Corrida da Educação encerra Jogos Escolares 2026 em Camaçari



Os dados constam do Painel Enem 2026, disponibilizado para consulta pública pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
As informações podem ser consultadas por unidade da federação e permite comparar a distribuição dos participantes em todo os indicadores.
Dos 5,05 milhões de inscritos, o maior grupo é o dos jovens de 17 e 18 anos, que representam a metade (50,7%) dos participantes.
De acordo com os dados do painel, os grupos por faixa etária estão assim distribuídos:
Com dados consolidados em setembro de 2026, o indicador de cor/raça registra as categorias parda, branca, preta, amarela, indígena e não declarada, assim distribuídas:
Em relação à trajetória escolar, entre os mais de 5,05 milhões de inscritos, 2.364.868 estão cursando a última série ou ano do ensino médio, o que corresponde ao grupo mais numeroso – 46,82%.
Os demais estão distribuídos desta forma:
A ferramenta desta edição do Enem também reúne dados sobre as 138.329 solicitações de atendimento especializado confirmadas pelo Inep.
Entre as condições que mais motivaram as solicitações estão os participantes com déficit de atenção ( 51.724, ou 37,39%); candidatos com Transtorno do Espectro Autista (34.723, ou 25,1%); baixa visão (9.792 candidatos, 7,04%); e deficiência intelectual (8.922 candidatos, 6,45%).
Entre os recursos de acessibilidade solicitados no ato da inscrição, destacam-se o tempo adicional, com 77.956 solicitações (34,47%); a correção diferenciada, com 42.379 (18,74%); e o auxílio para leitura, com 28.042 (12,40%).
O painel interativo apresenta outros quantitativos de recursos de acessibilidade, como salas acessíveis, auxílio para transcrição, prova em braile e tradutor-intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras), uso do aparelho auditivo ou implante coclear.
Dos 5.051.345 inscritos confirmados no Enem 2026, 3.432.111 se inscreveram gratuitamente, enquanto outros 1.619.234 participantes tiveram o pagamento confirmado pelo Inep.
Têm direito à gratuidade quem se enquadra em pelo menos um dos seguintes perfis, conforme as regras do Inep:
O Enem é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.
Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições de ensino de Portugal que tenham convênio com o Inep.
Desde a edição de 2025, o Enem também voltou a certificar a conclusão do ensino médio para os candidatos a partir dos 18 anos.
Pela primeira vez, o Enem também terá como objetivo avaliar o domínio das competências e habilidades esperadas no fim do ensino médio, integrando o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).



O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), que será aplicado nos dias 8 e 15 de novembro, é uma prova que exige diversas habilidades mentais dos candidatos. Mesmo que o estudante tenha passado o ano todo se preparando para responder às questões, algumas pessoas podem simplesmente não saber a resposta do que é exigido.
A CNN Brasil procurou professores para entender se é melhor chutar uma questão ou deixá-la em branco quando há dúvidas sobre a sua resposta.
Vanessa Santos, gerente de projetos educativos e avaliação educacional do Poliedro, explica que deixar uma questão sem resposta significa abrir mão de qualquer chance de acertá-la.
“Isso porque, na correção pela Teoria de Resposta ao Item (TRI), uma questão em branco tem exatamente o mesmo efeito de uma resposta errada”, afirma.
A profissional explica que a TRI avalia o padrão de respostas do estudante, não apenas a quantidade de acertos.
“É daí que vem aquela história de que o Enem identifica os chutes. Na verdade, a TRI não é nenhuma bola de cristal. Ela não sabe se você acertou porque dominava o conteúdo ou porque contou com a sorte. O que ela faz é analisar a consistência do conjunto das suas respostas”, diz.
Vanessa também recomenda que o candidato tente resolver a questão, elimine alternativas e deixe essas questões em que há dificuldade para depois. Se ainda houver dúvidas, é melhor escolher uma resposta mais adequada. “Afinal, entre uma chance de acertar e nenhuma chance, melhor ficar com a primeira opção.”
