❌

Reading view

Ruas pediram para Lula conduzir mudanças, diz Edinho

O presidente nacional do PT (Partido dos Trabalhadores), Edinho Silva, afirmou nesta segunda-feira (26), em entrevista à CNN Brasil, que o resultado da eleição presidencial e a presença massiva nas ruas expressaram um pedido do povo brasileiro por mudanças. Segundo ele, a definição dos apoios do partido às presidências da Câmara e do Senado deve considerar as condições para o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) executar suas propostas.

“As ruas disseram para nós que o presidente precisa fazer mudanças“, declarou. Edinho citou como exemplo uma reforma do Judiciário e defendeu uma articulação com o Congresso para discutir uma reforma político-eleitoral.

Na avaliação do dirigente, a vitória de Lula também representa uma escolha por avanços em direitos trabalhistas, no SUS (Sistema Único de Saúde), na educação integral e no acesso ao transporte público.

“O povo fez uma escolha de qual Brasil ele quer pôr em prática“, afirmou. Entre as prioridades, mencionou um país que “avance em direitos trabalhistas, avance no SUS, na educação integral” e comece a debater mobilidade urbana.

PT discutirá apoio às presidências do Congresso

Edinho afirmou que o PT reunirá sua bancada de deputados nesta terça-feira (27) para debater o cenário político e a atuação dos parlamentares que assumirão em 2027. Segundo ele, os senadores do partido também deverão discutir o tema. Ao tratar da escolha dos próximos presidentes da Câmara e do Senado, o dirigente vinculou a decisão à capacidade de aprovar medidas do governo.

“Vamos escolher a melhor candidatura para que a gente possa dar as condições para Lula governar, para que Lula coloque em prática o que o povo brasileiro escolheu”, afirmou.

A discussão ocorre em meio às articulações dos atuais presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), pela recondução aos cargos. Aliados avaliam que a reeleição de Lula fortaleceu os dois diante dos planos do PL de conquistar espaço no comando do Congresso.

 

  •  

Lula venceu eleições presidenciais em anos terminados em 2 e 6

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alcançou um marco histórico ao ser eleito para um quarto mandato neste domingo (25). O petista disputa eleições presidenciais desde 1989 e, com a vitória de 2026, venceu quatro das sete disputas que participou.

Na corrida presidencial, Lula foi derrotado três vezes consecutivas, em 1989, 1994 e 1998, antes de conquistar sua primeira vitória, em 2002.

Com o resultado de domingo, Lula foi eleito presidente em quatro ocasiões: 2002, 2006, 2022 e 2026. O petista governou o país entre 2003 e 2010, retornou à Presidência em 2023 e iniciará seu quarto mandato em 5 de janeiro de 2027.

Veja abaixo o histórico das disputas presidenciais de Lula:

  • 1989 — Disputou sua primeira eleição presidencial e foi derrotado no segundo turno por Fernando Collor de Mello;
  • 1994 — Foi derrotado no primeiro turno por Fernando Henrique Cardoso (FHC);
  • 1998 — Perdeu novamente para FHC, que foi reeleito também no primeiro turno;
  • 2002 — Foi eleito presidente pela primeira vez ao vencer José Serra no segundo turno;
  • 2006 — Foi reeleito após disputar o segundo turno contra Geraldo Alckmin, atual vice-presidente;
  • 2022 — Venceu o segundo turno contra o então presidente Jair Bolsonaro, que buscava a reeleição;
  • 2026 — Venceu o segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
  •  

Edinho: Se vitória de Lula não for reconhecida, PT levará base às ruas

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, disse à CNN Brasil na noite desta segunda-feira (26) que, caso a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não seja reconhecida, a legenda vai mobilizar a população e levar apoiadores às ruas.

Edinho afirmou que é “inaceitável” o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência, não reconhecer o resultado do pleito.

“Estamos convocando a executiva nacional do PT para quinta-feira a gente se reunir, avaliar esse cenário, porque se não for reconhecida a eleição do presidente Lula, se não for reconhecida a democracia brasileira, nós também vamos mobilizar e pôr gente nas ruas, nós vamos criar um plano de mobilização nessa reunião de quinta-feira para que a gente mobilize o Brasil”, afirmou à CNN Brasil.

Na ocasião, ainda disse que Flávio tem respaldo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

“Porque o que estão fazendo é uma inconsequência, é uma irresponsabilidade do Flávio Bolsonaro, respaldado pelo Donald Trump, que tentou intervir na eleição no Brasil por meio das big techs, nós denunciamos, a ONU reconheceu, a própria meta reconheceu que ela errou no impulsionamento de publicidade, portanto teve uma ingerência no processo eleitoral e agora está tendo uma ingerência internacional no resultado das eleições no Brasil?”, questionou.

Mais cedo, como mostrou a CNN Brasil, Trump afirmou, sem apresentar provas, que a votação no Brasil “pareceu mais uma eleição fraudada”, mas disse que gosta de Lula e que se dá bem com o petista.

No domingo (25), Trump disse que monitorava a eleição brasileira, mas não declarou apoio a nenhum candidato.

Após o primeiro turno, porém, o americano disse que o desempenho de Flávio Bolsonaro — que ficou à frente de Lula — era uma “grande vitória”.

“Bem, é uma grande vitória — apertada, mas uma vitória muito grande. Incrível, na verdade”, afirmou a jornalistas ao sair da Casa Branca.

Como mostrou a CNN, o diretor-geral da PF (Polícia Federal), Andrei Rodrigues, disse no início de outubro que a corporação chegou a abrir uma investigação sobre uma possível interferência dos EUA nas eleições brasileiras.

