❌

Reading view

Gobierno de Colombia radicó en el Congreso ley de ajuste fiscal

Bogotá, 29 oct (Prensa Latina) El Gobierno de Colombia presentó hoy ante el Congreso una propuesta legislativa de ajuste fiscal a la que denominó “Ley de Rescate” que plantea recortar el gasto estatal y reestructurar el sistema tributario nacional.

The post Gobierno de Colombia radicó en el Congreso ley de ajuste fiscal first appeared on Noticias Prensa Latina.

  •  

Onde se esconde, afinal, o poder?

“People have the power”, canta Patti Smith e parecem acreditar os manifestantes que tumultuam as cidades europeias reclamando um futuro. Mas será mesmo assim nos dias de hoje? A democracia, na clássica definição de Abraham Lincoln, é “o governo do povo, pelo povo e para o povo.” Acontece que, na verdade, a democracia é o governo da maioria. Como elucida Alexis de Tocqueville na obra “Democracia na América”, “em todos os países onde o povo é soberano, é a maioria que governa em nome do povo.” O busílis está no facto de essa maioria ser a maioria dos que votam, o que pode levar a que muitos cidadãos não se sintam verdadeiramente representados pelas instituições democráticas.

Talvez seja esse o caso dos jovens que se manifestam nas cidades europeias, causando aquilo que António Guerreiro apelida de “guerra civil planetária”. O mal-estar social que faz emergir movimentos inorgânicos e leva a contestação às ruas expõe os limites da democracia liberal, num tempo em que o poder é cada vez mais difuso e fragmentado. A hiperpolítica, conceito popularizado pelo historiador Anton Jäger no livro homónimo, invadiu o espaço público entendido quer como conceito urbanístico, quer como conceito filosófico de lugar de debate e formação de opiniões.

A politização exacerbada e contínua do espaço público no seu duplo sentido não trará, muito provavelmente, reformas estruturais ou soluções concretas para problemas coletivos. Quando a maré descer, só ficarão na restinga os despojos da degradação das democracias liberais, bem patente na incapacidade dos governos de exercerem a sua autoridade e de conterem a fúria dos manifestantes dentro dos limites da civilidade democrática. Enquadrar a natureza inorgânica e muitas vezes violenta dos movimentos de rua na organização institucional das democracias é, hoje, um dos principais desafios do poder político nos países ocidentais.

Novas geografias do poder

Historicamente, o poder esteve sempre associado a lugares e símbolos identificáveis: o trono, o palácio, o parlamento, o quartel, a fábrica… O poder tinha um rosto, uma hierarquia e um território. Mesmo quando se encontrava disperso por diferentes instituições, era possível reconhecer os seus centros de gravidade e os limites da sua ação. Hoje, a geografia do poder tornou-se mais complexa. Embora o poder continue a habitar os lugares tradicionais, também circula, e cada vez mais, por redes financeiras, infraestruturas tecnológicas, sistemas de informação, plataformas digitais e mecanismos algorítmicos cuja influência nem sempre é visível.

É atribuída a William Shakespeare a frase “o horror visível tem menos poder sobre a alma do que o horror imaginado.” O problema contemporâneo com o poder é, justamente, a sua invisibilidade aos olhos da maioria dos cidadãos. A questão decisiva do nosso tempo já não consiste, por isso, em saber apenas quem governa. Consiste em perceber quem define as condições em que se governa, quem controla os instrumentos que permitem decidir e quem tem capacidade para impor limites aos decisores.

O poder formal nem sempre coincide com a capacidade real de influenciar os acontecimentos. Um governo empoderado pela legitimidade eleitoral pode, ainda assim, estar condicionado por múltiplos poderes difusos. A distância entre a titularidade formal do poder e a capacidade efetiva de intervenção constitui uma das questões centrais das democracias contemporâneas, como se vê pela inépcia dos governos europeus em encontrar respostas para quem protesta nas ruas.

