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Turismo do Algarve diz que regresso do Dakar em 2027 está «bem encaminhado»

André Gomes aguarda a oficialização nos próximos dias. A região poderá receber o prólogo e a partida da primeira etapa; o objetivo é instalar a caravana no Estádio Algarve.

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"Tudo bem encaminhado" para Algarve receber Dakar em 2027

A concretizar-se, a partida do Algarve representará o regresso do Dakar a Portugal, 19 anos depois do cancelamento da edição de 2008, que deveria ligar Lisboa à capital do Senegal.

© Marie Hessel/EPA

A organização do Rali Dakar de todo-o-terreno já anunciou que a prova não vai realizar-se na Arábia Saudita em 2027
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“Tudo bem encaminhado” para Portugal receber o Dakar em 2027

O presidente do Turismo do Algarve disse hoje estar “tudo bem encaminhado” para a região receber, em 2027, o prólogo e a partida da primeira etapa do Rali Dakar de todo-o-terreno.

Em declarações à Agência Lusa, à margem da apresentação de um Campeonato Mundial Júnior de vela, em Vilamoura, André Gomes adiantou que aguarda “nos próximos dias” a oficialização.

“Tem havido inúmeros contactos, por parte do Automóvel Clube de Portugal (ACP), com o território e com os municípios. Não vou dizer que está certo, mas está bem encaminhado”, explicou.

Para André Gomes, a acontecer, esta será “mais uma grande realização” para o Algarve.

“Eu recordo que a região já recebeu o Dakar e pode agora voltar a fazê-lo num mês fantástico, em janeiro, logo no início do ano”, considerou.

De acordo com o presidente da Região de Turismo do Algarve, o objetivo é que a ‘caravana’ se instale no Estádio Algarve, que será “o centro nevrálgico” da passagem pela região.

A isto junta-se “um prólogo”, cuja localização ainda não é conhecida, e depois “a partida da primeira etapa, em princípio com destino a Marrocos”, perspetivou.

A organização do Rali Dakar de todo-o-terreno já anunciou, de resto, que a prova não vai realizar-se na Arábia Saudita em 2027, regressando em 2028.

O anúncio da mudança de localização da prova, que se tem disputado na Arábia Saudita desde 2020, deverá acontecer no início da próxima semana.

Esta decisão surge devido aos “recentes desenvolvimentos na região”, na sequência dos conflitos entre os huthis do Iémen e a Arábia Saudita.

A concretizar-se, a partida do Algarve representará o regresso do Dakar a Portugal, 19 anos depois do cancelamento da edição de 2008, que deveria ligar Lisboa à capital do Senegal.

A capital portuguesa recebeu a partida das edições de 2006 e 2007, com passagens também no Algarve, mas a terceira saída consecutiva de Lisboa foi cancelada em 04 de janeiro de 2008, na véspera do início da competição, devido a ameaças à segurança na Mauritânia.

Criado pelo francês Thierry Sabine, o Dakar teve a primeira edição em 1979, ligando Paris à capital senegalesa. Antes da passagem para a América do Sul, conheceu diferentes percursos, entre os quais Paris-Cidade do Cabo, em 1992, Granada-Dakar, em 1995, e Dakar-Cairo, em 2000.

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Rali Dakar pode mudar-se para Portugal em 2027

O Rali Dakar de todo-o-terreno vai deixar de se realizar na Arábia Saudita provisoriamente em 2027, regressando em 2028, anunciou hoje a organização, podendo mudar-se para Portugal e Marrocos, adiantou à Lusa fonte próxima do processo.

O anúncio da mudança de localização da prova, que se tem disputado na Arábia Saudita desde 2020, deverá acontecer no início da próxima semana.

Esta decisão surge devido aos “recentes desenvolvimentos na região”, na sequência dos conflitos entre os huthis do Iémen e a Arábia Saudita.

“O Dakar 2027 irá realizar-se. A edição de 2027 decorrerá num território diferente e será organizada pela ASO. O local será anunciado separadamente nos próximos dias. A ASO está em contacto direto com os concorrentes, as equipas e os parceiros para os apoiar nesta transição”, refere em comunicado.

