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Noah Wyle, estrela da série "The Pitt", eleito o “homem mais sexy do mundo" pela revista People

O ator norte-americano, de 55 anos, sucede a Jonathan Bailey, que recebeu o mesmo título no ano passado. Com uma carreira de mais de três décadas, Noah Wyle destacou-se em séries como "ER - Serviço de Urgência" e no mais recente sucesso "The Pitt", que já lhe valeu o Emmy de Melhor Ator Principal numa Série Dramática.

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Após desistir de “A Fazenda”, Jônatas Faro posa ao lado do namorado

O ator Jônatas Faro, 39, posou ao lado do namorado, o economista Paulo Mesquita, de 46, dias após deixar “A Fazenda 18”. Na noite de terça-feira (27), eles apareceram reunidos com alguns amigos em um quiosque na Praia do Leblon, na Zona Sul do Rio.

O ex-galã da “Malhação” e “Chiquititas” desistiu da competição na última quinta-feira (22). Durante o confinamento, ele chegou a abordar o relacionamento com o economista, com quem está há cerca de dois anos.

No início de outubro, Jônatas Faro contou para outros confinados que fez um acordo com Paulo Mesquita antes de entrar no reality.

“Eu falei para ele: ‘Se você assistir a alguma coisa [no programa] que não te agrade, pode seguir [em frente]. Juro. Eu sou esse cara”, afirmou o ex-galã da TV Globo.

Na vida pessoal, o ator foi casado com a também atriz Danielle Winits, entre dezembro de 2010 e março de 2011. Eles se separaram pouco antes do nascimento do filho do casal, que se chama Guy, 15.

Após a desistência do reality da Record TV, o perfil oficial do ex-peão afirmou que ele “não ultrapassou seus limites”. “Fica o carinho por tudo o que viveu até aqui e a certeza de que essa experiência é apenas um capítulo de uma história que continua aqui fora”, disse.

Veja a foto:

Jônatas Faro posta foto com o namorado após deixar “A Fazenda 18” • Instagram/Jônatas Faro

“A Fazenda 18” reúne cinco ex-integrantes de “Chiquititas”; conheça

*Publicado por Mariana Valbão, da CNN Brasil

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Tragédia em Espanha: a sucessão de erros e 17 minutos que podiam ter evitado a colisão entre comboios

Uma falha informática no sistema de segurança ferroviária, seguida de possíveis erros humanos no centro de controlo, poderá estar na origem da colisão entre dois comboios de alta velocidade em Espanha. Segundo o Governo espanhol, o operador do centro de controlo terá passado cerca de 17 minutos a ver, nos ecrãs, que os dois comboios estavam em rota de colisão, sem dar qualquer ordem para travar.

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Lucro da Jerónimo Martins desce para 414 milhões até setembro. Vendas do Pingo Doce crescem


A Jerónimo Martins reportou esta quarta-feira lucros de 414 milhões de euros nos primeiros nove meses de 2026, o que representa uma queda de 14,5% em comparação com o mesmo período do ano passado. Apesar da descida no resultado líquido, a faturação cresceu, incluindo a que vem do negócio em Portugal.

As vendas da dona da cadeia de supermercados Pingo Doce e do cash & carry Recheio fixaram-se em 27,8 mil milhões de euros, mais 4,8% em termos homólogos, de acordo com o relatório financeiro divulgado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

JMT Jeronimo Martins SGPS SA 1,60%

O grupo liderado por Pedro Soares dos Santos viu também o lucro operacional (EBITDA) subir 7,6% para 1,9 mil milhões de euros com a respetiva margem a fixar-se nos 7%, acima dos 6,8% nos mesmos nove meses do ano passado.

No contexto destes números está uma desaceleração do ritmo de aumento dos preços. “O período foi particularmente marcado pela pressão sobre os preços alimentares na Polónia e pela acentuada procura das famílias por preços baixos e promoções“, disse o CEO da Jerónimo Martins, na mensagem publicada no relatório e contas.

Segundo a Jerónimo Martins, estes nove meses “decorreram num ambiente de elevada incerteza geopolítica, marcado, no retalho alimentar, por desinflação – que, na Polónia, passou a deflação -, pelo foco mais forte dos consumidores em preços baixos e promoções, pela grande intensidade concorrencial, e pelo aumento dos custos relacionados com os combustíveis”.

No caso do Pingo Doce, destacou-se pela positiva, porque as vendas aumentaram 4,1% para 4,1 mil milhões de euros, com um Like for Like (LfL, vendas comparáveis sem efeitos de encerramentos e aberturas de lojas) de 2,4%. Já o compatriota Recheio manteve as vendas estáveis em 391 milhões de euros, com um LFL de -1,6%.

O ‘carrinho’ mais pesado da retalhista portuguesa, a cadeia Biedronka da Polónia – que, entretanto, expandiu para a Eslováquia – registou vendas de 18,9 mil milhões de euros (+0,7%) e um LFL de -0,4%. No entanto, o negócio na Colômbia ainda sobressaiu mais, com o crescimento da Ara a dois dígitos. “Em moeda local, as vendas aumentaram 20,6%, impulsionadas por um LFL de 8,2%. Em euros, atingiram 3,2 mil milhões no período, correspondendo a um crescimento [homólogo de 37,9%”, lê-se no documento.

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"Entramos agora na fase final do ano determinados a concretizar uma forte época de Natal e Ano Novo. Embora o ambiente competitivo se mantenha muito exigente e não se espere o alívio da pressão dos custos com combustíveis sobre os negócios e sobre os rendimentos das famílias, as nossas equipas estão preparadas e focadas em garantir que temos as melhores ofertas aos melhores preços, enquanto continuam a trabalhar para proteger a eficiência dos modelos de negócio.
”

Pedro Soares dos Santos

Presidente da Jerónimo Martins

Na bolsa de Lisboa, as ações da Jerónimo Martins fecharam a sessão desta quarta-feira com uma desvalorização de 1,60% para 17,83 euros cada.

Notícia atualizada às 18h06 com mais informação

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Sophia Bush relembra traição de Chad Michael Murray: “Detalhes brutais”

A atriz Sophia Bush, 44, revelou detalhes sobre o fim do casamento com o ator Chad Michael Murray, 45, após descobrir uma traição. Eles se conheceram nos bastidores da série “One Tree Hill” e foram casados por cinco meses, no ano de 2005.

