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Lucros da XTB disparam quase 300% no terceiro trimestre para 49,3 milhões de euros

XTB - O sonho da aterragem suave

A XTB encerrou o terceiro trimestre de 2026 um resultado líquido consolidado a disparar 295,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo os 49,3 milhões de euros.

O desempenho trimestral da corretora financeira superou as estimativas dos analistas, mesmo num contexto de menor volatilidade nos mercados financeiros entre julho e setembro. Com este resultado, o lucro acumulado da XTB nos primeiros nove meses do ano ascende aos 289,9 milhões de euros — um salto expressivo face aos 109,4 milhões de euros registados no período homólogo de 2025.

As receitas operacionais da empresa acompanharam a trajetória de forte crescimento, alcançando os 143,8 milhões de euros no terceiro trimestre (+63,3% face ao ano anterior). No total dos primeiros três trimestres de 2026, as receitas operacionais já somam 633,1 milhões de euros, representando um aumento de 74,5%.

“O último trimestre provou que a nossa estratégia é eficaz não apenas em períodos de maior volatilidade nos mercados financeiros. Os últimos meses caracterizaram-se por uma acalmia significativamente maior do que no primeiro semestre de 2026 e, apesar disso, conseguimos alcançar resultados financeiros que superaram as expectativas dos analistas”, destacou Omar Arnaout, CEO da XTB.

Mais de 1 milhão de novos clientes em 2026

O crescimento assenta numa expansão acelerada da base de utilizadores. Só no terceiro trimestre, a plataforma acolheu mais de 335 mil novos utilizadores (+51,4%), fazendo com que o total de novos clientes adicionados desde o início do ano ultrapasse a fasquia do 1 milhão de investidores (1,04 milhões).

A base total de clientes da XTB fixou-se em quase 3,14 milhões (+64,8% em termos homólogos), enquanto os clientes ativos atingiram o recorde de 1,56 milhões (+70,3%).

Os ativos dos clientes sob custódia da XTB atingiram o valor recorde de 12,7 mil milhões de euros no final de setembro. Este crescimento tem sido impulsionado pela mudança no perfil de investimento da plataforma: mais de 84% dos novos clientes começam por negociar ações, ETFs ou Planos de Investimento.

No total, as ações (5,8 mil milhões de euros) e os ETFs (5,3 mil milhões de euros) representam já mais de 86% do total dos ativos detidos na corretora.

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