beiteinu, Otzma Yehudit e Judaísmo Unido da Torá conquistaram sete cadeiras cada. Já Shas e Sionismo Religioso ficaram com seis assentos cada.

Ao todo, 11 listas de candidatos superaram a cláusula de barreira, de 3,25% dos votos, e terão representantes no Parlamento. O comparecimento às urnas foi de 77,9%, segundo a Comissão Central de Eleições.

Os próximos passos para a formação do governo

As eleições terminaram sem que nenhum dos principais blocos conquistasse a maioria necessária para governar. Com isso, o resultado abre uma nova etapa de negociações políticas, nas quais partidos menores poderão desempenhar um papel decisivo.

Após a certificação dos resultados, o processo de formação do governo passa para o presidente de Israel, Isaac Herzog.

Herzog deve realizar uma rodada de consultas em Jerusalém, durante a qual cada partido eleito poderá recomendar um nome para o cargo de primeiro-ministro.

Com base nas recomendações, o presidente encarregará um dos candidatos de tentar formar um governo. A escolha não precisa recair necessariamente sobre o líder do partido que conquistou mais cadeiras, mas sobre aquele que, na avaliação do presidente, apresentar melhores condições de reunir apoio parlamentar suficiente.

O candidato designado terá 28 dias para negociar a formação de uma coalizão. O prazo poderá ser prorrogado por mais 14 dias.

Durante esse período, as legendas negociarão a distribuição de cargos ministeriais, prioridades orçamentárias e compromissos políticos para a composição do novo governo.

Caso o primeiro candidato não consiga formar uma coalizão, Herzog poderá encarregar outro parlamentar da tarefa. A segunda tentativa também terá um prazo de quatro semanas.

Se as negociações fracassarem novamente, o Parlamento terá um período para apresentar outro nome. Caso não consiga, Israel poderá ser convocado a realizar novas eleições.

Governo de união

Diante do impasse, uma das possibilidades seria a formação de um governo de união nacional, reunindo os dois maiores partidos, o Likud e o Yashar.

Herzog poderá tentar aproximar Netanyahu e Eisenkot para viabilizar um acordo entre as duas forças políticas. No entanto, a possibilidade enfrenta obstáculos.

Eisenkot já descartou integrar um governo liderado pelo atual primeiro-ministro. Além disso, Netanyahu tem um histórico de rompimentos de acordos políticos com antigos parceiros de governo, o que pode dificultar a construção de um entendimento.

Sem uma maioria definida, as negociações entre os partidos serão determinantes para estabelecer quem comandará o próximo governo israelense.

(Com informações de Tal Shalev, da CNN e Maayan Lubell, da Reuters)

Knesset, Likud: Entenda os principais termos da eleição de Israel

 

Maior desafio de Lula 4 será aprovar reformas no Congresso, diz Moody’s

30 October 2026 at 07:31

A dificuldade de aprovar pautas em um Congresso Nacional mais à direita será um dos principais desafios do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo William Foster, vice-presidente sênior da Moody’s Ratings.

Em entrevista exclusiva ao CNN Money, o executivo apontou que a capacidade de negociar com parlamentares e construir acordos políticos será determinante para a implementação de medidas capazes de conter o avanço da dívida pública brasileira.

“O maior desafio que vejo neste momento não é apenas elaborar boas políticas e conquistar a credibilidade do mercado, mas conseguir aprovar a legislação no Congresso para dar sustentação a essas políticas”, afirmou Foster.

Na avaliação dele, o desafio será ainda maior do que no mandato anterior, diante da mudança na composição do Legislativo. “O Congresso se deslocou para a direita”, ressaltou.

Foster destacou que a aprovação de mudanças fiscais exigirá habilidade política do governo para negociar com o centro e construir maiorias. No Brasil, PECs (Propostas de Emenda à Constituição) precisam de três quintos dos votos de deputados e senadores, o que exige uma articulação ampla para a aprovação de mudanças estruturais.

“Isso vai exigir uma negociação significativa de acordos e uma disposição política que Lula precisará empregar para alcançar esses objetivos”, afirmou.

O executivo ressaltou que a questão fiscal não depende apenas da elaboração de medidas bem desenhadas, mas também de sua implementação. Para a agência, a capacidade do governo de transformar propostas em mudanças efetivas será fundamental para recuperar a confiança dos investidores.

A Moody’s mantém a nota de crédito soberano do Brasil em Ba1, um nível abaixo do grau de investimento, com perspectiva estável. Segundo Foster, a evolução da política fiscal será o principal fator para uma eventual mudança na avaliação do país.

Nesse sentido, apontou a necessidade de rever o crescimento das despesas obrigatórias, muitas delas corrigidas pelo salário mínimo e pela inflação. Para ele, mudanças nos mecanismos de indexação e no nível dos gastos poderiam reduzir os déficits primários e, no futuro, permitir a estabilização da dívida.