A ideia é reforçada por Leonardo Monteiro, gerente sênior de ensino da Fundação Bradesco. O profissional destaca a importância de se seguir uma lógica no padrão de respostas devido à TRI, mas avalia que ter uma resposta com peso menor é melhor do que zerar a questão.
“Muitas vezes o aluno acha que não sabe nada da questão, mas consegue descartar duas opções absurdas, e aí a chance de acertar já sobe bastante”, avalia.
Leonardo ainda dá como dica reservar um tempo importante nos momentos finais da prova: “Agora, um conselho que parece bobo e não é: reserve os últimos 15 ou 20 minutos para preencher o cartão-resposta. Todo ano tem gente que sabia a matéria e saiu da sala com questões em branco porque o tempo acabou”.
Alguns textos que são usados como base para as questões do Enem podem causar certa confusão. Candidatos precisam usar o máximo de suas capacidades de interpretação para entender o que se pede.
Antes de resolver a questão, é necessário que o aluno tenha a paciência de ler e reler as informações que estão nos enunciados.
Vanessa Santos aponta para um erro que pode ser cometido por inúmeros candidatos simplesmente por falta de atenção. Os textos, gráficos e tabelas oferecidos como base podem apresentar armadilhas.
“É preciso compreender o contexto e saber mobilizar esse conhecimento para resolver o problema apresentado. E aí mora uma armadilha: não adianta saber a resposta para uma pergunta que não foi feita”, explica.
Muitas vezes um candidato pode responder a um questionamento que não é exatamente o que se pede na prova.
A educadora ainda chama atenção para as questões testlet, que estrearam no Enem em 2025. Nesse modelo, um mesmo texto-base é usado para responder a diferentes perguntas, permitindo que o estudante aproveite uma única leitura para resolver mais de uma questão.
“Por isso, uma dica valiosa é começar pelo comando da questão. Afinal, o que ela realmente quer saber? Depois, é hora de buscar as informações necessárias no texto-base para chegar à resposta”, declara.
Leonardo Monteiro traz luz para um assunto que importa na hora de prestar um vestibular. As preparações de um aluno devem envolver diversas atividades, como ler jornais, reportagens e literatura, a fim de garantir um outro tipo de preparação na prova.
O profissional explica que o Enem foi pensado para avaliar se o aluno consegue usar o que aprendeu em situações reais, por isso quase toda questão vem com um texto, um gráfico, uma charge ou uma tirinha.
“Para quem não tem o hábito de ler, isso cansa e consome tempo, principalmente no segundo dia, quando a cabeça já está pesada”, declara.
Fazer uma prova que possui inúmeras questões e exige interpretação o tempo todo pode ser cansativo. No entanto, fazer estratégias para conseguir resolver tudo, inclusive as perguntas em que não se sabe resposta, pode ser importante para obter um bom resultado.
Vanessa Santos explica que uma questão em que a maioria dos estudantes teria uma baixa probabilidade de acertar pode ser tranquila para uma pessoa, dependendo dos seus conhecimentos e da sua capacidade de mobilizar habilidades.
Por isso, ela recomenda responder as perguntas que são mais fáceis primeiro e pular as difíceis sem culpa. “O pensamento é simples: vale a pena gastar dez minutos em uma única questão e, por causa disso, deixar de responder outras três que você sabia fazer? Não vale”, afirma.
Ela ainda afirma que a dificuldade de uma questão não muda de um estudante para o outro. Na TRI, a dificuldade do item é um parâmetro estatístico fixo estabelecido durante a pré-testagem dele. Se a questão tem dificuldade 700, esse valor é o mesmo para todo mundo.
Leonardo Monteiro declara que acertar questões fáceis e médias sustenta a nota devido à TRI. “Minha recomendação é fazer a prova em duas partes: na primeira, resolver tudo o que é tranquilo e marcar as questões que pareceram difíceis; na segunda, voltar a elas com calma”, diz.
O educador ainda aconselha a fazer uma pausa, ir ao banheiro, respirar e depois voltar para as questões mais difíceis. “Muitas vezes, depois de uma hora de prova, o aluno está mais aquecido e aquela questão que parecia impossível no começo se resolve em dois minutos. Só não pode esquecer de voltar.”
