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São Paulo tem reforço importante de última hora para duelo contra o Bahia

Às vésperas da partida contra o Esporte Clube Bahia, o São Paulo pode receber dois reforços de peso para seu elenco: o atacante Caleri e o volante Danielzinho.Vale ressaltar que os dois atletas que não participaram da última partida do Tricolor Paulista, o empate em 1 a 1 contra o Mirassol, que aconteceu neste sábado, 24.Ambos estavam se recuperando de lesões, sendo elas:Danielzinho, lesão no tornozelo esquerdo;Calleri, dores no joelho esquerdo.Tanto Calleri quanto Danielzinho estão previstos para viajarem junto da delegação da equipe paulista para o confronto que acontece nesta quarta-feira, 28, na Arena Fonte Nova, às 21h30 (horário de Brasília). Calleri em treino pelo São Paulo - Foto: Erico Leonan / São Paulo FC Adversário do Bahia chega com elenco desfalcadoMesmo com o possível retorno da dupla, o São Paulo ainda conta com uma extensa lista de desfalques, incluindo três ex-Bahia: Iago Borduchi, Cauly e Arthur.Veja os desfalques do São Paulo para a partida contra o BahiaCauly: fora dos planos do São Paulo e questões contratuais com o Bahia;Iago Borduchi: suspenso após tomar o terceiro cartão amarelo e questões contratuais com o Bahia;Arthur: fora do confronto, se recuperando de um trauma na região lombar;Aurélio Buta: lesionado;Ferreirinha: lesionado;Nicolas: lesionado;Domingos Duarte: lesionado;Sabino: dúvida. Cauly jogando pelo São Paulo - Foto: Rubens Chiri / Perspectiva Qual seria a provável escalação do São Paulo contra o Bahia?Para enfrentar o Tricolor de Aço, o São Paulo deve entrar em campo com a seguinte escalação:Rafael; Newton, Arboleda e Osorio (Sabino); Pedro Lima, Bobadilla, Marcos Antônio e Wendell; Lucas, Luciano e Calleri. Técnico: Dorival Júnior.Qual a situação do Bahia?Diferente de seu rival, o Bahia chega para o confronto com poucos desfalques, somente dois: Kanu, suspenso depois do terceiro amarelo recebido contra o Santos, e Léo Vieira, lesionado e fora do restante da temporada.Apesar das baixas, o Esquadrão de Aço também terá o retorno de dois atletas para o confronto: o volante Jean Lucas e o lateral-direito Román Gómez.Os jogadores voltam a ficar à disposição do treinador Rogério Ceni após cumprirem a suspensão automática depois de receberem o terceiro cartão amarelo na partida contra o Flamengo. Jean Lucas contra o Flamengo - Foto: Rafael Rodrigues/EC Bahia Logo, é possível que o setor central do Bahia sofra algumas alterações, visto que Jean Lucas vinha sendo titular de Rogério Ceni antes da suspensão. Para o duelo contra o Santos, o volante Erick foi o escolhido para fazer a função do camisa 6 do Esquadrão.Já Román Gómez volta a ser opção para a lateral direita, embora Marcos Victor deva permanecer entre os titulares após assumir a posição.Qual deve ser a escalação do Bahia para a partida?Ronaldo; Marcos Victor (Román Gómez), David Duarte, Marco Moreno e Luciano Juba; Acevedo, Jean Lucas (Erick) e Rodrigo Nestor; Kike Olivera, Alejo Véliz e Erick Pulga. Técnico: Rogério Ceni.

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Bahia quebra silêncio sobre polêmica com Willian José e o Nordeste