No livro de memórias “And I Will Tell You Mine: Notes from a Life in Progress” (“E eu lhe contarei a minha: Notas de uma vida em progresso”, em tradução livre), a atriz disse que descobriu todas as traições do ex-marido após ligar para um amigo próximo dele, que não compareceu ao casamento dos dois.

Meses após a cerimônia, Sophia Bush resolveu entrar em contato para saber o que havia acontecido, já que o amigo de Murray seria um dos padrinhos do casal. “Ele suspirou e perguntou por que eu não tinha ligado antes”.

“E então ele me contou. Tudo o que sabia sobre todas as garotas. Garotas que eu conhecia e muitas que não conhecia”, relatou.

A estrela de “One Tree Hill” afirmou que ficou extremamente abalada com as revelações. “O número e os detalhes não são importantes agora. Mas, na época, eram chocantes. Inimagináveis, de verdade. E brutais”.

Sophia Bush também contou que descobriu que outra mulher morava na casa do então marido, em Los Angeles, ao mesmo tempo em que ela o conheceu, na Carolina do Norte.

“Não era uma ex completamente maluca que tinha aparecido sem avisar. Era outra parceria. Então, foi-se o cara solteiro e bonitinho do trabalho”.

Apesar do divórcio, Sophia Bush e Chad Michael Murray seguiram contracenando na produção até a saída do ator, em 2009. Bush seguiu na série até a última temporada, em 2012.

“Olhando para trás, agora vejo as ‘red flags’ (‘bandeiras vermelhas’). Naquele momento, não via”, descreveu a atriz sobre o relacionamento. “O amor existe em tempo real, e, na sua ausência, todas as coisas que ele ofusca ficam mais claras. Olhar para trás é uma desgraça”, concluiu.

Os dois se conheceram nos bastidores de “One Tree Hill”, em 2003, e ficaram noivos em maio de 2024. Eles se casaram em uma cerimônia íntima em Santa Monica, na Califórnia, em abril de 2005. A separação foi anunciada em setembro do mesmo ano.

Atualmente, a atriz é casada com a ex-jogadora de futebol, Ashlyn Harris, 40. Já Chad Michael Murray é casado com a atriz Sarah Roemer, com quem tem três filhos.

Ex de Glen Powell comenta rumores de traição com Sydney Sweeney: “Arrasada”

*Publicado por Mariana Valbão, da CNN Brasil

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Seguradora recusa indemnização por morte em menos de 1 minuto e uso de transporte pouco "fiável"

Mais de um ano após a tragédia do Elevador da Glória, a seguradora Fidelidade contesta a indemnização de cerca de um milhão de euros pedida pela família de Ana Paula Lopes, uma das 16 vítimas mortais. Alega que o acidente era previsível, que o ascensor não podia ser considerado "um meio de transporte altamente fiável" e que tanto o sofrimento da vítima como a perceção de que iria morrer duraram menos de um minuto.

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Baires Fly: Aérea que teria transportado Flávio aos EUA já levou Milei

O avião que supostamente estaria transportando o candidato derrotado à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aos Estados Unidos pertence à empresa Baires Fly, comandada pelo empresário argentino Luis Grande.

Segundo dados do rastreador de voos FlightAware, a aeronave de matrícula LV-JQW partiu de Guayaquil, no Equador, e está prevista para pousar às 10h18, no horário de Brasília, no Aeroporto Executivo de Miami-Opa Locka, nos Estados Unidos.

Segundo a Direção Nacional de Migrações da Argentina, órgão oficial de imigração do país, Flávio cruzou a Ponte Internacional Tancredo Neves, que liga Foz do Iguaçu (PR) a Puerto Iguazú, na província de Misiones, por volta de 22h50. O senador estava acompanhado da mulher, Fernanda Bolsonaro, e das filhas.

A Migrações afirma que os quatro apresentaram documentação de viagem válida, sem nenhum impedimento legal para a entrada no país, e que não houve incidentes.

Ainda de acordo com o órgão, às 23h30 a comitiva embarcou em um voo privado da Baires Fly. O destino informado no plano de voo era Guayaquil.

A Baires Fly também já foi usada pelo presidente argentino Javier Milei. Em sua primeira viagem internacional após ser eleito, em novembro de 2023, Milei viajou em um jato Gulfstream V (matrícula LV-KAX), da Baires Fly, para Nova York e Washington, segundo a imprensa argentina relatou na época. Aliados do presidente, como sua irmã e secretária-geral, Karina Milei, e o ministro da economia, Luis Caputo, também estavam a bordo da aeronave.

De acordo com o jornal argentino La Nacion, o nome da Baires Fly também apareceria em operações financeiras investigadas no âmbito de uma acusação criminal contra Sergio Mastropietro, empresário de aviação investigado como peça-chave em um esquema de superfaturamento na Agência Nacional de Deficiência (ANDIS) e apontado como administrador oculto da empresa.

O escândalo envolvendo o suposto superfaturamento e lavagem de dinheiro da ANDIS abalou a política argentina e levantou suspeitas sobre nomes próximos ligados a Milei, como o ex-diretor da agência, Diego Spagnuolo, e a própria irmã e secretária-geral do presidente, Karina Milei. O caso ainda não foi concluído e segue em andamento na Justiça argentina.

A CNN Brasil entrou em contato com a Baires Fly para confirmar se Flávio Bolsonaro de fato embarcou na aeronave LV-JQW, além de verificar quem contratou e pagou pelo frete da aeronave, mas ainda não obteve resposta.

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Defesa civil emite alerta para chuva forte em São Paulo

A Defesa Civil de São Paulo emitiu um alerta para a possibilidade de temporais entre esta quarta (28) e quinta-feira (29). A previsão inclui chuvas em diferentes regiões do estado e riscos de alagamentos, enxurradas, aumento do nível de rios e córregos e deslizamentos de terra.

Nesta quarta, as pancadas devem se concentrar principalmente nas regiões norte e noroeste paulista. A chuva pode variar de moderada a forte intensidade, acompanhada de raios e rajadas de vento, sobretudo durante a tarde e a noite.

Já na quinta, a previsão é de que a instabilidade alcance uma área maior do território paulista. As regiões norte, central e noroeste exigem atenção especial, devido à possibilidade de chuva persistente e volumes elevados de precipitação. Também há previsão de raios, rajadas de vento e eventual queda isolada de granizo.

