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Una derrota, una fuga y una explosiva carta: ¿derrumbó Flávio Bolsonaro su capital político?

“Los hijos de Bolsonaro son burros. Reciben consejos de las personas equivocadas. Trump ya les retiró su apoyo. Son un grupo de aficionados estúpidos”. Sin medias tintas, el pastor Silas Malafaia, uno de los más fervorosos aliados de Jair Bolsonaro, apuntó contra la carta que el senador Flávio Bolsonaro, derrotado en el balotaje en Brasil, publicó el 28 de octubre en sus redes sociales. Su partido, el PL, se distanció también. ¿Se desmorona la carrera de Flávio?

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De “presidente legítimo electo” a “líder”: ¿redactó ChatGPT la polémica carta de Flávio Bolsonaro?

El influencer de derechas Paulo Figueiredo, aliado de Flávio Bolsonaro, ofreció este 29 de octubre una explicación sobre la polémica carta en la que el político brasileño se declaraba “verdadero presidente electo” de Brasil, luego de unas elecciones que calificó como ilegítimas y de huir hacia EE. UU. Según Figueiredo, para finalizar el comunicado se habría usado un chatbot, responsable de la frase que luego fue sustituida por la palabra “líder” y de la inclusión de una versión errada del escudo de Brasil.

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María Corina Machado pide elecciones con garantías y una revisión de la Constitución (VIDEO)

María Corina Machado afirmó en Caracas que su regreso a Venezuela busca impulsar una transición democrática con garantías institucionales, en una rueda de prensa en la que planteó reformas políticas, la liberación de presos políticos y mayor transparencia sobre posibles acuerdos con EEUU.

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Desapariciones forzadas y encarcelamientos: así opera una “dictadura absoluta” en Nicaragua, según informe de la ONU

El más reciente informe de un grupo de expertos de Naciones Unidas señala que existen motivos razonables para creer que el presidente nicaragüense, Daniel Ortega, y su esposa y vicepresidenta, Rosario Murillo, han cometido crímenes de lesa humanidad en el marco de una estrategia para eliminar a la oposición y perpetuarse en el poder. El reporte documenta detenciones arbitrarias, desapariciones forzadas, persecución política y privaciones de la nacionalidad, mientras el Gobierno de Managua rechaza las acusaciones y denuncia una supuesta injerencia internacional.

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La fuga de Brasil a Estados Unidos: ¿hunde Flávio Bolsonaro al bolsonarismo?

Tras perder las elecciones presidenciales y huir a EE. UU., Flávio Bolsonaro se autoproclamó "presidente electo de Brasil" -luego se retractó y cambió el título a "líder"-. Su derrota frente a Luiz Inácio Lula da Silva supone un golpe para la reputación de la familia Bolsonaro, ya mancillada por las investigaciones judiciales. Pero eso no significa necesariamente que el bolsonarismo haya perdido su poder en la esfera política de la potencia suramericana.

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Análise: posição de Flávio reflete estratégia do governo Trump

Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato derrotado à Presidência da República, divulgou, nesta quarta-feira (28), uma carta com teor golpista questionando a legitimidade da vitória de Lula nas eleições brasileiras.

O analista de Internacional da CNN, Lourival Sant’Anna, explicou durante o CNN Prime Time, que o conteúdo da carta se encaixa diretamente na estratégia política adotada pelo presidente norte americano, Donald Trump, no contexto das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos.

Fraude eleitoral como narrativa estratégica

O interesse imediato de Trump na versão de fraude na eleição brasileira, segundo Lourival Sant’Anna, é associar a ideia de irregularidade à vitória da esquerda.

“De imediato, o interesse de Donald Trump nessa versão de fraude na eleição do Brasil é para associar a fraude à vitória da esquerda, porque na terça-feira, provavelmente, os republicanos serão derrotados pelos democratas na eleição de meio de mandato”, afirmou o analista.

Essa derrota, ainda de acordo com Sant’Anna, deve ocorrer tanto na Câmara quanto, possivelmente, no Senado.

Trump teria preparado essa narrativa há bastante tempo, utilizando o Brasil como exemplo para reforçar a tese de que a esquerda venceria eleições por meio de fraudes — argumento que ele também aplica à sua própria derrota em 2020, que até hoje não reconhece. “Ele utiliza o Brasil para reforçar essa tese de que a esquerda vence eleições por meio da fraude”, explicou Sant’Anna.

Interesses de médio prazo em relação ao Brasil

No médio prazo, Lourival Sant’Anna aponta que a prioridade de Trump em relação ao Brasil seria reduzir a influência chinesa no país.

A eleição de Flávio Bolsonaro seria a forma mais direta de alcançar esse objetivo, mas como isso não se materializou, Trump tentaria atuar junto a Lula para obter resultados semelhantes. O analista citou como exemplo uma reunião realizada pouco antes de uma visita a Pequim, na qual Trump teria demonstrado capacidade de interlocução com o maior país da América Latina.

Caso as pressões dos democratas sobre Trump se intensifiquem — por meio de investigações, intimações e denúncias de corrupção e abuso de poder a partir das maiorias nas comissões da Câmara —, o analista avalia que Trump pode recorrer à carta da ameaça nacional proveniente do Brasil.

Isso incluiria caracterizar o país como uma não-democracia, mencionando organizações que ele classifica como narcoterroristas e a projeção chinesa sobre a América do Sul. “Toda essa percepção pode ser útil para o Trump no médio prazo”, disse Sant’Anna. Por ora, porém, Trump prefere manter uma boa relação com Lula, limitando-se a acolher Flávio e a tese de fraude eleitoral.