O Esporte Clube Bahia se posicionou publicamente sobre a polêmica envolvendo o atacante Willian José, alvo de críticas nas redes sociais por compartilhar vídeos com ataques à população nordestina após o segundo turno das eleições.Em nota oficial publicada nesta terça-feira, 27, o clube reafirmou seu compromisso com a defesa do Nordeste e declarou que não compactua com manifestações de ódio, xenofobia ou preconceito.Na manifestação, o Tricolor destacou a importância histórica, social e cultural da região, além de ressaltar que o conteúdo compartilhado pelo jogador não representa os valores da instituição. O clube também informou que a situação foi tratada internamente com o atleta.“O nordestino é antes de tudo um forte”, escreveu o Bahia no início do comunicado, em referência à conhecida frase de Euclides da Cunha, publicada na obra Os Sertões, em 1902.O clube afirmou que, ciente de sua história e de sua importância na construção de uma sociedade mais justa e igualitária, mantém o compromisso com a defesa da população nordestina e de sua cultura. Em relação ao vídeo compartilhado por um atleta do clube, informamos que a questão foi tratada internamente, reiterando que o conteúdo não representa nossos valores Bahia - em publicação nas redes sociais Na nota, o Esquadrão também reforçou que o respeito à diversidade, à dignidade e à identidade nordestina são princípios inegociáveis para a instituição. Ao mesmo tempo, reiterou seu caráter apartidário e se distanciou de discursos que estimulem intolerância ou discriminação.“Afinal, somos orgulhosamente do Nordeste e de todos, sem distinção social, de cor, religiosa ou política”, concluiu o clube.Confira a nota do Bahia:  Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por EC Bahia (@ecbahia) Leia Também: PIVETES DE AÇO Promessa dos Estados Unidos assina primeiro contrato profissional no Bahia BRASILEIRÃO 2026 Ceni revela sentimento pelo São Paulo antes de jogo do Bahia COPA DO BRASIL FEMININA Bahia enfrenta o Flamengo na Fonte Nova por vaga na final; veja data Willian José foi criticado por publicações nas redes sociaisA manifestação do Bahia ocorreu em meio à repercussão de vídeos compartilhados por Willian José em seu perfil no Instagram. As publicações provocaram indignação entre torcedores tricolores, que passaram a cobrar explicações do atacante e um posicionamento oficial da diretoria.Em um dos conteúdos divulgados, o autor critica os eleitores nordestinos pelo apoio majoritário ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito para o quarto mandato. O vídeo também contém ofensas à população da região e associa o comportamento eleitoral à dependência de benefícios sociais.A repercussão ganhou força pelo fato de Willian José, de 34 anos, ser natural de Porto Calvo, no interior de Alagoas, um dos nove estados do Nordeste. O atacante defende o Bahia desde 2025, quando retornou ao futebol brasileiro depois de uma longa passagem pelo futebol europeu.Diante do caso, o clube destacou a defesa da identidade nordestina e deixou explícito que as manifestações compartilhadas pelo jogador não refletem os princípios defendidos pelo Esquadrão.

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Estrada do Coco e outras rodovias passam por alterações durante o feriadão

Motoristas que circulam pelas rodovias BA-093 e BA-099, conhecida como Estrada do Coco e Linha Verde, devem redobrar a atenção nesta semana. Entre segunda-feira, 26, e domingo (1º de novembro), equipes das concessionárias Bahia Norte e Litoral Norte realizam obras de manutenção e melhorias que podem alterar o fluxo de veículos em diferentes trechos.No Sistema BA-093, as intervenções incluem estabilização de taludes nos quilômetros 0 e 4,6 da rodovia, serviços de sinalização horizontal entre os quilômetros 15 e 9 da BA-526 e obras de macrodrenagem entre os quilômetros 22 e 21, na região da Marginal Acalanto. Dependendo do andamento dos trabalhos, poderá haver fechamento ou estreitamento de faixas.Estrada do Coco também terá intervençõesNa BA-099, os serviços de limpeza de drenagem ocorrerão entre os quilômetros 7,7 e 14. Já no trecho entre os quilômetros 78 e 123, haverá fresagem e recomposição do pavimento, com possibilidade de interdições parciais e operação de pare e siga. Na BA-874, entre os quilômetros 1 e 2, a manutenção do paralelepípedo poderá exigir desvios pontuais e controle do tráfego.As concessionárias orientam os condutores a reduzir a velocidade nas proximidades das equipes, respeitar a sinalização e planejar os deslocamentos com antecedência. O cronograma pode sofrer alterações em caso de chuva.Serviços de emergênciaEm caso de emergência, os usuários podem acionar os serviços gratuitos de atendimento médico e mecânico, disponíveis 24 horas por dia. O contato da Bahia Norte é 0800 600 0093. Para a Litoral Norte, o telefone é 0800 071 3233, com atendimento até o quilômetro 54 da BA-099, no acesso à Praia do Forte.