Lula reforçou a preocupação diversas vezes em discursos. O petista disse que chegou a conversar com Trump e que o americano garantiu que não interferiria no pleito.

Anulação do resultado

No domingo, em discurso após a derrota, Flávio disse que pediria anulação das eleições que deram a vitória ao petista.

“É impossível reconhecer o resultado das eleições no contexto em que essas coisas aconteceram; vamos pedir anulação dessas eleições”, disse o candidato.

Na ocasião, acusou interferência de Cristiano Zanin, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), por ter determinado a extensão do horário de votação em todo o território nacional após pedido da campanha de Lula.

Nesta segunda, porém, integrantes da campanha de Flávio afirmaram à CNN que Flávio desistiu e não haverá pedido de anulação da votação. A estratégia será contestar supostos abusos da máquina pública durante a campanha, sem colocar em dúvida a validade dos votos.

Mais tarde, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, anunciou que a sigla reconhece o resultado do pleito, mas disse que os questionamentos sobre o segundo turno “precisam ser devidamente esclarecidos dentro de um debate político equilibrado e democrático”.

  •  

Lula perdeu apenas em uma cidade do RN e de PE; veja mapa

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) perdeu em apenas uma cidade do Rio Grande do Norte e de Pernambuco neste domingo (25), quando aconteceu o segundo turno das eleições que reelegeram o mandatário para seu quarto mandato.

No primeiro turno, Lula teve 65,72% dos votos no Rio Grande do Norte, enquanto seu adversário, Flávio Bolsonaro (PL), teve 34,28%. O senador havia vencido em duas cidades: Guamaré e Parnamirim, com 48,34% e 50,92% dos votos, respectivamente.

Já no segundo turno, Flávio teve 51,08% dos votos em Parnamirim, enquanto Lula conquistou 48,92%. Em Guamaré, a diferença foi de 70,30% para o presidente e 29,70% para o senador.

Leia Mais:

Em Pernambuco, Lula teve 63,45% dos votos no primeiro turno, enquanto Flávio foi a escolha de 31,03% dos eleitores pernambucanos. Já no pleito do dia 25, Lula atingiu 69,20% dos votos, enquanto Flávio obteve 30,80%.

No âmbito municipal, Flávio ganhou em apenas uma cidade no primeiro e no segundo turnos: Santa Cruz do Capibaribe. O senador teve 52,71% dos votos no município no primeiro turno e 53,60% no segundo.

No pleito geral, Lula foi reeleito com 51,79% dos votos válidos a nível nacional, o que representa cerca de 64 milhões. Já Flávio venceu em 48,21% das urnas, um total de 59 milhões de votos.

  •  

Lula vence em todas as cidades de CE, SE, PB e PI

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu em todos os municípios do Ceará, de Sergipe, da Paraíba e do Piauí no segundo turno das eleições presidenciais, realizado neste domingo (25).

Os dados constam de um levantamento da plataforma Central Eleições 2026, que reúne os resultados da apuração eleitoral por município e permite comparar o desempenho dos candidatos nos dois turnos.

Ao todo, Lula foi o mais votado nas 706 cidades dos quatro estados. No Ceará, venceu nos 184 municípios. Na Paraíba, o resultado se repetiu nas 223 cidades. No Piauí,  liderou a votação nos 224 municípios. Em Sergipe, também conquistou a maioria dos votos válidos nas 75 cidades.

O resultado representa a manutenção da liderança de Lula na maioria desses municípios em relação ao primeiro turno. A exceção foi Morrinhos, no Ceará, onde Flávio Bolsonaro (PL) havia recebido mais votos na primeira etapa da disputa, mas acabou superado pelo presidente no segundo turno.

Na cidade cearense, Flávio Bolsonaro recebeu 48,45% dos votos válidos no primeiro turno, contra 47,71% de Lula. Já no segundo, o presidente alcançou 52,39%, enquanto o adversário ficou com 47,61%.

Entre os municípios dos quatro estados, Fortaleza registrou o maior número de votos para Lula, com 932.282. Na sequência aparecem Teresina (337.154), João Pessoa (266.096) e Aracaju (216.858). Fora das capitais, Campina Grande (PB), com 144.322 votos, e Caucaia (CE), com 133.527, também aparecem entre as cidades com maior votação para o presidente.

Lula também venceu nos outros cinco estados do Nordeste. Na região, o presidente recebeu cerca de 24,45 milhões de votos no segundo turno, o equivalente a 69,37% dos votos válidos, contra 30,63% de Flávio Bolsonaro.

PB CE SE PI

  •  

Lula tem 24,4 milhões de votos no Nordeste e bate recorde do PT na região

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu 24.450.432 votos no Nordeste no segundo turno das eleições de 2026, estabelecendo o maior resultado de um candidato petista na região.

O recorde considera todas as disputas presidenciais desde 1989, incluindo primeiro e segundo turnos, de acordo com com dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Na votação deste domingo (25), Lula conquistou 69,37% dos votos válidos nos nove estados nordestinos. O senador Flávio Bolsonaro (PL) recebeu 10.796.736 votos, equivalentes a 30,63%.

O recorde anterior de votação do PT na região também pertencia a Lula. No segundo turno de 2022, contra Jair Bolsonaro (PL), o petista havia recebido 22.534.967 votos. Em quatro anos, foram 1.915.465 votos a mais, um crescimento de aproximadamente 8,5%.

Além do total de votos, o resultado de 2026 estabeleceu ainda a maior vantagem absoluta do partido sobre seu principal adversário no Nordeste: 13.653.696 votos. A diferença superou em 39.795 votos a registrada em 2006, quando Lula derrotou Geraldo Alckmin, então no PSDB e hoje seu vice.