“Faça uma marquinha no caderno de questões para não deixar nenhuma para trás e não se esqueça de organizar o tempo para o preenchimento do gabarito”, conclui.
Após a divulgação dos locais de prova do Enem 2026 pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), nesta terça-feira (27), as buscas relacionadas à prova tiveram um aumento de mais de 60% a partir de segunda-feira (26). Os dados foram cedidos exclusivamente à CNN Brasil pelo Google.
No site da organização, os inscritos já podem acessar o Cartão de Confirmação de Inscrição e ter mais detalhes sobre o exame. O Enem será aplicado nos dias 8 e 15 de novembro.
Dentre as principais pesquisas estavam “área do candidato Enem” (+100%) e “Enem inep página do participante” (+90%). O Google ainda destaca que o interesse de busca pelo exame foi muito maior no Piauí, em Sergipe e na Paraíba. A região Nordeste é a mais interessada no Google no Enem, segundo os dados.
Em alguns momentos da manhã de terça-feira (27), as buscas sobre o Enem chegaram a superar as de temas como Bolsa de Valores e Libertadores.
Confira as principais perguntas e as respostas para elas:
O Enem terá suas provas realizadas nos dias 8 e 15 de novembro. O primeiro domingo terá 45 questões sobre linguagens (língua portuguesa, literatura e língua estrangeira — inglês ou espanhol), 45 perguntas sobre ciências humanas (história, geografia, filosofia e sociologia) e a redação. A duração da prova é de 5 horas e meia neste dia.
Já no dia 15, a prova traz 45 perguntas de matemática e outras 45 de ciências da natureza (física, química e biologia). A duração da prova nesse dia é de 5 horas.
O Exame Nacional do Ensino Médio foi criado em 1998, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, pelo então ministro da Educação, Paulo Renato Souza. A função da prova era avaliar a última etapa do ensino básico e, no mesmo ano, 115.575 estudantes de todo o Brasil fizeram a prova.
A prova foi crescendo aos poucos, mas só se tornou uma porta de entrada ao ensino superior quando foi associada a outras políticas públicas, como o Proini e o Sisu.
Durante a prova, é permitido entrar na sala com os seguintes itens:
Já os itens abaixo são proibidos na sala de prova:
O Enem hoje é composto por duas provas com 90 questões cada. A primeira prova divide essas questões igualmente em linguagens (língua portuguesa, literatura e língua estrangeira — inglês ou espanhol) e ciências humanas (história, geografia, filosofia e sociologia), além da redação. Já a segunda tem metade das perguntas sobre matemática e a outra metade dedicada às ciências da natureza (física, química e biologia).
A nota do Enem é dada com base na Teoria de Resposta ao Item, ou TRI. Essa metodologia vai além do simples número de acertos e foi adotada em 2009. Diferente da soma linear de pontos, ela busca medir o nível real de proficiência em cada área do conhecimento.
A nota final considera a particularidade de cada questão, que possui três parâmetros: discriminação (poder de diferenciar quem domina a habilidade), dificuldade (quanto mais difícil, maior seu valor) e acerto casual (probabilidade de acerto por chute).
Nela, espera-se que um estudante que acerte questões difíceis também acerte as fáceis, pois o conhecimento é cumulativo. Se um participante acerta itens complexos e erra os mais simples, o sistema pode inferir um “chute”, diminuindo o peso desses acertos na nota final.
Embora “errar não tire pontos”, errar muitas questões fáceis compromete a coerência e, consequentemente, a pontuação. Além disso, não é possível calcular a nota antes da divulgação oficial, já que ela depende do desempenho nacional e de parâmetros não públicos.
Quando é o Enem?
Quando sai o local de prova do Enem?
Quem criou o Enem?
Enem, o que estudar?
Como funciona o Enem?
Faltam quantos dias para o Enem?
Como fazer redação do Enem?
O que mais cai no Enem?
Como trabalhar no Enem?
O que é o Enem PPL?
O que levar para o Enem?
Quantas questões tem o Enem?