Tradicionalmente, o poder é distribuído por diferentes esferas que se cruzam e ora cooperam, ora entram em conflito. Grosso modo, o Estado conserva os três monopólios legítimos: legislar, tributar e punir. O poder económico condiciona o investimento, o emprego, os salários e a distribuição da riqueza. O poder tecnológico controla infraestruturas essenciais à comunicação, ao acesso à informação e à gestão de dados. O poder mediático participa na definição dos assuntos que merecem atenção coletiva e influencia a formação da opinião pública. E o poder cultural contribui para estabelecer os valores, as aspirações e as representações através das quais uma sociedade questiona a sua própria condição.

Atualmente, estes poderes continuam a existir e a influenciar o modo de vida nas sociedades democráticas. Mas, entretanto, verificou-se a concentração num número restrito de pessoas, grupos ou instituições de poderes com menor visibilidade e, por isso, menos escrutináveis. O poder contemporâneo já não é piramidal, mas sim uma imbricada rede de relações e dependências. Neste sentido, o exercício do poder depende da posição ocupada nessa rede, dos recursos disponíveis e da capacidade de transformar esses recursos em influência.

Longa manus da tecnologia

Nas novas geografias do poder, o capital, a informação e a tecnologia estão, seguramente, entre os fatores que mais condicionam e influenciam quem decide. No caso da tecnologia, a inteligência artificial veio, aliás, acentuar o carácter concêntrico, etéreo, manipulador e inescrutável dos novos instrumentos de poder. De repente, os centros tradicionais de poder ficaram expostos a mecanismos de influência cuja lógica desconhecemos e muito menos controlamos. A inteligência artificial permite ampliar a vigilância, dificultar a identificação de manipulações e concentrar poder nas organizações que controlam os dados, os modelos e a infraestrutura digital.

O pequeno grupo de oligarcas tecnológicos acumula um poder económico, político e social sem precedentes, através do controlo dos sistemas digitais globais. Dispõe de uma extraordinária capacidade de moldar a opinião pública a partir das redes sociais, de avançar sem regras no desenvolvimento da superinteligência, de investir na reversão do envelhecimento celular, de esboroar as regras da privacidade ou de acelerar a crise ambiental. Tudo isto tem efeitos profundos no funcionamento das democracias liberais e até no equilíbrio geopolítico.

Há poucos dias, as forças militares ucranianas deram conta de que os terminais Starshield começaram, sem aviso prévio, a perder conectividade acima de 160 km/h, dificultando a ação dos drones intercetores usados contra os drones russos impulsionados a jato. As limitações à velocidade da rede de internet via satélite desenvolvida pela SpaceX, de Elon Musk, estão a servir para forçar a Ucrânia a ceder a um acordo de paz (ou de capitulação, na verdade) com a Rússia, como deseja a administração Trump.

Um tech oligarch é, portanto, capaz de influenciar decisivamente o desfecho de uma guerra que está a massacrar um povo e que tem implicações profundas na segurança da Europa. É um sinal dos tempos e representa a tendência para impor o poder pela superioridade tecnológica, através de parcerias entre governos e setor privado. Assim será cada vez mais no futuro, considerando a velocidade de desenvolvimento de tecnologias complexas com fins simultaneamente civis e militares.

É claro que a superioridade económica, tecnológica, energética ou militar sempre ditou as regras no mundo, ao longo da História. A diferença é que o poder hoje é cada vez mais difuso e fragmentado, o que torna difícil o seu controlo, limitação e escrutínio democráticos. Das ruas de Paris aos escritórios de Silicon Valley, das corretoras de Wall Street ao estreito de Ormuz, da linha da frente da Ucrânia às redes de bots, dos campos de morte de Gaza ao luxo de Mar-a-Lago, da opacidade dos offshores à sede da ONU, onde se esconde, afinal, o poder?

  •  

Healey backs away from cutting welfare cost amid warnings of public finance shortfall

Experts round on chancellor over ‘scattergun’ budget, saying he ducked big tax and spending decisions

John Healey has backed away from cutting the cost of welfare this parliament, amid dire warnings his first budget could lead to brutal spending cuts because of a £28bn shortfall in public finances.