Nas demais áreas do estado, incluindo a Grande São Paulo e a Baixada Santista, são esperadas chuvas de moderada a forte intensidade. A nebulosidade mais intensa, principalmente na quinta, deve contribuir para temperaturas mais amenas, com sensação de frio em algumas localidades.

Diante da previsão, a Defesa Civil recomenda que a população evite áreas de risco e acompanhe os comunicados oficiais. Durante alagamentos, a orientação é não atravessar ruas inundadas ou trechos com correnteza, seja a pé ou de veículo. A força da água pode arrastar pessoas e automóveis.

Também é recomendado manter distância das margens de rios e córregos, procurar abrigo seguro durante tempestades com raios e evitar permanecer em áreas abertas ou sob árvores. Em regiões de encosta, a população deve observar possíveis sinais de deslizamento, como rachaduras no solo e nas paredes, inclinação de árvores ou postes e surgimento de água barrenta.

Os alertas da Defesa Civil podem ser recebidos gratuitamente por SMS. Para se cadastrar, basta enviar o CEP da residência para o número 40199.

Em situações de emergência, os telefones disponíveis são o 199, da Defesa Civil, e o 193, do Corpo de Bombeiros.

Mortos por chuvas

O estado de São Paulo já totaliza 13 mortes em decorrência das chuvas ocorridas entre setembro e outubro deste ano. Os últimos cinco casos ocorreram entre sábado (24) e segunda (26), nos municípios de Jundiaí, na Grande São Paulo; e Pinhalzinho e Ourinhos, no interior paulista.

O balanço da Defesa Civil aponta que, entre 14 de janeiro, quando foi notificada a primeira morte, até 26 de outubro, 26 pessoas já morreram por causa de quedas de árvore, enxurradas, desabamentos, descargas elétricas ou deslizamentos de terra.

Ventos extremos: diferenças entre tornado, ciclone, furacão e tufão

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

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El efecto francés

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La crisis francesa se extiende por Europa, incluida España. Más allá de la violencia callejera, la crisis de deuda amenaza con poner en jaque al continente e incluso al mundo desarrollado. Esta situación deriva del hundimiento de los dos grandes partidos, el Partido Socialista y Los Republicanos, y pone en peligro la democracia liberal, cuya paternidad Francia reivindica desde la Ilustración.

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Da falha Galp-Moeve ao atraso da Indaqua. Grandes negócios na gaveta têm “impacto desproporcionado” no mercado


Acompanhe-nos nesta história: a decisão de comprar e vender uma empresa está tomada, os assessores foram contratados, os interessados apareceram e um dos candidatos começou a negociar em exclusivo. No entanto, o champanhe nem chega a ser posto no frio, porque o calendário vai-se arrastando e existem cada vez mais discrepâncias entre comprador e vendedor – a maior parte das vezes sobre o preço. O relato podia ser dado por vários empresários em Portugal, mudando apenas o nome de cada um.

O mercado das fusões e aquisições (M&A) tem sido marcado por vários revés que, por vezes, são suficientes para deitar abaixo meses de trabalho conjunto para tentar encontrar a melhor solução para um casamento de negócios. Ainda esta segunda-feira falhou o acordo entre a Galp Energia, o fundo soberano de Abu Dhabi (Mubadala Investment Company) e o grupo Carlyle – acionistas da Moeve – que visava fundir as divisões de refinação e distribuição.

Certo é que não é exemplo único em Portugal, onde só nos últimos meses assistimos ao adiamento da venda da concessionária de águas Indaqua, porque os potenciais compradores pediram informações adicionais antes de apresentarem as suas propostas vinculativas, que estavam previstas para julho, como noticiou a agência Bloomberg. A passo de caracol segue também a venda da Logoplaste, iniciada há mais de um ano, e sem data prevista para a assinatura, embora o candidato favorito (KKR) tenha sido selecionado. Por água abaixo foram igualmente as conversas entre os espanhóis do Cajamar e o Banco CTT.

No caso da Galp, os co-CEO João Diogo Marques da Silva e Maria João Carioca explicaram que a fusão “simplesmente não se concretizou”, porque não conseguiram “chegar a um acordo sobre uma parceria que criasse valor”, embora continuem “abertos a oportunidades”, que só irão concretizar “em condições que criem claramente valor a longo prazo para os nossos acionistas”, tendo em conta que “a disciplina de capital no que diz respeito à valorização é inegociável”.

Como relata o ECO sobre os bastidores, no cerne da divergência entre os donos das petrolíferas ibéricas estiveram diferentes perceções sobre quanto valem os ativos da Galp na refinação e na distribuição de combustíveis. Ou seja, a Galp recebeu este mês de outubro a proposta financeira da Moeve para a fusão dos negócios downstream (refinação) das duas empresas em Portugal e Espanha e rejeitou-a sem margem para dúvidas, porque não terá visto representado o valor justo dos seus ativos de refinação e distribuição.

Cada empresa e setor tem as suas particularidades, mas o fenómeno explica-se por vários fatores de mercado. Há, essencialmente, quatro razões: os compradores estão mais criteriosos devido ao aumento do custo de capital (reflexo da subida das taxas de juros e da inflação) e à forte concorrência; os processos de due diligence (quer legal quer financeira, comercial ou operacional) estão mais complexos e demorados; há maior escrutínio regulatório; e desalinhamento de preço entre as partes.

O Governo admitiu que tinha “receio” de que o acordo entre a Galp e a Moeve, que colapsou nos últimos dias, pusesse em causa o controlo nacional da refinaria de Sines.Leonor Gonçalves

O advogado Manuel Cordeiro Ferreira refere que este problema, além de ser comum a outras geografias, se deve ao facto de o mercado português ter uma dimensão reduzida. “Essas transações têm um enterprise value muito relevante, portanto quando se fazem – ou quando não se fazem – têm um impacto desproporcionado no mercado. São muito chamativas tanto quando se concretizam como quando se atrasam ou caem”, afirma o sócio de Societário/M&A e Mercado de Capitais da Pérez-Llorca.

Há uma tendência global de desaceleração das operações de M&A à qual Portugal não fica imune. Não é exclusivo, porque tanto Espanha como França, Alemanha, Itália ou Reino Unido são mercados onde vemos as operações de M&A a não se concretizarem ao ritmo que se concretizavam e algumas delas a cair.