Quem pode fazer o Enem?
Como funciona a nota do Enem?
Como fazer inscrição do Enem?
Qual a banca do Enem?
Como ser fiscal do Enem?
Qual o horário do Enem?
Como calcular a nota do Enem?
Quanto tempo dura o Enem?
Qual foi o tema da redação do Enem 2025?
Quanto ganha um aplicador de prova do Enem?
Quantas linhas tem a redação do Enem?
Chefe de sala do Enem ganha quanto?
Qual a nota máxima do Enem?
Pode caneta azul no Enem?
Como fazer uma boa redação no Enem?
Com quantos anos pode fazer o Enem?
Quanto custa para fazer o Enem?
A nota do Enem vale por quanto tempo?
*Com informações de Tatiana Cavalcanti, em colaboração para a CNN Brasil, e Mirella Cordeiro, da CNN Brasil
Uma praga de pulgas está a atingir a Escola Básica de Ribeirão, em Famalicão.
Segundo a rádio Cidade Hoje, a situação levou ao encerramento temporário de novos espaços, depois da situação na biblioteca, onde o problema foi inicialmente detetado, ter sido resolvida.
De acordo com a mesma fonte, foram detetados novos casos em salas de aula e na sala de professores, que foram encerrados temporariamente para desinfestação.
A direção da escola, citada pela Cidade Hoje, também confirmou que um número reduzido de alunos e professores foi picado pelas pulgas. Estão a receber acompanhamento, em articulação com as orientações das autoridades de saúde, que estão a monitorizar os casos.
O encerramento da escola nunca esteve em causa e a direção quer tranquilizar os pais, garantindo que tudo está a ser feito para eliminar a infestação o mais rapidamente possível.
O conteúdo Praga de pulgas ataca escola de Famalicão aparece primeiro em O MINHO.

O Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) volta a mobilizar escolas de todo o país para a segunda edição da iniciativa “Educar para a Cidadania: Poupar, um Compromisso com o Futuro”, com aulas de literacia financeira centradas na poupança a decorrerem na sexta-feira, 30 de outubro.
Governantes e responsáveis das autoridades de supervisão financeira — Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) — vão dar aulas a alunos dos ensinos básico e secundário. A ação assinala o Dia Mundial da Poupança, celebrado a 31 de outubro, e envolve também centenas de estudantes e docentes do ensino superior das áreas de Economia, Gestão, Finanças e Contabilidade.
A iniciativa, lançada em 2025, enquadra-se no reforço da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, onde a literacia financeira passou a ser obrigatória em todos os anos de escolaridade, no âmbito da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (ENEC), aprovada pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 127/2025.
“Elevar os níveis de literacia financeira dos alunos continua a ser uma das prioridades” do MECI, afirma o comunicado oficial. Além das sessões pontuais, a colaboração entre escolas e instituições de ensino superior prolonga-se ao longo do ano letivo, com recursos pedagógicos validados pelo Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) e conteúdos adicionais sobre orçamento familiar, fiscalidade, produtos financeiros e empreendedorismo, preparados em parceria com a Autoridade Tributária e a Junior Achievement.
Entre os intervenientes confirmados estão o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, que dará aula na Escola Secundária José Macedo Fragateiro, em Ovar, às 09h00; a secretária de Estado do Ensino Superior, Cláudia Sarrico, na Escola Secundária Miguel Torga, em Queluz, às 10h00; o secretário de Estado Adjunto e do Orçamento, José Maria Brandão de Brito, na Escola Secundária da Cidadela, em Cascais, também às 10h00; e a secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis, na Escola Secundária de Montemor-o-Novo, às 14h40.
Do lado dos supervisores, o governador do Banco de Portugal, Álvaro Santos Pereira, estará na Escola Secundária Diogo de Gouveia, em Beja, às 15h00; o presidente da CMVM, Luís Laginha de Sousa, na Escola Secundária da Baixa da Banheira, na Moita, às 12h15; a vice-presidente da CMVM, Inês Drumond, na Escola EB 2,3 de Alcanede, em Santarém, às 11h05; o presidente da ASF, Gabriel Bernardino, na Escola Básica e Secundária do Cadaval, às 14h30; e o vice-presidente da ASF, Rui Baleiras, na Escola Secundária Rainha D. Leonor, em Lisboa, às 15h15.
