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Aos 16 anos, Naná Silva faz história e vai à semi do WTA 125 de Curitiba

O tênis brasileiro tem um novo motivo para olhar com atenção para o futuro. Aos 16 anos, Nauhany Silva, conhecida como Naná, alcançou nesta sexta-feira (30) a semifinal do WTA 125 de Curitiba, no Paraná. A jovem derrotou a britânica Francesca Jones, número 98 do mundo e principal cabeça de chave do torneio, para conquistar um dos resultados mais importantes de sua ainda curta carreira profissional.

A brasileira venceu o primeiro set por 7 a 5. Na sequência, Jones, que também era a tenista mais bem ranqueada da competição, abandonou o confronto, garantindo a classificação de Naná.

O resultado representa um feito expressivo para a jovem paulista, que disputa uma semifinal de torneio desse nível pela primeira vez.

Naná Silva dá salto no ranking mundial

A campanha em Curitiba também já provoca uma transformação importante na classificação da WTA. Naná começou o torneio na 609ª posição do ranking mundial e, com a classificação para a semifinal, aparece provisoriamente no 460º lugar.

A evolução representa um salto de 149 posições no ranking ao vivo, colocando a brasileira pela primeira vez entre as 500 melhores tenistas do mundo.

Antes de superar Francesca Jones, a jovem havia derrotado a grega Despina Papamichail e a argentina Luisina Giovannini, atual 199ª colocada do ranking. Contra Giovannini, Naná venceu por duplo 6/4 e conquistou sua primeira vitória sobre uma adversária do top 200.

A vitória sobre Jones amplia ainda mais o peso da campanha. A britânica ocupa a 98ª posição mundial e entrou na competição como a principal favorita ao título.

Promessa do tênis brasileiro

Nauhany Silva é considerada uma das principais promessas da nova geração do tênis brasileiro. Aos 16 anos, a paulista concilia torneios profissionais com competições juvenis e já demonstra capacidade de competir contra atletas mais experientes.

A jovem também vem acumulando resultados expressivos no circuito internacional. Em setembro, participou do SP Open, torneio de nível WTA 250 disputado em São Paulo, e alcançou uma vitória na chave principal.

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Fifa fatura R$ 28 bilhões com ingressos da Copa de 2026, diz jornal

A FIFA arrecadou US$ 5 bilhões (cerca de R$ 28 bilhões) com a venda de ingressos e pacotes de hospitalidade para a Copa do Mundo de 2026, disputada nos Estados Unidos, Canadá e México. O valor foi revelado pelo jornal britânico The Times, em reportagem publicada nesta quinta-feira (29), e representa um recorde histórico para a competição.

A receita supera em mais de cinco vezes o montante registrado na edição de 2022, no Catar, quando a entidade arrecadou aproximadamente US$ 940 milhões com a comercialização de entradas. Na Rússia, em 2018, foram US$ 689 milhões, enquanto a Copa do Mundo de 2014, no Brasil, gerou US$ 527 milhões em bilheteria.

Um dos fatores apontados para o crescimento foi a adoção do modelo de precificação dinâmica, que permite alterar os valores dos ingressos de acordo com a procura. A estratégia, já utilizada em grandes eventos musicais e ligas esportivas dos Estados Unidos, como NFL e NBA, foi aplicada pela FIFA na comercialização das entradas para o Mundial.

Para Robson Carlo, sócio-fundador da FutebolCard, plataforma de gestão de ingressos e programas de sócio-torcedor, o modelo pode trazer benefícios tanto para organizadores quanto para torcedores, desde que acompanhado de mudanças no funcionamento do mercado de revenda.

“Percebemos como uma tendência cada vez maior a adoção do preço dinâmico na venda de ingressos. Embora exista um mito de que o preço dinâmico e o mercado secundário apenas tornam as entradas mais caras, muitas vezes pode acontecer justamente o oposto. A precificação dinâmica pode inclusive ajudar a corrigir os casos em que uma entidade ou clube erra no preço e o público no estádio acaba sendo aquém do esperado. Já o mercado secundário pode resolver problemas como a presença de assentos vazios mesmo quando os ingressos se esgotaram mas ainda há demanda, além de permitir, por exemplo, que determinada pessoa que comprou os ingressos e não poderá mais comparecer possa transferi-los”, explica o executivo que, no entanto, faz uma ressalva. “Mas, para que tudo isso ocorra, é necessário que haja uma reorganização da indústria, o que inclui liberar o mercado secundário e atacar o cambismo”.

Como funciona o preço dinâmico dos ingressos?

