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Pena suspensa para quatro jovens por roubo a idoso

Vítima foi atraída para um cemitério com pretexto sexual, agredida com uma moca e roubada. Arguidos pagam 2.114,92 euros à vítima, que ficou com quatro costelas partidas.

Entre abril de 2025 e o dia 11 de maio seguinte, os dois casais "elaboraram um plano para se apropriarem de bens ou valores monetários" do ofendido
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Polícia prende grupo que usava deepfake de Gusttavo Lima em golpe de doação

A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou, nesta quarta-feira (28), uma operação contra um grupo suspeito de arrecadar quase R$ 10 milhões com falsas campanhas de doação na internet. Para atrair doadores, os alvos usavam vídeos criados com inteligência artificial que reproduziam imagens de Gusttavo Lima e dos padres Marcelo Rossi e Fábio de Melo.

A ação cumpre seis mandados de prisão preventiva, além de mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e nos estados de Goiás, Minas Gerais, Santa Catarina e São Paulo. A Justiça também determinou o bloqueio de ativos financeiros e patrimoniais. Até o momento, cinco investigados foram presos.

Segundo a polícia, dois suspeitos foram localizados em Planaltina (DF), um em Planaltina de Goiás (GO), um em Uberlândia (MG) e outro em Joinville (SC).

A operação também resultou na apreensão de veículos de luxo e na identificação de ativos em criptomoedas avaliados em aproximadamente US$ 400 mil, o equivalente a R$ 2,14 milhões, conforme a cotação desta quarta-feira.

Uso de deepfakes para atrair doadores

Segundo a Polícia Civil, o grupo criava e divulgava páginas falsas de arrecadação de doações, utilizando imagens de idosos, crianças e pessoas com doenças graves para gerar comoção e induzir as vítimas a realizar transferências financeiras.

Para ampliar o alcance das campanhas e atrair mais pessoas, os investigados recorriam a ferramentas de inteligência artificial, incluindo as chamadas ‘deepfakes’, para criar vídeos falsos com imagens de personalidades públicas, como Gusttavo Lima e os padres Marcelo Rossi e Fábio de Melo.

Os conteúdos também incluíam representações religiosas, entre elas imagens de Jesus Cristo, de acordo com as investigações.

As publicações circulavam nas redes sociais e direcionavam os usuários a páginas que simulavam campanhas beneficentes legítimas. Os valores arrecadados, porém, eram transferidos para contas bancárias controladas pelo grupo.

Mais de 215 mil transações em 45 dias

As apurações mostraram que, entre 13 de outubro e 26 de novembro de 2025, uma única empresa vinculada à organização recebeu 215.575 transações, que totalizaram mais de R$ 9.8 milhões.

Segundo a polícia, os pagamentos eram, majoritariamente, de pequenos valores, especialmente R$ 30 e R$ 50. O padrão aplicado pelo grupo sugere um número expressivo de vítimas em diferentes regiões do país, ainda que a soma de transações não corresponda necessariamente ao número de pessoas afetadas.

Ainda de acordo com as investigações, o grupo mantinha uma estrutura criminosa organizada com divisão de tarefas. Os investigados trabalhavam no desenvolvimento tecnológico das fraudes, na administração de redes sociais, na formalização de empresas e na movimentação e dispersão dos recursos financeiros.

Fraudes eletrônicas

A análise de contas eletrônicas também revelou mais de 230 GB de arquivos, incluindo vídeos, imagens, roteiros, códigos de programação, bancos de dados e materiais destinados à produção de novas campanhas fraudulentas. Segundo a polícia, em uma única conta, os investigadores encontraram mais de 210 GB de conteúdo.

No Distrito Federal, cruzamentos de informações identificaram 66 registros de ocorrência envolvendo empresas apontadas como destinatárias de valores relacionados a fraudes eletrônicas. Entre os casos mencionados pela investigação estão golpes de falsas compras, boletos fraudulentos e investimentos fictícios.

Os investigados poderão responder por estelionato eletrônico, organização criminosa e lavagem de dinheiro, entre outros crimes que venham a ser identificados no decorrer da apuração.

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Venezuelano fere passageira com gilete durante tentativa de roubo em ônibus de Goiânia

Um homem de nacionalidade venezuelana foi preso em flagrante nesta semana, após ferir uma passageira no pescoço com uma lâmina de gilete durante uma tentativa de roubo dentro de um ônibus do transporte coletivo de Goiânia. A vítima percebeu que ele havia aberto o zíper de sua mochila para retirar pertences e tentou impedir a ação. Nesse momento, o suspeito usou o objeto cortante contra a mulher.