Na comparação percentual, porém, o melhor desempenho continua sendo o de 2006. Naquela eleição, Lula conquistou 77,13% dos votos válidos nordestinos.

Considerando apenas primeiros turnos, a maior vantagem petista no Nordeste foi registrada em 2022, quando Lula recebeu 12.965.745 votos a mais que Jair Bolsonaro. Na ocasião, o presidente também alcançou sua maior votação regional nessa etapa: 21.753.139 votos.

Recordes em 14 unidades da Federação

O segundo turno de 2026 também marcou recordes de votação do PT em 13 estados e no Distrito Federal. Todos os nove estados nordestinos integram a lista, ao lado de Pará, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Distrito Federal.

Entre os recortes regionais, Lula atingiu recordes de votos do partido no Nordeste, no Norte e no Centro-Oeste, além do exterior. No Norte, recebeu 5.024.626 votos e venceu Flávio por apenas 1.079. No Centro-Oeste, somou 3.733.919 votos, mas ficou atrás do senador, que recebeu 5.603.867.

Entre os brasileiros que votaram fora do país, Lula alcançou 200.154 votos, também o maior total do PT nesse eleitorado.

2002 preserva marcas no Sul e no Centro-Oeste

As maiores vantagens absolutas do partido no Sul e no Centro-Oeste ocorreram no primeiro turno de 2002, quando Lula enfrentou José Serra (PSDB) como principal adversário. As diferenças foram de 2.939.709 e 1.025.556 votos, respectivamente.

Aquela votação também concentra os recordes de vantagem petista em dez unidades da Federação. Entre elas está São Paulo, onde Lula recebeu 3.473.549 votos a mais que Serra no primeiro turno.

Nordeste mudou de preferência ao longo das eleições

A sequência de vitórias petistas no Nordeste começou em 2002. Antes disso, em 1989, Fernando Collor, então no PRN, venceu Lula na região no segundo turno por 1.817.069 votos.

Em 1994 e 1998, o Nordeste também deu mais votos a Fernando Henrique Cardoso (PSDB), eleito presidente nas duas ocasiões em primeiro turno. Desde 2002, o PT venceu todos os segundos turnos presidenciais na região, com Lula (2002, 2006, 2022 e 2026), Dilma Rousseff (2010 e 2014) e Fernando Haddad (2018).

No resultado nacional de 2026, Lula conquistou o quarto mandato com 64.256.232 votos, ou 51,79% dos válidos. Flávio terminou com 59.826.041 votos, equivalentes a 48,21%.

 

  •  

A TARDE alcança 49,7 milhões de visualizações na cobertura das Eleições

O portal A TARDE encerrou a cobertura das Eleições 2026 com resultados expressivos de audiência no site e nas redes sociais. Entre os dias 23 e 25 de outubro, período que abrangeu o segundo turno das eleições presidenciais, foram registradas 37.988.554 visualizações. Com a soma dos números da transmissão do primeiro turno, o total chegou a 49.701.520.O resultado foi impulsionado pela integração entre as plataformas do Grupo A TARDE, como o Massa!, pela publicação de informações em tempo real e pela participação na transmissão especial do A TARDE Play.A cobertura acompanhou os acontecimentos que antecederam a votação e a apuração do último domingo, 25, que confirmou a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência da República.Instagram concentra maior número de visualizaçõesEntre as plataformas digitais, o Instagram liderou a audiência, com 30.044.067 visualizações. O Facebook registrou 4.779.237, enquanto o TikTok alcançou 2.218.262.O portal A TARDE somou 756.840 visualizações de página. Já o YouTube contabilizou 121.728, e o Threads, 68.420. Editorias de Eleições e Política somam 169 mil pageviewsNo site do portal A TARDE, as editorias de Eleições e Política registraram, juntas, 169,32 mil visualizações de página (pageviews) entre os dias 23 e 25 de outubro. O número representa parte do total de 756,84 mil visualizações de página contabilizadas pelo portal no período.No YouTube, o A TARDE Play ficou na terceira colocação entre os canais mais visualizados durante a cobertura, de acordo com os dados divulgados pelo grupo. A transmissão chegou a registrar 111 mil aparelhos conectados.Com A Tarde Play, Grupo A TARDE é vice-líder de audiência na cobertura das EleiçõesA cobertura das Eleições 2026 consolidou o Grupo A TARDE na vice-liderança de audiência na Bahia entre os veículos de comunicação do estado. Segundo dados do YouTube no Analytics, a transmissão ao vivo pelo canal A TARDE Play alcançou 627 mil visualizações, superando emissoras de TV aberta tradicionais, rádios e portais locais. Centro de operações do estúdio Ernesto Simões - Foto: Ana Albuquerque | Ag. A TARDE O desempenho no YouTube faz parte de um resultado ainda maior no ambiente digital. Ao somar os dados de todas as plataformas do grupo — incluindo os portais A TARDE e Massa! além das mídias sociais de ambos os veículos —, o alcance global ultrapassou a marca de 40 milhões de visualizações durante a cobertura combinada do primeiro e do segundo turno do pleito.Estrutura integrada e cobertura em tempo realOs números refletem uma operação multiplataforma e altamente integrada. A transmissão ao vivo contou com ancoragem em estúdio, análises políticas e reportagens em tempo real diretamente de Salvador, Brasília e de municípios estratégicos no interior baiano, como Feira de Santana, Camaçari, Juazeiro e Luís Eduardo Magalhães.A performance histórica reafirma o peso do Grupo A TARDE no ecossistema audiovisual e prepara o terreno para a expansão da TV A TARDE, que contará com novos estúdios, grade de programação ampliada e distribuição nacional.