Manuel Cordeiro Ferreira

Sócio da Pérez-Llorca

Ainda assim, Manuel Cordeiro Ferreira explica que esta trajetória não é 100% uniforme entre os países, porque nos Estados Unidos, por exemplo, têm sido assinadas operações – equivalentes a megadeals na Europa – de forma rápida, como se viu com a aquisição da Warner Brothers pela Paramount, numa economia mais pró-promoção do liberalismo económico e da desregulamentação.

Deste lado do Atlântico, há dois ou três anos, com uma due diligence de qualidade encomendada só pelo vendedor, os assessores jurídicos poderiam logo focar-se nos contratos e, atualmente, mesmo com essa diligência prévia, tem sido “impensável” avançar para processos competitivos sem os compradores fazerem a sua auditoria completa, relatam os advisors contactados pelo ECO, alguns dos quais que pediram para não serem identificados.

“No pós-Covid tivemos uma vaga de transações, porque havia uma necessidade de fazer o investimento que ficou parado. O dry powder continua lá, mas os investidores estão mais exigentes, menos dispostos a assumir determinados riscos de médio e longo prazo (reputacionais, por algum tipo de contencioso, ou de capacidade de geração de caixa) e mais preocupados com a resiliência a fatores endógenos, como regulatórios, e exógenos, como guerras e distúrbios nas cadeias de fornecimento”, relata o sócio da Pérez-Llorca.

O investidor Bernardo Marques dos Santos, sócio da Qualitas Funds, corrobora a ideia de que “o problema não é nosso”, mas sim transversal. “Hoje há muita incerteza relativamente aos juros, ao impacto que a inteligência artificial terá em setores como os dos serviços e o capital está mais caro”, começa por dizer, lembrando que Portugal “é um mercado pequeno”, onde há poucas empresas com um enterprise value superior a 500 milhões de euros.

“Compradores querem valorizações mais baixas, o que limita a atratividade”

“Algumas transações falham talvez até mais por restrições que o Governo faça a essas consolidações, porque são setores estratégicos. Em Portugal, as que continuam a existir são muito seletivas, porque as empresas que compram querem valorizações mais baixas, o que limita um pouco a atratividade do mercado”, salienta Bernardo Marques dos Santos, ex-consultor de private equity na Bain & Company e antigo estratega de empresas na Accenture. Não é preciso ir muito longe no calendário para recordar que ainda este verão houve uma transação na banca travada pelo regulador, a do Banco Empresas Montepio e da fintech Rauva, de 35 milhões de euros.

Bernardo Marques dos Santos esclarece que a expectativa de preço dos vendedores é elevada, pois os fundos de private equity têm de entregar retornos ambiciosos, mas neste panorama macroeconómico e geopolítico já não é possível vender aos valores (múltiplos) que antes esperavam, porque o acesso à dívida também não é igual. Veja-se o fresquíssimo caso da Cetelem, a subsidiária de crédito ao consumo do grupo BNP Paribas, cuja venda se está a aproximar da fase final e para a qual os dois bancos na disputa – o neerlandês ING e o espanhol CaixaBank, que detém o BPI —apresentaram propostas iniciais que serão significativamente inferiores aos mil milhões desejados pelo vendedor, segundo os jornais Cinco Días e Expansión.

Até mesmo o unicórnio português Sword Health comprou a norte-americana Headspace Health a preço de saldo, por cerca de 250 milhões de euros, perfazendo um desconto superior a 90% comparativamente à avaliação de cerca de 2,6 mil milhões de euros que a app de saúde mental tinha tido.

As projeções sobre o desempenho dos targets são mais difíceis de sustentar num contexto volátil, o que leva investidores e assessores a reforçar a análise de investimento antes de avançar com uma decisão.

João Antunes Rodrigues

Advogado da Abreu

Por outro lado, o advogado João Antunes Rodrigues considera que “um maior cuidado não significa menor apetite pelo mercado português”. É apenas sinal de que há investidores que preferem esperar por maior clareza sobre a evolução dos fatores geradores de incerteza, sobretudo além-fronteiras. “A tensão geopolítica no Médio Oriente, o aumento do custo da energia, com reflexo no aumento da inflação e relacionados com o aumento das taxas de juro, traduzem-se numa maior ponderação na tomada de decisão, numa gestão de risco mais exigente e em custos de financiamento mais elevados”, recorda o associado sénior da Abreu Advogados.

Na sua opinião, estes atrasos e colapsos a que se tem assistido não devem ser interpretados per se como um sinal sobre o momento do mercado transacional, porque a negociação e ponderação, por vezes, até se “traduz em mais tempo para que as partes alinhem expectativas sobre o valor dos ativos, sobretudo nos negócios alavancados, onde o maior custo do financiamento adquire relevância na ponderação da operação”.

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Hasan Piker Hits Scott Jennings with $72.5 Million Defamation Suit over Black Lynching Accusations

Left-wing streaming personality Hasan Piker sued conservative commentator Scott Jennings on Tuesday, seeking at least $72.5 million over accusations that he supported lynching black Americans.

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Report: Migrant Marriage Fraud Leads to Murder

Prosecutors charged a former Walmart employee from Haiti with murder after he allegedly waited outside a Pennsylvania store and shot his estranged wife as she left work.

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Vance Says El-Sayed Lied About Not Being Born in America

Vice President JD Vance said at a Michigan campaign rally that Democrat Senate candidate Abdul El-Sayed lied about being an immigrant from another continent, pointing to the candidate’s past statements about his own origins.

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Jack Antonoff critica Ed Sheeran por excluir Macklemore de turnê

Cantor e produtor, Jack Antonoff, 42, criticou o britânico Ed Sheeran, 35, por excluir Macklemore, 43, da turnê depois de uma declaração do rapper sobre a Palestina.

“Todos nós vivemos em um mundo onde bilionários estão constantemente nos dizendo o que fazer. Então, levante a p**** da língua”, disse o músico do Bleachers ao The Guardian, no domingo (25).

Jack Antonoff, que já fez declarações pró-Palestina eem seus shows, seguiu com as críticas, opinando que Ed Sheeran optou por agradar bilionários em meio à situação. Ele também afirmou que se sentiu ainda mais encorajado a se manifestar sobre o assunto.

“É algo profundamente humano de se dizer. Se você acha que é [controverso], você está perdido em algum outro mundo, em algo completamente maluco”, disse.

