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Cerejeira Namora, Marinho Falcão integra Fernanda Meirelles Magalhães como Of-Counsel


A Cerejeira Namora, Marinho Falcão reforçou a sua equipa com a entrada de Fernanda Meirelles Magalhães, doutorada em Direito e professora universitária, com experiência de investigação nas áreas de Civil, Digital e Tecnologia.

Fernanda Meirelles Magalhães é doutorada em Direito, com título de Doutoramento Europeu, e mestre em Ciências Jurídico-Civilísticas pela Faculdade de Direito da Universidade do Porto, sendo licenciada em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Atualmente, é Professora Auxiliar na Universidade Portucalense, onde leciona Direito Civil, sendo também Professora Auxiliar Convidada no ISCAP, com responsabilidade pelas unidades curriculares de Direito na Web e Direito no Ciberespaço, integradas em cursos de mestrado.

Investigadora do Instituto Jurídico Portucalense, desenvolveu atividade científica na Faculdade de Direito da Universidade do Porto e realizou investigação em instituições internacionais, incluindo o Max-Planck-Institut für ausländisches und internationales Privatrecht, na Alemanha, a Tilburg University, nos Países Baixos, a University of Tartu, na Estónia, e a Universidad de Salamanca, em Espanha. Entre 2023 e 2026, integrou ainda a Comissão de Acompanhamento de Curso do Doutoramento em Direito da Faculdade de Direito da Universidade do Porto.

Nuno Cerejeira Namora, sócio fundador, considera que esta entrada reforça a equipa de Civil e permite aprofundar a ligação entre investigação e prática jurídica. “A experiência da Fernanda nas áreas de Civil e Digital é relevante para o trabalho que desenvolvemos e para os desafios que estas matérias colocam à prática jurídica, nacional e internacional”, afirma.

Também Zita Xavier de Medeiros, associada sénior, destaca a sua experiência: “a sua formação e investigação permitem-nos acompanhar de perto questões jurídicas que têm vindo a ganhar importância, em particular no contexto digital”.

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PwC Portugal assessora o Grupo ORA na entrada no capital da Original Spot Design


A PwC Portugal assessorou o Grupo ORA, grupo francês especializado em design, produção e instalação de espaços de retail, na aquisição da maioria do capital social da Original Spot Design, referência portuguesa no setor junto de marcas de cosmética e perfumaria premium.

A PwC Portugal acompanhou o Grupo ORA em todas as fases da operação, desde a due diligence nas vertentes jurídica, financeira e fiscal até à negociação e conclusão da transação. A vertente legal da due diligence e a assessoria jurídica da transação foi liderada por Luís Pedro Oliveira, que contou com o apoio de Nelson Esteves e Raphaël Jerónimo Bugalho da equipa de Corporate/M&A.

A due diligence foi conduzida por uma equipa multidisciplinar, que contou com Fernando Costal Carinhas e Maria Azevedo em Direito Imobiliário; Levi França Machado, Carolina Cariano e João Sismeiro Pereira em Direito Laboral; Nicole Fortunato em Direito Digital; Tiago Silva Abade, Rodrigo Vilhena Cunha e Rita Reia Ventura em Direito Público e Regulatório; e Afonso Ribeiro Ramos e Ana Catarina Simões em Proteção de Dados.

A due diligence financeira esteve a cargo de Luís Boquinhas, Tiago Filipe Valverde e José Machado Teixeira e a due diligence fiscal ficou a cargo de Luís Andrade, Marisa Paulos Madeira e Inês Carvalho.

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Weil Gotshal recomenda dissolução após saída de dezenas de sócios e fracasso de fusão


A sociedade de advogados norte-americana Weil, Gotshal & Manges recomendou aos seus sócios que avancem para a dissolução da firma, depois de semanas de negociações para encontrar uma solução para a crise interna. A decisão, comunicada esta quarta-feira, surge após o fracasso das conversações para uma fusão com a rival Willkie Farr & Gallagher e a saída de vários advogados de topo para escritórios concorrentes.

A dissolução ainda terá de ser votada pelos sócios nos próximos dias. Até lá, a direção pretende manter a atividade e assegurar a continuidade dos serviços prestados aos clientes durante o processo de encerramento, que deverá decorrer ao longo dos próximos meses, segundo o Financial Times.

A administração da Weil anunciou que pretende contratar um consultor financeiro para avaliar as contas e organizar o encerramento. Apesar de a sociedade ter pouca ou nenhuma dívida, terá de fazer face a compromissos como os contratos de arrendamento dos escritórios espalhados pelo mundo e um plano de pensões.