  •  

Jojo Todynho reconhece derrota de Flávio Bolsonaro e pede fim de brigas por política

Jojo Todynho usou as redes sociais na manhã desta segunda-feira (26) para conversar com seus seguidores sobre o resultado das eleições 2026. Apoiadora assumida de Flávio Bolsonaro (PL), a influenciadora pediu reconciliação entre petistas e bolsonaristas após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em stories de seu perfil no Instagram, a campeã de ‘A Fazenda 12’ reconheceu a decisão das urnas e destacou que o resultado faz parte do processo democrático. “Pega o seu telefone, liga para aquela pessoa que vocês brigaram por política, sem necessidade. Porque está todo mundo de pé desde as cinco da manhã indo agilizar sua vida. Cabeça erguida sempre, sem desanimar. Não adianta querer se matar, faltar com respeito. Acabou”, iniciou ela.

“Graças a Deus, voltamos à programação normal. É isso, gente. Isso se chama democracia. O povo fez uma escolha. Claro que a gente queria outro tipo de escolha, porque cada um tem o direito de exercer aquilo que acredita, aquilo que é posicionado”, declarou.

Por fim, Jojo Todynho desejou um bom mandato de Lula. “Segue o baile, vamos torcer para que nosso país tome um rumo diferente, para que as coisas aconteçam sendo bom para todo mundo. O foco agora é cada um cuidar de si, como sempre foi e torcermos juntos para que as coisas melhorem. Tem que ser bom para todo mundo”, concluiu.

Após vitória de Lula, Jojo Todynho pede fim de brigas: “Isso é democracia” https://t.co/VuIzd9ZwyZ— Disseram (@disseramoficial) October 26, 2026

The post Jojo Todynho reconhece derrota de Flávio Bolsonaro e pede fim de brigas por política appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

  •  

Lula venceu em Oiapoque e Chuí, cidades associadas aos extremos do Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu no último domingo (25) as eleições presidenciais em Oiapoque (AP) e Chuí (RS), cidades historicamente associadas aos extremos norte e sul do território brasileiro.

No município amapaense, Lula obteve 63,77% dos votos (9.709), contra 36,23% (5.517) do adversário Flávio Bolsonaro (PL). Já na cidade gaúcha, o presidente registrou 61,54% (2.075 votos), enquanto o senador teve 38,46% (1.297 votos).

Apesar de a expressão popular “do Oiapoque ao Chuí” ser amplamente utilizada para representar a extensão territorial do Brasil, o ponto extremo norte do país fica 84,5 quilômetros ao norte de Oiapoque, no Monte Caburaí, localizado no município de Uiramutã, em Roraima. Na cidade, Lula também venceu, com 72,87% dos votos (5.535), contra 27,13% (2.061) de Flávio.

Do extremo norte ao extremo sul, o Brasil tem 4.394 quilômetros de extensão. Do extremo leste ao extremo oeste, são 4.319 quilômetros. Ao todo, o país tem mais de 8,5 milhões de km², área superior à de todos os demais países da América Latina somados.

Eleito para um inédito quarto mandato, Lula venceu em 13 estados. Por sua vez, Flávio Bolsonaro (PL) conquistou a maioria dos votos em um número maior de unidades da Federação: 14.

O presidente obteve 51,78% dos votos válidos, o equivalente a 64.241.141 votos. O senador fluminense, por sua vez, alcançou 48,22%, ou 59.818.781 votos.

  •  

Nordeste garante virada de Lula e fortalece Jerônimo no PT nacional

Na noite de 4 de outubro, a Bahia tinha governador reeleito e o Brasil tinha um problema. Jerônimo Rodrigues venceu ACM Neto no primeiro turno. No mesmo domingo, Lula terminou atrás de Flávio Bolsonaro na disputa presidencial. Três semanas depois, o presidente conquistou o quarto mandato com a primeira virada da história em um segundo turno. O caminho entre uma noite e outra passou pelo Nordeste. E, dentro do Nordeste, passou pela Bahia.A reação começou na segunda-feira após o primeiro turno. Lula reuniu aliados em Brasília e fez um diagnóstico duro da própria campanha. Reconheceu erros de comunicação e de estratégia. Encontrou nos governadores petistas reeleitos no Nordeste o ponto de partida para reconstruir a campanha. "Temos que fazer campanha como eles fizeram. No Brasil todo", disse. Jerônimo foi citado como exemplo de liderança. O governador desembarcou em Brasília ao lado dos senadores eleitos Rui Costa e Jaques Wagner. "Vou fazer o que Lula orientar", disse à época. A orientação veio em duas frentes. Rui Costa e o senador Camilo Santana reforçaram a coordenação nacional em Brasília. Jerônimo assumiu a articulação política no Nordeste, a região onde Lula precisava crescer para vencer. A tarefa era objetiva: trazer prefeitos, parlamentares e lideranças de diferentes partidos para o palanque presidencial e reduzir a abstenção nos nove estados. A experiência baiana também mudou a comunicação do presidente. Profissionais da reeleição de Jerônimo, entre eles o jornalista Bruno Monteiro, foram incorporados à equipe de Lula em Brasília. A campanha nacional passou a priorizar as redes sociais, a fala direta com o eleitor e a presença nas ruas. O método que elegeu o governador no primeiro turno virou referência para o país.A ponteO símbolo dessa articulação regional foi construído sobre o rio São Francisco. A cinco dias da votação, Lula caminhou entre Juazeiro, na Bahia, e Petrolina, em Pernambuco. Jerônimo anunciou o ato. Lideranças dos dois estados se encontraram na travessia da Ponte Presidente Dutra. "O movimento vai envermelhar aquela ponte", antecipou o governador. Enquanto o adversário gravava propaganda em estúdio, Lula percorria a pé duas das maiores bases eleitorais do país.No domingo, Jerônimo votou com uma meta pública. "Eu tenho certeza que a Bahia vai, sim, hoje, demonstrar muito mais força do que fez no primeiro turno", afirmou, ao projetar mais de 70% para Lula no estado. A Bahia entregou 71,31%. Foi a maior votação do presidente no Nordeste e a segunda do país, atrás apenas de São Paulo. A abstenção caiu de quase 20% para 16,71%. Lula avançou cerca de cinco pontos em relação ao primeiro turno. A vantagem construída no estado foi a maior entre todas as unidades da federação e respondeu por parcela decisiva da diferença nacional. O Nordeste inteiro votou em Lula e produziu a margem que anulou o resultado do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste.À noite, confirmado o resultado, Jerônimo deu a dimensão do que havia acontecido. "O Brasil fez história: pela primeira vez, um presidente virou o jogo no segundo turno. E a Bahia, mais uma vez, fez a diferença."O governador encerra o ciclo eleitoral em outra posição. Tem mandato até 2030. Tem Rui Costa e Jaques Wagner no Senado. Tem um presidente que apresentou sua campanha como modelo e a responsabilidade pela articulação na região que decidiu a eleição. Esse conjunto amplia sua influência nas decisões do PT e sua interlocução com o Palácio do Planalto. Para a Bahia, o resultado é uma parceria federal mais forte em saúde, educação, abastecimento de água, infraestrutura e desenvolvimento regional. Jerônimo entrou na eleição para se reeleger. Saiu dela como um dos fiadores da reeleição de Lula.