Experts rounded on Healey’s steady-as-she-goes budget on Thursday, with the Institute for Fiscal Studies saying he had left himself a mountain to climb by ducking big tax and spending decisions.

Continue reading...

© Photograph: Wiktor Szymanowicz/Future Publishing/Getty Images

© Photograph: Wiktor Szymanowicz/Future Publishing/Getty Images

© Photograph: Wiktor Szymanowicz/Future Publishing/Getty Images

  •  

Bentley revela bastidores do desenvolvimento de seu primeiro elétrico

A Bentley revelou nesta quinta-feira (29) os detalhes do programa de desenvolvimento do Torcal, o primeiro modelo 100% elétrico de sua história.

A frota de protótipos e veículos de pré-série acumulou mais de 1 milhão de quilômetros rodados em testes globais, enfrentando variações térmicas de -38 °C na Suécia até mais de 40 °C em regiões desérticas, além de ensaios em altitudes de até 4.200 metros acima do nível do mar em Pikes Peak, nos Estados Unidos.

O processo de engenharia do veículo combinou simulações virtuais em realidade estendida (XR) para o ajuste da cabine e ergonomia com métodos avançados de escaneamento a laser para verificação de montagem.

O desenvolvimento do sistema elétrico e de software adota ciclos de atualização a cada seis semanas, validados em laboratório e em pista antes da aprovação final.

Tecnologia e segurança do conjunto de baterias

O acumulador de energia do Bentley Torcal possui peso estimado em 625 kg e entrega densidade energética superior a 180 Wh/kg. Para garantir a integridade estrutural do componente, a fabricante instalou um escudo inferior de proteção em material composto contra impactos no assoalho do veículo.

O conjunto foi submetido a rigorosos testes de homologação internacional e segurança passiva. Entre os ensaios aplicados estão a resistência ao fogo por no mínimo duas horas sem propagação de chamas, testes de corrosão por névoa salina e a simulação de impacto por projeção de objetos contra o compartimento das células, na qual um projétil de aço de 111 gramas é disparado a velocidades superiores a 160 km/h contra a estrutura inferior.

Transição de protótipos e produção

Com a conclusão das fases de validação física e de software, a montadora britânica iniciou a remoção gradual das camuflagens da frota de testes. O processo de camuflagem do modelo variou entre adesivagem gráfica para distorção visual e painéis temporários de carroceria para ocultar as linhas finais do design durante as rodagens públicas.

A Bentley ainda não informou o início das entregas do Torcal aos clientes, mas está prevista para constar nas próximas etapas do cronograma de lançamento global da marca.

Range Rover lança primeiro modelo elétrico da história; confira

 

  •  

Emergency stockpiles are a luxury that not everyone can afford | Letters

Keira Callaghan says being prepared should be a public health measure, not a privilege, and Chris Rotheram is experiencing prescription anxiety. Plus five more letters in response to the Be Ready campaign

The Be Ready campaign may offer sensible advice in principle (Every Briton should stockpile water and food supplies, government advises, 22 October), but as a midwife working in Tower Hamlets, one of the poorest boroughs in London, I can see first-hand that its practical recommendations risk excluding precisely those families who are already most vulnerable.

For families living in a single room in a shared house, storing nine litres of water per person alongside three days’ worth of essential supplies may simply be unrealistic. When families are already struggling with the cost of food, heating and everyday necessities, buying additional emergency provisions may also be financially impossible.

Continue reading...

© Photograph: pundapanda/Getty Images

© Photograph: pundapanda/Getty Images

© Photograph: pundapanda/Getty Images

  •  

The ‘breathing space budget’ – breathing space for the government, that is | John Crace

John Healey aced the morning-after media round because his Martin Lewis measures left nothing to challenge him on

Maybe it had been one of the greatest acts of political genius after all. The day after the budget is usually the moment when things start to fall apart. When clued-up journalists and economists have had a chance to go through all the fine points the chancellor would rather everyone had missed. The forecasts that suggest everything is predicated on a wing and a prayer. The hidden unfunded tax cuts. The greater-than-expected spending commitments.