“Após uma análise cuidadosa das alternativas estratégicas, a comissão de gestão recomendou aos sócios que a firma avance para uma dissolução ordenada”, declarou a sociedade, citada pelo jornal britânico.

Fuga de sócios precipitou a crise

A decisão representa uma reviravolta para uma das sociedades de advogados mais conhecidas dos Estados Unidos, com uma presença histórica nas áreas do direito societário, das fusões e aquisições, do private equity e da reestruturação de empresas em dificuldades financeiras.

A Weil emprega cerca de 1200 advogados e mil profissionais de outras áreas. No ano passado, gerou receitas de aproximadamente 2,1 mil milhões de dólares, segundo a Bloomberg Law.

A crise agravou-se nos últimos meses, à medida que sócios com carteiras de clientes relevantes começaram a abandonar a sociedade para se juntarem a concorrentes. Entre as saídas de maior impacto está a de Michael Aiello, responsável pela área de direito societário, que anunciou em setembro a sua transferência para a Cravath, Swaine & Moore, acompanhado por outros advogados.

Outros sócios e responsáveis de departamentos prepararam ou concretizaram igualmente a mudança para sociedades como a Simpson Thacher & Bartlett, a Paul Weiss e a Sullivan & Cromwell. As saídas atingiram tanto os escritórios norte-americanos como os de Londres.

A instabilidade estendeu-se à sucessão na liderança. Ramona Nee, escolhida em março para substituir Barry Wolf como executive partner a partir de janeiro de 2027, decidiu não assumir o cargo. A sua retirada comprometeu o plano de sucessão numa altura em que a sociedade procurava travar a saída de outros sócios e definir o seu futuro.

Fusão falhada deixou a sociedade sem alternativa imediata

Antes de ponderar o encerramento, a Weil procurou uma solução que lhe permitisse continuar a operar. A principal hipótese passou por uma fusão com a Willkie Farr & Gallagher, também sediada em Nova Iorque. As negociações terminaram sem acordo na semana passada, aumentando a pressão sobre a direção para encontrar uma saída.

A sociedade contratou entretanto advogados da Davis Polk & Wardwell, incluindo o especialista em reestruturações Brian Resnick, para a aconselhar sobre as opções disponíveis. Entre os cenários discutidos estavam uma fusão com outra firma, a redução da dimensão da operação ou a dissolução.

O problema não se resume, porém, ao volume de receitas. A Weil continuou a faturar mais de dois mil milhões de dólares por ano, mas perdeu terreno face a concorrentes que cresceram mais rapidamente, em particular nas áreas ligadas ao private equity e às grandes operações empresariais. A saída de advogados com capacidade para atrair negócios tornou ainda mais difícil preservar a posição da sociedade no mercado.

Fundada em 1931, a Weil construiu uma reputação internacional na área da insolvência e da reestruturação empresarial. Esteve envolvida em processos de grande dimensão, incluindo a reestruturação da Enron e a insolvência do banco Lehman Brothers, após a crise financeira de 2008. Mantinha também posições relevantes nas áreas de fusões e aquisições e de investimento em empresas.

Mas este não será caso único. Há precedentes. A Stroock & Stroock & Lavan encerrou em 2023, enquanto a Dewey & LeBoeuf entrou em colapso em 2012, depois de ter chegado a contar com cerca de 1450 advogados. Outras sociedades históricas, como a Shearman & Sterling, acabaram por se fundir com concorrentes.

No caso da Weil, a dissolução ainda não é definitiva: depende da votação dos sócios. Se for aprovada, o encerramento terá de assegurar a transição dos processos dos clientes e o cumprimento das obrigações da sociedade, num processo que poderá afetar milhares de trabalhadores, entre advogados, assistentes jurídicos e outros profissionais.

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Bazalto quer levar a assessoria imobiliária além do jurídico


O anúncio foi feito em julho: a Bazalto entrou no mercado de advocacia português. Fundada por Bernardo Silveira e José Diogo Marques, a boutique tem como foco o setor imobiliário, nas suas diversas dimensões.

“O imobiliário em Portugal já não se serve bem com assessoria jurídica generalista. É um setor que exige hoje um grau de especialização e uma capacidade de resposta que vão muito para além do aconselhamento tradicional”, assume Bernardo Silveira.

O sócio fundador garante que o imobiliário é um setor “multidisciplinar”, combinando jurídico, urbanístico, fiscal, financeiro e técnico, e envolve stakeholders com interesses “quase sempre divergentes”. “Isso obriga a uma compreensão de todo o ciclo do investimento”, sublinha, acrescentando que a assessoria jurídica não pode ser estanque na conciliação desses interesses e que tem de se moldar aos objetivos de cada cliente e à especificidade de cada projeto.

