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Djokovic cai para veterano alemão e se complica na corrida pelo ATP Finals

Novak Djokovic perdeu pela primeira vez na carreira para Jan-Lennard Struff, nesta quinta-feira (29), pelas oitavas de final do ATP 500 da Basileia, na Suíça. O alemão venceu por 6/7(4), 7/5 e 7/6(5), depois de perder o primeiro set no tiebreak.

Struff, de 36 anos e 47º do ranking, vinha de uma final no ATP 250 de Bruxelas e havia perdido os oito jogos anteriores contra o sérvio. O último confronto entre os dois tinha sido no US Open de 2025.

O alemão levou a melhor nos números decisivos: deu 27 aces, contra 21 de Djokovic, e salvou os seis break points que enfrentou. O sérvio criou seis chances de quebra e não converteu nenhuma, enquanto Struff aproveitou uma das três que teve.

Antes do jogo no ATP 500 suíço, Struff havia falado que seria um prazer enfrentar o rival, apesar do retrospecto negativo. “Ele é o maior de todos os tempos, então é muito bom ter a oportunidade de enfrentá-lo”, afirmou.

Djokovic fica fora do grupo dos oito no ATP Finals

Com a derrota, Djokovic fica com 2.890 pontos na corrida para o ATP Finals, o torneio de fim de temporada, em Turim. O sérvio ocupa a 10ª posição, fora do grupo dos oito classificados.

Alexander Zverev, Carlos Alcaraz e Ben Shelton já estão garantidos. As outras cinco vagas são disputadas por Daniil Medvedev (3.710 pontos), Flavio Cobolli (3.680), Arthur Fils (3.525), Frances Tiafoe (3.380) e Rafael Jódar (3.184), que hoje ocupa a última posição de classificação.

Logo atrás aparecem Alex de Minaur (2.930), Djokovic (2.890), Taylor Fritz (2.785), Tommy Paul (2.725) e Jakub Mensik (2.500). O sérvio está 40 pontos atrás de De Minaur, 294 atrás de Jódar e 490 atrás de Tiafoe.

Os números ainda podem mudar nesta semana: Medvedev, De Minaur e Paul disputam as quartas de final em Viena, enquanto Fils e Fritz estão nas quartas na Basileia.

O que Djokovic precisa fazer no Masters de Paris

Djokovic chega ao Masters 1000 de Paris, última parada antes do ATP Finals, precisando reduzir a distância de 294 pontos para Jódar. O título em Paris vale 1.000 pontos, e uma semifinal, 400.

Mesmo uma boa campanha pode não bastar, porque os rivais também jogam em Paris e somam pontos. Jódar é o mais próximo, e Tiafoe, a 490 pontos, exigiria uma campanha ainda mais longa do sérvio.

Aos 39 anos, Djokovic faz uma temporada irregular. Eliminado na estreia do US Open por Navone, ele chegou a falar em um problema de saúde que o atrapalha e caiu para o 12º lugar do ranking.

A Basileia era o segundo ATP 500 do ano para Djokovic, que conquistou o título em Pequim no início do mês. Ele voltou ao torneio suíço pela primeira vez em 15 anos, onde foi campeão em 2009.

Jannik Sinner, campeão das duas últimas edições do ATP Finals, não joga mais torneios oficiais em 2026 por causa de uma lesão no joelho e ficará fora de Turim.

Djokovic anuncia amigo como novo técnico para Roland Garros

(Publicado por Luccas Oliveira)

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Alcaraz vence entre contrastes y Vacherot neutraliza a Jódar

Ninguno quiere el premio, o así lo parece. Como si se hubieran contagiado. Lo tiene a tiro Nikoloz Basilashvili hasta cuatro veces, pero el georgiano se adorna —ese exceso de confianza en la volea no tocaba— y termina pagándolo caro, muy caro. Tanto que le cuesta el set (o sea, el partido) después de que Carlos Alcaraz, igualmente errático, haya desperdiciado tres opciones de cerrar el duelo; una de ellas con toda la pista para él, clamorosa. Al final no lo lamentará. El murciano vence en un episodio de contrastes (6-1 y 7-6(11), después de 1h 41m) y progresa en Viena, donde se las verá este viernes en los cuartos de final (no antes de las 15.00, Movistar+) con un rival sobradamente conocido para él: será el décimo pulso con Tommy Paul, con un balance favorable de 7-2.

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ZVEREV SE CORONARÁ EL LUNES

Jódar, primerizo en la élite, continúa en pleno crecimiento y descubriendo los entresijos del máximo nivel. En este proceso de aprendizaje, uno de los aspectos a mejorar es su rendimiento en los tie-breaks, en los que la experiencia resulta fundamental.

Este curso, el madrileño ha tenido que dilucidar 24, de los cuales ha ganado 11 y perdido 13. Empezó con fuerza —ganó siete de los diez primeros que jugó—, pero últimamente ha menguado; en concreto, se ha hecho solo con dos de los diez últimos.

Precisamente, si alguien domina esa zona terminal es Djokovic (39), que empezó bien contra Struf y al final se diluyó. Conforme transcurrió el partido fue perdiendo vigor y el tenista alemán, que se había inclinado en los ocho precedentes entre ambos, lo apeó. Dejó, pues, escapar una magnífica oportunidad.

Quien no lo hizo fue Alexander Zverev, que el próximo lunes abrirá oficialmente su reinado al derrotar en Viena a Tallon Griekspoor (6-4 y 7-5). El triunfo anticipa su ascenso a la cima. Allí también, el italiano Flavio Cobolli abandonó lesionado y entre lágrimas ante su compatriota Matteo Berrettini.

Cabe recordar que actualmente es sexto tanto en el ranking como en la carrera anual, así como que debería ser el referente de su país en las Finales de la Copa Davis. Se resintió de unos problemas arrastraba desde la semana previa en Lyon.

Por otra parte, Elena Rybakina confirmó que finalizará el año en lo más alto. Su triunfo contra Yulia Putintseva en Tokio (6-2 y 6-3) le garantiza la posición, que obtuvo tras el US Open. La kazaja, de 27 años, ha ganado este año en Australia y Nueva York.

© Lisa Leutner (REUTERS)

Alcaraz celebra la victoria contra Basilashvili, este jueves en Viena.
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