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Homem é preso por importunação sexual dentro de ônibus no Recife

Um homem de 32 anos foi preso em flagrante na última quarta-feira (28), suspeito de praticar importunação sexual dentro de um coletivo que fazia a linha PE-15/Boa Viagem. O homem teria ejaculado em cima da vítima, uma mulher de 38 anos.

Suspeito de outros casos

De acordo com a investigação, o homem já havia sido apontado como autor de episódios semelhantes em 2015 e 2017. No primeiro caso, ele teria praticado atos libidinosos em direção a uma mulher que aguardava um ônibus no terminal do BRT da Avenida Cruz Cabugá, nas proximidades do Shopping Tacaruna, no Recife.

Em 2017, ele teria repetido a conduta contra outra mulher no terminal de ônibus do bairro de Timbi, em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife. Além dos registros relacionados à importunação sexual, o homem também responde a processos criminais por tráfico de drogas e receptação.

O suspeito foi autuado em flagrante por importunação sexual, crime previsto no artigo 215-A do Código Penal, com pena de reclusão de um a cinco anos. Após os procedimentos policiais, ele foi apresentado em audiência de custódia e ficou à disposição da Justiça.

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Polícia investiga rede de escravidão sexual de adolescentes no RJ

Seis pessoas já foram presas nesta quarta-feira (28) durante uma operação da Polícia Civil contra uma rede suspeita de escravizar sexualmente adolescentes no Rio de Janeiro. Batizada de NXIVM, a ação tem como alvo um grupo investigado por produzir vídeos de violência sexual contra menores e usar as imagens para ameaçar e chantagear as vítimas.

Os agentes buscam cumprir mandados de prisão e 18 medidas de busca e apreensão em Niterói, São Gonçalo e Maricá.

A investigação começou em julho, após a prisão de um assessor parlamentar suspeito de estuprar uma adolescente de 16 anos em Icaraí, na zona Sul de Niterói. Na ocasião, policiais da 74ª DP (Alcântara) apreenderam notebooks e celulares na casa do investigado. A análise dos aparelhos e de imagens de câmeras de segurança levou os agentes a identificar outros suspeitos e aprofundar a apuração sobre o esquema.

Segundo a Polícia Civil, os integrantes do grupo se autodenominavam “senhores” e chamavam as vítimas de “escravas”. A rede é investigada pela produção de vídeos de exploração sexual, incluindo registros de estupros coletivos e tortura.

De acordo com os investigadores, as imagens eram usadas para ameaçar as adolescentes com a divulgação do material e forçá-las a permanecer sob o controle dos suspeitos. O esquema também envolveria agressões físicas e psicológicas para submeter as vítimas a novos abusos.

A denúncia que deu origem ao caso foi feita pela própria adolescente, que procurou a delegacia acompanhada dos pais. Com a operação desta quarta-feira, a polícia busca reunir novas provas, esclarecer a participação dos investigados e identificar outras possíveis vítimas.

A ação conta com o apoio de unidades do 4ºDPA (Departamento de Polícia de Área) e da Corregedoria-Geral da Polícia Militar.

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