Bernardo Silveira, fundador da Bazalto – Legal & Strategy AdvisorsHugo Amaral/ECO

“Ao conseguirmos colocar o cliente e o seu projeto no centro de todo o processo de decisão, acabamos também por conseguir eliminar o “cliente interno” que, em estruturas maiores e mais departamentalizadas, pode representar uma ineficiência para os projetos”, explica.

À Advocatus, o sócio fundador José Diogo Marques explica que o nascimento da Bazalto deveu-se a uma “oportunidade do mercado”. Por um lado, aponta que existe um “apetite claro” dos clientes por uma assessoria de “maior proximidade” e que consiga ser “sofisticada” e “integrada” ao mesmo tempo.

Por outro lado, destaca o “talento”. “Este é para nós um tema central mesmo em tempo de inteligência artificial (IA). Vemos hoje muitos bons profissionais à procura de alternativas às grandes estruturas, às práticas mais tradicionais e também às empresas. O que lhes podemos propor é trabalho sofisticado, em assuntos e com clientes interessantes, dentro de uma estrutura e com um ritmo bastante mais flexíveis”, disse.

José Diogo Marques, fundador da Bazalto – Legal & Strategy AdvisorsHugo Amaral/ECO

Ao mercado, a Bazalto apresentou-se como uma boutique que pretende ir além da assessoria jurídica tradicional, combinando o jurídico, a consultoria estratégica a licenciamentos e o ESG. “A força do modelo está na forma como estas três linhas se articulam entre si e não na soma de cada uma isoladamente. O objetivo é o de reduzir os custos de contexto de cada projeto, seja em risco jurídico, em tempo ou na coordenação entre interlocutores”, explica Bernardo Silveira.

Por exemplo, na linha de consultoria estratégica a licenciamentos procuram intervir numa fase mais embrionária dos projetos, desde o estudo de viabilidade à própria validação e revisão dos projetos, trabalhando lado-a-lado com os projetistas para que o processo chegue aos serviços municipais o mais limpo possível.

“Os atrasos no licenciamento não têm uma causa única, isso sabemos todos. Mas um acompanhamento estratégico desde o momento zero traz disciplina, coerência e qualidade ao desenvolvimento do projeto, e isso reduz o número de interações e o tempo até à aprovação”, alerta Bernardo Silveira.

Dois sócios, uma visão integrada

Os sócios fundadores Bernardo Silveira e José Diogo Marques garantem que mais que um divisão “rígida” de funções entre ambos, o que existe é uma lógica de “colaboração permanente” e um “grande compromisso de equipa”.

“Os projetos passam pelos dois, ainda que com pesos diferentes consoante a fase, e é isso que nos permite dar ao cliente uma visão inteira dos desafios que tem à sua frente, em vez de duas leituras paralelas que alguém depois teria de juntar”, explica José Diogo Marques.

José Diogo Marques e Bernardo Silveira, fundadores da Bazalto – Legal & Strategy AdvisorsHugo Amaral/ECO

Mas essa complementaridade reflete-se também na cultura, segundo Bernardo Silveira. “Uma cultura sem silos, em que cada projeto é avaliado com todas as variáveis relevantes em cima da mesa e não apenas a partir de uma perspetiva isolada. Numa estrutura da nossa dimensão isso não é um princípio que se escreva num documento, é simplesmente a forma como se trabalha todos os dias”, refere.

Atualmente, a equipa da Bazalto integra cinco pessoas, quatro advogados séniores e uma profissional para a gestão operacional do escritório, mas o objetivo é crescer a equipa em função do “desenvolvimento da atividade” e das “necessidades” dos clientes.

“Gostávamos de fechar o ano de 2026 com a integração de mais um elemento, perfazendo uma equipa de seis, com experiência, e que nos dá garantias de que a Bazalto conseguirá dar uma resposta adequada às necessidades dos nossos clientes e dos segmentos de mercado em que queremos estar”, aponta José Diogo Marques.

  • Bazalto – Legal & Strategy Advisors Hugo Amaral/ECO
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  • José Diogo Marques e Bernardo Silveira, fundadores da Bazalto – Legal & Strategy Advisors Hugo Amaral/ECO
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No que toca aos clientes, o sócio fundador revela que trabalham com clientes institucionais, estruturas de investimento coletivo, family offices, grupos hoteleiros, bancos, seguradoras e promotores, investidores não institucionais e ainda entidades administrativas. “Ao fim de quatro meses de atividade, os clientes estrangeiros, sobretudo grupos espanhóis, franceses e alemães, representam cerca de metade da faturação bruta”, avança.