As equipas já foram informadas da alteração, confirmou a Lusa junto de uma delas, estando ainda por divulgar os pormenores do percurso e do programa da competição, que pode ter a partida e o prólogo no Algarve, e as etapas em Marrocos, apesar de a Espanha ter sido apontada como hipótese.

Numa nota publicada no sítio da prova na internet, a Amaury Sport Organization (ASO), empresa responsável pela organização, entre outras provas, do rali Dakar de todo-o-terreno e da Volta a França em bicicleta, confirmou que a edição de 2027 ruma a outras paragens, regressando à Arábia Saudita em 2028 para assinalar a 50.ª edição.

“A Arábia Saudita acolherá o Dakar em 2028, numa edição histórica que assinalará a 50.ª realização do rali. As duas organizações já estão a trabalhar em conjunto para tornar este marco num momento excecional para o Dakar e para o Reino, com o compromisso comum de voltar a realizar um evento emblemático e de dimensão mundial, segundo os mais elevados padrões de qualidade”, lê-se.

A concretizar-se, a partida do Algarve representará o regresso do Dakar a Portugal, 19 anos depois do cancelamento da edição de 2008, que deveria ligar Lisboa à capital do Senegal.

A capital portuguesa recebeu a partida das edições de 2006 e 2007, mas a terceira saída consecutiva de Lisboa foi cancelada em 04 de janeiro de 2008, na véspera do início da competição, devido a ameaças à segurança na Mauritânia.

Esse cancelamento antecedeu a primeira grande mudança geográfica da prova, que se transferiu para a América do Sul em 2009, com um percurso por Argentina e Chile.

O Dakar permaneceu no continente sul-americano durante 11 edições, passando também por Peru, Bolívia e Paraguai, antes de se instalar na Arábia Saudita em 2020.

A prevista transferência para Portugal e Marrocos constituirá, assim, a terceira grande mudança de região anfitriã na história da competição e marcará o regresso ao espaço europeu e africano, onde nasceu.

Criado pelo francês Thierry Sabine, o Dakar teve a primeira edição em 1979, ligando Paris à capital senegalesa. Antes da passagem para a América do Sul, conheceu diferentes percursos, entre os quais Paris–Cidade do Cabo, em 1992, Granada–Dakar, em 1995, e Dakar–Cairo, em 2000.

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Sesks lidera Rali Seis Cidades e Armindo Araújo comanda entre os portugueses

O letão Martins Sesks (Skoda Fabia) terminou hoje na liderança a primeira etapa do Rali Seis Cidades do Norte de Portugal, última prova do Europeu, com Armindo Araújo a comandar entre os concorrentes do campeonato português.

Sesks chega à jornada decisiva com 10,5 segundos de vantagem sobre o finlandês Roope Korhonen (Toyota GR Yaris), enquanto o francês Pablo Sarrazin (Lancia Ypsilon) ocupa a terceira posição, a 24,7.

Armindo Araújo (Skoda Fabia RS), navegado por Luís Ramalho, terminou em sétimo da geral e na frente dos pilotos do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), com 5,5 segundos de avanço sobre Pedro Almeida (Toyota GR Yaris) e 19,1 sobre Rúben Rodrigues (Skoda Fabia RS), nono e 10.º da classificação absoluta, respetivamente.

Na penúltima ronda do campeonato português, Araújo, já afastado da discussão pelo título, intrometeu-se no duelo entre Almeida e Rodrigues, os dois candidatos, que terão de esperar pela derradeira prova da temporada para decidir o campeão.

Depois das dificuldades sentidas durante a manhã, alterações na afinação do Skoda permitiram ao piloto de Santo Tirso melhorar o ritmo e assumir o comando durante a tarde, beneficiando também de um furo de Pedro Almeida na segunda passagem por Ribeira de Pena.

“Durante a tarde conseguimos encontrar uma afinação mais acertada, que nos deu maior confiança e permitiu melhorar significativamente o nosso ritmo”, explicou Araújo.