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Promessa dos Estados Unidos assina primeiro contrato profissional no Bahia

O atacante norte-americano Dyllan, de 18 anos, assinou seu primeiro contrato profissional com o Esporte Clube Bahia, estendendo seu vínculo com o clube até 2028. A informação foi divulgada inicialmente pelo perfil Base do Esquadrão e confirmada pelo portal A TARDE.No Bahia desde 2025, Dyllan desponta como uma das promessas das divisões de base do clube.Na atual temporada, o atacante se destacou com 13 gols em 38 partidas disputadas e fez parte do elenco campeão do Campeonato Baiano e da Copa do Nordeste Sub-20, com direito a gols marcados nas finais das duas competições. Atacante fez gol na final do Nordestão Sub-20, contra o Fortaleza - Foto: Rafael Rodrigues/EC Bahia Os 13 gols marcados, aliás, colocaram o jovem atacante dos Estados Unidos entre os artilheiros do Sub-20 do Bahia em 2026. Dyllan ocupa a 4ª posição no ranking de goleadores da categoria neste ano, empatado com Gabriel Carioca, que também soma 13 gols.Artilheiros do Sub-20 do Bahia em 2026:Ryan Nascimento: 21 gols;Dell: 19 gols;Roger Gabriel: 19 gols;Caio Suassuna: 15 gols;Gabriel Carioca: 13 gols;Dyllan: 13 gols. Leia Também: BRASILEIRÃO 2026 Ceni revela sentimento pelo São Paulo antes de jogo do Bahia COPA DO BRASIL FEMININA Bahia enfrenta o Flamengo na Fonte Nova por vaga na final; veja data E.C.BAHIA Atleta do Bahia enaltece Nordeste após post polêmico de Willian José Saiba como Dyllan foi descoberto pelo BahiaA chegada do atacante ao Tricolor teve início longe de Salvador. Conforme apuração do portal A TARDE, Dyllan foi identificado por meio da rede de observação do Bahia, mas a descoberta não aconteceu diretamente por um profissional do clube ou do Grupo City.O jovem foi observado por um parceiro do Bahia durante uma competição realizada nos Estados Unidos. O desempenho apresentado chamou a atenção e fez com que o observador acompanhasse outras partidas do atacante antes de entrar em contato com o clube baiano.A avaliação inicial apontou Dyllan como um possível talento para as categorias de base. Como o Bahia não conseguiu enviar representantes aos Estados Unidos naquele momento, o parceiro encaminhou ao clube um vídeo com informações e imagens do jogador.O material foi analisado pela comissão das categorias de base e causou boa impressão. A partir daí, o Bahia decidiu avançar na avaliação e convidou Dyllan para passar por um período de intercâmbio no CT Evaristo de Macedo.Atacante passou por período de avaliação no CTDyllan chegou a Salvador para treinar com a equipe Sub-20 e teve a oportunidade de ser acompanhado de perto pelos profissionais do clube. Durante o período de testes, o atacante conseguiu se destacar e recebeu a aprovação para permanecer no projeto de formação do Esquadrão.A integração definitiva às categorias de base aconteceu em 2025.A oportunidade de vir ao Brasil também contou com uma circunstância familiar. Embora tenha nascido nos Estados Unidos, Dyllan é filho de brasileiros. Na época do intercâmbio, os pais do atacante já tinham uma viagem programada para o país.Com isso, o jovem veio acompanhado da família e aproveitou a passagem pelo Brasil para realizar o período de avaliação no Bahia. O desempenho apresentado durante os treinamentos foi suficiente para convencer o clube a apostar no atacante.