Do tempo à segurança jurídica, os desafios do imobiliário

Num setor particularmente “complexo” e “sensível”, o imobiliário atravessa uma fase de transformação, marcada, entre outros fatores, pela habitação, licenciamento, ordenamento do território, investimento estrangeiro e exigências ambientais. E para Bernardo Silveira os maiores desafios que se colocam aos investidores e promotores podem agrupar-se em quatro eixos: tempo, segurança jurídica, decisores e fiscal.

Relativamente ao tempo, o sócio fundador explica que a duração dos processos administrativos continua a ser o “obstáculo crítico” à execução dos projetos. Já no que concerne à segurança jurídica, “ou falta dela” como “atira” o advogado, defende que a ausência de previsibilidade e as constantes alterações legislativas afastam investimento e dificultam qualquer planeamento a médio prazo.

“A dispersão legislativa é aqui parte do problema, e a resposta parece-nos evidente. Falta, designadamente, um código da construção que agregue os diplomas e uniformize a interpretação das regras aplicáveis naquilo que é verdadeiramente essencial na análise dos processos”, nota.

José Diogo Marques e Bernardo Silveira, fundadores da Bazalto – Legal & Strategy AdvisorsHugo Amaral/ECO

Em termos fiscais, garante que são precisas medidas “mais limpas”, “sem condicionalismos” e de efeito “imediato”, dando como exemplo a sujeição a IVA da primeira transmissão de imóvel por parte do promotor, permitindo-lhe deduzir o imposto suportado na construção.

Por fim, aponta que o último desafio está do “lado de quem decide”. “Os serviços públicos, muito por força das pessoas que se estão a reformar e da falta da renovação, estão degradados por falta de meios e sem uma resposta digital minimamente adequada, o que prolonga prazos e agrava custos de contexto. A isso acresce um desalinhamento de incentivos nas entidades administrativas, que não favorece a decisão célere, e muitas vezes uma falta de cultura prática e de proximidade ao terreno por parte de quem aprecia os pedidos”, acrescenta Bernardo Silveira.

Tecnologia e ESG no futuro do imobiliário

Num momento em que a inteligência artificial e a tecnologia estão a transformar a prestação de serviços jurídicos, a Bazalto garante que a tecnologia é um instrumento ao serviço da qualidade e da eficiência, mas “nunca um fim em si mesmo”.

“Somos proativos na procura de novas soluções e temos outras ferramentas de automação que também nos ajudam a poupar tempo com tarefas burocráticas. O que a tecnologia nos dá é tempo para o que importa: pensar, aconselhar e estar presente junto do cliente”, assume José Diogo Marques.

No que toca ao ESG, Bernardo Silveira considera um fator estruturante de “qualquer projeto imobiliário sério”. Do lado da procura, refere que os investidores institucionais, os fundos de pensões, os family offices e até os bancos que financiam estas operações passaram a exigir critérios de sustentabilidade muito mais rigorosos. Já do lado regulatório, aponta que as exigências europeias, do SFDR à Taxonomia da UE, tornaram a conformidade ESG uma questão que por vezes é de “sobrevivência”-

“Por isso decidimos que a sustentabilidade seria um pilar central da nossa proposta de valor e não uma camada acessória ou decorativa. Para lhe dar substância, temos parcerias estratégicas com a Stravillia e com a NBC Consulting, liderada por Nuno Brito e Cunha”, sublinha.

José Diogo Marques e Bernardo Silveira, fundadores da Bazalto – Legal & Strategy AdvisorsHugo Amaral/ECO

Nos próximos três a cinco anos querem ser uma “referência”, através de um crescimento de forma sustentada.

“Queremos consolidar a Bazalto como referência no aconselhamento jurídico e estratégico ao setor imobiliário. O crescimento da equipa será consequência natural da expansão da atividade, sempre de forma criteriosa e alinhada com a proximidade e a especialização que nos definem”, revela José Diogo Marques.

Salientando que mais do que atingir números, pretendem medir o sucesso pela qualidade dos projetos em que participam, Bernardo Silveira quer que sejam reconhecidos como uma casa “especializada, de valor acrescentado, próxima e criativa nas soluções que apresenta”. “Se tivéssemos de escolher uma única imagem de sucesso, seria esta. Que a conversa connosco não acabe com uma lista de riscos e de coisas que “não se pode fazer”, mas sim com um caminho viável, eficiente e seguro”, conclui.

