❌

Reading view

Chuva transborda Córrego Barrinha e causa transtornos aos moradores de Rio Verde (GO)

A chuva forte que atingiu Rio Verde, no Sudoeste goiano, na noite de quarta-feira (14/10), fez o Córrego Barrinha transbordar e provocou alagamentos em diferentes pontos da cidade. A força da enxurrada assustou moradores, dificultou o trânsito e deixou um homem em situação de risco.

O homem foi arrastado pela correnteza quando tentou recuperar um capacete que havia caído na água. Com a força da enxurrada, ele foi parar debaixo de um carro. Pessoas que presenciaram a cena ficaram assustadas, e outro homem conseguiu retirá-lo debaixo do veículo. Apesar do susto, a vítima já está em casa e se recupera.

Na região do Espelho d’Água, o transbordamento do Córrego Barrinha chamou a atenção pela velocidade com que a água tomou as vias. No Bairro Dona Gercina, ruas também ficaram alagadas, dificultando a passagem de veículos e pedestres.

Um carro ficou ilhado após apresentar problemas ao tentar atravessar um trecho inundado. A orientação das autoridades é evitar áreas alagadas e procurar caminhos alternativos, sem tentar atravessar ruas tomadas pela água.

Segundo o Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo), Rio Verde registrou 36,4 milímetros de chuva durante o temporal. O órgão relaciona a instabilidade ao avanço de uma frente fria pelo Sudoeste goiano, que favorece a formação de nuvens carregadas e tempestades.

A Defesa Civil alertou para o risco de enxurradas e alagamentos e recomendou que a população não atravesse áreas inundadas. A previsão para esta quinta-feira (15) mantém a possibilidade de novas tempestades em Goiás, com descargas elétricas, eventual queda de granizo e rajadas de vento que podem chegar a 70 km/h.

The post Chuva transborda Córrego Barrinha e causa transtornos aos moradores de Rio Verde (GO) appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

  •  

Mega Moda Shopping antecipa Black Friday para atacadistas com peças a partir de R$ 10 e planeja crescimento de 20% nas vendas

Campanha “Esquenta Black Friday” foca na preparação de estoque para o fim do ano, oferecendo isenção de estacionamento e promoções exclusivas em todas as sextas-feiras de outubro.

Goiânia, outubro de 2026 – Enquanto o varejo tradicional concentra suas promoções apenas em novembro, o calendário do mercado atacadista exige antecipação. Focado em lojistas e revendedores que precisam abastecer seus estoques de forma estratégica para as vendas de fim de ano, o Mega Moda Shopping, localizado em um dos maiores e mais importantes polos de moda atacadista do país, na Região da 44, anuncia a campanha “Esquenta Black Friday”. Durante todo o mês de outubro, o shopping oferecerá oportunidades comerciais para que empreendedores tenham acesso a novidades e condições especiais direto da fábrica, muito antes que as peças cheguem às vitrines do consumidor final.

A ação foi desenhada para destacar um dos maiores diferenciais do polo: a conexão direta com quem produz. Ao longo de outubro, diversas lojas do shopping promoverão bazares de fábrica em seus próprios espaços. Essa dinâmica permite que os revendedores encontrem preços competitivos e negociem condições diferenciadas diretamente com as marcas e fabricantes, garantindo margem de lucro e um mix de produtos atualizado para a própria Black Friday, Natal e festas de fim de ano.

Para atrair atacadistas e revendedores, todo o Mega Moda Shopping está com descontos que chegam a 70%. A grande oportunidade da campanha está nos bazares de fábrica promovidos dentro das próprias lojas, com produtos selecionados a partir de R$ 10,00. A variedade de ofertas contempla um mix completo para as lojas de varejo, incluindo t-shirts, regatas, jeans, além de coleções completas de moda feminina, masculina, infantil e calçados.

Com essa mobilização de preços e a qualidade de ponta da moda autoral goiana, a expectativa do grupo é de que a campanha impulsione significativamente os negócios, gerando um aumento de 20% nas vendas em comparação a períodos convencionais.

“Para o lojista, outubro é o mês decisivo. Quem compra no atacado precisa de tempo para escolher, receber, precificar e preparar suas próprias campanhas para novembro e dezembro. O Esquenta Black Friday foi estruturado para oferecer exatamente essa vantagem competitiva ao revendedor, unindo acesso rápido às novidades, preços de fábrica e facilidades para quem vem ao shopping abastecer o seu negócio”, destaca Paula Sepulveda, Gerente de Marketing do Grupo Mega Moda.