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Ceni revela sentimento pelo São Paulo antes de jogo do Bahia

Há três anos no Esporte Clube Bahia, o técnico Rogério Ceni vai reencontrar o São Paulo, clube pelo qual é ídolo e onde atuou durante toda a sua carreira como jogador, nesta quarta-feira, 28, às 21h30, na Arena Fonte Nova, em Salvador (BA), pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro.Ceni destaca carinho pelo São Paulo, mas mira triunfo do BahiaNo último sábado, 24, durante entrevista coletiva após o empate contra o Santos, o treinador do Bahia revelou que enfrentar o São Paulo é especial e que sempre terá muito carinho pelo clube paulista. No entanto, ressaltou que, no duelo desta quarta-feira, os times serão adversários e que o objetivo do Esquadrão é conquistar os três pontos. Todos os jogos são especiais para mim. O São Paulo eu tenho enorme carinho, são 26 anos, mas o Bahia vai tentar ganhar do São Paulo e eu estou do lado do Bahia Rogério Ceni - técnico do Bahia Técnico vê vitória como fundamental na briga pela LibertadoresO comandante afirmou que a vitória é fundamental para o Bahia continuar na briga por uma vaga na próxima edição da Libertadores. Ceni também explicou que a equipe precisa somar o máximo de pontos possível no Brasileirão, já que a zona de classificação para a competição continental pode ganhar novas vagas ao final do campeonato.“Você não sabe mais se vai ser G-5, G-6 ou G-7, então temos que fazer a pontuação máxima para ver o que acontece. É um adversário muito bom, mas vamos ter o apoio da nossa torcida. Temos que analisar o São Paulo e tentar vencer, são pontos importantes para ir para a Libertadores”, comentou o técnico Rogério Ceni. A gente precisa muito vencer Ceni - treinador do Bahia Ceni venceu o São Paulo apenas uma vez como treinadorEmbora tenha destacado a necessidade de o Bahia vencer a partida, o técnico Rogério Ceni não costuma ter vida fácil quando enfrenta o São Paulo. Em toda a sua carreira como treinador, venceu o ex-clube apenas uma vez, na edição de 2025 do Campeonato Brasileiro, quando comandava o Esquadrão.Rogério Ceni contra o São Paulo:Fortaleza 0 x 1 São Paulo — Brasileirão 2019;São Paulo 2 x 1 Fortaleza — Brasileirão 2019;São Paulo 1 x 0 Fortaleza — Brasileirão 2020;Fortaleza 3 x 3 São Paulo — Copa do Brasil 2020;São Paulo 2 x 2 Fortaleza — Copa do Brasil 2020;Flamengo 1 x 2 São Paulo — Copa do Brasil 2020;São Paulo 3 x 0 Flamengo — Copa do Brasil 2020;São Paulo 2 x 1 Flamengo — Brasileirão 2020;Bahia 0 x 1 São Paulo — Brasileirão 2023;São Paulo 3 x 1 Bahia — Brasileirão 2024;Bahia 0 x 3 São Paulo — Brasileirão 2024;Bahia 2 x 1 São Paulo — Brasileirão 2025;São Paulo 2 x 0 Bahia — Brasileirão 2025;São Paulo 2 x 2 Bahia — Brasileirão 2026. Bahia está a quatro pontos do G-4 do BrasileirãoApós o empate contra o Santos, no último sábado, o Bahia chegou aos 50 pontos, mas permaneceu na 7ª posição do Campeonato Brasileiro, a quatro pontos do G-4. O Athletico é o primeiro clube dentro da zona de classificação para a Libertadores.

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Bahia tem alta de 338% nas inscrições para o Enem em presídios

O número de pessoas encarceradas inscritas no Exame Nacional do Ensino Médio para Pessoas Privadas de Liberdade (Enem PPL) cresceu 338,7% na Bahia nos últimos 4 anos. Entre 2022 e 2026, as inscrições para o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) aumentaram 196,1%. Os dados são da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap).No Enem PPL, o total de inscritos passou de 1.613, em 2022, para 7.077, em 2026. O crescimento representa 5.464 inscrições a mais ao longo de quatro anos.Já no Encceja, o número de participantes subiu de 2.652 para 7.853 no mesmo intervalo, um acréscimo de 5.201 inscrições. Inscrições para o Enem PPL crescem ano após anoOs dados da Seap mostram que o número de inscritos no Enem PPL aumentou progressivamente entre 2022 e 2026. Confira os registros anuais:2022: 1.613 inscritos2023: 2.230 inscritos2024: 3.107 inscritos2025: 5.099 inscritos2026: 7.077 inscritosNumeros também crescem no EnccejaNo Encceja, também houve crescimento contínuo no período. Esse é um exame gratuito e de participação voluntária, que permite obter certificados de conclusão do Ensino Fundamental ou do Ensino Médio a quem não finalizou os estudos na idade regular. Veja os números:2022: 2.652 inscritos2023: 3.344 inscritos2024: 4.407 inscritos2025: 6.066 inscritos2026: 7.853 inscritosParceria prepara estudantes para os examesDe acordo com as informações da Seap, o avanço nas inscrições é resultado do trabalho conjunto entre a secretaria e a Secretaria da Educação da Bahia (SEC), responsáveis pela preparação dos estudantes privados de liberdade para a realização das provas. A próxima edição do Enem PPL será aplicada nos dias 15 e 16 de dezembro.