Enfraquecimento de Trump pode beneficiar estratégia de Flávio

Questionado sobre se um eventual enfraquecimento de Trump nas eleições de meio de mandato afetaria a estratégia de Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos, Lourival Sant’Anna respondeu de forma surpreendente: segundo ele, esse cenário, na verdade, reforçaria a estratégia. “Isso reforça a estratégia de Flávio Bolsonaro, porque torna o Trump mais agressivo na estratégia de concentrar o poder presidencial para se defender desses freios e contrapesos que virão do Congresso”, explicou o analista. Nesse contexto, Trump estaria ainda mais inclinado a utilizar o Brasil como alvo, caracterizando-o como uma ameaça à segurança nacional que justificaria a concentração de poder em suas mãos.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
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Flávio Bolsonaro borra carta en la que se declaraba "presidente electo de Brasil" y cambia título por "líder"

El senador ultraderechista Flávio Bolsonaro, quien huyó a Estados Unidos tras perder las elecciones presidenciales, se autoproclamó este miércoles 28 de octubre "presidente electo legítimo de Brasil", en una carta abierta que divulgó en sus redes sociales. Pero, minutos después, borró el documento inicial y publicó uno nuevo, en el que se autodenominaba "líder de Brasil". El medio Folha de S.Paulo la reseñó como "carta golpista"

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Muere Alvin Hellerstein, el juez del caso contra Nicolás Maduro y Cilia Flores en Nueva York

El juez federal Alvin K. Hellerstein, quien encabezaba el proceso penal contra Nicolás Maduro y Cilia Flores en Estados Unidos, falleció a los 92 años, un hecho que obliga ahora a reorganizar el expediente mientras se mantiene, por el momento, la fecha de inicio del juicio para junio de 2027.

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La ONU aprueba una resolución contra el embargo a Cuba, aunque EE. UU. suma adeptos al bloqueo

Naciones Unidas aboga mayoritariamente por el fin del embargo económico estadounidense contra Cuba, aunque la presión de la Administración Trump llevó a que 35 países retiraran su apoyo a la resolución, entre ellos Colombia, Argentina o Ecuador. Entretanto, Alemania e Italia se abstuvieron de votar por primera vez en años, mientras que Venezuela no participó de la sesión, en la que se registraron insultos y forcejeos.

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Análise: “Vizinhos” esperam papel propositivo do Lula 4 na política externa

No quarto mandato do presidente Lula (PT), os aliados do Brasil na América Latina parecem exigir uma postura diferente por parte do petista.

Lula tem um histórico, vindo desde 2002 quando, ao tomar o poder, teve de enfrentar uma agenda nova: a da integração regional das Américas, a partir de uma relação aprofundada com os Estados Unidos e com as 34 democracias do continente; além da cristalização da ALCA (Área de Livre Comércio das Américas).

Mas o governo petista, na época, escolheu a política externa como um lugar para uma pauta ideológica. Com isso, o bloco comercial não foi para frente, o Brasil passou a antagonizar posturas com os americanos e dificultou-se a possibilidade de maior dinamismo das economias do hemisfério.

Esses aspectos parecem ser águas passadas. Estamos em um novo mundo, 24 anos depois. Agora, a China passa a ser um ator mais do que relevante: é essencial para o Brasil. É o principal mercado para as exportações brasileiras, um grande fornecedor de bens industriais e de insumos ao agro.

Já os Estados Unidos querem ser, declaradamente, a potência do hemisfério – por acreditarem que a região faz parte de uma zona de influência e dominação americana.

Ainda há pouca clareza sobre como será conduzida a política externa de um Lula 4. Contudo, o mais interessante foi a reação dos países vizinhos, especialmente sul-americanos, que têm governos de direita e guardavam até mesmo uma expectativa de uma mudança no Brasil.

Ao perceberem a vitória do presidente Lula, se apressaram em parabenizar o petista, em estabelecer diálogo e estimular os brasileiros a assumirem um papel mais ativo localmente.

Colômbia, Paraguai, Bolívia e Peru – com exceção da Argentina, que ainda está reticente – reconheceram as eleições e felicitaram o petista. Mas, especialmente, quase pediram ao Brasil implicitamente, sutilmente, para que assuma um papel mais propositivo na região.

Isso ocorreria por duas razões: uma é a decorrência natural do Brasil ser o maior país, a maior economia regional – logo, o maior influenciador do que se faça regionalmente. A segunda vem pela necessidade de um espécie de contrapeso, um balanceamento, frente a agenda de Donald Trump.

O novo governo Lula vai abraçar essa oportunidade? Ela está pronta, fácil. Basta ter alguma pauta que diga respeito a todos os nossos vizinhos, mirando um caminho promissor para as relações internacionais e ao novo Planalto.

*Alberto Pfeifer é coordenador-geral do grupo de Defesa, Segurança e Inteligência da USP (Universidade de São Paulo) e pesquisador de Geopolítica do Insper Agro Global. Foi diretor de Projetos Especiais e de Assuntos Internacionais Estratégicos da Presidência da República. Este texto foi transcrito em primeira pessoa de análise em vídeo para o WW.

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EE. UU. otorgará visado a Flávio Bolsonaro; Lula califica de "vergonzosa" la huida del excandidato

El Gobierno de Donald Trump anunció este martes 27 de octubre que acogerá al senador brasileño Flávio Bolsonaro y a su familia. Bolsonaro, que perdió la segunda vuelta presidencial del domingo ante el mandatario Luiz Inácio Lula da Silva, abandonó Brasil tras negarse a acatar la orden judicial de entregar su pasaporte. Lula confirmó luego que su rival huyó del país. El político ultraderechista se negó a entregar el pasaporte a las autoridades en medio de una investigación por lavado de dinero.

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