A voz de “you and forever” opinou que Ed Sheeran deveria ter cancelado a turnê, ao invés de deixar um bilionário mandar nele.

“[Ed Sheeran] perdeu uma oportunidade enorme e maravilhosa: era só cancelar a p***a da turnê, tocar de graça na rua em cada local, arrecadar um monte de dinheiro, em vez de deixar um p*** bilionário mandar nele”.

As declarações ao jornal britânico acontecem mais de um mês após a polêmica saída de Macklemore da turnê “Loop”.

Relembre

A decisão foi tomada depois que Macklemore fez um discurso pró-Palestina no dia 4 de setembro, em um show de abertura no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA), pedindo “paz em Gaza e na Cisjordânia”.

Na segunda-feira (14), o rapper fez um longo pronunciamento e afirmou que Robert Kraft, um dos grandes empresários da NFL (Liga Nacional de Futebol Americano) e dono do New England Patriots, teria tido influência em sua exclusão da tour.

Ed Sheeran resolveu se pronunciar sobre o assunto. Nas redes sociais, ele disse estar “horrorizado com o conflito entre Israel e Palestina”, mas que, após o discurso de Macklemore, os locais dos próximos shows de sua turnê comunicaram que cancelariam as apresentações caso ele continuasse participando.

Além de Macklemore, a banda Beoga e os cantores Aaron Rowe, Lukas Graham e Finneas se pronunciaram, anunciando que não vão mais participar da turnê do artista Ed Sheeran.

O rapper anunciou uma nova turnê, chamada “Free Palestine”, que teve início na segunda-feira (26). Na estreia das apresentações, ele prometeu continuar se manifestando de forma contundente contra a guerra de Israel em Gaza.

Ed Sheeran anuncia show único em SP; veja preços e como comprar

*Publicado por Mariana Valbão, da CNN Brasil

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Morre Susan Saint James, estrela de “McMillan & Wife”, aos 80 anos

Susan Saint James, que contracenou com Rock Hudson na série policial televisiva “McMillan & Wife” na década de 1970 e, posteriormente, com Jane Curtin na sitcom “Kate & Allie” na década de 1980, faleceu. Ela tinha 80 anos.

A revista People, citando um representante da atriz, informou que Saint James faleceu na segunda-feira (26). Ela havia sido diagnosticada com câncer de pâncreas.

“Ela nunca conheceu um estranho”, disse sua família em um comunicado à revista People. “Cada pessoa que ela conhecia se tornava a pessoa mais importante da sala naquele momento, desde um colega do conselho até o balconista da loja de sapatos, que geralmente saía dali sabendo toda a história de sua vida.”

Nascida Susan Jane Miller em 14 de agosto de 1946, em Los Angeles, ela foi criada na cidade de Rockford, no norte de Illinois, para onde seu pai havia se transferido a trabalho. Ela começou a trabalhar como modelo na adolescência, em Paris.

Aos 20 anos, ela voltou para Los Angeles e assinou um contrato de sete anos com a Universal Studios. Sua estreia na televisão foi no filme “Fame is the Name of the Game”, de 1966, com Tony Franciosa.

Ela teve outra oportunidade quando o programa se tornou uma série chamada “The Name of the Game”, em 1968, com os protagonistas se revezando, interpretados por Franciosa, Gene Barry e Robert Stack. Saint James garantiu a continuidade da série em seu papel como Peggy Maxwell, uma assistente de pesquisa que trabalhava para os três homens. Ela ganhou um Emmy por esse papel em 1969.

Antes de “The Name of the Game”, Saint James teve um papel recorrente na série policial “It Takes a Thief”, estrelada por Robert Wagner. Seus outros trabalhos iniciais na TV incluem “Ironside”, “McCloud” e “Alias ​​Smith and Jones”. Em 1980, ela fez uma participação especial em um episódio de “M*A*S*H”.

Saint James, conhecida por sua voz única e rouca, teve um papel coadjuvante no filme de 1968 “Where Angels Go, Trouble Follows”, estrelado por Rosalind Russell e Stella Stevens.

Papel de destaque em “McMillan & Wife”

Ela alcançou sua maior fama como Sally McMillan, a corajosa esposa do comissário de polícia de São Francisco, Stewart McMillan (interpretado por Hudson), na série de sucesso “McMillan & Wife”, exibida entre 1971 e 1976. Por esse papel, recebeu três indicações ao Emmy.

Saint James deixou a série da NBC antes da sexta e última temporada devido a uma disputa contratual, e sua personagem morreu em um acidente de avião. Ela então se dedicou ao cinema.

Ela atuou ao lado de Peter Fonda em “Outlaw Blues”, em 1977. Coestrelou com George Hamilton na paródia de vampiros “Love at First Bite” (1979) e participou da comédia de assalto “How to Beat the High Cost of Living” (1980), ao lado de Jessica Lange e Curtin. Em 1981, atuou na comédia romântica “Carbon Copy”, que marcou a estreia de Denzel Washington no cinema.

Após um sucesso mediano no cinema, Saint James se reuniu com Curtin na sitcom da CBS “Kate & Allie”, que foi ao ar de 1984 a 1989 e rendeu a Saint James duas indicações ao Emmy como a espirituosa Kate, em contraste com a certinha Allie, interpretada por Curtin.

Enquanto apresentava o programa “Saturday Night Live” como convidada em 1981, Saint James conheceu Dick Ebersol, então produtor executivo do programa e futuro presidente da NBC Sports. Eles se casaram apenas seis semanas depois de se conhecerem e tiveram três filhos: Charlie, Willie e Teddy.

Teddy morreu aos 14 anos em um acidente de avião particular em 2004, que também matou o piloto e a comissária de bordo; Ebersol e Charlie sobreviveram com ferimentos graves.

A família havia passado o Dia de Ação de Graças em Los Angeles e faria várias paradas na viagem de volta. O voo pousou primeiro no Colorado, onde Saint James desembarcou para ir à casa de veraneio da família. A aeronave caiu logo após decolar novamente rumo a Indiana, em meio a uma nevasca.

A declaração da família menciona a perda: “Seu ato mais marcante: semanas após perder seu filho caçula, Teddy, no acidente de avião de 28 de novembro de 2004, ela leu o discurso fúnebre dele em forma de mensagem para cada um de seus outros filhos e para o marido, oferecendo-lhes palavras de conforto. Mesmo na dor mais profunda de sua vida, ela colocou todos os outros em primeiro lugar.”

