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O “grou gigante extinto” nunca existiu: o ADN resolveu um mistério de 150 anos

Durante 150 anos, a ciência acreditou que uma espécie de grou gigante tinha vivido na Europa e desaparecido no fim da última idade do gelo. Afinal, nunca existiu. Um estudo da Universidade de Bournemouth, publicado na Royal Society Open Science, mostra que os ossos atribuídos a essa ave são, na verdade, de grous-comuns, a mesma espécie que ainda hoje vive na Europa, apenas de maior porte. O engano vinha do século XIX. Em 1869, o biólogo francês Alphonse Milne-Edwards encontrou fragmentos de ossos invulgarmente grandes em grutas do sul de França. Foram datados do fim da última idade do gelo.

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