Diferentemente de um sistema tradicional, no qual os valores são definidos previamente e permanecem fixos, a precificação dinâmica utiliza algoritmos para acompanhar a procura por cada partida e ajustar os preços ao longo do período de vendas.

Assim, confrontos com maior interesse do público, especialmente jogos de seleções populares e decisões de mata-mata, podem apresentar aumentos expressivos nos valores em pouco tempo.

A estratégia também acompanha uma transformação no mercado esportivo norte-americano, que passou a explorar diferentes formatos de comercialização e experiências para o público.

Para Joaquim Lo Prete, general manager da Absolut Sport no Brasil, o crescimento do futebol nos Estados Unidos contribuiu para ampliar as oportunidades comerciais em torno da competição.

“Os EUA agora vivem uma crescente na valorização do futebol, em parte impulsionada por eventos de grande porte. É uma agenda que não apenas atrai atenção internacional, mas também catalisa investimentos em infraestrutura, mídia e publicidade, além de criar diversas oportunidades de negócio para o mercado, como a hospitalidade e o oferecimento de um serviço premium para os torcedores”, pontua.

A FIFA defendeu o modelo como uma ferramenta para combater o mercado ilegal de ingressos. Com a possibilidade de ajustar os valores e controlar a comercialização, a entidade busca reter parte da receita que, em outros cenários, poderia acabar nas mãos de cambistas e revendedores do mercado paralelo.

“O sistema de precificação dinâmica é bastante utilizado no exterior para eventos esportivos e de entretenimento. Com o sucesso desse modelo na Copa do Mundo, que é a maior competição de futebol do planeta, o método deve começar a ser testado no Brasil em breve. Porém, é muito importante que os organizadores dos grandes espetáculos esportivos estejam atentos às características específicas da nossa cultura de estádio e do nosso modo de torcer”, avalia Pedro Weber, sócio da Chenus, empresa especializada em investimentos no esporte.

Copa de 2026 também bate recorde de público

O resultado financeiro foi impulsionado também pelo tamanho da competição. A edição de 2026 foi a primeira com 48 seleções e 104 partidas, ampliando consideravelmente a oferta de ingressos em comparação aos 64 jogos dos Mundiais anteriores.

A estrutura dos estádios norte-americanos também teve papel importante. Muitas arenas possuem capacidade superior a 70 mil espectadores e oferecem diferentes categorias de serviços, incluindo espaços corporativos e experiências premium.

Mesmo com críticas de torcedores aos preços elevados, especialmente nas categorias mais acessíveis, a procura permaneceu alta. Ao longo das 104 partidas, a Copa registrou 6.810.966 espectadores, com taxa média de ocupação de 99,73%, estabelecendo outro recorde histórico.

“Os números mostram que em eventos de grande apelo, a percepção de valor muitas vezes supera a sensibilidade ao preço. Mesmo diante de ingressos mais caros, a demanda permaneceu extremamente elevada, o que demonstra a força do produto Copa do Mundo e a capacidade do mercado de absorver estratégias mais sofisticadas de precificação”, pontua Moises Assayag, sócio-diretor da Channel Associados e especialista em finanças do futebol.

O Estádio Azteca, na Cidade do México, registrou a maior média de público do torneio, com aproximadamente 80,8 mil torcedores por partida. A arena recebeu cinco jogos e operou com capacidade máxima em todos eles.

Já a decisão no MetLife Stadium, em Nova Jersey, contou com 80.663 espectadores nas arquibancadas.

“Esses números retratam um marco significativo e mostram o poder de mobilização que tem o futebol, em especial em um momento tão importante como a Copa do Mundo. Dentro desse contexto, é fundamental otimizar a conexão com os torcedores, ao impulsionar, por exemplo, as experiências desde a compra do ingresso ao período no estádio. Um dos atrativos desta edição da Copa do Mundo que cito nesse sentido foi o lançamento do Fan ID, que amplia a experiência dos portadores de ingressos também para o ambiente digital”, destaca Tironi Paz Ortiz, CEO da Imply ElevenTickets, empresa que oferece tecnologias e serviços para clubes e eventos.

Hospitalidade amplia receitas da Copa do Mundo

Além da comercialização de ingressos convencionais, os pacotes de hospitalidade tiveram participação importante no resultado financeiro. Os camarotes corporativos e espaços exclusivos passaram a oferecer atrações que vão além da partida, com serviços diferenciados de gastronomia, barbearia e outras experiências para os torcedores.