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Bahia enfrenta o Flamengo na Fonte Nova por vaga na final; veja data

O Esporte Clube Bahia já sabe as datas dos confrontos decisivos contra o Flamengo, em busca de uma vaga na final da Copa do Brasil Feminina. Na última segunda-feira, 26, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou a tabela detalhada das semifinais da competição.Bahia decide vaga na final contra o Flamengo em novembroO jogo de ida, com mando de campo do Bahia, será disputado na próxima terça-feira, 3 de novembro, às 19h, na Arena Fonte Nova, em Salvador (BA). Já a partida de volta está marcada para o dia 7 de novembro, às 21h30, no Estádio Luso-Brasileiro, no Rio de Janeiro (RJ).Mulheres de Aço chegam à semifinal pelo segundo ano consecutivoO Bahia chega às semifinais da Copa do Brasil Feminina pelo segundo ano consecutivo. Em 2026, as Mulheres de Aço eliminaram Planalto-GO, Itabirito-MG e São Paulo para avançar na competição.A equipe baiana garantiu a classificação entre as quatro melhores após vencer o São Paulo nos dois jogos das quartas de final: por 2 a 1, na partida de ida, e por 1 a 0, na volta.Confira os confrontos das semifinais, com os mandantes do primeiro jogo à esquerda:Bahia x FlamengoInternacional x Bragantino Bahia já garantiu R$ 140 mil com vaga na semifinalO Bahia já garantiu R$ 140 mil pela classificação às semifinais da Copa do Brasil Feminina. Agora, as equipes disputam uma vaga na decisão, que renderá mais R$ 200 mil a cada finalista.O vice-campeão receberá R$ 550 mil, enquanto o campeão ficará com o prêmio de R$ 1,1 milhão.Confira a premiação da Copa do Brasil Feminina por fase:Fase preliminar: R$ 40 mil (quatro clubes);1ª fase: R$ 50 mil (32 clubes);2ª fase: R$ 70 mil (32 clubes);3ª fase: R$ 80 mil (32 clubes);Oitavas de final: R$ 100 mil (16 clubes);Quartas de final: R$ 120 mil (oito clubes);Semifinais: R$ 140 mil (quatro clubes);Final: R$ 200 mil (dois clubes);Vice-campeão: R$ 550 mil;Campeão: R$ 1,1 milhão.

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Mineradora é investigada pelo MPT após morte de trabalhador na Bahia

