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Telefones de emergência ficam fora do ar no RJ por quase 40 minutos

Se algum morador do Rio de Janeiro ligasse para a PM (Polícia Militar) ou para o Corpo de Bombeiros, na madrugada desta quinta-feira (29), não conseguiria pedir socorro. Os números de emergência em todo o estado ficaram inoperantes devido a falha técnica da Oi, operadora responsável por administrar os contatos.

Segundo apuração da CNN Brasil, os chamados foram interrompidos às 00h41 e só retornaram à 01h20. A população não pôde entrar em contato nem com o 190 (PM), 192 (Samu) e 193 (Bombeiros).

O CBMERJ (Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro) chegou a notificar a imprensa sobre o ocorrido por volta de 01h15, logo antes do retorno das ligações.

“O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) solicita o apoio de todos na ampla divulgação de uma informação de utilidade pública. A operadora apresentou problemas e estamos com as linhas 193 inoperantes em todo o Estado, afetando o atendimento das chamadas de emergência”, diz trecho do alerta dos bombeiros.

Além do aviso, a corporação chegou a repassar contatos de celulares para funcionarem no lugar do tradicional 193.

A Oi teve a falência decretada no último mês de agosto pela Justiça do Rio de Janeiro. O grupo publicou o fato relevante confirmando a falência, conforme julgamento realizado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

No então comunicado oficial da época, a empresa informou que a decisão colegiada da 1ª Câmara de Direito Privado do TJ-RJ negou os recursos movidos por Bradesco e Itaú, que haviam pedido a continuidade do processo de recuperação judicial da empresa. Em novembro de 2025, a falência do grupo já havia sido decretada, porém, a decisão acabou sendo suspensa depois de bancos terem recorrido.

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Outro lado

A Oi, operadora responsável, enviou uma nota à CNN Brasil e alegou que houve um problema técnico nos equipamentos. “Em razão de uma falha física em um disco rígido de um dos servidores, houve instabilidade temporária na complementação de chamadas de alguns terminais de serviços de emergência. A companhia atuou prontamente para solucionar a ocorrência, e os serviços foram restabelecidos em menos de 40 minutos”, diz trecho da nota.

Procurado pela reportagem, o Governo de Rio do Janeiro ainda não se manifestou sobre o caso.

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Policiais que atropelaram homem durante vitória de Lula serão investigados

Segundo o MPSC (Ministério Público de Santa Catarina), os policiais militares envolvidos no atropelamento e na prisão de um motociclista, no último domingo (25), após vitória do presidente Lula (PT), serão investigados. O inquérito foi aberto pela 42ª Promotoria de Justiça da Comarca da Capital.

O caso aconteceu no bairro dos ingleses, na capital Florianópolis. “Após a análise do que foi produzido na investigação, o Ministério Público poderá tomar providências como, por exemplo, pedido de diligências complementares, responsabilização criminal dos agentes envolvidos ou mesmo o arquivamento do caso”, alega o MP por meio de nota enviada à CNN Brasil.

Já o motociclista que estava preso, mesmo hospitalizado, teve a prisão revogada pela Justiça, nesta terça-feira (27), segundo o vereador Leonel Camasão (PSOL) que acompanha o caso. De acordo com o parlamentar, o homem está hospitalizado e quebrou várias partes do corpo e ainda passará por cirurgias.

O MP alega que o pedido de prisão preventiva aconteceu por outros fatos, além das supostas manobras ilegais que os policiais alegaram para o atropelamento. O homem teria histórico de envolvimento em infrações penais no trânsito, além de ser condenado por desobediência a ordem de parada durante fiscalização de trânsito.

 

*Sob supervisão de Thiago Félix

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PMs viram réus por liberar motorista de Porsche sem bafômetro após acidente

Os policiais militares que liberaram o motorista do Porsche azul que matou uma pessoa em acidente, em março de 2024, tornaram-se réus na Justiça Militar do Estado de São Paulo.Daisy Aparecida Cardoso Romão e Thiago Silva Batista foram denunciados por liberarem Fernando Sastre sem a realização do teste de bafômetro.

No acidente causado por Sastre, que envolveu outro veículo, morreu Ornaldo da Silva Viana, que trabalhava como motorista de aplicativo.

Segundo a denúncia, a dupla cometeu crimes de inobservância de lei, regulamento ou instrução, na modalidade de tolerância

“Quanto aos próximos atos processuais, estes serão praticados de acordo com o rito legal aplicável e com o regular andamento da ação penal”, se manifestou o Tribunal, por meio de nota.

Relembre caso

O empresário Fernando Sastre de Andrade Filho, de 24 anos, estava em uma festa “Open Bar”, na Zona Leste de São Paulo, antes de causar o acidente, em 31 de março de 2024, que matou o motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana.

Na época, a CNN Brasil apurou que Fernando negou durante o depoimento ter ingerido bebidas alcoólicas ou ter usado drogas. Sastre disse que perdeu a consciência após a colisão do carro e quando retomou, estava deitado na rua.

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    Fernando Sastre é preso em SP • Reprodução/CNN Brasil

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    Câmeras de PMs mostram abordagem ao motorista de Porsche após acidente • Reprodução

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    O empresário Fernando Sastre de Andrade Filho (ao centro) se apresentou à polícia • CNN

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    Porsche destruído em acidente em SP. Motorista de veículo atingido morreu. • Reprodução

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    Porsche destruído em acidente em SP. Motorista de veículo atingido morreu. • Reprodução

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    Porsche destruído em acidente em SP. Motorista de veículo atingido morreu. • Reprodução

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    Porsche destruído em acidente em SP. Motorista de veículo atingido morreu. • Reprodução

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    Porsche destruído em acidente em SP. Motorista de veículo atingido morreu. • Reprodução

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    Motorista de Porsche causa acidente fatal e foge do local, na Zona Leste de SP • Reprodução/ Redes Sociais

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    "Parecia que eu passei só um pouquinho a mais do limite", diz motorista de Porsche sobre acidente a 156 km/h com morte • Reprodução

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    Fernando Sastre durante depoimento • Reprodução

 

Uma das testemunhas ouvidas pela polícia informou que logo após o acidente parou o veículo para socorrer as vítimas. Ela relatou aos policiais que Fernando aparentava sinais de embriaguez e cambaleava, além de apresentar uma voz “pastosa” sem saber o que estava acontecendo.

A testemunha também contou que os momentos que sucederam o acidente foram marcados por discussões e pela tentativa de tirar os ocupantes do Porsche do local.

 

*Sob supervisão de Thiago Félix, com informações de Marcos Guedes

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