Comodidade e isenção de estacionamento

Para incentivar o fluxo e facilitar a logística dos compradores que vêm abastecer os estoques, a campanha também preparou um benefício exclusivo de estacionamento. Nos dias 16 e 17 de outubro (sexta e sábado), os clientes terão isenção de estacionamento nos pisos G2 e G3 do prédio do Mega Moda Shopping. Para garantir a gratuidade, com liberação de até 3 horas, basta apresentar comprovantes que somem a partir de R$ 50,00 em compras nas lojas do complexo.

Além dessa facilidade relacionada ao estacionamento, o shopping promoverá a ação “Estoura Balão” no espaço do Clube Mega, também nos dias 16 e 17 de outubro. Os clientes que realizarem compras a partir de R$ 200,00 poderão participar da dinâmica e ganhar brindes instantâneos, que incluem desde utensílios até eletrodomésticos. A ativação é válida exclusivamente durante esses dois dias, ou enquanto durarem os estoques.

A mobilização do shopping vai além das araras. O “Esquenta Black Friday” contará com uma programação de eventos e ativações e terá a presença especial da influenciadora Thaís Jubé, além de outros convidados do segmento de moda, que farão a cobertura das principais oportunidades e pechinchas diretamente dos corredores do Mega Moda Shopping.

The post Mega Moda Shopping antecipa Black Friday para atacadistas com peças a partir de R$ 10 e planeja crescimento de 20% nas vendas appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

  •  

Líder de assalto a fazenda de desembargador do TRE-DF morre em confronto com a PMGO

Rafael dos Santos Mendes, conhecido como Cocá, foi baleado após trocar tiros com policiais militares da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) Entorno Oeste, na terça-feira (13/10), em Águas Lindas de Goiás. Procurado desde 2023 por participação em diversos crimes, ele recebeu socorro ainda com vida, mas morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região, conforme apuração do Metrópoles.

Após o confronto, as equipes apreenderam duas armas de fogo, três porções de drogas e o veículo utilizado pelo suspeito. A operação também contou com o apoio de outras unidades da Polícia Militar de Goiás e do Distrito Federal, entre elas a Agência Regional de Inteligência do 17º Comando Regional da Polícia Militar (CRPM), a CPE 20, a CPE de Uruaçu, o Programa de Policiamento de Goiás (PPGO) e o 16º Batalhão da PM, de Brazlândia.

Rafael possuía registros policiais em Goiás e no Distrito Federal por ocorrências relacionadas a tráfico de drogas, ameaça, porte ilegal de arma de fogo, furto qualificado e homicídio. Também havia registros ligados à localização de veículos furtados ou roubados e a atos infracionais.

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) procurava Rafael desde setembro de 2023 por envolvimento no assalto a uma propriedade rural às margens da DF-206, em Brazlândia. A fazenda pertencia a um desembargador do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), e o suspeito foi apontado como responsável pela liderança do grupo criminoso.

Conforme a investigação da 18ª Delegacia de Polícia, pelo menos cinco pessoas participaram da invasão. Os criminosos renderam os caseiros, levaram os funcionários para dentro da sede da propriedade, amarraram as vítimas e fizeram ameaças com armas de fogo. Na ação, o grupo levou eletrodomésticos, ferramentas e o carro de um dos trabalhadores.

The post Líder de assalto a fazenda de desembargador do TRE-DF morre em confronto com a PMGO appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

  •  

Mãe é presa suspeita de agredir filho após ele tirar foto dela dormindo em Águas Lindas de Goiás

Uma mulher foi presa em flagrante na última terça-feira (13), suspeita de agredir o filho de 8 anos em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Segundo a Polícia Civil, a mãe teria se irritado depois que o menino tirou uma foto dela enquanto dormia. Ela foi autuada por maus-tratos e desacato.

De acordo com a investigação, a mulher teria dado socos no rosto, nas costas e em uma das pernas da criança. Após as agressões, ela deixou o menino na casa da avó, que percebeu os ferimentos no rosto do neto e um sangramento na região do nariz.

Ao notar os machucados, a avó procurou a delegacia para denunciar o caso. A partir da denúncia, a Polícia Civil realizou diligências para localizar a suspeita, que acabou encontrada e presa em flagrante.

Segundo a corporação, além da suspeita de maus-tratos contra o filho, a mulher também teria desacatado os policiais durante a abordagem. O caso é investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Águas Lindas de Goiás.

Leia também

The post Mãe é presa suspeita de agredir filho após ele tirar foto dela dormindo em Águas Lindas de Goiás appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

  •  

Melhor do mundo

Faltam 28 minutos pro domingo virar segunda e o vagão só esvazia na estação Guilhermina-Esperança. O ambulante me cumprimenta com a cabeça, senta e acomoda a sacola preta entre as pernas. Estico o pescoço e vejo, lá dentro, algumas cocadas.