But on Thursday morning Andy Burnham and John Healey could afford themselves a sigh of relief. All had gone about as well as they could have hoped. It turns out that when you don’t make any massive tax or spending commitments, there isn’t a great deal to unravel. All there had been was a raft of small-scale interventions designed to help people with their personal finances. Call it the Martin Lewis budget. In fact, Healey and Lewis now seem unable to get through the day without spending some time with each other. They certainly can’t stop talking about one another. It’s becoming unhealthily co-dependent. The gods of small things.

Continue reading...

© Photograph: WPA/Getty Images

© Photograph: WPA/Getty Images

© Photograph: WPA/Getty Images

  •  

UK politics: Burnham denies preventing ministers from speaking about plans for closer relationship with EU – as it happened

Prime minister wrote to ministers saying he did not want them to ‘advocate for specific options or opine on the likely outcome of the process’

Selling nicotine-free vapes to children under the age of 18 has become illegal from today, the government has said.

Children were already banned from buying vapes containing nicotine. But, under the Tobacco and Vapes Act, shops across the UK will now be banned from selling nicotine-free vapes, and nicotine pouches, to children.

Vaping can be a way to help established adult smokers who are already addicted to nicotine from tobacco to swap to a less dangerous product. Vaping is considered safer than smoking, but that is a low bar. Vapes should therefore never be used by children or non-smokers.

Some children have already come to harm from bad reactions to vapes. The long-term health harms of vaping in today’s children will only become clear over time. They are however unlikely to be good; inhaling multiple, often heated, chemicals into the lungs may well do irreversible harm.

Continue reading...

© Photograph: Darren Staples/AFP/Getty Images

© Photograph: Darren Staples/AFP/Getty Images

© Photograph: Darren Staples/AFP/Getty Images

  •  

Healey’s budget paves way for ‘brutal’ spending review next year, warns IFS

Thinktank says chancellor has given himself a mountain to climb after ducking big decisions in low-key speech

John Healey has paved the way for a “brutal” spending review next year after his budget failed to cover a £28bn shortfall in the public finances needed to avoid a return to austerity, according to Britain’s leading tax and spending experts.

A day after his address to the Commons, the Institute for Fiscal Studies (IFS) said the chancellor had left himself a mountain to climb by ducking several big decisions in his debut tax and spending statement.

Continue reading...

© Photograph: WPA/Getty Images

© Photograph: WPA/Getty Images

© Photograph: WPA/Getty Images

  •  

Billionaire Tax Campaign Pins Its Hopes on Influencers and Social Media

Supporters of a California wealth tax are short on cash and are relying on cheaper campaign methods to get their word out.

© Minh Connors for The New York Times

Ifeanyi Ifediba usually creates videos about sports, anime and campus life. But he recently agreed to make a political ad to support the billionaire tax.
  •  

John Healey faces questions over budget leak that moved bank share prices

Treasury select committee asks FCA to investigate whether tax surcharge leak led to ‘improper release of inside information’

John Healey is facing pressure to clarify whether he permitted a market-sensitive budget leak ahead of his statement, which moved bank share prices.

The chair of the influential Commons Treasury select committe, Meg Hillier, has written to the Treasury and the Financial Conduct Authority watchdog (FCA) to assess whether a story leaked to Bloomberg, and published more than an hour before the budget was revealed, led to an “improper release of inside information”.

Continue reading...

© Photograph: House of Commons/Reuters

© Photograph: House of Commons/Reuters

© Photograph: House of Commons/Reuters

  •  

Jessie Buckley cambia los sueldos millonarios de Hollywood por los 167 euros diarios que paga el teatro Royal Court de Londres

Jessie Buckley (36 años, Kerry, Irlanda) es la última ganadora del Oscar a mejor actriz; se lo llevó el pasado mes de marzo por su papel protagonista en la película Hamnet, que le valió el reconocimiento de la crítica y el público en todo el mundo. Pero su primer reflejo no ha sido quedarse en Hollywood, sino volver al teatro. Y lo ha hecho a pesar de los sueldos millonarios de la meca del cine que puede ganar quien se hace con la preciada estatuilla. Tras recibir el Oscar, podría cobrar hasta 5,4 millones de euros por película, según analistas del sector consultados por The Times. Pero ella ha cambiado esos millonarios contratos por los 167 euros diarios que paga el teatro Royal Court de Londres, donde protagonizará la obra experimental Afterbirth.