Juros elevados dificultam recuperação fiscal

O custo de financiamento da dívida é outro ponto de preocupação para a Moody’s. Segundo Foster, o Brasil apresenta despesas com juros elevadas em comparação com outros países, reflexo de taxas historicamente altas e da estrutura de financiamento do governo.

O executivo afirmou que os pagamentos de juros equivalem a cerca de 20% das receitas públicas e superam 8% do PIB (Produto Interno Bruto).

Na entrevista, ele também destacou que mais de 40% da dívida do governo está vinculada a taxas flutuantes relacionadas à Selic, o que aumenta a exposição das contas públicas a períodos prolongados de juros elevados.

“[O Brasil] é muito mais vulnerável a taxas de juros mais altas por períodos mais longos, particularmente com um prazo médio ponderado da dívida pública em torno de quatro anos. Essa é uma característica estrutural […] e a tendência continuou a piorar nos últimos quatro anos do governo Lula”, ponderou.

Na avaliação de Foster, a política monetária enfrenta o desafio de conter as pressões inflacionárias enquanto a política fiscal mantém estímulos à atividade econômica. O aumento dos gastos públicos pode dificultar o trabalho do Banco Central e reduzir o espaço para cortes mais rápidos da taxa básica de juros.

O executivo, contudo, vê possibilidade de redução gradual dos juros, desde que algumas condições sejam atendidas. Entre elas, está um reequilíbrio da política fiscal, capaz de contribuir para a desaceleração da inflação e diminuir o custo de financiamento do governo e da economia.

“[A consolidação fiscal] permitiria ao Banco Central, potencialmente, ter mais confiança para que eles possam reduzir ainda mais as taxas”, disse.

Foster também alertou para a possibilidade de dominância fiscal, situação em que as pressões das contas públicas dificultam a condução da política monetária.

Para a Moody’s, a recuperação da credibilidade fiscal seria um caminho para melhorar as condições de financiamento e favorecer o crescimento sustentável. A redução do custo da dívida também ajudaria a diminuir os déficits e abrir espaço para investimentos do setor privado.

Dívida pública pode continuar crescendo sem reformas

A relação entre a dívida pública e o Produto Interno Bruto é um dos principais fatores de risco para o perfil de crédito brasileiro, segundo Foster. O indicador passou de aproximadamente 72% para 83% do PIB nos últimos anos.

Sem mudanças na política fiscal ao longo dos próximos quatro anos, a Moody’s projeta que a relação poderá alcançar cerca de 87% do PIB no ano seguinte e continuar aumentando. A estimativa da agência é superior à projeção do governo, que prevê um pico próximo de 88% nos próximos anos, antes de uma trajetória de queda.

“Para que a dívida comece a cair ou se estabilize, é necessário observar mudanças na política fiscal”, afirmou Foster.

Segundo ele, a principal frente de atuação seria a revisão das despesas obrigatórias, que apresentam uma tendência estrutural de crescimento. A redução do ritmo de expansão dos gastos e eventuais cortes poderiam contribuir para diminuir os déficits primários e, posteriormente, permitir a obtenção de superávits.

O executivo também fez ressalvas ao atual arcabouço fiscal brasileiro. Embora considere razoáveis as metas de resultado primário, ele avalia que o modelo não contempla de maneira suficiente o principal fator por trás do déficit total do governo: o pagamento de juros.

“Uma política fiscal crível precisa levar em conta o custo dos empréstimos”, afirmou.

Para o executivo, a adoção de metas de longo prazo para a dívida em relação ao PIB e mudanças na forma de acompanhar o cumprimento dos objetivos fiscais poderiam aumentar a transparência e a previsibilidade da política econômica.

A agência considera que uma melhora duradoura das contas públicas, acompanhada de crescimento econômico mais forte, poderia abrir caminho para uma perspectiva positiva e, eventualmente, para a elevação da nota de crédito brasileira ao grau de investimento. Isso exigiria, porém, uma mudança permanente e significativa na trajetória fiscal.

No sentido contrário, a persistência de déficits elevados e a deterioração da credibilidade da política econômica poderiam pressionar ainda mais os juros, prejudicar o crescimento e ampliar o endividamento.

Porém, Foster destacou que a polarização política dificulta a adoção de medidas fiscais não apenas no Brasil, mas também em outros países. Reformas que envolvem despesas sociais, previdência e saúde são particularmente sensíveis e dependem de consenso político.

“É necessário um reequilíbrio entre esses custos e os objetivos fiscais. Isso exige consenso político, algo que está muito difícil de alcançar no Brasil e em muitos países ao redor do mundo”, afirmou.

Para a Moody’s, a capacidade do governo Lula de construir pontes com a oposição e com os partidos de centro será decisiva para avançar com reformas capazes de estabilizar a dívida e fortalecer o perfil de crédito do país.

 

Cierra definitivamente 'Novaya Gazeta', el último diario ruso independiente: "Nos han matado"

By: La · Razón
30 October 2026 at 07:30

El periódico opositor ruso Nóvaya Gazeta, conocido por sus investigaciones sobre la corrupción y cuyo exeditor jefe Dmitri Murátov fue galardonado con el Nobel de la Paz en 2021, anunció este viernes el fin de su existencia ante las extremas presiones de las autoridades de Rusia.

