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Após ser baleado na cabeça Mingau ‘fica de pé’ em sessão de fisioterapia

30 October 2026 at 20:47

O baixista Rinaldo Amaral, o Mingau, da banda Ultraje a Rigor, surpreendeu os fãs nesta quinta-feira (29) ao aparecer de pé durante uma sessão de fisioterapia. Há três anos atrás, em setembro de 2023, ele perdeu parte dos movimentos ao ser baleado na cabeça em Paraty, no Rio de Janeiro.

A aparição do artista ocorreu através de um vídeo publicado pela equipe dele em sua rede social. Na postagem, eles agradecem o cuidado prestado pela clínica de reabilitação. “Mais do que um lugar de tratamento físico, é um lugar onde o Mingau dá risada e é feliz. Um lugar que faz bem pra ele de dentro pra fora”, diz o post.

Nas imagens ele aparece em sessões de neuromodulação e, com ajuda dos médicos, tenta caminhar pela esteira no equipamento de fisioterapia. Em outro momento, o artista aparece praticando exercícios físicos que treinam a parte superior do corpo.

Apesar do avanço, Mingau ainda permanece em fase de reabilitação.

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O que é a neuromodulação?

A neuromodulação é uma área da medicina criada para promover a autonomia e recuperar as funções motoras do paciente.

Ela é indicada para pessoas com AVC (Acidente Vascular Cerebral), esclerose múltipla, doença de Parkinson, lesão modular ou outras condições que comprometem o sistema nervoso.

As sessões podem envolver tanto o uso de estímulos magnéticos para modular a atividade do sistema nervoso, quanto atividades corporais, como a realizada por Mingau.

Por que o envelhecimento do cérebro varia de pessoa para pessoa?

 

 

La ‘proteína de Borges’ muestra cómo aliviar las pérdidas de memoria con la edad

30 October 2026 at 15:00
Mapa del cerebro de una mosca de la fruta.

Nuestro cerebro alcanza su máximo de capacidad antes de los 30 años. Después, algunas de sus capacidades empiezan a menguar, eso sí, muy lentamente. La capacidad para recordar series de números, por ejemplo, es solo un poco peor en personas sanas de 60 años que en jóvenes veinteañeros. Se sabe mucho más sobre la creación y mantenimiento de recuerdos que de la pérdida de estos. Normalmente, se achaca a que el cerebro encoge con la edad y va perdiendo conexiones entre neuronas, pero aún es una gran incógnita cómo y por qué perdemos la memoria con los años desde un punto de vista bioquímico, a nivel molecular.

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El bioquímico Rubén Hervás, en el centro, junto al resto de su equipo en la Universidad de Hong Kong, en China.
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