Esta é a segunda grande mobilização nacional do ano letivo no âmbito da Cidadania e Desenvolvimento, depois dos Dias da Integridade e Anticorrupção, realizados entre 30 de setembro e 2 de outubro.
A aposta portuguesa acompanha uma tendência europeia de reforço da educação financeira desde cedo, numa altura em que a literacia nesta área é vista como essencial para decisões responsáveis e para o exercício pleno da cidadania.
Os locais de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 foram divulgados nesta terça-feira (27/10) e já podem ser consultados. A informação está disponível no Cartão de Confirmação de Inscrição, na Página do Participante. O documento também traz o número de inscrição, a data, o horário e o local de prova, além de registrar se o inscrito terá direito a atendimento especializado ou tratamento pelo nome social.
Para conferir o cartão, é preciso acessar a Página do Participante (enem.inep.gov.br/participante), utilizando o login gov.br (CPF e senha). Após o login, a página mostra três abas: Inscrição, Aplicação e Resultado. Na aba Aplicação, consta o Local de Prova e uma caixa de diálogo com o personagem Vini, que exibe o botão de Local de Prova. Basta clicar ali para acessar o cartão de confirmação.
As provas serão aplicadas nos dias 8 e 15 de novembro, nas 27 unidades da Federação. No primeiro dia, além da redação, serão aplicadas as provas de linguagens, códigos e suas tecnologias, e ciências humanas e suas tecnologias. No segundo dia, os participantes fazem as provas de ciências da natureza e suas tecnologias, e matemática e suas tecnologias. São 45 questões em cada área do conhecimento.
Os portões abrem às 12h e fecham às 13h, no horário de Brasília. A aplicação começa às 13h30 e vai até as 19h no primeiro domingo e até as 18h30 no segundo. O Inep orienta chegar ao local às 12h. Também é preciso levar documento oficial com foto e caneta esferográfica transparente de tinta preta.
A apresentação do cartão de confirmação nos dias de prova não é obrigatória, mas o Inep recomenda que o candidato imprima e leve o documento consigo. Após consultar o local, a orientação é pesquisar o endereço, verificar a distância e o tempo de deslocamento e, se possível, simular o percurso em um domingo.
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Várias escolas estão sem conseguir encontrar professores do 1º ciclo e as escolas têm de improvisar soluções para as crianças não irem para casa. Ministério garante que esta alteração é uma “medida transitória”, até serem formados os professores necessários

O JC Educação, um espaço dedicado a acompanhar e divulgar iniciativas que transformam o ensino, além de novidades e tendências no universo educacional.
Aqui, leitores, educadores e estudantes poderão se atualizar sobre inovações pedagógicas, boas práticas, debates e os principais desafios da Educação no Brasil e no mundo.
Mais de 1,1 milhão de estudantes estão cadastrados no MEC Enem, plataforma gratuita do Ministério da Educação (MEC) para preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Dados acumulados até outubro de 2026 apontam 1.112.187 usuários, 31,5 milhões de questões respondidas, 1,6 milhão de redações enviadas para correção e 1,3 milhão de simulados realizados.
A ferramenta oferece questões de provas oficiais, trilhas de aprendizagem, materiais de apoio e aulas de reforço personalizadas de acordo com o desempenho dos participantes.
Entre os 717.742 estudantes que informaram a unidade da Federação no cadastro, o Nordeste concentra a maior parcela de usuários, com 257.400 (35,9%), seguido pelo Sudeste, com 255.080 (35,5%). São Paulo lidera o número de inscritos, com 116.889 estudantes, seguido por Minas Gerais (68.369), Bahia (66.840), Rio de Janeiro (55.783) e Pará (42.903).
Pernambuco aparece na sexta posição, com 40.109 usuários. Ao todo, a plataforma já contabilizou 8,4 milhões de atividades de estudo e gerou 1,5 milhão de aulas de reforço individualizadas.