Saint James pediu o divórcio de Ebersol em 2002, mas eles se reconciliaram ainda naquele ano. “Tivemos uma segunda chance”, disse ela à revista People em 2002. “Estou incrivelmente mais feliz, então isso é um bom sinal.”

Em suas memórias de 2022, “From Saturday Night to Sunday Night” (“De sábado à noite a domingo à noite” em tradução livre para o português), Ebersol chamou Saint James de “o melhor parceiro que já tive, de longe”.

Depois de “Kate & Allie”

Ela se aposentou quando “Kate & Allie” terminou, optando por se concentrar na criação de seus filhos mais novos em Litchfield, Connecticut, enquanto Ebersol assumiu o cargo executivo na NBC Sports.

Depois disso, Saint James fez participações especiais ocasionais, incluindo como a mãe de sua sobrinha Christa Miller, que se parece muito com ela na vida real, em “The Drew Carey Show”, bem como em “Law & Order: Special Victims Unit” e “Suits”. Em 1999, ela estrelou uma produção de “The Miracle Worker” em Torrington, Connecticut.

Em 1998, Saint James, sua irmã, Mercedes Dewey, e uma amiga fundaram a Seedling and Pip, uma empresa de cestas de presentes para bebês com foco em livros, sediada em Litchfield.

Ela foi uma apoiadora de longa data das Olimpíadas Especiais, atuando como voluntária e membro de seu conselho administrativo.

Além do marido, ela deixa a filha Sunshine e o filho Harmony, do seu segundo casamento com o maquiador Tom Lucas, com quem manteve amizade; os filhos Charlie e Willie, com Ebersol; e Miller, cujo primeiro papel na televisão foi em “Kate & Allie”. O primeiro casamento de Saint James com Richard Neubert terminou em divórcio.

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Britain’s Final Plan To Kill Argentina’s Super Étendard Attack Jets

No single Argentine capability shaped British planning during the 1982 South Atlantic conflict more than the pairing of the Dassault Super Étendard strike fighter and its deadly AM39 Exocet anti-ship missile. Against that threat, the British launched a series of special forces operations, all with the same objective: kill the Argentine pilots and destroy their aircraft and missiles before they could be used again. Together, the strike fighter and missile pairing had proven to be the biggest threat to the Royal Navy task force that had been sent to recapture the islands.

Two Super Etendard fighter jets of the Argentinian Navy in flight during the Falklands War, Falkland Islands, April 27th 1982. (Photo by UPI/Bettmann Archive/Getty Images)
Two Super Étendards of the Argentine Navy in flight around the time of the Falklands War in 1982. Photo by UPI/Bettmann Archive/Getty Images

Five Super Étendard aircraft and five AM39 Exocet missiles had been delivered to Argentina before a French embargo took hold. The jets were flown by the Argentine Navy’s 2nd Naval Fighter and Attack Squadron out of Río Grande, on Tierra del Fuego, a region at South America’s southernmost tip, shared by Chile and Argentina. The Super Étendard/Exocet combination had already cost the British the destroyer HMS Sheffield on May 4 and the container ship Atlantic Conveyor on May 25.

A casualty from HMS Sheffield being rushed to the sick bay on board the aircraft carrier HMS Hermes. Crown Copyright

The special forces operations were broken down into four phases — named PLUM DUFF, MIKADO, KETTLEDRUM, and IMPI — the last of which is the least well-documented, and the focus of this article.

PLUM DUFF was the insertion phase and was a reconnaissance mission. On May 16, an RAF Hercules airdropped eight special forces troops onto RFA Fort Austin to form a recce party. On the night of May 17/18, a Sea King HC4, ZA290, lifted off from the aircraft carrier HMS Invincible for a one-way flight to Tierra del Fuego, where the men were to observe Río Grande and report back. The patrol was set down far from the objective and never completed the reconnaissance; the helicopter crew flew on into Chile, where the aircraft was deliberately burnt to try and hide the evidence, while they tried to evade capture.

A View of commandos being lifted from the decks of HMS Hermes and HMS Invincible to be transferred by Westland Sea King helicopters to other ships while two aircraft carriers forge ahead to the Falkland Islands from Ascension Island, leaving the marines ready to move at short notice. (Photo by Fox Photos/Getty Images)
Commandos being lifted from the decks of HMS Hermes and HMS Invincible to be transferred by Sea King helicopters to other ships while the two aircraft carriers forge ahead to the Falkland Islands from Ascension Island, leaving the marines ready to move at short notice. Photo by Fox Photos/Getty Images

MIKADO was the planned attack phase, and it depended on that missing intelligence. Two Hercules were to air-land up to 70 men of B Squadron, 22 Special Air Service (SAS), directly on Río Grande — the air operation order of May 19 also named Río Gallegos, further up the Argentine coast, as an alternative. The men would destroy the Super Étendards and their Exocets on the ground, kill the pilots, and then withdraw overland into Chile. Commander Task Force 317, at Northwood, accepted from the outset that the mission could well cost both Hercules.

Lieutenant Juan José “Tierno” Rodríguez Mariani in Super Étendard 3-A-203, preparing to take off from Río Grande on May 23, 1982; note the ground power unit still connected. Armada Argentina

The aircrew did not refuse the task, but they were blunt about what it demanded: formation landing by two heavy transports on a possibly heavily defended, icy military runway, with a probable 20-knot tailwind, at night and on passive night-vision goggles in minimum light levels, with intelligence that was inadequate to support any air-land option at all. The RAF planning team recommended an airdrop as the better way to maintain a covert posture, and the Senior Air Staff Officer at Headquarters 38 Group warned the Air Commander to watch for overambitious schemes coming out of the SAS.

The U.K. Ministry of Defense formally cancelled MIKADO on June 4.

KETTLEDRUM was planned as the third of the set. It was aimed at Puerto Deseado, Santa Cruz Province of Argentina, and would have inserted a Special Boat Service party (SBS, the Royal Marines’ special forces unit) from the submarine HMS Onyx — a boat that will reappear before the end of this story.

None of the three was executed as planned.