Seguir leyendo

© SIPA USA (Sthanlee Mirador/Sipa USA)

Jessie Buckley con su Oscar a mejor actriz por 'Hamnet', el 15 de marzo de 2026 en Los Ángeles, California.
  •  

Lloyds executive criticises Healey for linking bank tax rises to energy bill support

Chief financial officer says he hopes budget measure is temporary as sector provides loans that fuel growth

A senior Lloyds Banking Group executive has criticised the chancellor for linking bank tax increases to energy bill support for UK households, as he warned the government against extending the higher levy beyond March 2028.

Lloyds’s chief financial officer, William Chalmers, acknowledged that the economic environment was “challenging” but said the government should not seek to ease pressure on households at the expense of the banking sector as it provides loans that could fuel UK growth.

Continue reading...

© Photograph: Nathan Stirk/Getty Images

© Photograph: Nathan Stirk/Getty Images

© Photograph: Nathan Stirk/Getty Images

  •  

Net Zero Costs Continue to Climb in Labour’s Budget

Net Zero costs have continued to climb in Labour's Budget, with tens of billions in subsidies being poured into renewables and other green boondoggles. We simply can't afford it, says Paul Homewood.

The post Net Zero Costs Continue to Climb in Labour’s Budget appeared first on The Daily Sceptic.

  •  

‘Scattergun’ budget will still leave Britons facing higher energy bills, says thinktank

Healey’s attempt to provide ‘breathing space’ gives rich almost as much as poor, says Resolution Foundation

John Healey delivered a “scattergun” budget that did little to boost living standards and left Britain facing “a painful second half” of the parliament, a leading economic thinktank has warned.

The Resolution Foundation said on Thursday that measures to ease household gas and electricity costs would still leave energy bills higher this year than during the last energy shock.

Continue reading...

© Photograph: RichSTOCK/Alamy

© Photograph: RichSTOCK/Alamy

© Photograph: RichSTOCK/Alamy

  •  

UK politics: Burnham denies preventing ministers from speaking about plans for closer relationship with EU – as it happened

Prime minister wrote to ministers saying he did not want them to ‘advocate for specific options or opine on the likely outcome of the process’

Selling nicotine-free vapes to children under the age of 18 has become illegal from today, the government has said.

Children were already banned from buying vapes containing nicotine. But, under the Tobacco and Vapes Act, shops across the UK will now be banned from selling nicotine-free vapes, and nicotine pouches, to children.

Vaping can be a way to help established adult smokers who are already addicted to nicotine from tobacco to swap to a less dangerous product. Vaping is considered safer than smoking, but that is a low bar. Vapes should therefore never be used by children or non-smokers.

Some children have already come to harm from bad reactions to vapes. The long-term health harms of vaping in today’s children will only become clear over time. They are however unlikely to be good; inhaling multiple, often heated, chemicals into the lungs may well do irreversible harm.

Continue reading...

© Photograph: Darren Staples/AFP/Getty Images

© Photograph: Darren Staples/AFP/Getty Images

© Photograph: Darren Staples/AFP/Getty Images

  •  

Healey vows to cut welfare bill before next election with ‘tough’ approach to young people

Chancellor’s comments come as fiscal watchdog says disability benefits will cost £100bn a year before end of decade

John Healey had said there will be a reduction in the welfare bill before the next election, with a “tough” approach to young people who do not accept support to get a job or training.

The chancellor was repeatedly pressed on the issue in broadcast interviews after documents from the Office for Budget Responsibility suggested sickness and disability benefits would cost £100bn a year before the end of the decade.

Continue reading...

© Photograph: Bloomberg/Getty Images

© Photograph: Bloomberg/Getty Images

© Photograph: Bloomberg/Getty Images

  •  
❌