  •  

Flávio Bolsonaro quedará sin cargo público tras derrota ante Lula en Brasil

La reelección de Luiz Inácio Lula da Silva deja al senador Flávio Bolsonaro sin cargo público desde febrero de 2027, tras más de dos décadas en la política de Río de Janeiro.
  •  

Flávio desiste de questionar vitória de Lula nas urnas

O senador Flávio Bolsonaro (PL) desistiu de questionar a validade da votação que garantiu a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Após anunciar que pediria a anulação das eleições, o candidato derrotado decidiu concentrar a ofensiva jurídica em ações que apontam supostos abusos de poder político e econômico cometidos pela campanha petista.

À CNN Brasil, integrantes da campanha de Flávio afirmaram, sob reserva, que não haverá pedido de anulação da votação. A estratégia será contestar supostos abusos da máquina pública durante a campanha, sem colocar em dúvida a validade dos votos.

Segundo interlocutores da equipe jurídica, já foram apresentados 20 pedidos de cassação de Lula, e novas ações devem ser protocoladas nos próximos dias. Os casos estão sendo analisados com cautela antes de serem levados à Justiça Eleitoral.

Em vídeo divulgado nesta segunda-feira (26), Flávio acusou a campanha petista de cometer abusos e anunciou que buscará a cassação da chapa de Lula.

“Isso tudo sem falar no complexo industrial de fake news que eles criaram, com a difusão ilegal e em massa de mentiras para aterrorizar a população brasileira. Então eu vou pedir sim a cassação da chapa do Lula por todos os abusos que ele cometeu”, afirmou.

A decisão representa um recuo em relação ao discurso feito por Flávio na noite de domingo (25), logo após a confirmação da derrota. Na ocasião, o senador afirmou que não reconheceria o resultado e anunciou que pediria a anulação da eleição, alegando interferência do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), na votação.

“É impossível reconhecer o resultado das eleições no contexto em que essas coisas aconteceram; vamos pedir anulação dessas eleições”, declarou.

Flávio criticou a decisão de Zanin que prorrogou até as 19h a votação em razão de problemas no transporte de eleitores. Posteriormente, o ministro esclareceu que a medida valeria apenas para seções que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabertura das urnas já fechadas.

Antes do pronunciamento, o senador havia sido informado pessoalmente da derrota por meio de uma ligação telefônica do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, que também telefonou para Lula para comunicar sua reeleição.

Como mostrou a CNN Brasil, Flávio foi aconselhado por quatro aliados próximos a reconhecer o resultado e telefonar para Lula. A recomendação partiu do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), do coordenador da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), da senadora Tereza Cristina (PP-MS) e de uma integrante da equipe jurídica do senador.

O grupo defendia que Flávio reconhecesse a derrota, mas ressalvasse os problemas ocorridos durante a votação e mantivesse a possibilidade de recorrer à Justiça Eleitoral para questionar supostos abusos cometidos pela campanha petista.

A discussão ocorreu na casa do Lago Sul, em Brasília, onde Flávio acompanhou a apuração. No calor da derrota, porém, o senador deu preferência à orientação de uma ala mais radical, que defendia contestar imediatamente o resultado e colocar em dúvida a legitimidade da vitória de Lula.

A posição acabou perdendo sustentação política à medida que partidos que apoiaram Flávio no segundo turno passaram a reconhecer a reeleição do petista.

MDB, Republicanos, União Brasil e PSD divulgaram manifestações reconhecendo o resultado das urnas, reduzindo o espaço político para uma ofensiva contra a validade da votação.

Com o recuo, a campanha de Flávio abandona o pedido de anulação da eleição, mas mantém a ofensiva judicial contra Lula. A estratégia agora é buscar a cassação da chapa petista por supostos abusos durante a campanha, sem questionar a validade dos votos depositados nas urnas.