O piloto manifestou-se satisfeito com a evolução ao longo de uma etapa “particularmente exigente”, estabelecendo como objetivo manter a competitividade no domingo.

Na frente da classificação absoluta, Sesks assumiu o comando na primeira especial de hoje e venceu quatro das oito classificativas disputadas, apesar de problemas numa válvula de controlo da pressão do turbo.

“Estava a atacar nesta especial, ainda tenho as mãos a tremer um pouco. Foi uma boa classificativa”, afirmou o letão após o último troço, salientando as dificuldades provocadas pelas pedras incrustadas no piso.

Korhonen venceu três especiais, mas perdeu tempo na última passagem por Boticas/Senhor do Monte, depois de sair largo para uma zona de vegetação e terminar com o pneu dianteiro esquerdo sem pressão.

O espanhol Jan Solans (Skoda Fabia RS) terminou em quarto, seguido do romeno Simone Tempestini e do francês Arthur Pelamourgues, ambos em carros da mesma marca.

A etapa ficou ainda marcada pelo abandono do britânico Kris Meeke (Toyota GR Yaris), após um acidente na quarta especial, sem consequências físicas para o piloto e o navegador Stuart Loudon.

Entre os concorrentes do campeonato português, José Pedro Fontes (Lancia Ypsilon) é quarto, a 2.41,0 minutos de Araújo, seguido de Pedro Meireles (Skoda Fabia RS), a 2.44,8.

Nas duas rodas motrizes, Hélder Miranda (Peugeot 208 Rally4) lidera, à frente de Pedro Silva (Lancia Ypsilon) e Afonso Seixas (Renault Clio).

A prova termina no domingo, com oito classificativas, correspondentes a duas passagens por Montim, Seixoso, Santa Quitéria e Lameirinha. A primeira especial começa às 08:05 e a ‘power stage’ de Lameirinha está marcada para as 15:05, antes do pódio em Guimarães.

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Honda NSX usado por Ayrton Senna vai a leilão por até R$ 5,6 milhões

Um Honda NSX vermelho que fez parte da vida de Ayrton Senna fora das pistas será leiloado em Londres, na Inglaterra, em 31 de outubro. O esportivo de 1991, associado ao tricampeão mundial de Fórmula 1, tem valor estimado entre 500 mil e 800 mil libras, faixa equivalente a aproximadamente R$ 3,5 milhões a R$ 5,6 milhões. O leilão será realizado pela RM Sotheby’s.

A história do veículo ganhou notoriedade com fotografias de Senna lavando a carroceria com uma mangueira de jardim, vestido de jeans e camisa. A cena se tornou uma das imagens mais lembradas do piloto em momentos longe das competições.

O NSX também aparece no documentário Ayrton Senna: Racing Is in My Blood, de 1992. Nas imagens, o brasileiro dirige o modelo e faz manobras ao volante do esportivo japonês.

Carro acompanhava Senna na Europa

A Honda disponibilizou o veículo para uso pessoal do piloto na Europa durante o período em que fornecia motores à McLaren. Foi pela equipe britânica que Senna conquistou os três campeonatos mundiais de Fórmula 1, em 1988, 1990 e 1991.

O carro tem carroceria vermelha, teto preto e bancos revestidos de couro escuro. Registrado em Portugal em 22 de março de 1991, com a placa SX-25-59, ficava guardado em Lisboa e era colocado à disposição do piloto durante suas passagens pelo país.

A ligação de Senna com o modelo não se limitava ao uso pessoal. Segundo o repórter especial da Folha de S.Paulo Eduardo Sodré, o brasileiro também contribuiu para o desenvolvimento do NSX, com observações sobre a rigidez da carroceria e o comportamento dinâmico do veículo.

Outro NSX de Senna está no Brasil

O exemplar que irá a leilão na Inglaterra não é o único Honda NSX que pertenceu ao piloto. Uma segunda unidade, também de 1991, está no Brasil. O carro é preto e tem placa iniciada pelas letras BSS, referência a Beco Senna da Silva, apelido de Ayrton Senna.