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Eversheds Sutherland Portugal reforça área de Corporate e M&A com promoção de Joana Pinhal a Sócia Convidada


A Eversheds Sutherland Portugal anuncia a promoção de Joana Pinhal a Sócia Convidada do Departamento de Societário e Fusões e Aquisições, que passa também a assumir as funções de Coordenadora-Adjunta da área de prática de Corporate e M&A e de responsável pelas áreas de Private Equity e Venture Capital.

A Joana Pinhal integra o escritório desde 2025 e exercia, até agora, funções de Associada Principal, estando regularmente envolvida em operações complexas e de relevância estratégica para clientes nacionais e internacionais.

Rodrigo Almeida Dias, Managing Partner da Eversheds Sutherland Portugal, afirma: “Esta promoção reflete o percurso de excelência da Joana, as suas reconhecidas competências técnicas e o contributo decisivo que tem dado para o desenvolvimento e o crescimento da nossa prática de Societário e Fusões e Aquisições.”

 

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SRS Legal assessora Intuitivo numa ronda de financiamento seed de 1.35 milhões


A SRS Legal assessorou a Intuitivo numa ronda de financiamento seed de 1.35 milhões de euros, liderada pela Caixa Capital e pelo Impact Innovation Fund, gerido pela 3xP Global, e que contou ainda com a participação da Techstars e da COREangels Lisboa e Porto.

A operação visa apoiar o crescimento da startup e os seus planos de expansão internacional. A Intuitivo desenvolve uma plataforma digital de avaliação para instituições de ensino, que recorre à inteligência artificial para simplificar e automatizar este processo.

O financiamento permitirá à startup de tecnologia educativa continuar a desenvolver o seu projeto e preparar a expansão para o mercado brasileiro. A Intuitivo integrou a edição de 2022 do STARTUP Lab by SRS Legal, o primeiro programa de aceleração de startups em Portugal desenvolvido por uma sociedade de advogados, e venceu, em 2024, a competição PITCH da Web Summit, que distinguiu a empresa entre 105 startups concorrentes. A assessoria jurídica foi liderada por Paulo Bandeira, sócio, e Solange Fernandes, coordenadora na SRS Legal.

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PLMJ assessora Healthcare Activos na aquisição de um portefólio de hospitais dos Lusíadas em Portugal


A PLMJ assessorou a Healthcare Activos na aquisição de um portefólio de três hospitais privados em Portugal operados pela Lusíadas Saúde, avaliado em 180 milhões de euros, através da aquisição da totalidade das unidades de participação do Fundo de Investimento Imobiliário SaudeInveste.

A transação foi coordenada pela equipa de Imobiliário e Turismo da PLMJ, liderada por Ricardo Reigada Pereira, sócio co-coordenador da área, e contou com a participação de Hélder Santos Correia, associado coordenador, e Tamara Martins da Fonseca, associada sénior.

A operação envolveu ainda uma equipa multidisciplinar que incluiu, nomeadamente, a área de Bancário e Financeiro, com a colaboração dos sócios Bruno Ferreira e João Dias Lopes, de Rita Romão, associada coordenadora, e de João Terrinha, associado sénior, e a área de Urbanismo e Ordenamento do Território, com a colaboração de Luís Moitinho de Almeida, sócio, e Bernardo Gomes de Castro, associado sénior.

A aquisição foi realizada maioritariamente através de um fundo sediado no Luxemburgo e gerido pela Healthcare Activos. Os três hospitais estão localizados em Lisboa, Porto e Albufeira. O vendedor foi a Praemia REIM France, através da Praemia Healthcare e do OPPCI IHE Healthcare Europe.

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Maria João Mata integra equipa da Fluencia


Maria João Mata é a nova sócia da boutique Fluencia. A advogada reforça a equipa nas áreas de Direito das Sociedades e Fusões e Aquisições.

“Foi sobretudo ao longo da colaboração que desenvolvemos que surgiu a vontade de trabalhar mais estreitamente em conjunto. Identificámo-nos na forma de abordar os dossiers, na importância que damos à relação com os clientes e, muito simplesmente, no prazer de trabalhar juntas”, explica em comunicado a sócia fundadora da Fluencia Mathilde Sucena.

O percurso de Maria João Mata conta com mais de duas décadas na PLMJ, onde foi coordenadora da equipa de M&A e cocoordenadora da equipa de M&A e Energia. Foi também sócia da Miranda, onde foi cocoordenadora da prática de Societário, Comercial e M&A para Portugal, e da CCA Law Firm, onde cocoordenou a prática de M&A e Societário.

Ao longo do seu percurso, liderou operações de M&A para clientes portugueses e estrangeiros, desde as negociações preliminares até ao fecho, incluindo a coordenação de due diligences e a negociação de contratos.

