❌

Reading view

Polícia investiga explosão após reação química na CSN em Volta Redonda (RJ)

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga a explosão na CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) registrada no início da tarde desta quarta-feira (28) em Volta Redonda, no Sul Fluminense (RJ). Ninguém ficou ferido.

Segundo a polícia, após o encerramento do trabalho de rescaldo do Corpo de Bombeiros, a perícia será realizada no local.

Os bombeiros foram acionados para a ocorrência após uma reação química que teria provocado um deslocamento de ar no local. A Brigada da CSN atuou no combate aos focos iniciais de incêndio.

Posteriormente, os bombeiros confirmaram que não haviam vítimas em razão da explosão.

Explosão

Imagens obtidas pela CNN Brasil registraram fumaça no local. Assista:

Em nota, a CSN apontou que a explosão aconteceu por volta das 13h30, durante uma operação de descarregamento de ferro-gusa no Poço de Tombamento de Escória (Kisch Pit), na Usina Presidente Vargas.

“O contato do material em alta temperatura com excesso de umidade no solo ocasionou uma forte reação, com liberação de calor e fumaça em proporções visíveis tanto no interior quanto no entorno da usina”, destacou a companhia.

  •  

Vídeo: bombeiros são acionados após explosão na CSN em Volta Redonda (RJ)

Uma explosão na CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) foi registrada no início da tarde desta quarta-feira (28) em Volta Redonda, no Sul Fluminense (RJ). Ninguém ficou ferido.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a corporação foi acionada após uma reação química que teria provocado um deslocamento de ar no local. A brigada da CSN atuou no combate aos focos iniciais de incêndio.

Posteriormente, os bombeiros confirmaram que não haviam vítimas em razão da explosão.

Imagens obtidas pela CNN Brasil registraram fumaça no local. Veja:

Em nota, a CSN apontou que a explosão aconteceu por volta das 13h30, durante uma operação de descarregamento de ferro-gusa no Poço de Tombamento de Escória (Kisch Pit), na Usina Presidente Vargas.

“O contato do material em alta temperatura com excesso de umidade no solo ocasionou uma forte reação, com liberação de calor e fumaça em proporções visíveis tanto no interior quanto no entorno da usina”, destacou a companhia.

Segundo a CSN, as causas do acidente são investigadas.

  •  

Vídeo: sucuri-amarela é flagrada enrolando corpo em jacaré dentro de lago no Pantanal de Mato Grosso do Sul

Uma sucuri-amarela foi filmada enrolada em um jacaré dentro de um lago, no Pantanal de Mato Grosso do Sul. O registro foi feito durante um safari nesta segunda-feira (26).

Na filmagem, realizada pelo técnico em agropecuária Adriel Abreu, é possível ver a sucuri com o corpo enrolado no animal. Assista:

“[Quando chegamos] A sucuri-amarela já estava submersa na água dando para ver as arrodias dela envolta do jacaré, quando ela faz esse processo de asfixia da presa”, disse o técnico.

Na ocasião, Adriel acompanhava um grupo de turistas, que puderam se aproximar do lago e ver a movimentação do animal.

“Era um lago pequeno desses de beira de estrada mesmo, a água estava até um pouco turva. Sucuri não é muito normal [de ser vista], mas nesses últimos dias ela está aparecendo com mais frequência”, concluiu Abreu.

  •  

Mortalidade por câncer de mama é quase quatro vezes maior em negras

Um estudo do Inca (Instituto Nacional de Câncer) divulgado nesta terça-feira (27) apontou que a mortalidade por câncer de mama é cerca de 3,8 vezes maior entre mulheres negras do que entre mulheres brancas no Brasil.

O material reuniu resultados de 24 estudos feitos em seis países, incluindo o Brasil, e destacou a porcentagem identificada no aumento anual da mortalidade pela doença ao longo de um período de 20 anos (entre 2000 e 2020).

De acordo com a pesquisa “Disparidades raciais na incidência do Câncer de Mama“, o número está relacionado a fatores como o acesso aos serviços de saúde, o diagnóstico tardio e as diferenças socioeconômicas.

Segundo o estudo, há necessidade de melhorar a qualidade dos dados sobre cor ou “raça” nos sistemas de informação brasileiros, uma vez que esses registros são considerados fundamentais para: conhecer a distribuição dos subtipos moleculares do câncer de mama entre diferentes grupos raciais e ampliar o conhecimento sobre as desigualdades na doença.

Embora a incidência da doença seja, em geral, menor entre mulheres negras do que entre brancas, mulheres pretas e pardas são mais frequentemente afetadas por tumores de comportamento agressivo, especialmente o subtipo triplo-negativo.

Nesse grupo, o diagnóstico também ocorre com maior frequência em estágios avançados e em pessoas mais jovens.

Uma pesquisa publicada no BMJ Oncology, revista voltada para estudos científicos, que analisou dados de 29 tipos de câncer em 204 países e territórios, identificou um crescimento de 79,1% na incidência global de cânceres de início precoce entre 1990 e 2019.

Segundo Renata Maciel, chefe da Divisão de Detecção Precoce e Apoio à Organização de Rede do Inca, as desigualdades raciais no acesso à saúde contribuem para as diferenças nas taxas da doença.

“Historicamente, a população negra tem menos acesso aos serviços de saúde, menos acesso aos exames de detecção precoce e ao tratamento. O diagnóstico precoce tem uma importância fundamental”, afirmou a pesquisadora.

Diagnóstico precoce

Joyce Silva do Nascimento é paciente do Inca e descobriu o câncer de mama aos 23 anos. Na época, ela percebeu que o mamilo estava invertido e apresentava sangramentos diários.

A mulher procurou atendimento ginecológico e realizou exames, mas os primeiros resultados não identificaram a doença. Segundo ela, a confirmação veio após uma nova análise da biópsia.

Após o diagnóstico, Joyce iniciou o tratamento no instituto pelo SUS (Sistema Único de Saúde), onde passou por uma mastectomia total, cirurgia para a retirada de toda a mama, e não precisou fazer quimioterapia.

“É importante a mulher continuar o tratamento mesmo depois de uma negativa […] O câncer tem cura, sim. Não é uma negativa para você desistir de tudo da sua vida”, concluiu Joyce.

Câncer de mama

O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre mulheres no Brasil, com cerca de 66,54 casos para cada 100 mil brasileiras.

Segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer), o país deve registrar 78,6 mil novos casos até 2028, o equivalente a 5 mil casos a mais por ano em relação ao ciclo anterior.

Outubro Rosa: confira tudo o que você precisa saber sobre o câncer de mama

O câncer de mama feminina é o mais incidente no país, com maiores taxas — também de mortalidade — na região Sudeste e Sul. Veja as taxas por região:

Os dados apresentados pelo estudo mostram que mulheres negras com 50 anos ou mais apresentam maior prevalência de não realização do exame de mamografia em comparação com mulheres brancas da mesma faixa etária.

1 em cada 20 mulheres terá câncer de mama ao longo da vida, diz estudo

 

  •  
❌