A passageira sofreu um corte superficial e recebeu os primeiros atendimentos do Corpo de Bombeiros. Em seguida, foi encaminhada a uma unidade de saúde, sem risco de morte. Segundo a Polícia Militar (PM), a mulher havia embarcado no Terminal Novo Mundo com destino ao Terminal Praça da Bíblia. Após sair do coletivo, o suspeito tentou escapar, mas foi contido por passageiros e seguranças até a chegada dos policiais do Batalhão de Terminal.

Câmeras de segurança registraram a ocorrência e o momento em que o homem foi impedido de fugir após desembarcar do ônibus. Ele acabou autuado em flagrante por roubo qualificado, enquanto a Polícia Civil de Goiás (PCGO) assumiu a investigação do caso.

A ocorrência também chama atenção para as apreensões de armas brancas nas imediações do transporte coletivo. Dados do Batalhão de Terminal apontam que 1.609 objetos perfurantes foram retirados de circulação entre janeiro e outubro de 2026. Segundo a PM, a maior parte das apreensões ocorreu nas proximidades dos terminais, e não necessariamente dentro das unidades, com pessoas em situação de rua entre os principais portadores.

Em 2025, o batalhão apreendeu 2.182 armas brancas, entre facas e outros instrumentos cortantes, o equivalente a uma média de seis objetos por dia. O total representou alta de 73% em relação a 2024, quando foram contabilizadas 1.261 apreensões. De acordo com a PM, o crescimento dos números está relacionado ao reforço das medidas preventivas nesses locais.

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Stênio Garcia desabafa e afirma estar sendo roubado pelas próprias filhas

Stênio Garcia, de 94 anos, está enfrentando uma longa crise familiar. Nesta quinta-feira (15), o ator publicou um vídeo nas redes sociais em que denunciou estar sendo roubado pelas filhas desde 2018.

De acordo com o artista, as herdeiras e a ex-companheira se recusam a devolver o direito de usufruto de um imóvel. Com isso, precisou recorrer à Justiça há mais de um ano para tentar recuperar esse direito.

No desabafo, Stênio afirmou ter trabalhado durante toda a vida para construir seu patrimônio e contou que chegou a dar três lojas para as filhas, mas os negócios faliram após dez anos. “Há mais de um ano, tive que entrar na Justiça para reaver o meu direito de usufruto que me foi roubado. Infelizmente, mesmo na Justiça, as minhas filhas e a mãe delas não querem devolver o meu direito”, declarou ele.

“Não foi só esse imóvel que comprei ao longo dos anos, mas a casa em Friburgo, que foi vendida para pagar a mãe delas que me processou em 1994. O apartamento do Leblon, vendido e divido com a mãe delas, comprei Sítio em Xerem no nome delas, duas salas comerciais com garagem em Copacabana no nome delas, mas elas dividem os aluguéis com a mãe delas e não comigo que dei o dinheiro”, acrescentou.

O ator prosseguiu: “Comprei uma cobertura na Bandeirantes no nome delas, comprei um apartamento na Nascimento Silva com meu dinheiro e dei 25% para cada uma, fiquei com 25 % e os outros 25% tive que dar para mãe delas como pagamento do processo de 1994 onde a mãe delas me processou por causa de uma reportagem que nem havia mencionado ela, mas todos sabiam e saiu na matéria”.

Justiça

Por fim, Stênio Garcia afirmou que as herdeiras e a mãe delas não respeitam nem a Justiça. “Cadê o meu usufruto que é um direito inalienável e inafiançável? Elas não respeitam a mim, não respeitam as leis e nem a Justiça. Já houve ordem judicial para depósito, mas até agora nada. É justo eu ter plano de saúde pago pelo meu sogro de 99 anos? Eu não quero nada de ninguém, mas preciso do que é meu de direito, sou um idoso de 94 anos e isso também é crime contra um idoso”, disse.

“Eu pergunto: Isso é justo? Se resguardar de usufruto vitalício não vale de nada perante as leis brasileiras? Vale dizer que esse usufruto é todo meu e não tem nenhuma metade da mãe delas. Aguardo que a Justiça faça valer o meu direito. Isso é revoltante demais!”, concluiu o ator.

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