The Falklands Conflict, April - June 1982, The Oberon class submarine HMS ONYX on the surface off Ascension Island. HMS ONYX was the only diesel electric British submarine to serve in the conflict and her ability to operate silently close inshore enabled her to play an important role. In addition to providing a submarine deterrent and enforcing the exclusion zone surrounding the Islands, ONYX undertook reconnaissance, taking periscope photographs of enemy installations and likely landing areas for Special Forces operations. At Ascension Island, ONYX boarded SAS and SBS special forces personnel and supported them during a series of operations, 12 May 1982. (Photo by Dr S J Townsend/ Crown Copyright. Imperial War Museums via Getty Images)
The Oberon class submarine HMS Onyx on the surface off Ascension Island. HMS Onyx was the only diesel-electric British submarine to serve in the conflict, and its ability to operate silently close inshore enabled it to play an important role. At Ascension Island, Onyx boarded SAS and SBS special forces personnel and supported them during a series of operations. Imperial War Museums via Getty Images

Less well-known is that the cancellation of MIKADO produced a fourth project: Operation IMPI, named after a Zulu fighting force.

Cancelling MIKADO did not mean the wider operation was over. Also on June 4, the U.K. Ministry of Defense tasked CTF 317 to produce a new plan for special forces to destroy the combat effectiveness of the Super Étendards.

CTF 317’s staff went to work on what became IMPI. The planning document, Ops 1/3, is dated June 14 — the day of the Argentine surrender in the islands. In broad terms, the objective was to be attacked by special forces arriving both by air and by sea.

That much has been known, in fragments.

Teniente de Naviro (Lieutenant Commander) Alfredo Astiz signing the Instrument of Surrender on behalf of his Argentine forces at Leith, on the island of South Georgia, on board HMS Plymouth. Crown Copyright

What has not been published until now is the fact that the operation had already been resourced.

At 2240Z on June 12, Maj. Gen. Jeremy Moore, commanding the land forces as CTG 317.1, signalled Rear Admiral Sandy Woodward’s battle group (CTG 317.8), with Admiral Sir John Fieldhouse at Northwood (CTF 317) and Commodore Michael Clapp’s amphibious group (CTG 317.0) as information addressees. The message called for B Squadron, 22 SAS, to be made available for operations as soon as possible: cover was needed against rapid developments of an unfavorable nature in West Falkland (Gran Malvina), and the theatre’s existing special forces assets were fully absorbed supporting the battle for Stanley — and IMPI. Operation IMPI, Moore noted in passing, was by then self-sufficient.

Maj Gen Sir Jeremy Moore Mc, Commander, Land Forces Falkland Islands Conflict. (Photo by Avalon/Getty Images)
Maj. Gen. Sir Jeremy Moore Mc, Commander, Land Forces Falkland Islands Conflict. Photo by Avalon/Getty Images

Examining two lines of routine signal traffic settles several things at once. Forty-eight hours before the surrender, IMPI was not a staff study but an operation that had been resourced, and that was enough to consume the theatre’s special forces and justify calling a fresh SAS squadron forward. It is also the only contemporary, operational-level reference to IMPI released so far: everything else comes from a narrative written years afterwards.

As that later narrative describes it, the concept behind IMPI was much leaner than MIKADO. Against two Hercules and 70 men, the air element of IMPI rested on a single RAF Hercules.

[UNVERIFIED CONTENT] Overflying Stanley Airfield in a Brittan Norman Islander. November 1983 with two C130 Hercules Aircraft on the Airfield.
Overflying Stanley Airfield in November 1983, with two RAF Hercules aircraft present. Getty Images

The aircraft was to fly from Ascension Island, refuel in flight, and then track east of the Falkland Islands and south of Cape Horn before making a low-level approach below Argentine radar cover for a night landing of special forces at the airfields codenamed San Jose and Arco Iris. Other special forces would have been inserted by sea. That air element, as will be seen, is the most questionable part of the entire file.

The routing is worth attention, because it rules out the intuitive picture of a direct run south from Ascension. Instead, the aircraft would have entered from the least-covered and least-expected direction, coming around the bottom of the continent rather than from the northeast.

A schematic map of the planned Operation IMPI. via author

The precise identities of San Jose and Arco Iris are not established in the declassified record.

The most likely reading is that they stand for Río Grande and Río Gallegos — the airfields at which the planned navigation ended, and the two named in MIKADO’s air operation order a month earlier. For a document circulating through restricted channels, encrypting the names of the two targets was an elementary precaution, although it should be noted that an operational order would more commonly have designated them simply as Target One and Target Two.

None of this rules out Chilean participation in other phases of the operation; if anything, it suggests it’s more likely. The narrative survives inside a folder classified Top Secret and restricted to the Chief of the Air Staff, whose declared subject is cooperation with Chile. That setting contrasts with the earlier stage of the planning, when mounting and recovering a special forces insertion from a Chilean airfield was considered and expressly discounted on political grounds — much as the use of an Antarctic strip was discounted after the New Zealand High Commission advised that the Antarctic winter precluded safe trans-polar flight.

The maritime half of IMPI can be traced in the records of those who were there.

Navigational support for the final phase was to come from the nuclear attack submarine HMS Conqueror. On June 9, 1982, Conqueror was off Bahía Camarones, working as an advanced picket and hunting targets of opportunity that ventured outside the 12-nautical-mile limit of Argentine territorial waters, with authority to sink any civilian vessel judged to be running to the Falklands/Malvinas; that same morning the sub had in fact entered Argentine territorial waters trying to locate the Argentine Navy’s Task Group 79.2.

Nuclear attack submarine HMS Conqueror returning to port. via author

That day, Conqueror received preparatory information on IMPI. The sub’s task was to come to periscope depth and act as a radio beacon, giving the Hercules a radio reference against which to refine a navigation that, low and at night, allowed no error. The resulting picture is an odd one: a nuclear submarine deployed on interdiction off the Patagonian coast, turned into a navigation aid for a transport aircraft.

The insertion itself fell to HMS Onyx, the Oberon class diesel-electric boat that had already taken part in Operation KETTLEDRUM and the only conventional submarine Britain deployed to the South Atlantic. On June 14, at 0815Z, lying in San Carlos Water, Onyx embarked a party of 10 men from B Squadron, 22 SAS and the SBS for the mission. The timing matches Moore’s signal of two days earlier almost exactly.

The plan called for the submarine to surface some two nautical miles offshore at night. The troops would close the beach in Gemini inflatables and destroy the objective — aircraft and missiles, if any were there — using anti-tank weapons and demolition charges.