"Nos han matado. El 9 de noviembre apagaremos la luz en nuestra casa, donde vivimos 30 años, apagaremos los servidores y nos marcharemos. El periódico ya no existe. Las autoridades y los servicios secretos rusos obligaron a la redacción a detener su trabajo", escribió el medio en su portal oficial.

Los redactores de Nóvaya Gazeta, que fue privado en 2022 de su licencia para publicar materiales de forma impresa o en la red, pese a lo cual continuaban trabajando para apoyar un digital de características similares en el extranjero, señalaron que tras más de 30 años de andanza "junto al país y sus ciudadanos" han sido "echados a la calle, sin medios de subsistencia, bajo la amenaza constante de represiones".

"Vivimos años de felicidad, colmados de creatividad y esperanzas, lectores, amigos, textos, películas. Pero por momentos, estos años también fueron terriblemente amargos. Amargos porque fue justamente durante el actual régimen, y no en los años noventa de la mafia, cuando fueron asesinados por motivos políticos, por cumplir con su deber profesional y cívico varios colegas nuestros", señaló el periódico.

Además de expulsar a Nóvaya Gazeta de su sede, las autoridades rusas "inhabilitaron el sistema de donaciones que nos permitía recibir contribuciones de nuestros lectores".

Censura y bloqueo

"Nos privaron de fondos. Completamente. Se trata de una acción coordinada (...) por agentes del Servicio Federal de Seguridad (FSB) que se han infiltrado en todas las organizaciones", denunciaron.

La redacción acusó al Gobierno ruso de reintroducir la censura, bloquear el medio por todas las vías, confiscar su imprenta y obstaculizar cualquier posibilidad de publicación.

"Nuestro redactor jefe, el premio Nobel de la Paz Dmitri Muratov, fue atacado, quedando casi ciego. No se presentaron cargos penales, a pesar de que conocían a los autores. Entonces, nuestros periodistas comenzaron a ser etiquetados como 'agentes extranjeros'", añadió.

Según Nóvaya Gazeta, "esta no es solo nuestra historia personal. Es la historia de un país y una sociedad que están siendo aniquilados exactamente de la misma manera. Esto lo están haciendo el FSB, el Ministerio de Justicia, la Fiscalía y otros que privatizaron el Estado y usurparon el poder", convirtiéndose en "una dictadura militar".

"Dicen que defienden el orden constitucional. Pero no, es un orden inconstitucional. Porque la Constitución ha sido violada, golpeada y amordazada", indicaron, al concluir que "el asesinato de Nóvaya Gazeta es una prueba más de ello".

© AP

Novaya Gazeta editor Dmitry Muratov

Banco de Moçambique reduz exigências prudenciais para estimular crédito às empresas

30 October 2026 at 07:24
O Banco de Moçambique reduziu os requisitos prudenciais aplicáveis aos créditos garantidos pelo Fundo de Garantia Mútua, uma medida destinada a incentivar o financiamento bancário às empresas através da diminuição do risco regulatório associado a estas operações.

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Meritocracia: «sistemas aparentemente justos estão a reproduzir desigualdades», alerta Emilio J. Castilla

Procurar os melhores talentos não garante decisões mais justas nem melhores resultados. Em entrevista à Líder, Emilio J. Castilla, professor de Gestão na MIT Sloan School of Management, explica o paradoxo da meritocracia e defende processos de recrutamento mais simples, decisões apoiadas em dados e empresas capazes de desenvolver o talento que procuram.

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Le Havre x Paris Saint-Germain: horário e onde assistir ao jogo da Ligue 1

30 October 2026 at 07:04

Le Havre e Paris Saint-Germain se enfrentam nesta sexta-feira (30), às 15h (de Brasília), no Stade Océane, em Le Havre (França). O duelo é válido pela 9ª rodada da Ligue 1 2026/27.

A partida terá transmissão exclusiva da CazéTV. Além do tempo real do CNN Esportes.

O Le Havre vem de derrota na rodada anterior, para o Olympique de Marseille por 4 a 3, fora de casa. Apesar da desvantagem, o time conseguiu marcar três gols na reta final, quase chegando ao empate.

Já o Paris Saint-Germain venceu o Lyon por 2 a 0 no Parc des Princes. A equipe comandada por Luis Enrique busca manter a sequência positiva e somar pontos na disputa pela liderança do campeonato.

O histórico do confronto mostra larga vantagem a equipe de Paris. Em 34 embates, São 20 vitórias para o PSG, 4 para o Le Havre, e 10 empates.

Onde assistir a Le Havre x Paris Saint-Germain

Ficha técnica de Le Havre x Paris Saint-Germain

  • Data: 30/10/2026
  • Horário: 15h (de Brasília)
  • Local: Stade Océane, em Le Havre (França)
  • Fase: 9ª rodada

PSG acerta com Zion Suzuki, destaque do Japão na Copa do Mundo

 

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