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Último elefante vivo dos circos portugueses finalmente vive em liberdade no Alentejo – TVI

Julie, assim se chama o último elefante vivo dos circos portugueses, que finalmente vive em liberdade naquele que é já designado como o santuário dos elefantes da Pangea, no coração do Alentejo, como mostra a reportagem da TVI.

Segundo o jornalista Paulo Bastos, a Julie, desde que se mudou para o Alentejo, em julho último, já engordou cerca de 100 quilos, estando agora perto das três toneladas. O intitulado santuário dos animais vindo do circo, situa-se perto de Vila Viçosa, mas não está aberto ao público. Já que onde estão elefantes não estão pessoas e onde estão pessoas não estão elefantes.

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Colisão automóvel na A2 junto às portagenm de Coina resulta na morte de uma mulher

Uma colisão entre dois veículos ligeiros de passageiros, ocorrida perto pouco antes das três da tarde deste sábado, na Autoestrada do Sul (A2), no concelho de Palmela, distrito de Setúbal, teve como resultado a morte de uma mulher, segundo revelaram a Guarda Nacional Republicana (GNR) e Proteção Civil à Agência Lusa, citada pelo Correio da Manhã (CM).

À Lusa, fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Península de Setúbal explicou que o acidente aconteceu cerca do quilómetro 24,5, no sentido Sul-Norte, junto às portagens de Coina, na freguesia da Quinta do Anjo, tendo o alerta às autoridades sido dado às 14h52.

O CM adianta na sua publicação que por volta das 16h10, o corpo da vítima mortal ainda não tinha sido transportado para os serviços de medicina legal.

Fonte da Autoridade Nacional de Trânsito da GNR, revelou à Lusa que a vítima mortal é uma mulher, cujo óbito declarado no local, mas não precisou a idade da mesma.

Para o local foram empenhados 17 operacionais, apoiados por sete viaturas, incluindo os Bombeiros Sapadores de Setúbal, de Sul e Sueste do Barreiro e corporação do Pinhal Novo, assim como a GNR, Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e Brisa.

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Agressão de recluso deixa guarda com lesão craniana em Grândola

Um guarda da prisão de Pinheiro da Cruz, no concelho de Grândola, sofreu uma lesão craniana, por ter sido agredido com murros violentos por um recluso considerado perigoso (que está na secção de segurança do estabelecimento prisional, a cumprir uma medida disciplinar de reclusão), segundo noticia avançada pelo website do Correio da Manhã (CM), que acrescenta, o ataque violento ter ocorrido quando o preso estava a ser retirado do pátio de recreio, tendo o guarda sido submetido a um período indeterminado de internamento hospitalar.

Segundo o CM, a violência desencadeou-se na tarde de sexta-feira, quando o guarda agredido, por falta de efetivos, estava a vigiar sozinho o preso no período de recreio. Depois de receber ordens nesse sentido, o agressor mostrou-se renitente em regressar à cela. Colocou-se mesmo de cócoras, e a agressão ocorreu quando o guarda o tentou fazer levantar-se. Depois de agarrar a vítima por trás, com um golpe de ‘mata-leão’, desferiu-lhe uma sucessão de murros na cabeça. Só com o apoio de mais guardas foi possível manietar o agressor, e colocá-lo, de novo, na secção de segurança da cadeia.

O guarda, por seu turno, foi assistido por bombeiros ainda no estabelecimento prisional. Depois de passar por um hospital na zona, foi decidido que teria de ser transferido para o Hospital de São José, em Lisboa, devido à lesão craniana sofrida.

Contactado pelo CM, Frederico Morais, presidente do Sindicato Nacional da Guarda Prisional, confirmou a ocorrência. “A gravidade da situação é diferente. O nosso colega foi atacado numa secção de segurança. Os serviços prisionais geraram um caos tão grande a nível de segurança, colocando guardas a trabalharem sozinhos. Para haver todos os objetivos de atividades que os senhores diretores dos estabelecimentos prisionais querem, limitamos as condições de segurança no interior dos mesmos“, considerou o responsável sindical. 

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Alentejo: Região cria Garrafa Leve e lidera sustentabilidade no mundo do vinho

Nova solução de embalagem permite poupar cerca de 1.500 toneladas de vidro e 1.200 toneladas de CO2 por cada 50 milhões de garrafas – uma revolução !

A Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) colocou a região na linha da frente da descarbonização vitivinícola ao lançar a Garrafa Leve, uma solução industrial de 390 gramas, concebida especificamente para linhas de engarrafamento de alto rendimento, de utilização transversal e opcional para os produtores.

Em nota enviada à imprensa, é esclarecido que a iniciativa pioneira a nível mundial permite reduzir o consumo de matéria-prima, a energia necessária à produção do vidro e as emissões associadas ao fabrico e ao transporte, estabelecendo o Alentejo como um caso único a nível internacional na adoção de um peso de referência comum para uma região vitivinícola.

A dimensão do impacto torna-se evidente à escala da produção, uma vez que a redução de 30 gramas por garrafa, face ao padrão de 420 gramas, representa uma poupança de cerca de 1.500 toneladas de vidro numa produção de 50 milhões de garrafas – o equivalente ao peso de mais de mil automóveis de passageiros -, evitando ainda a emissão de cerca de 1.200 toneladas de CO2 por ano.

A CVRA estima que, paralelamente, a nova garrafa apresente um custo cerca de 2% inferior ao das opções atualmente disponíveis no mercado, unindo a transição ecológica à otimização dos custos de produção, logística e transporte para as adegas alentejanas. 

Para Luís Sequeira, presidente da CVRA, esta medida reflete a visão de futuro delineada para o setor na região. “O novo Plano Estratégico do Alentejo assenta na valorização do nosso vinho, na inovação e no desenvolvimento sustentável, como pilares da nossa competitividade nos mercados internacionais.
A disponibilização desta garrafa de 390 gramas demonstra como a região consegue liderar pelo exemplo, alinhando a sustentabilidade com a eficiência económica e criando soluções reais que beneficiam os nossos produtores e reforçam o posicionamento do Alentejo no mundo.
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A novidade foi apresentada ao público internacional no prestigiado fórum Sustainability in Drinks (SID), em Londres, a 20 de outubro, consolidando a tradição do Alentejo em dar a conhecer soluções de sustentabilidade inovadoras e disruptivas neste palco global.

A apresentação da Garrafa Leve sucede ao lançamento, na edição anterior do certame, da caixa de transporte Re:Boxed, uma solução igualmente pioneira produzida a partir da reciclagem do suporte de silicone da fita dos rótulos, um resíduo industrial que até então não tinha qualquer aproveitamento útil, reforçando a capacidade da região para liderar pelo exemplo na criação de valor a partir do ecossistema de economia circular. 

João Barroso, Diretor de Desenvolvimento Sustentável e I&D nos Vinhos do Alentejo, explica que a garrafa responde diretamente a algumas exigências técnicas e ambientais do Programa de Sustentabilidade dos Vinhos do Alentejo, uma vez que “no PSVA, a redução da pegada de carbono passa necessariamente pela desmaterialização dos componentes da embalagem.

Com esta solução de 390 gramas, oferecemos aos Agentes Económicos uma ferramenta concreta para reforçar o seu perfil de maior sustentabilidade de forma simples e com impacto imediato, sem interferir com as certificações existentes e provando que é possível atingir uma maior eficiência ambiental sem comprometer a eficiência industrial em linhas de engarrafamento de grande velocidade e a máxima segurança do produto.” 

Importa salientar que a iniciativa acompanha o movimento global de desmaterialização de embalagens promovido por parcerias como o Bottle Weight Accord, lançado em 2024 pela Sustainable Wine Roundtable, da qual a CVRA é parceira.

Enquanto este acordo internacional promove o compromisso de comercializar vinhos em garrafas até 420 gramas, a solução desenvolvida para o Alentejo posiciona-se abaixo desse referencial, fixando-se no equilíbrio ideal entre a máxima redução de carbono e a operacionalidade industrial.  

João Barroso salienta que “a opção de 390 gramas garante a resistência necessária para responder sem perdas nem paragens às exigências das linhas de engarrafamento de alto rendimento e é precisamente esse compromisso técnico que viabiliza a adoção em massa e permite projetar a meta de 50 milhões de garrafas para toda a região.” 

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A CVRA recorda ainda que a ação surge num momento em que a redução do peso das garrafas de vidro se afirma como uma das principais frentes de atuação para diminuir o impacto ambiental do setor, onde a utilização de garrafas pesadas, entre os 700 e os 1.200 gramas, continua a representar uma oportunidade significativa de redução de emissões, sem que o peso extra signifique qualquer acréscimo de qualidade no vinho.

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