What happened next illustrates the inertia of military machinery. The Argentine surrender in the islands came on that same June 14, hours after the party had gone aboard Onyx. Even so, preparations did not stop at once: on June 15 the embarked troops carried out practice landings from a Gemini. That does not mean IMPI was ever executed — it was not — but it does show that with the strategic outcome already settled, the machine was still rehearsing.

HMS Onyx operating with special forces. via author

The British record closes the matter with administrative dryness: the surrender of the Argentine forces in the Falkland Islands and the cessation of hostile activity by Argentine aircraft resulted in the operation being cancelled.

The air part of the mission is another matter entirely and is where IMPI becomes more uncertain.

The only link between IMPI and an aircraft is a single paragraph in an RAF historical narrative. The folder that holds it was opened on April 18, 1986 — four years after the war — as an eyes-only briefing file for the Chief of the Air Staff, and the pages appear to be a working draft rather than a finished submission, carrying pencil amendments throughout.

Had a Hercules been earmarked, there is no doubt which unit would have provided it. The Special Forces Flight that runs through the whole chapter — five crews, commanded by a squadron leader, exercising regularly with SAS and SBS Sections — appears with its squadron number blanked out, yet the number surfaces a few paragraphs later, where two of its crews are described training on the probe-fitted Hercules C1P. The unit was No. 47 Squadron, RAF, home-based at Lyneham, and it would keep the special forces air support role for decades afterward.

The men who were at Ascension with that detachment, however, say they had nothing to do with it. Reliable sources with direct knowledge of the flight’s activity state that they never saw the codeword at the time, had never heard of the operation until this file surfaced, and consider it inconceivable that a special forces Hercules and crew could have been earmarked for a mission of this kind without the flight — a community of five crews that has stayed in touch ever since — learning of it at some point in the intervening four decades. By June 14, at most one aerial-refueling-qualified special forces crew was at Wideawake.

That skepticism is reinforced by the way the same narrative handles events those crews lived through. Its account of their own work-up does not survive contact with their logbooks.

For example, a practice infiltration into RAF Laarbruch in Germany that the narrative describes as successful had in fact been detected; the Hercules was notionally shot down about two miles out on the approach. The ramp toes (attachable extension plates located at the very end of the rear cargo ramp) it describes as droppable at 20 to 30 knots were never meant to be lowered with the aircraft moving, which would have been unsafe and risked the airframe. There are other anomalies, too.

[UNVERIFIED CONTENT] West Falklands from the ramp of a Hercules C130
West Falklands seen from the ramp of an RAF Hercules. Donald Morrison/Getty Images

A document that misstates the squadron’s own exercises is thin evidence on which to place that squadron over Tierra del Fuego.

What is not in question is what the Special Forces Flight could have done, had it been asked.

By mid-May the flight had two crews qualified in air-to-air refueling — one deployed to Ascension, the other held in the United Kingdom to train the others — flying Hercules C1s fitted with probes and, where the task required it, additional fuel tanks in the fuselage. It had rehearsed stream landings and rapid offloads, parachute insertion below radar cover to a pinpoint coastal feature, as well as flying on ANVIS goggles at 250 feet over sea and land. The goggles themselves were fitted to the crews’ helmets by RAE Farnborough specialists in a single day in mid-April. The reach was demonstrated on May 16, when the sortie that dropped the PLUM DUFF party stayed airborne for 24 hours and five minutes, with Victor tankers refueling some 1,800 miles from Ascension. Almost none of it was routine: nearly everything the force did during the conflict was improvised, at speed, in a matter of weeks.

Picture taken 24 May 1982 at Wideawake airfield on Ascension island, of an RAF Victor tanker prepared for any air-to-air refuelling tasks. (Photo by AFP via Getty Images)
A picture taken on May 24, 1982, at Wideawake Airfield on Ascension Island, showing an RAF Victor tanker prepared for air-to-air refuelling tasks. Photo by AFP

What never had an answer — not for MIKADO, and not for whatever IMPI intended — was the other end of the problem. Putting men ashore deep inside Argentine territory was the solvable half. Getting an aircraft and its passengers out again after a direct action, from a strip in range of the Argentine Air Force, was not.

All of the above is reconstructed from lateral references: the RAF’s narrative in file AIR 20/13036 at the National Archives, unit records, submarine logs, operational signal traffic, and the accounts of participants.

The specific file — the one holding the complete plan with its annexes, the identification of the airfields and the execution sequence — remains closed. It is DEFE 71/980, titled Operation Corporate (Falklands Conflict): Operation IMPI, retained at the National Archives at Kew with no announced opening date. Until it is released, the air element of IMPI cannot be settled either way.

Forty-four years after the conflict, the last British special operation of the war is still, in essence, a document the British state is not prepared to show. That is not a trivial detail: the files touching on cooperation with Chile have consistently been the most reluctantly opened of all.

The folder holding the outline plan for Operation IMPI. National Archives

What remains is an operation of two halves. One of them is solid: a resourced plan, declared self-sufficient on June 12, with a nuclear submarine briefed to act as a beacon, 10 men of the SAS and the SBS embarked in a conventional submarine in San Carlos on the morning of the surrender, and rehearsals continuing the following day. The other half — a lone Hercules coming round Cape Horn to land on a codenamed strip — rests on one paragraph of a flawed staff narrative and is rejected by the only men who could have flown it.

Either way, the obsession is the same.

Between June 4 and June 14, 1982, while the final battle for Port Stanley/Puerto Argentino was being fought and the Argentine land campaign was collapsing, part of the British planning effort was still revolving around five French-built aircraft, their 10 aircrew, and their missiles. That the plan carries the date of the surrender itself, that it was still being rehearsed the following day, and that it remains classified today says a good deal about how far the British were prepared to go to destroy the Super Étendards and their Exocets.

Contact the editor: thomas@thewarzone.com

Mariano Sciaroni holds a master’s degree in Strategy and Geopolitics as well as a postgraduate diploma in Contemporary Military History, both earned at the Argentine Army’s Military Academy. Sciaroni has published five books and numerous articles on military and naval history. He is also an active member of the Argentine Institute of Military History and serves as a sub-lieutenant in the Argentine Army Reserve (Army Aviation Reserve Squadron). You can find out more about his books here.

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