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Associação de Braga recebe prémio internacional da Ucrânia

A Embaixada da Ucrânia em Portugal entregou, na quarta-feira, a Abraão Veloso, presidente do UPE-Centro Social e Cultural Luso-Ucraniano, de Braga, o prémio internacional “Amber Heart” (Coração de Âmbar) do Ministério de Relações Exteriores da Ucrânia.

“Foi com muita surpresa e orgulho que, no dia 21 de outubro, recebi a distinção em Lisboa, das mãos de Maryna Mykhailenko, Embaixadora Extraordinária e Plenipotenciária da Ucrânia no país, sendo o primeiro português a recebê-la. Muito obrigado!”, disse a O MINHO.

O dirigente associativo partilha a distinção com a mulher Regina, com os filhos Luísa e Pedro, com o genro Vítor e com a neta Joana que, “no dia a dia, apoiam e estimulam o trabalho desenvolvido em favor do povo ucraniano”.

E acrescentou: “Quero também partilhá-lo com os inúmeros doadores, voluntários e instituições que têm sido absolutamente impecáveis e disponíveis para dinamizar e/ou colaborar nas inúmeras ações de apoio ao povo heroico da Ucrânia”.

Esta partilha – salientou – é naturalmente extensiva a todos os membros dos corpos gerentes da associação, atuais ou passados que, com o seu empenho e dedicação, têm contribuído para este caminho de sucesso.

Além da honra que sente, Abraão Veloso vê a iniciativa ucraniana como sendo “um estímulo no apoio ao povo ucraniano e aos seus militares, traduzido no envio de ambulâncias, de um camião e de equipamento médico, bem como de medicamentos, roupa interior térmica, meias, cobertores, colchões hospitalares, e velas de aquecimento, neste caso fabricadas por voluntários da associação”

Dedicação à Ucrânia

No ato, a embaixada entregou ao presidente da UPE um documento, no qual se lê que o “Coração de Âmbar” é atribuído em reconhecimento da “dedicação excecional ao voluntariado, do altruísmo e do espírito inabalável de amor ao próximo e à pátria”.

E, prosseguindo afirma: “Esta distinção homenageia aqueles que se ergueram em defesa do bem e da justiça, não com armas, mas com o coração aberto, apoiando os militares, as pessoas deslocadas, os feridos, as crianças e todos aqueles que necessitam de ajuda em tempo de guerra”.

Associação de Braga recebe prémio internacional da Ucrânia
Foto: DR

O documento sublinha, ainda, que “simboliza o calor da alma ucraniana, a pureza das intenções e a força da nossa terra, de onde provém o âmbar – uma pedra preciosa que guarda em si a luz do sol e o espírito da nação”.

A concluir lembra que “a verdadeira força reside no coração daqueles que não ficam indiferentes, mas que, com as suas próprias mãos, contribuem para a mudança”.

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Il "capo dei maranza" e le elemosine di Meloni

 

di Francesco Santoianni

 

Da quattro giorni, sui media nessuna notizia sul “militare italiano” trovato, per puro caso, dai Carabinieri a Somma Vesuviana il 21 ottobre con tre bottiglie molotov nell'automobile e, quindi, trasferito nel carcere di Poggioreale. Nulla, neanche il solito comunicato della Procura sull’eventuale convalida dell’arresto o sul nome del fermato. Che, ovviamente, ora è uccel di bosco considerando la nuova legge sull’impunità concessa ai servizi segreti che, a differenza dei poliziotti rinviati a giudizio per i fatti di Genova del 2001, possono ora portare alla luce del sole bottiglie molotov e altro ai loro infiltrati nei cortei.

Intanto – forse, per far dimenticare questa storia o per dare mangime sui social ai “complottisti” o ai “vannacciani” - dilaga il can-can mediatico sulla “identificazione del capo dei maranza”: tale Youssef Siher “ricercatore presso l’ISPI” (Istituto per gli Studi di Politica Internazionale). Il tutto per dimostrare che – al pari di Tony Negri di qualche decennio fa - se i cortei di questi giorni finiscono in scontri con la polizia non è per gli infiltrati, la miseria e la conseguente rabbia ma per qualche “cattivo maestro” (si veda la foto).

Il tutto nella speranza che le migliaia di autotrasportatori, coltivatori, pescatori… scesi in piazza in questi giorni si rassegnino davanti alle elemosine (alcune subordinate all’OK dell’Unione europea) promesse dal governo.

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Il "capo dei maranza" e le elemosine di Meloni

 

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Da quattro giorni, sui media nessuna notizia sul “militare italiano” trovato, per puro caso, dai Carabinieri a Somma Vesuviana il 21 ottobre con tre bottiglie molotov nell'automobile e, quindi, trasferito nel carcere di Poggioreale. Nulla, neanche il solito comunicato della Procura sull’eventuale convalida dell’arresto o sul nome del fermato. Che, ovviamente, ora è uccel di bosco considerando la nuova legge sull’impunità concessa ai servizi segreti che, a differenza dei poliziotti rinviati a giudizio per i fatti di Genova del 2001, possono ora portare alla luce del sole bottiglie molotov e altro ai loro infiltrati nei cortei.

Intanto – forse, per far dimenticare questa storia o per dare mangime sui social ai “complottisti” o ai “vannacciani” - dilaga il can-can mediatico sulla “identificazione del capo dei maranza”: tale Youssef Siher “ricercatore presso l’ISPI” (Istituto per gli Studi di Politica Internazionale). Il tutto per dimostrare che – al pari di Tony Negri di qualche decennio fa - se i cortei di questi giorni finiscono in scontri con la polizia non è per gli infiltrati, la miseria e la conseguente rabbia ma per qualche “cattivo maestro” (si veda la foto).

Il tutto nella speranza che le migliaia di autotrasportatori, coltivatori, pescatori… scesi in piazza in questi giorni si rassegnino davanti alle elemosine (alcune subordinate all’OK dell’Unione europea) promesse dal governo.

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