Parece que o dia foi bom, mesmo assim quero perguntar das vendas. Daria, com muito prazer, um pouco do meu tempo, do meu sono e até parte do que tenho na carteira para saber não só das cocadas. Quero conhecer, um tiquinho que seja, este trabalhador. Quem vende cocadas até o último trem do domingo tem muito pra contar.

Dou sorte. Mesmo tendo falado o dia inteiro de suas cocadas, que são gostosas, que desfazem na boca, que são baratas, que são mineiras e que vêm direto do Vale do Jequitinhonha, ele ainda quer falar.

Ajeita o boné, pigarreia.

— Meu nome é Getúlio. Getúlio Pereira da Silva. G. P. S. Nunca me perco. Entendeu? (rimos os dois) Mas sou conhecido como Raimundo. Eu explico: Pro ambulante, o marketing é tudo. Entro no vagão e anuncio: “Chegou a melhor cocada do mundo, a cocada do Raimundo”. Eu experimentei essa publicidade porque a rima é boa e eu sempre adorei o nome Raimundo. Tem passageiro que comenta. “Olha aí o Raimundo”. Então, deixa ficar. Virei Raimundo. Quer provar uma? É de graça que hoje esvaziei a sacola três vezes.

Aceito e me delicio com a doce mistura de coco e rapadura.

— Cremosa, né?

— Maravilhosa, Raimundo. Respondo com a boca ainda cheia e uma lasca de coco entre os dentes.

— Tem uns que reclamam da confusão. A gente grita mesmo. O jogador não pede a bola? O motoboy não buzina? O feirante não zoa? Por que a gente não pode? Ninguém é obrigado a saber da vida dos outros, mas será que eles sabem que, por trás de uma cocada, tem uma criança com fome, às vezes doente? Que tem aluguel, um monte de boletos, agiota te ameaçando?

— Quantos filhos você tem?

— Três. Olha aqui no celular. Anderson, Henrique e a caçula, a Marcela.

— Eu não peço nada, eu ofereço. Quem quer, quer. Quem não quer, não quer.

— Muita gente compra?

— Compra. E sabe por quê?

— Por quê?

— Porque o produto é bom e barato. E tem mais (ele sussurra): pobre não tem medo de gastar. Ele me vê e pensa: amanhã eu posso tá desempregado, posso ter que trabalhar como camelô. Então, eu ajudo agora e, se depois eu tiver no sufoco, alguém vai dar uma força.

— Mas dizem que é barato porque é clandestino.

— Mentira. É barato porque não tem intermediário; no supermercado o preço é maior porque eles têm muito mais despesas e também querem mais lucro. Aqui é diferente, vou no depósito e pago à vista.

— Então, por que é proibido?

— Porque é fácil mexer com o pobre. Eu garanto pro senhor. Meu produto não deve nada ao do supermercado. Eu ando de metrô e de trem todo dia e pago a passagem, viu? Eu sou camelô e passageiro ao mesmo tempo e garanto: a gente não atrapalha ninguém. Sabe o que atrapalha?

— O quê?

— O atraso e a superlotação. Tem que botar mais trens para circular. Só que a empresa ou o governo não quer gastar. É simples: com o trem cheio ganham mais. Agora, com a privatização, o que já era ruim ficou pior. Os vigilantes vêm pra cima como se o camelô fosse um bandido. Eu não sou bandido, sou empreendedor.

— Você manda bem, Raimundo. Já tinha falado de marketing, publicidade, agora empreendedor.

— Estudei um pouco. Empreendedor, eu ouvi essa no tempo que tinha passeata, sindicato. Durante um protesto, um cara subiu no caminhão e disse bem assim: Camelô é empreendedor e empreendedor é quem faz o Brasil crescer, nunca esqueci.

— Já tomaram sua mercadoria?

— Já, mas não desanimo. Toda profissão tem risco e eu adoro esse meu trabalho. Só que as autoridades não dão valor. Eles podiam cadastrar a gente.

— Como seria?

— Um número certo de ambulantes em cada trem, todo mundo com crachá, uniforme. Trabalho organizado.

Última estação. Getúlio levanta e me olha.

— Ué, não vai descer?

— Vou voltar. Vim até aqui para te ouvir.

A porta fecha e a gente acena um pro outro.

A voz feminina se impõe.

— Diamante Negro na promoção: é 3 por 5, que eu não brinco.

  •  

O sequestro da cueca vermelha

Acredito que a vida adulta te coloca algumas provações inusitadas, como descobrir que detergente virou bebida de maluco negacionista e que o papel higiênico não se desenrola sozinho — a não ser quando seu gato faz picadinho dele numa madrugada qualquer. 

Existem outras, claro, tão banais, como ir à lavanderia. Eu estou nessa prática há pouco tempo e percebi como esse ecossistema úmido é repleto de armadilhas sociológicas. 