A proposta é atrair não apenas quem acompanha futebol regularmente, mas também consumidores interessados em entretenimento, conforto e serviços exclusivos.

“Os números mostram que o torcedor não busca apenas assistir ao jogo, mas viver uma experiência completa. O público está disposto a investir em conforto, serviços diferenciados e momentos exclusivos. O futebol continua sendo o grande atrativo, mas a experiência ao redor do evento se tornou um fator decisivo para muitos fãs”, afirma Léo Rizzo, CEO da Soccer Hospitality, empresa especializada em ambientes premiums, que possui camarotes em dez estádios brasileiros.

O alcance internacional do torneio também foi destacado por Thiago Freitas, COO da Roc Nation Sports no Brasil, empresa de entretenimento norte-americana comandada pelo cantor Jay-Z e responsável pela gestão da carreira de centenas de atletas.

“Nenhum país do mundo recebeu tantas pessoas, de tantos países diferentes, desde a sua independência, e não seria diferente no maior evento esportivo do mundo. Mostrou mais uma vez mostrar que nenhum país pode acolher tantos, se tantos lugares, quanto eles”, analisa.

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Sabalenka lidera ranking de atletas mais comercializáveis; veja brasileiros

A tenista Aryna Sabalenka lidera o ranking dos 50 atletas mais comercializáveis do mundo em 2026, divulgado pela revista SportsPro. A bielorrussa aparece à frente da esquiadora freestyle Eileen Gu, segunda colocada, e do jogador de basquete Giannis Antetokounmpo, que completa o pódio.

Entre os brasileiros, Vini Jr. e Neymar são os únicos representantes do futebol na classificação. O atacante do Real Madrid ocupa a 20ª posição, enquanto o jogador do Santos aparece em 24º lugar. A skatista Rayssa Leal, na 42ª colocação, completa a relação de atletas do país entre os 50 selecionados.

Aos 28 anos, Sabalenka se tornou a quarta mulher e a terceira tenista a alcançar a liderança do levantamento, criado em 2010. A atleta ampliou sua presença comercial nos últimos meses, com acordos que incluem marcas como Nike, Wilson, Audemars Piguet, Whoop e Stella Artois, além de parcerias recentes com Gucci e Emirates.

De acordo com os dados apresentados pela SportsPro, os ganhos totais da tenista chegaram a aproximadamente US$ 30 milhões em 2025, considerando premiações esportivas e receitas comerciais.

Vini Jr. e Neymar representam o futebol brasileiro

Vini Jr. é o brasileiro mais bem colocado na classificação. Para Ivan Martinho, professor de marketing esportivo da ESPM, a posição do atacante pode não refletir toda a dimensão de seu potencial comercial.

“Vini Jr. é o brasileiro mais bem colocado no ranking da SportsPro, mas sua força comercial talvez seja ainda maior do que a posição sugere. Considerando o faturamento com endorsements e envergadura de seus parceiros comerciais, acredito que estaria no Top 3 mundial. Protagonista do Real Madrid e da Seleção Brasileira em ano de Copa, reúne marcas como Nike, Apple, LEGO, Prada e Unilever, Havaianas, Pepsi e outras, sem dúvida a primeira prateleira das maiores marcas do planeta”, explica Ivan Martinho, professor de marketing esportivo pela ESPM.

A presença de Vini Jr. e Neymar também evidencia a capacidade dos dois jogadores de alcançar públicos em diferentes mercados. Para Thiciana Simão, CEO e cofundadora da AdSports, a popularidade é apenas um dos fatores considerados pelas empresas na escolha de um atleta para representar uma marca.

“Popularidade chama a atenção, mas o potencial comercial de um atleta também depende da sua reputação, de quem ele alcança e da relação que constrói com esse público. O reconhecimento internacional de Vini Jr. e Neymar, por exemplo, permite que marcas ampliem sua presença em diferentes mercados. Para transformar esse alcance em resultado, é preciso entender se o atleta se conecta com o público que a marca quer alcançar e se o que ele representa está alinhado aos valores que essa marca busca transmitir. Quando essa conexão faz sentido, o patrocínio vai além da exposição: reforça o posicionamento da marca, fortalece a relação com os consumidores e cria oportunidades de negócio”, explica Thiciana Simão, CEO e cofundadora da AdSports, plataforma digital que conecta entidades, atletas e eventos esportivos a marcas interessadas em patrocínio.

A lista de 2026 também representa uma mudança em relação à edição anterior. Em 2025, Neymar ocupava a sexta posição, Rayssa Leal era a 12ª colocada e Vini Jr. aparecia em 14º lugar.