“O que desejo é poder contribuir para fazer crescer a Fluencia, em particular na área do M&A. Sou muito partidária de que juntos somos mais fortes”, sublinha o novo reforço Maria João Mata.

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Antas da Cunha Ecija aposta no setor da Segurança e da Defesa


A Antas da Cunha Ecija vai apostar no setor da Segurança e da Defesa. A área será coordenada pelo sócio Paulo de Almeida Sande, que contará com o apoio do consultor internacional de segurança Luís Manuel Brás Bernardino.

Em comunicado, a firma explica que os serviços deste novo setor estão sobretudo direcionados para fabricantes e integradores de sistemas, fornecedores de tecnologia e equipamento militar, operadores de infraestruturas críticas e prestadores de serviços de segurança.

“Num contexto marcado pelo reforço da autonomia estratégica europeia, pelo crescimento do investimento em Defesa e Segurança, pela crescente relevância das tecnologias de dupla utilização e pelo aumento das exigências regulamentares e regulatórias que estão a transformar profundamente o setor, achámos que fazia todo o sentido investirmos neste projeto”, sublinha o managing partner Fernando Antas da Cunha.

Paulo de Almeida Sande

O novo setor será coordenado pelo sócio Paulo de Almeida Sande, que tem centrado a atividade em Direito da União Europeia e Direito Internacional Público, com enfoque na cooperação judiciária no espaço europeu, bem como em Direito da Energia e Contratação Pública.

Já Luís Manuel Brás Bernardino é coronel do Exército Português e conta com experiência internacional em missões nas Nações Unidas, União Europeia e NATO. Na Antas da Cunha Ecija vai apoiar Paulo de Almeida Sande na qualidade de consultor internacional de segurança.

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Gonçalo Andrade e Sousa integra a Linklaters como responsável da área de Direito Público e Regulatório


A Linklaters reforçou a equipa do escritório de Lisboa com a integração de Gonçalo Andrade e Sousa, na qualidade de managing associate. O advogado vai assumir a liderança da área de Direito Público e Regulatório, integrada na área de Finance, Energy & Infrastructure.

Em comunicado, a firma explica que o novo reforço irá contribuir para o desenvolvimento da área em Portugal e para o “acompanhamento de clientes em assuntos complexos, num contexto marcado pelos crescentes desafios regulatórios e pela transformação dos setores público e privado”.

Transitando da Uría Menéndez, Gonçalo Andrade e Sousa tem prestado assessoria regulatória e transacional em projetos privados e de iniciativa pública, nos setores da energia e das infraestruturas. A sua experiência abrange ainda operações de M&A, financiamento e desenvolvimento de projetos, envolvendo ativos altamente regulados, designadamente nas áreas da energia, infraestruturas, água e resíduos, telecomunicações, ambiente e centros de dados.

“Estamos muito satisfeitos com a integração do Gonçalo Andrade e Sousa, que representa um passo significativo no reforço da nossa oferta em Direito Público e Regulatório. A sua experiência e o profundo conhecimento do mercado complementam de forma relevante as nossas competências e a capacidade da equipa para continuar a apoiar os nossos clientes nas suas matérias mais desafiantes, em projetos e operações estratégicas com dimensão nacional e internacional“, refere em comunicado Gonçalo Veiga de Macedo, sócio responsável pela área de Finance, Energy & Infrastructure.

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As escolhas de… Alexandra M. Martins


Na edição de outubro da revista Advocatus, Alexandra M. Martins, sócia da Sérvulo & Associados, com experiência essencialmente nas áreas de Corporate M&A, partilhou as suas escolhas.

Estas são as suas escolhas!

O livro favorito

Mataram a Cotovia, da Harper Lee. Já o li como adolescente, como advogada, como mãe. É sempre marcante, qualquer que seja a perspetiva.

O filme que nunca perde…

Django Libertado. É tão inusitado como brilhante!

Uma série de sempre…

Seintfelt. Quando já não sei o que ver, é sempre lá que volto. Há episódios que já vi dezenas de vezes. É como voltar a casa. Peaky Blinders logo a seguir no pódio.

A viagem de eleição…

Ilha do Pico, nos Açores. Subir a montanha foi difícil, descer ainda mais, mas o sentimento de missão cumprida é inesquecível até hoje.

Uma memória…

Uma ou outra vez, no fim de uma transação, ouvi “Obrigado por tudo! Não fazíamos isto sem si!” Exagerado, sem dúvida, mas é uma frase muito gratificante de ouvir depois de meses de trabalho e dedicação. Nos dias de trabalho mais difíceis, é no que penso.