Os dados também apontam associação entre o uso dos recursos da plataforma e a evolução no desempenho. Entre 56.876 estudantes que tiveram pelo menos duas redações corrigidas, a nota média aumentou de 586 para 630,5 pontos entre a primeira e a última produção, um ganho de 44,4 pontos. Entre aqueles que concluíram 20 ou mais aulas de reforço, o avanço médio foi de 67,9 pontos.
Nos simulados, estudantes que resolveram de 50 a 199 exercícios adicionais alcançaram média de 394,2 pontos, ante 328,9 entre os que não fizeram exercícios fora das provas simuladas. Os resultados indicam uma associação entre a prática e o desempenho, mas não comprovam, isoladamente, uma relação de causa e efeito.
Estudantes pernambucanos se destacaram no Festival Regional SESI de Robótica e garantiram vagas na etapa nacional das competições FIRST LEGO League (FLL) e FIRST Tech Challenge (FTC), realizadas nos dias 23 e 24 de outubro, no Piso L3, do Shopping RioMar.
As equipes classificadas vão disputar a próxima fase, prevista para março de 2027, em Salvador, na Bahia. Além dos pernambucanos, duas equipes de Sergipe também garantiram classificação para a competição nacional.
Na FIRST Tech Challenge (FTC), avançaram as equipes Unity Sunset, do SESI Escada; Rev Atom, do SESI Ibura; e V-Legacy, do Colégio Vita, escola particular de Sergipe. Já na FIRST LEGO League (FLL), seguem na disputa as equipes Kyrios Lego, do SESI Araripina; Unity Sunrise, do SESI Escada; Cyber Lego, do SESI Petrolina; Shield, de Sergipe; e Star Space, equipe de garagem de Paulista.
O Festival Regional SESI de Robótica reuniu estudantes do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, com competidores a partir dos 9 anos de idade, em desafios que estimulam a criatividade, o pensamento crítico, a programação, a resolução de problemas e o trabalho em equipe.
De acordo com a diretora de Educação do SESI, Mirella Barreto, o festival tem um papel importante na demonstração dos conhecimentos desenvolvidos pelos estudantes de todas as escolas ao longo do ano. “É uma grande satisfação perceber como as equipes se dedicam, resolvem problemas e vibram com cada resultado. É muito bom premiar esses talentos como mais uma iniciativa para incentivar os jovens a ampliar seus conhecimentos, acreditar no próprio potencial e conquistar novos espaços”, destacou.
As equipes vencedoras da etapa nacional avançam para a competição mundial, prevista para ocorrer nos Estados Unidos, em 2027.

Em meio à concorrência com videogames, vídeos e redes sociais, incentivar o hábito da leitura entre crianças e adolescentes é um desafio para famílias e escolas. Segundo a 6ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada em 2024 pelo Instituto Pró-Livro, apenas 25% das crianças de 5 a 10 anos apontam os livros como uma das atividades preferidas no tempo livre, enquanto 43% preferem videogames. Entre os jovens de 11 a 13 anos, a leitura também é citada por 25%, contra 39% que escolhem os jogos eletrônicos.
Uma das estratégias para despertar o interesse é permitir que a criança tenha participação na escolha do que deseja ler. A faixa etária deve ser considerada, especialmente em relação à linguagem e à complexidade da obra, mas os interesses individuais também podem orientar esse processo.
“Uma criança curiosa sobre animais pode se aproximar dos livros por meio de histórias ou obras informativas sobre o tema. Quem gosta de aventura, por sua vez, pode encontrar na fantasia ou nas narrativas de ação uma porta de entrada para a literatura”, explica a bibliotecária do Colégio Salesiano Recife, Maria Tamyres.
Segundo a profissional, variar gêneros e formatos também pode ajudar. “Histórias em quadrinhos, contos, poesias, livros ilustrados, biografias e obras de ficção oferecem experiências diferentes e permitem que cada leitor encontre aquilo que mais desperta sua curiosidade”, detalha. A proposta, nesse primeiro momento, não deve ser, necessariamente, fazer a criança ler determinada quantidade de páginas, mas construir uma relação positiva com o livro.