  •  

Trump diz que eleição no Brasil "pareceu fraudada", mas revelou gostar de Lula

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, questionou nesta segunda-feira, 26, a condução do segundo turno das eleições presidenciais no Brasil, realizado no domingo, 25. O republicano afirmou que a votação "pareceu fraudada" e classificou como "muito estranha" a decisão de estender o horário de votação das 17h para as 19h.Apesar das críticas, Trump declarou manter uma boa relação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito para mais quatro anos no comando do país."Eu não governo o Brasil, e sim os Estados Unidos. Eu gosto do Lula, eu me dou muito bem com ele, só acho que a eleição não teve sorte da forma como foi feita. A extensão dada foi muito estranha. Eu não tomei partido, mas me pareceu tão corrupto, tão terrível", afirmou.O presidente norte-americano também disse ter acompanhado a apuração dos votos e voltou a levantar suspeitas sobre o processo eleitoral, classificando a disputa como uma "eleição manipulada". Ele não apresentou provas de fraude.Lula venceu o segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), com 51,79% dos votos válidos, enquanto o adversário recebeu 48,21%.Por que a votação foi prorrogada?A ampliação do horário de votação foi determinada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), após solicitações das campanhas presidenciais relacionadas a dificuldades no transporte de eleitores.A campanha de Lula acionou o STF alegando redução na circulação de ônibus em diferentes municípios brasileiros, incluindo Salvador, Lauro de Freitas e Feira de Santana, na Bahia.Já a equipe de Flávio Bolsonaro também apresentou pedidos para ampliar o horário de votação em determinados estados, conforme informações divulgadas pela Jovem Pan.Inicialmente, Zanin autorizou a extensão da votação até as 19h. Posteriormente, esclareceu que a determinação valia apenas para as seções eleitorais que ainda estavam em funcionamento às 17h.O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, orientou o cumprimento da decisão nas seções abrangidas pela medida.

  •  

Não é novidade que Flávio questione derrota nas urnas, diz Marília à CNN

A senadora eleita por Minas Gerais, Marília Campos (PT), disse nesta segunda-feira (26) em entrevista à CNN que “não é novidade” que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no último domingo (25), não reconheça o resultado das eleições presidenciais.

Marília mencionou a grande vantagem de Lula em relação à Flávio pelo número de votos que, segundo ela, “não dá para não aceitar”: “Foram 4 milhões de votos a mais. Acho que devemos seguir em frente e esperar os próximos passos deles. Eles têm uma dificuldade grande de respeitar o resultado.”

A senadora eleita também citou a tentativa de golpe de Estado promovida pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL) na transição de governo logo após a derrota para Lula. Ela reforça que naquele momento também houve questionamento do processo eleitoral e que a ala bolsonarista implicou em um “grande golpe para a democracia”.

Leia Mais:

Após o resultado de domingo – que deu um inédito quarto mandato para Lula –, Flávio Bolsonaro disse que não aceitaria o resultado das urnas e que pedirá a anulação das eleições.

O senador afirma que a decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), de adiar o fechamento das urnas em duas horas em todo o país inviabilizaria o resultado das urnas. Houve relatos de falta de ônibus e longas esperas em cidades como São Paulo e Salvador durante o dia de eleição.

A campanha do parlamentar, porém, também acionou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para pedir a prorrogação do pleito – também pelo prazo de duas horas – em estados afetados por fortes chuvas.

Governabilidade de Lula

Marília Campos também respondeu acerca do desafio que Lula enfrentará a partir de 2027 com um Congresso Nacional, em especial no Senado, ainda mais de oposição.

O PL teve 19 senadores eleitos em 2026 e terá a maior bancada a partir de 2027 no Senado Federal. Ao todo, o partido terá 28 congressistas na Casa Alta. O PT é o segundo partido com mais senadores na legislatura que começa no ano que vem. A sigla do presidente Lula elegeu seis senadores e terá nove parlamentares na próxima legislatura.

“Lula teve dificuldade de governabilidade [do mandato atual], mas isso não impediu que aprovasse a PEC do fim da escala 6×1, vários projetos no Senado, como a política de minerais raros, fim das bets. Claro que temos eleitos, mas a direita tem fissuras, tem divergências”, disse.

A senadora eleita também afirmou que o campo bolsonarista saiu “enfraquecido”, apesar de maior presença no Congresso, por não ter elegido justamente o Presidente da República.

