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Empurrões, socos e muita tensão: deputados envolvem-se em confrontos físicos no Parlamento da Arménia

<p style="margin-bottom:11px">O Parlamento da Arménia voltou a ser palco de confrontos entre deputados, com empurrões e socos no hemiciclo. É a segunda vez este mês que membros do Governo e da oposição entram em confronto físico.</p> <p>Os incidentes começaram quando um deputado do partido no poder, o Contrato Civil, se dirigiu aos parlamentares da oposição. Seguiram-se acusações verbais e a tensão rapidamente escalou para agressões físicas.</p> <p>Foi necessária a intervenção de outros deputados para separar os dois lados. Mesmo depois de afastados, os ânimos continuaram exaltados nos corredores do Parlamento.</p>
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É nas escolas das zonas mais pobres que faltam mais professores

Uma análise feita pela Lusa ao indicador de equidade que acompanha os alunos com apoio social escolar e respetiva comparação do seu sucesso escolar com a média nacional dos alunos com um perfil semelhante à entrada de cada ciclo de estudos, revela que 40% das escolas registam níveis negativos de equidade
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Colégios privados voltam a liderar listas das melhores escolas. A melhor pública volta a surgir em 38.º lugar

A melhor escola pública nacional, com base nos dados do Ministério da Educação analisados de acordo com os critérios da agência Lusa, voltou a descer vários lugares e aparece em 38.º lugar (em 2023/2024, a melhor pública aparecia em 33.º). Sem surpresa, volta a ser a Norte do país que se situam as escolas com melhores classificações nos exames nacionais e também onde se situam as escolas com mais 20 nas classificações internas
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Nobel da Paz iraniana critica Europa por &quot;fechar os olhos às violações dos direitos humanos&quot; no Irão

<p>Shirin Ebadi critica a resposta da Europa à repressão no Irão. Em entrevista à CNN Portugal, à margem das conferências do Estoril, considera que os países europeus deveriam ter adotado uma posição mais firme desde o início dos protestos, que provocaram a morte de milhares de jovens iranianos em janeiro deste ano. Para a ativista, a reação internacional ficou aquém do necessário perante a violência exercida pelo regime.</p>
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