Além da queda dos três brasileiros que permaneceram entre os 50 primeiros, o levantamento deste ano não inclui Rebeca Andrade, Raphinha e Rodrygo, que figuravam na classificação anterior.

“O valor comercial de um atleta vai além dos resultados esportivos e do número de seguidores. As marcas procuram personalidades capazes de criar uma conexão com o público, com credibilidade e consistência. O desempenho abre portas, mas a construção de uma marca pessoal sólida amplia as oportunidades e ajuda a sustentar parcerias ao longo da carreira”, afirma Fábio Wolff, sócio-diretor da Wolff Sports e especialista em marketing esportivo.

Tênis ganha espaço entre os atletas mais comercializáveis

Além da liderança de Sabalenka, o tênis teve outros representantes em posições de destaque. Carlos Alcaraz subiu da 18ª para a quinta colocação, enquanto Alexander Zverev ficou em oitavo lugar.

A lista também conta com Iga Swiatek, na 17ª posição; Naomi Osaka, na 21ª; Coco Gauff, na 32ª; Jannik Sinner, na 35ª; e Novak Djokovic, na 46ª.

Para Danilo Gaino, presidente da Federação Paulista de Tênis, a modalidade reúne características que favorecem a construção de vínculos comerciais entre atletas e marcas.

“O tênis tem uma característica muito interessante para o mercado: os atletas constroem uma relação com o público que combina desempenho esportivo, personalidade e histórias que vão além das quadras. A liderança de Aryna Sabalenka nesse ranking mostra a força comercial que a modalidade tem no cenário internacional e como o protagonismo das mulheres no esporte também se reflete nas oportunidades de patrocínio. Para o tênis brasileiro, esse movimento é importante porque amplia a visibilidade da modalidade e abre espaço para que marcas enxerguem o tênis como uma plataforma consistente de comunicação e relacionamento com o público”, afirma Danilo Gaino, presidente da Federação Paulista de Tênis.

No automobilismo, Charles Leclerc é o principal representante, na nona colocação geral. O piloto da Ferrari aparece à frente de Lewis Hamilton, que ocupa o 22º lugar, e Max Verstappen, na 48ª posição.

Leclerc também já havia sido o piloto mais bem colocado na edição de 2019 do levantamento da SportsPro.

“Existe uma diferença enorme entre ser famoso e construir uma marca forte. O Giannis é um ótimo exemplo disso. Sua história virou filme, sua trajetória conecta pessoas para além do basquete e isso gera um valor que não depende apenas do que ele faz em quadra. O Brasil produz ídolos esportivos o tempo todo, mas ainda explora pouco esse potencial. Falta entender que a história de um atleta pode ser tão valiosa comercialmente quanto suas conquistas”, diz Wagner Leitzke, Head de Desenvolvimento de Negócios (Business Development) da Agência End to End, empresa que faz a gestão de dezenas de clubes e busca conectar torcedores, marcas e entidades esportivas.

Basquete lidera em número de representantes

Na divisão por modalidades, o basquete é o esporte com mais atletas na lista, com 13 representantes. O futebol aparece na sequência, com 11 nomes, seguido por tênis e críquete.

O levantamento também aponta uma redução na participação feminina. Das 50 pessoas selecionadas em 2026, 16 são mulheres. Na edição anterior, eram 20 representantes.

“Este tradicional estudo é uma ótima forma de olharmos o mercado não só em métricas de volume e audiência, mas de construção de valor de marca. Quando você tem, ao mesmo tempo, esportes como tênis e automobilismo no topo ao lado de basquete e futebol, nota-se que os atletas que se tornam valiosos o fazem por operar nas principais vitrines dos EUA e grandes centros Europeus, num misto de visibilidade global, posicionamento premium e conexão com eventos presenciais bem equipados com experiências VVIP. Com essa visão conectada, de ecossistema de altíssimo valor agregado, estas indústrias potencializam as marcas das suas estrelas como verdadeiros impérios de relevância comercial”, ressalta Alexandre Vasconcellos, gerente regional da Flashscore no Brasil, com experiência em marketing esportivo, comunicação, inovação e ESG no mundo dos esportes.

