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© The New York Times

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Já não é novidade dizer que, nos últimos anos, a Fórmula 1 deixou de ser apenas um evento acompanhado por entusiastas de velocidade e se consolidou como um dos grandes catalisadores de comportamento e cultura urbana global.
Hoje, todo o universo que envolve as disputas de GP influencia tendências de moda, hábitos de consumo e até mesmo produções audiovisuais, atraindo um público jovem que consegue o esporte muito além da transmissão das corridas.
Nessa interseção entre nostalgia, estilo de vida e paixão, a Heineken se uniu à marca de streetwear Carnan para o lançamento da coleção cápsula Laps of Memory, inspirada nas memórias e conexões criadas pelos brasileiros durante os dias de corrida.
A linha é composta por jaqueta, que resgata o visual clássico do automobilismo retrô, boné, que incorpora tons de azul e verde, e mala, unindo funcionalidade e estética minimalista. A ideia foi misturar referências vintage das equipes de corrida com a linguagem contemporânea da marca. Veja fotos na galeria acima.
Produzida em edição limitada, a coleção Laps of Memory nãos será vendida no varejo, sendo destinada exclusivamente a ações de relacionamento e convidados das marcas.
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A Heineken precisa de maior responsabilização e de uma cultura de desempenho mais sólida para alcançar um crescimento consistente, afirmou o presidente-executivo Rafael Oliveira nesta quarta-feira, em sua primeira declaração desde que assumiu o comando da cervejaria holandesa neste mês.
Oliveira sucedeu Dolf van den Brink, que renunciou inesperadamente em janeiro, poucos meses após divulgar uma estratégia renovada e novas metas para a segunda maior cervejaria do mundo, deixando um ponto de interrogação sobre seus planos.
A fabricante das marcas Heineken, Tiger e Sol registrou um crescimento de mais de 4% tanto na receita quanto nos volumes no terceiro trimestre, superando confortavelmente as previsões dos analistas, impulsionada pela forte demanda na Ásia.
Mas Oliveira, que enfrenta pressão dos investidores para acelerar o crescimento das vendas, melhorar a eficiência e aumentar os retornos, disse que a empresa nem sempre estava aproveitando as oportunidades de crescimento ou conquistando clientes quando deveria.
“Há mais a ser feito para aprimorar a execução, acelerar o ritmo e construir uma cultura de desempenho mais sólida, com maior responsabilização em toda a empresa”, disse ele em comunicado, acrescentando que suas primeiras impressões tinham sido positivas no geral.
Oliveira disse que apresentaria seus planos para a Heineken com mais detalhes quando a empresa divulgar os resultados do ano inteiro, em fevereiro.
Analistas esperavam um crescimento orgânico de volume de 2,9% e um crescimento da receita de 3,5%.
A cervejaria superou as expectativas em grande parte devido a um forte desempenho na Ásia-Pacífico, onde os volumes aumentaram 17,3%, impulsionados pelo crescimento no Vietnã e na Índia.
A Heineken também afirmou que o crescimento foi impulsionado por suas principais marcas globais e prioridades estratégicas, incluindo cervejas com baixo teor alcoólico ou sem álcool e produtos premium.

© Doug Mills/The New York Times

© Doug Mills/The New York Times; Frederick Breedon/Getty Images for Pure Flix

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Russia’s Rubicon drone unit, which is sent to hunt Ukrainian drone pilots, was not used to being hunted itself, Brigadier General Andrii Biletskyi told journalists on 19 October. He was summing up Operation Vivaldi, which his Third Army Corps fought in northern Donetsk Oblast from May to mid-October. Once its pilots realized they were being killed, Rubicon’s morale dropped sharply, he said.
Russia has fought for 12 years to take all of Donetsk Oblast, and Sloviansk and Kramatorsk anchor the fortress belt of cities Ukraine still holds there. Vivaldi retook 277 km² in northern Donetsk Oblast. Biletskyi says it destroyed Russia’s bridgehead on the Chornyi Zherebets River and forced Moscow to drop its plan to bypass Lyman from the north and encircle the two cities. On that front, the Third Corps had flagged Rubicon, Russia’s elite drone unit, as a threat.
Once a Rubicon position was found, the Third Assault Brigade and the KRAKEN drone regiment committed any number of FPV and bomber drones to destroy its crews, Biletskyi said.
The brigade’s commander, Yaroslav Levenets, said his troops prepared for Rubicon’s arrival and concentrated on killing its pilots. He gave no details.
“Not stable in defense,” Levenets said of Rubicon’s troops.
They dislike sitting in trenches, he said, and under pressure they grow nervous and change positions.

Biletskyi said the name was chosen at the very start of planning, in winter 2025–2026, many months before the operation began. The original plan had four stages, one for each season, and later grew to slightly more, ArmyInform reported.
When he first unveiled the operation in September, he put it this way:
“Vivaldi, as is known, has four seasons. And this is only the first one.”
He credited two planners, known by the call signs Yurist and Leshyi. Leshyi, an assault soldier wounded seven times who later moved to staff work, was killed. Yurist was seriously wounded.
Major Dmytro Rohoziuk is now acting commander of the Third Army Corps, the corps press service said on 20 October. The press service said the move is not a transfer, and Biletskyi keeps his formal post as corps commander while he leads the “Center” grouping of the Third, 11th, and 19th corps.

Rohoziuk took over the 60th Mechanized Brigade in October 2025. Its previous commander was arrested in January after the State Bureau of Investigation accused him of embezzling about $1 million in weapons procurement. The brigade fought in all four phases of Vivaldi and retook Kolodiazi without street fighting.

Biletskyi also declined command of the Ground Forces, which oversee mobilization.
“There’s no point taking on something you don’t truly believe you can improve,” he said.
Russian losses in Vivaldi topped 8,000 troops, and about 270 Russian soldiers were taken prisoner, Biletskyi said. More than 20 officers surrendered, including a chief of staff and three company commanders.
The territory matters less than disrupting Russia’s strategic plan, he said. Russian forces still press toward Dobropillia, where Ukraine is counterattacking.