Na secretária nunca falta(m)…

Um Código Civil e um Código das Sociedades Comerciais. Por mais que tente ter versões digitais sempre atualizadas, adoro o ritual de procurar “aquele” artigo com o indicador em riste…

A primeira coisa que faz quando acorda…

Abrir a janela para sentir o ar fresco.

O primeiro despertador toca às…

06h43 (6h40 é demasiado cedo, 6h45, muito tarde…)

Para começar bem o dia nada melhor do que…

O cheiro a café e torradas.

Um barista prepara um café expresso no stand da Cafes Fraica — que apresenta cafés da Malongo, fornecedora oficial do Palácio do Eliseu — durante a feira AGECOTEL em Nice, no sul de França, a 3 de fevereiro de 2026. A AGECOTEL é uma feira bienal dirigida a profissionais dos setores da hotelaria, restauração e serviços alimentares.EPA/SEBASTIEN NOGIER

A primeira coisa que faz quando chega a casa…

Tento (e a palavra é mesmo “tentar”) retribuir a alegria contagiante do meu querido cocker. É sempre um “que bom que chegaste!” muito entusiástico.

Os tempos livres são para…

Experimentar ou regressar a um bom restaurante e tudo o que envolva passar tempo com o meu filho (o meu consumo de jogos de futebol e desporto em geral tem aumentado exponencialmente nos últimos anos…).

Um lema de vida…

“Faz, erra, aprende, segue”. Às vezes, muito, muito difícil de pôr em prática (pelo menos para mim), mas uma receita com várias provas dadas ao longo da minha vida!

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Proença de Carvalho abre escritório no Porto e integra dois novos sócios


A Proença de Carvalho abriu um novo escritório na cidade do Porto, localizado na zona da Boavista. Paralelamente, integrou como sócios Miguel Gonzalez Amado, que assumirá a coordenação do escritório do Porto, e Pedro Duarte Batista, ambos transitam da Vieira de Almeida.

“A abertura do escritório no Porto é a resposta natural à procura que temos constatado por parte de clientes no Norte e uma afirmação de confiança no desenvolvimento que a região tem vindo a registar. Queremos estar mais perto deles, com os mesmos valores que consagrámos desde o início no nosso Manifesto e que caracterizam esta marca, presente no mercado português há várias décadas: confiança, coragem, visão, rigor e proximidade”, referem em comunicado Francisco Proença de Carvalho e André Matias de Almeida.

Miguel Gonzalez Amado conta com cerca de 16 anos de experiência em fiscalidade nacional e internacional e integra a Proença de Carvalho na qualidade de sócio do departamento de Direito Fiscal e coordenador do escritório do Porto. Ao longo do seu percurso, tem assessorado clientes nacionais e internacionais em vários tipos de operações, incluindo fusões e aquisições, due diligences fiscais, estruturação de operações, reorganizações societárias.

“Criar, a partir do Porto, um escritório vocacionado para o tecido empresarial nortenho e para os investidores internacionais que escolhem a região, e fazê-lo na Proença de Carvalho, dotada das mais avançadas ferramentas jurídicas e tecnológicas, com a sua matriz de proximidade, confiança, rigor, sigilo e agilidade, é um desafio irrecusável. São valores profundamente característicos da relação entre cliente e advogado nesta região, enraizados numa sociedade de advogados que tem a vantagem de ter sido desenhada a partir de uma 1 marca histórica, mas a pensar nos desafios atuais que a advocacia enfrenta”, afirma Miguel Gonzalez Amado.

Já Pedro Duarte Batista integra as áreas de Corporate e M&A e Contratos Comerciais, na qualidade de sócio. Possui uma vasta experiência na coordenação de operações de M&A em diferentes indústrias e setores, operações de reestruturação societária e na negociação de contratos comerciais.

“As empresas do Norte conjugam tradição e inovação, tal como a Proença de Carvalho, e enfrentam desafios exigentes, como a sucessão geracional, o crescimento ou a entrada de novos parceiros e investidores nacionais e internacionais. É com uma equipa local, que conhece profundamente a região, que queremos acompanhá-las nas operações determinantes para o seu futuro“, sublinha Pedro Duarte Batista.

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Schiappa Cabral reforça áreas de imobiliário, construção e contencioso


A Schiappa Cabral reforça a sua equipa com a integração de Rita Delgado e Simão Mira como novos sócios, acompanhados pela respetiva equipa. Os dois advogados vêm reforçar as competências da firma nas áreas de M&A, Urbanismo, Imobiliário e contencioso.