Veja classificação completa do ranking

  1. Aryna Sabalenka (Belarus / tênis)
  2. Eileen Gu (China / esqui estilo livre)
  3. Giannis Antetokounmpo (Grécia / basquete)
  4. Erling Haaland (Noruega / futebol)
  5. Carlos Alcaraz (Espanha / tênis)
  6. Alysa Liu (Estados Unidos / patinação artística)
  7. Victor Wembanyama (França / basquete)
  8. Alexander Zverev (Alemanha / tênis)
  9. Charles Leclerc (Mônaco / automobilismo)
  10. AJ Dybantsa (Estados Unidos / basquete)
  11. Jalen Brunson (Estados Unidos / basquete)
  12. Sunisa Lee (Estados Unidos / ginástica artística)
  13. Shubman Gill (Índia / críquete)
  14. Cristiano Ronaldo (Portugal / futebol)
  15. Caitlin Clark (Estados Unidos / basquete)
  16. Karl-Anthony Towns (República Dominicana / basquete)
  17. Iga Swiatek (Polônia / tênis)
  18. Shohei Ohtani (Japão / beisebol)
  19. Kylian Mbappé (França / futebol)
  20. Vinicius Júnior (Brasil / futebol)
  21. Naomi Osaka (Japão / tênis)
  22. Lewis Hamilton (Reino Unido / automobilismo)
  23. Lamine Yamal (Espanha / futebol)
  24. Neymar (Brasil / futebol)
  25. Fernando Mendoza (Estados Unidos / futebol americano)
  26. LeBron James (Estados Unidos / basquete)
  27. Lionel Messi (Argentina / futebol)
  28. Sophie Cunningham (Estados Unidos / basquete)
  29. Alessia Russo (Inglaterra / futebol)
  30. Angel Reese (Estados Unidos / basquete)
  31. Jemimah Rodrigues (Índia / críquete)
  32. Coco Gauff (Estados Unidos / tênis)
  33. Nelly Korda (Estados Unidos / golfe)
  34. Alphonso Davies (Canadá / futebol)
  35. Jannik Sinner (Itália / tênis)
  36. Rishabh Pant (Índia / críquete)
  37. Smriti Mandhana (Índia / críquete)
  38. Christian McCaffrey (Estados Unidos / futebol americano)
  39. Jasprit Bumrah (Índia / críquete)
  40. VJ Edgecombe (Bahamas / basquete)
  41. Ilia Topuria (Espanha / MMA)
  42. Rayssa Leal (Brasil / skate)
  43. Myles Garrett (Estados Unidos / futebol americano)
  44. Cade Cunningham (Estados Unidos / basquete)
  45. Harry Kane (Inglaterra / futebol)
  46. Novak Djokovic (Sérvia / tênis)
  47. Alexia Putellas (Espanha / futebol)
  48. Max Verstappen (Holanda / automobilismo)
  49. Jared McCain (Estados Unidos / basquete)
  50. Devin Booker (Estados Unidos / basquete)

Como é feito o ranking da SportsPro?

Para elaborar a classificação de 2026, a SportsPro trabalhou em parceria com a consultoria NorthStar e reformulou seu modelo de avaliação. O sistema atribui até 100 pontos a cada atleta, distribuídos em três critérios: força da marca pessoal, com peso de 45 pontos; crescimento comercial atual, que vale até 40 pontos; e perspectiva de trajetória comercial futura, responsável pelos 15 pontos restantes.

“O mercado de patrocínio esportivo mudou e não se baseia mais apenas em visibilidade. Hoje, as marcas consideram fatores como a relevância, a eficiência de marketing, o engajamento e o potencial de conversão. Buscam atletas capazes de mover o ponteiro de negócios. A liderança de Aryna Sabalenka no ranking de 2026 é a prova disso. Mostra que milhões de seguidores ou o carisma isolado perderam espaço para estratégias de marca globais, estruturadas e de longo prazo. O que a levou ao topo não foi apenas o seu desempenho técnico em quadra, mas a inteligência estratégica na construção de um portfólio diversificado e altamente rentável”, explica Rafael Soares, especialista em gestão e marketing esportivo.

A análise considera 27 indicadores quantitativos e qualitativos relacionados à atratividade comercial dos esportistas. Foram avaliadas informações individuais e mais de 3 mil parcerias vigentes com marcas de diferentes setores.

O universo inicial da pesquisa reuniu 1.202 atletas de 70 modalidades. Desse grupo, 247 passaram por uma auditoria aprofundada antes da definição dos 50 nomes mais bem colocados.

O período de monitoramento compreendeu os dados registrados entre 1º de julho de 2025 e 30 de junho de 2026. Entre os critérios avaliados estão reputação pública, alcance digital, relacionamento com o público, evolução do interesse comercial e possibilidade de expansão para novos mercados.

Ex-top 1 do mundo é sincero sobre João Fonseca: “Ficar mais forte”

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