A lavanderia é um lugar onde a intimidade alheia se expõe, rodopiando a mil rotações por minuto, atrás de um vidro embaçado. Foi numa dessas incursões, armado com um cesto de roupas sujas e a ingenuidade de um novato, que o destino me pregou uma peça.

Recolhi minhas roupas da secadora e dobrei tudo com a pressa de quem quer voltar ao sofá. Ao organizar as gavetas, notei uma intrusa. Uma cueca vermelha. Não um vermelho discreto. Era um vermelho vibrante, quase radioativo, um vermelho que gritava “eu não tenho medo de desbotar na lavagem”.

Eu não tenho cuecas vermelhas. Minhas gavetas são um monótono degradê de cinza, preto e azul-marinho, o uniforme padrão da melancolia masculina urbana. Aquela peça rubra era um alienígena no meu guarda-roupa. Fiquei imaginando quem seria o dono e o que aquela cueca teria vivido. 

Pensei em levar de volta. “Amanhã eu desço e deixo no balcão”, prometi. Mas o amanhã não chegou. A cueca vermelha ficou ali, no cesto de roupa suja, me encarando com toda a sua ousadia escarlate toda vez que eu me aproximava. 

Semanas se passaram e a cueca foi soterrada por outras peças. Chegou o dia de lavar roupa novamente. No piloto automático, peguei tudo no cesto, desci, lavei, sequei, subi. Quando fui guardar… lá estava ela. Eu a havia lavado de novo. Avisei a Alexa para anotar o recado e me lembrar no dia seguinte. “Devolver a cueca”.

Por um momento, eu não só a tinha sequestrado, como também a mantinha num regime bizarro de cativeiro com pensão completa. Ela tinha dono e não era eu. Senti um misto de culpa e absurdo. E, por algum motivo besta, tinha nojinho dela. 

Decidi que daria um fim naquilo. Um assassinato de algodão. Mas hesitei. Vai que o cara é apegado? A cueca já tinha ganhado status de entidade na minha casa. 

Na vez seguinte em que desci à lavanderia, a maldita estava na minha sacola, pronta para ser devolvida. Enquanto a máquina girava, sentei-me e abri um livro, tentando fingir que não carregava a roupa íntima de um estranho no bolso. Fiquei sem jeito de colocar a danada na bancada porque havia mais gente. 

Não é qualquer gente, é dessas que puxam assunto na lavanderia. Elas existem. Foi quando um rapaz deu início ao papo. Falamos do tempo, do síndico, da inflação do sabão. Amenidades. A conversa fluiu para o futebol. Ele suspirou pesado e, com a naturalidade de quem confessa um pecado, soltou:

— Pra piorar, perdi minha cueca da sorte aqui faz um mês. Sou flamenguista. Tinha uma cueca vermelha que eu só usava no dia de clássico. Sumiu na secadora. Sem ela, o Mengão perdeu o último jogo. 

Eu, são-paulino desde o berço, congelei. A mão, que instintivamente tinha ido ao bolso, parou no meio do caminho. O tecido vermelho pareceu queimar meus dedos. 

Olhei para o rapaz. Ele tinha um olhar triste, de quem acreditava que o time dependia daquela peça íntima. Pensei no meu Tricolor lutando no campeonato e nas minhas próprias mandingas de torcedor. Pensei no Flamengo. Pensei na cueca vermelha, limpinha, amaciada com lavanda, refém no meu bolso esquerdo.

Fiz o que qualquer homem ético e apaixonado por futebol faria naquela situação.

Fiquei em absoluto silêncio.

— Puxa, cara… que chato — lamentei, com a voz embargada por uma solidariedade falsa. — A máquina sempre come alguma coisa — consolei.

Ele assentiu, resignado. Recolheu suas roupas e saiu com sua sacola, levando consigo a esperança do seu time. E eu fiquei ali, com a cueca no bolso. Já sozinho, a depositei no balcão, olhando para os lados, e resolvi escrever um bilhete de improviso.

— Pertence a um flamenguista. Favor respeitar. Ele voltará.

Voltei para o apartamento satisfeito. Tirei as roupas da sacola, dobrei com cuidado e guardei. Para minha surpresa, e revolta, agora havia uma meia. Apenas o pé direito, daquelas estampadas com capivaras usando óculos escuros.

— “Não é possível”, pensei. 

Levantei a meia contra a luz para observar melhor a capivara com seus óculos de lacração tug life. Se o Flamengo perdeu o jogo por causa da cueca, o que será que estava em jogo com aquela meia de capivara? Pelo sim, pelo não, passei a calçar a meia para ver os jogos do São Paulo. Passado um tempo, a conclusão: se o universo estava tentando me dar uma vantagem, definitivamente não funcionou.

  •  
❌