*Sob supervisão de Mayara da Paz

  •  

A TARDE alcança 39,3 milhões de visualizações na cobertura das Eleições

O portal A TARDE encerrou a cobertura das Eleições 2026 com resultados expressivos de audiência no site e nas redes sociais. Entre os dias 23 e 25 de outubro, período que abrangeu o segundo turno das eleições presidenciais, foram registradas 37.988.554 visualizações. Com a soma dos números da transmissão do primeiro turno, o total chegou a 49.701.520.O resultado foi impulsionado pela integração entre as plataformas do Grupo A TARDE, como o Massa!, pela publicação de informações em tempo real e pela participação na transmissão especial do A TARDE Play.A cobertura acompanhou os acontecimentos que antecederam a votação e a apuração do último domingo, 25, que confirmou a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência da República.Instagram concentra maior número de visualizaçõesEntre as plataformas digitais, o Instagram liderou a audiência, com 30.044.067 visualizações. O Facebook registrou 4.779.237, enquanto o TikTok alcançou 2.218.262.O portal A TARDE somou 756.840 visualizações de página. Já o YouTube contabilizou 121.728, e o Threads, 68.420. Editorias de Eleições e Política somam 169 mil pageviewsNo site do portal A TARDE, as editorias de Eleições e Política registraram, juntas, 169,32 mil visualizações de página (pageviews) entre os dias 23 e 25 de outubro. O número representa parte do total de 756,84 mil visualizações de página contabilizadas pelo portal no período.No YouTube, o A TARDE Play ficou na terceira colocação entre os canais mais visualizados durante a cobertura, de acordo com os dados divulgados pelo grupo. A transmissão chegou a registrar 111 mil aparelhos conectados.Com A Tarde Play, Grupo A TARDE é vice-líder de audiência na cobertura das EleiçõesA cobertura das Eleições 2026 consolidou o Grupo A TARDE na vice-liderança de audiência na Bahia entre os veículos de comunicação do estado. Segundo dados do YouTube no Analytics, a transmissão ao vivo pelo canal A TARDE Play alcançou 627 mil visualizações, superando emissoras de TV aberta tradicionais, rádios e portais locais. Centro de operações do estúdio Ernesto Simões - Foto: Ana Albuquerque | Ag. A TARDE O desempenho no YouTube faz parte de um resultado ainda maior no ambiente digital. Ao somar os dados de todas as plataformas do grupo — incluindo os portais A TARDE e Massa! além das mídias sociais de ambos os veículos —, o alcance global ultrapassou a marca de 40 milhões de visualizações durante a cobertura combinada do primeiro e do segundo turno do pleito.Estrutura integrada e cobertura em tempo realOs números refletem uma operação multiplataforma e altamente integrada. A transmissão ao vivo contou com ancoragem em estúdio, análises políticas e reportagens em tempo real diretamente de Salvador, Brasília e de municípios estratégicos no interior baiano, como Feira de Santana, Camaçari, Juazeiro e Luís Eduardo Magalhães.A performance histórica reafirma o peso do Grupo A TARDE no ecossistema audiovisual e prepara o terreno para a expansão da TV A TARDE, que contará com novos estúdios, grade de programação ampliada e distribuição nacional.

  •  

CNBB parabeniza Lula por reeleição e reafirma defesa da democracia

A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) parabenizou nesta segunda-feira (26) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela reeleição no segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL).

Em carta a Lula e ao vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), a instituição afirmou que “o resultado das urnas expressa a decisão democrática do povo brasileiro e renova a responsabilidade confiada as Vossas Excelências de conduzir os destinos da nação”.

“Neste momento, desejamos que o novo mandato seja marcado pela sabedoria, pelo espírito de serviço e pelo compromisso com o bem comum, fundamento de toda autêntica responsabilidade política“, escreveu.

A CNBB disse que as eleições acabaram, mas que a tarefa de “cuidar da unidade do país e reconstruir os caminhos do diálogo, da confiança e da convivência fraterna entre os brasileiros” permanece .

Em manifesto, ainda destacou que a polarização da sociedade não pode determinar o próximo período do governo.

“O Brasil necessita de gestos concretos de pacificação, de respeito às diferenças e de valorização das instituições democráticas”, afirmou, acrescentando que pacificar não significa silenciar as divergências, mas criar condições para que elas sejam enfrentadas com “respeito, justiça, verdade e disposição para o encontro”.

O documento também reforça que todos os brasileiros, independentemente de suas escolhas eleitorais, pertencem à mesma comunidade e merecem igual consideração dos que exercem autoridade pública, mas defendeu que a atenção prioritária deve ser dedicada “aos mais pobres e vulneráveis”.

“Acreditamos que a dignidade da pessoa humana, a destinação universal dos bens, a solidariedade, a subsidiariedade e o bem comum devem orientar as decisões políticas e econômicas”, pontuou.

A instituição também declarou que o desenvolvimento de uma nação não pode ser avaliado apenas por seus indicadores econômicos, mas também pela “capacidade de assegurar condições dignas de existência àqueles que permanecem à margem das oportunidades e dos direitos fundamentais”.

O conselho reafirmou a importância do fortalecimento das instituições, da Constituição, da promoção da paz, do combate à corrupção e da violência. Pediu ainda que o país tenha políticas públicas que enfrentem seus problemas estruturais, mas preservando a democracia.

Por fim, reiterou a autonomia entre Igreja e Estado e o diálogo institucional construtivo.

“Desejamos que o novo mandato seja uma oportunidade para fortalecer a democracia, aproximar os brasileiros e renovar a esperança daqueles que mais necessitam de atenção e cuidado”, concluiu.

Reeleito

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi reeleito no domingo (25) em segundo turno ao superar Flávio Bolsonaro. Com 100% das urnas apuradas, foram 51,79% dos votos para Lula (64,2 milhões), contra 48,21% de Flávio (59,8 milhões).

Foi a primeira vez na história da República que quem saiu atrás no primeiro turno conseguiu virar no segundo.

AO VIVO: LULA É REELEITO PRESIDENTE DO BRASIL E OS DESAFIOS DA NOVA GESTÃO | WW ESPECIAL" tabindex="0" > <img src= AO VIVO: LULA É REELEITO PRESIDENTE DO BRASIL E OS DESAFIOS DA NOVA GESTÃO | WW ESPECIAL" /> AO VIVO: LULA É REELEITO PRESIDENTE DO BRASIL E OS DESAFIOS DA NOVA GESTÃO | WW ESPECIAL" > 🚨 AO VIVO: LULA É REELEITO PRESIDENTE DO BRASIL E OS DESAFIOS DA NOVA GESTÃO | WW ESPECIAL

 