A integração insere-se na “estratégia de crescimento sustentado da Schiappa Cabral, assente na reunião de profissionais experientes, na complementaridade das respetivas competências e no desenvolvimento de uma oferta jurídica especializada, orientada para as necessidades de empresas, investidores e outros agentes económicos”, segundo comunicado do escritório.

Rita Delgado com mais de 35 anos de experiência e Simão Mira com mais de 25 anos, foram ambos sócios da Albuquerque & Associados, desde 2010.

No decurso deste ano, a sociedade integrou também o sócio Filipe Anacoreta Correia e os of counsel Cecília Anacoreta Correia e Filipe Vieira, todos com mais de 25 anos de experiência profissional.

Escritório da Schiappa Cabral & AssociadosHugo Amaral/ECO

Com este reforço, a Schiappa Cabral prossegue “o desenvolvimento de um modelo de sociedade orientado para a prestação de serviços jurídicos especializados a empresas, investidores, fundos de investimento, entidades de private equity e family offices”.

A Schiappa Cabral reúne uma equipa vocacionada em matérias jurídicas relevantes para a atividade empresarial e para a concretização de projetos de investimento, privilegiando uma relação próxima com os clientes e soluções ajustadas às necessidades específicas de cada negócio.

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Cuatrecasas assessora 33N Ventures no lançamento de fundo de 200 milhões de euros


A Cuatrecasas assessorou a 33N Ventures no lançamento do 33N Cybersecurity, AI and Defense Tech Champions Growth Fund, um novo fundo de capital de risco com um objetivo de captação de 200 milhões de euros. O fundo vai investir em empresas europeias em fase de crescimento nas áreas da cibersegurança, da inteligência artificial e da tecnologia de defesa e segurança.

A equipa da Cuatrecasas que assessorou a 33N Ventures foi liderada pelo sócio do setor Financeiro e de Fund Formation Corporate Paulo Costa Martins, e incluiu os associados Catarina Mira Lança, Natacha Branco e Pedro Rodrigues da Silva.

Em comunicado, a firma explica que a assessoria incluiu a estruturação jurídica e regulatória como fundo de capital de risco fechado de direito português, registado junto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários com o rótulo de fundo europeu de capital de risco (EuVECA), “que permite captar investidores em diferentes jurisdições europeias ao abrigo de um regime harmonizado”.

“Esta operação traduz a aposta da 33N Ventures na consolidação da sua estratégia de investimento em tecnologias críticas para a segurança e a resiliência digital — cibersegurança, inteligência artificial e tecnologia de defesa. A estruturação deste fundo como EuVECA exigiu uma articulação cuidada entre o regime dos fundos europeus de capital de risco e o regime jurídico português, assegurando simultaneamente flexibilidade na captação e alinhamento com as exigências regulatórias aplicáveis”, refere Paulo Costa Martins.

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Andersen Ibéria integra a CNA e consolida a aposta no Porto


A Andersen Ibéria chegou a acordo para integrar a CNA – Curado, Nogueira & Associados, uma escritório de advogados do Porto. A integração, que produzirá efeitos a partir de 1 de janeiro de 2027, integrará as quatro sócias e a sua equipa na estrutura da Andersen Ibéria. Com esta união, a Andersen sublinha que ampliará as suas competências em Fiscal, Corporate e M&A, Reestruturações e Insolvências, Laboral e Contencioso.

“A Andersen no Porto tem já uma história. Construíram-na os profissionais do nosso escritório e também a Teresa, a Luísa, a Carla e a Ana a partir da CNA. Este acordo permite-nos continuá-la juntos, numa única sociedade. Queremos que as empresas portuguesas encontrem neste projeto a proximidade de quem conhece o seu mercado e a capacidade de todas as equipas da Andersen Ibéria“, refere em comunicado José Vicente Morote, sócio diretor da Andersen Ibéria.

Teresa Nogueira passará a integrar o Comité Executivo, em Portugal. Luísa Curado integrará a área de Corporate e M&A, enquanto Carla Malhão e Ana Reis coordenarão a prática Fiscal no Porto.

“Em 2018 juntámo-nos à Andersen Global e, ao longo dos últimos oito anos, contribuímos para o reconhecimento e para o crescimento da marca Andersen em Portugal. Integrarmo-nos na Andersen Ibéria é uma escolha de futuro. Queremos pôr a nossa experiência em comum com a de profissionais de toda a Península, trabalhar juntos em assuntos de maior dimensão e oferecer à nossa equipa um espaço onde possa continuar a crescer. É com essa ambição que damos este passo”, refere Teresa Nogueira.

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