O modelo japonês leiloado tem motor V6 de 3 litros, cerca de 270 cavalos de potência, câmbio manual e tração traseira.

Depois da morte do piloto, em 1994, o esportivo permaneceu em Portugal e passou pelas mãos de diferentes proprietários. O britânico Robert McFagan o comprou em 2013. Três anos depois, o veículo recebeu registro para circular no Reino Unido.

Em 2019, o NSX voltou ao circuito de Ímola, na Itália, durante as homenagens pelos 25 anos da morte de Senna. Na ocasião, Giancarlo Minardi, fundador da equipe Minardi, dirigiu o carro. Em 2024, o esportivo foi adquirido pelo atual proprietário, um colecionador de Nagoya, no Japão.

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Elon Musk revela novo carro voador da Tesla

Com tecnologia de propulsão aeroespacial, o novo Roadster 2 é "o primeiro carro voador" do mundo e acelera em tempo recorde, de acordo com Musk. Produção começa em 2028 e reserva já está disponível.

O novo carro "tem controlo de altitude, propulsores e propulsores principais na parte traseira. Basicamente, consegue voar como um foguetão, fazer acrobacias, uma ginástica surreal."
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Rafael Câmara é anunciado pela Haas e Brasil terá dois pilotos na F1 em 2027

O brasileiro Rafael Câmara foi anunciado nesta quinta-feira (15) como piloto titular da Haas para a temporada 2027 da Fórmula 1. O pernambucano de 21 anos ocupará a vaga do francês Esteban Ocon e dividirá a equipe com o britânico Oliver Bearman.

Natural do Recife, Câmara será o primeiro piloto nascido no Nordeste a disputar a principal categoria do automobilismo mundial. A contratação coroa uma trajetória de destaque nas categorias de formação, com títulos na Fórmula Regional Europeia, em 2024, e na Fórmula 3, em 2025.

O brasileiro também faz parte da Academia de Pilotos da Ferrari desde 2021. Nesta temporada, ele disputa a Fórmula 2 pela Invicta Racing e lidera o campeonato.

Após o anúncio, Câmara afirmou que pretende manter o ritmo de trabalho e se preparar para o desafio na categoria. O piloto também destacou o desejo de representar o país e conquistar bons resultados em sua estreia.

“Vou continuar trabalhando, como sempre vim trabalhando, evoluindo. Se Deus quiser, vou fazer um bom ano no ano que vem e trazer bastante orgulho para o Brasil e todo mundo que estiver acompanhando”, declarou.

Sobre a adaptação à nova equipe, o brasileiro disse que pretende se preparar da melhor maneira possível, aprender sobre o carro e trabalhar em conjunto com os integrantes da Haas.

Brasil terá dois pilotos no grid

A chegada de Câmara fará com que o Brasil volte a ter dois pilotos titulares na Fórmula 1. Ele se juntará a Gabriel Bortoleto, da Audi, e encerrará um intervalo de 11 anos desde a última temporada em que o país contou com dois representantes na categoria.

Em 2016, Felipe Massa corria pela Williams, enquanto Felipe Nasr defendia a Sauber. Desde então, o Brasil passou por períodos sem pilotos titulares, embora Pietro Fittipaldi tenha disputado duas provas pela Haas em 2020.

Câmara será o 34º brasileiro a competir na Fórmula 1. O pioneiro foi Chico Landi, que estreou em 1951.

O país não conquista o título mundial de pilotos desde 1991, quando Ayrton Senna venceu pela terceira vez, pela McLaren. A nova geração brasileira busca recolocar o país entre os protagonistas da categoria.

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Maldição quebrada, recorde batido: Max vence em Singapura

Max Verstappen fez as duas poles e ganhou as duas corridas no Grande Prémio de Singapura, onde nunca conseguira vencer. Leclerc ficou em segundo, Antonelli ainda acabou no pódio, Hamilton foi sexto.

Max Verstappen conseguiu vencer sprint e corrida em Singapura. Desde 2021 que Red Bull não vencia na Marina Bay, então com um triunfo de Sergio Pérez
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