  •  

Alexandre de Moraes determina entrega de passaportes de Flávio Bolsonaro

Candidato derrotado nas eleições presidenciais deste domingo, 25, o senador Flávio Bolsonaro (PL), que tem mandato parlamentar até fevereiro de 2027, terá que entregar seus passaportes para a Polícia Federal, após determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal (STF). Em vídeo no Instagram, Flávio afirmou ter sido abordado na rua ao sair da casa do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), após realizar uma visita ao patriarca do clã, com a intimação da PF. A decisão de Moraes é baseada no processo que investiga Flávio e o advogado Willer Tomaz por um esquema de lavagem de dinheiro.  Ao determinar a apreensão dos documentos, Moraes ainda vetou o contato entre os dois, além de pedir a entrega dos passaportes em até 24 horas.  “Hoje de manhã eu fui visitar o meu pai, como vocês sabem, ele está em prisão domiciliar. E quando eu tava saindo, a Polícia Federal do Lula tava na porta da casa dele e no meio da rua eu fui intimado a entregar os meus passaportes e também tô proibido de deixar o país. A decisão do Alexandre de Moraes se baseou numa fala do Eduardo de 23 de outubro que eu deveria deixar o país se eu perdesse a eleição”, disparou o ainda senador.Flávio Bolsonaro derrotado nas urnasO senador Flávio Bolsonaro (PL) foi derrotado nas urnas neste domingo, 25, após sofrer a primeira virada eleitoral entre o primeiro turno e o segundo turno da eleição presidencial.Flávio obteve 59.826.041 votos, 48,21% na disputa contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

  •  

Flávio diz que vai pedir cassação da chapa de Lula por abuso de poder

O senador Flávio Bolsonaro (PL) anunciou que pretende acionar a Justiça Eleitoral para pedir a cassação da chapa presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito no domingo (25), sob a alegação de abuso de poder político e econômico durante a campanha.

Flávio acusou alega que o presidente reeleito Lula injetou meio trilhão de reais de dinheiro público para fazer compra de votos.

“A disputa não deveria ser um vale-tudo por parte de quem quer se manter no poder. O que ele fez foi um abuso do poder político e econômico sem precedentes, com total desequilíbrio na disputa eleitoral”, afirmou.

O candidato derrotado também acusou a campanha de Lula de ter feito um “complexo industrial de fake news” e uma “difusão em massa de mentiras para aterrorizar a população”.

“Então, eu vou pedir, sim, a cassação da chapa do Lula por todos os abusos que ele cometeu. A lei tem que valer para todo mundo, e a competição tem que ser justa e igual”, disse.

  •  

Cury cumprimenta Lula após vitória do petista: “Que governe para todos”

O psiquiatra e ex-candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) reconheceu a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pediu que o próximo governo atue “sem revanchismo e sem sentimentos de vingança”, e “que governe para todos”.

A manifestação ocorre após o escritor apoiar Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno.

“Faço um apelo sincero: que o presidente governe para todos os brasileiros. As dores humanas são suprapartidárias. A educação, a saúde, as famílias endividadas e os empreendedores sufocados pelos juros precisam de respostas”, disse Cury. “Espero responsabilidade fiscal e disposição para ouvir especialistas. Torço, com humildade, para que este governo acerte e o Brasil avance”, finalizou.

Cury também afirmou que um quarto mandato dificulta a renovação das ideias, projetos, equipes e motivações, mas disse respeitar o resultado. “Quero cumprimentá-lo fazendo um apelo sincero ao presidente que governe sem revanchismo e sem sentimentos de vingança”, declarou.

Na área econômica, o escritor defendeu responsabilidade fiscal, redução dos juros e financiamento para microempresas. Também sugeriu que o governo prepare os trabalhadores para as mudanças provocadas pela inteligência artificial e pela robótica.

Lula foi reeleito neste domingo (25) com 64.256.232 votos, equivalentes a 51,79% dos válidos. Flávio recebeu 59.826.041 votos, ou 48,21%. Com todas as urnas apuradas, a diferença entre os candidatos foi de 4.430.191 votos.

Apoio a Flávio

Cury anunciou apoio a Flávio em 8 de outubro, após uma conversa por videoconferência. A decisão foi vinculada a compromissos apresentados em uma carta, que incluía propostas para educação, saúde, proteção às mulheres, financiamento de microempresas e fim da reeleição presidencial.

O documento também previa a pacificação nacional e o compromisso de governar para brasileiros de diferentes correntes políticas, sem perseguição ou ressentimento.

  •  

Nikolas Ferreira descarta anulação da eleição e pede fim de atos

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou nesta segunda-feira (26) em suas redes sociais um vídeo em que pede aos apoiadores para evitarem manifestações públicas e descarta as chances de a eleição ser anulada.

O parlamentar começa o vídeo admitindo que “a quantidade de perguntas sem resposta gera insegurança e indignação” e que a chance de anular a eleição é “praticamente nula”. Ele também relembrou que muitos já foram às ruas no calor do momento, mas avisou: “Não façam isso”.

Nikolas também coloca sob suspeita a decisão de Cristiano Zanin, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), que determinou a prorrogação da votação em duas horas após os partidos da disputa, PT (Partido dos Trabalhadores) e PL (Partido Liberal), pedirem.

A publicação do aliado de Flávio Bolsonaro (PL) vem depois de o senador ter dito à imprensa neste domingo (25) que pediria a anulação do pleito.

“É inexplicável acontecer o que aconteceu. É impossível reconhecer o resultado dessas eleições. Vou pedir a anulação”, disse Flávio à imprensa, na saída do local onde assistiu à apuração de votos com seus aliados em Brasília.

Leia Mais:

Conforme apurou a CNN Brasil, Nikolas foi apontado por uma ala da silga como um dos culpados pela derrota de Flávio Bolsonaro em Minas Gerais no segundo turno.

A responsabilidade atribuída acontece no primeiro movimento interno do partido em buscar culpados pela derrota no segundo turno. Fontes internas diziam que havia uma confiança por parte da campanha de que não seria necessário concentrar tantos esforços no estado mineiro.

Lula foi reeleito pela quarta vez com 51,79% dos votos válidos, enquanto o primogênito de Jair Bolsonaro, 48,21%.

  •  
❌