A formação do hábito também pode começar em casa, sem exigir grandes períodos do dia, reservado alguns minutos para a leitura antes de dormir, durante uma pausa no fim da tarde ou em outro momento tranquilo da rotina familiar.
Para as crianças menores, a bibliotecária recomenda a leitura compartilhada. “Ler em voz alta, conversar sobre os personagens, perguntar o que a criança achou da história ou imaginar juntos o que pode acontecer nas próximas páginas são formas de estimular a compreensão e transformar a atividade em uma experiência de convivência”, ressalta.
Outra estratégia simples é deixar os livros acessíveis em casa, permitindo que a criança possa escolher espontaneamente uma obra para folhear ou ler. A participação dos pais e responsáveis nesse processo também é importante, ao demonstrarem interesse pela leitura, comentarem sobre os livros e reservar um tempo para ler.

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© Bruna Araújo/MEC

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou, nesta terça-feira (27), o Cartão de Confirmação de Inscrição do Enem com a informação.
Além da informação sobre os locais de prova, o Cartão de Confirmação traz o número de inscrição, a data e o horário. Caso o inscrito tenha direito a atendimento especializado ou ao tratamento pelo nome social autorizado pelo Inep, os dados também estarão registrados.
O Inep avisa que não é obrigatório levar o Cartão de Confirmação de Inscrição nos dias de aplicação do Enem, mas recomenda levá-lo para evitar erros.
As provas serão aplicadas em dois domingos de novembro, nos dias 8 e 15, no turno da tarde, nas 27 unidades da federação.
De acordo com o edital desta edição, o primeiro dia do Enem terá duração de cinco horas e 30 minutos. Neste dia, os candidatos farão a redação e os exames de linguagens (língua portuguesa, literatura, língua estrangeira, artes, educação física e tecnologias da informação), códigos e suas tecnologias e ciências humanas (história, geografia, filosofia e sociologia) e suas tecnologias.
No segundo dia, os estudantes farão provas de ciências da natureza e suas tecnologias (biologia, química e física) e matemática. Os participantes terão cinco horas para fazer as provas. São 45 questões em cada área do conhecimento.
Saiba tudo sobre o exame no Guia do Enem, disponibilizado pelo Ministério da Educação (MEC).
Nesta edição, o Ministério da Educação (MEC) registrou mais de 5 milhões de inscrições.
O Enem é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.
Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições de ensino de Portugal que tenham convênio com o Inep.
Desde a edição de 2025, o Enem também voltou a certificar a conclusão do ensino médio para os candidatos a partir dos 18 anos.
Pela primeira vez, o Enem também terá como objetivo avaliar o domínio das competências e habilidades esperadas no fim do ensino médio, integrando o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou nesta terça-feira (27) os locais de prova do Enem 2026. No site da organização, os inscritos já podem acessar o Cartão de Confirmação de Inscrição e ter mais detalhes sobre o exame.
Também foram disponibilizadas informações como número de inscrição, data, horário e local de prova, além da aprovação do direito a atendimento especializado ou ao tratamento pelo nome social. As provas serão aplicadas nos dias 8 e 15 de novembro.
O Enem de 2026 tem 5.051.345 inscrições confirmadas, segundo dados do painel do Inep. As mulheres representam 63,98% dos inscritos, o equivalente a 3.232.013 participantes.
O levantamento também mostra que 13.821 candidatos têm mais de 60 anos, evidenciando a diversidade de perfis entre os participantes do exame.
Do total de inscritos, 3,4 milhões tiveram a taxa de inscrição gratuita, o que corresponde a 68% dos candidatos. De acordo com os dados do Ministério, o estado de São Paulo lidera o ranking do número de inscrições, com 851,8 mil estudantes inscritos, enquanto Roraima ficou em último lugar, com 15,3 mil.
*Com informações de Adriana De Luca, da CNN Brasil
A iniciativa da PACTOR Editora decorre a 30 de outubro, das 14h00 às 17h00, e reúne profissionais, investigadores e comunidade académica.
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