A morte de um operador de máquinas em uma mina subterrânea de Pilar, distrito de Jaguarari, motivou o Ministério Público do Trabalho (MPT) na Bahia a instaurar um inquérito para investigar a empresa responsável.O órgão busca apurar as circunstâncias da morte do funcionário da mineradora Ero, na unidade Caraíba, localizada no centro-norte da Bahia.A vítima, identificada como Ronaldo, de 45 anos, trabalhava, há mais de dez anos na empresa, como operador de máquinas. De acordo com informações divulgadas pela imprensa, sofreu um acidente enquanto operava uma motoniveladora na noite de sábado, 23.O trabalhador recebeu os primeiros atendimentos da equipe de resgate da própria empresa e foi encaminhado para atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos. A apuração busca esclarecer as causas do acidente, identificar possíveis responsabilidades da empresa e verificar se as normas de saúde e segurança do trabalho foram cumpridasMPT vai apurar condições de segurança na minaDurante a investigação, o MPT deverá solicitar informações aos órgãos responsáveis pela análise técnica do acidente, incluindo a Superintendência Regional do Trabalho na Bahia (SRT-BA), responsável pela fiscalização do cumprimento da legislação trabalhista e das normas de segurança e saúde ocupacional.A intenção é reunir elementos que permitam esclarecer a dinâmica do acidente e verificar se as medidas preventivas exigidas para atividades de mineração subterrânea foram adotadas.Ero suspendeu atividades após acidenteApós a morte do funcionário, a direção da Ero Copper Corp anunciou a paralisação da produção por 24 horas na unidade Caraíba. A suspensão incluiu as minas de Pilar, Vermelhos e Surubim, enquanto os serviços considerados essenciais foram mantidos. Em nota, a empresa informou que está prestando assistência aos familiares do trabalhador e colaborando com as investigações. Ronaldo fazia parte do quadro de funcionários desde 2012 e deixou esposa e duas filhas.O inquérito do MPT deverá avaliar se eventuais falhas nas condições de trabalho ou o descumprimento de normas de segurança contribuíram para o acidente fatal.Em 2024, a empresa registrou um outro caso de acidente no trabalho. Adriano Bezerra de Lima, de 39 anos, morreu quando operava em uma mina em Jaguarari, no norte da Bahia. Na época, a morte foi confirmada pela EroBrasil Caraíba. O trabalhador atuava no local desde 2008 e deixou esposa e três filhos.Mineradora tem histórico de irregularidadesEm 2024, a exploração de cobre pela EroBrasil Caraíba, no distrito de Pilar, em Jaguarari, esteve associada a uma sequência de tremores que preocupou moradores. Naquele ano, foram registrados 41 abalos com magnitude superior a 1,5, segundo o levantamento citado à época. Em 24 de julho, um tremor atingiu magnitude 3,6.Diante da situação, o Núcleo Bahia/Sergipe da Sociedade Brasileira de Geologia (SBG), a UFBA e a UEFS divulgaram uma nota técnica defendendo a paralisação das atividades nas áreas mais suscetíveis a eventos sísmicos. Os abalos também ampliaram a preocupação com a segurança de moradores e trabalhadores da região.Na ocasião, a EroBrasil Caraíba informou ter suspendido as atividades após manifestações de preocupação da população. A empresa afirmou que o epicentro dos tremores ficava fora de sua área de atuação, em uma falha geológica conhecida, a cerca de mil metros de profundidade. Também declarou que monitorava a região e seguia seus procedimentos internos de segurança.

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Bahia ocupa 4º lugar em assédio eleitoral no trabalho; saiba como denunciar

A Bahia registrou 94 denúncias de assédio eleitoral no ambiente de trabalho em 2026 e ocupa a quarta posição entre os estados com mais registros desse tipo. Os dados são do Ministério Público do Trabalho (MPT) e consideram as notificações recebidas até as 17h de 26 de outubro.No segundo turno, o TRT-BA concedeu decisões urgentes em ações do MPT para garantir o direito ao voto livre.Ao todo, o Ministério Público do Trabalho (MPT) contabilizou 2.009 denúncias de assédio eleitoral em todo o país em 2026, até as 17h desta segunda-feira, 26. São Paulo lidera o levantamento, com 363 denúncias, seguido por Minas Gerais, com 217, e Rio de Janeiro, com 171. Desse total, 1.190 registros foram feitos em outubro, o que representa um aumento de 115,6% em comparação com setembro, quando o órgão recebeu 552 denúncias. Os relatos registrados neste mês correspondem a aproximadamente 59,2% do total acumulado ao longo do ano.Como denunciar assédio eleitoral?Trabalhadores que presenciarem ou forem vítimas de assédio eleitoral podem registrar uma denúncia junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT), por meio dos canais oficiais do órgão.Para formalizar o relato, é importante informar detalhes sobre o ocorrido, como local, data, pessoas envolvidas e descrição da conduta. Mensagens, e-mails, gravações e outros documentos que ajudem a demonstrar os fatos também podem ser apresentados, quando disponíveis.A denúncia pode ser feita pelo portal oficial do MPT, na área destinada a denúncias.O que é assédio eleitoral no trabalho?O assédio eleitoral ocorre quando alguém utiliza pressão, ameaça, constrangimento ou outras formas de coação para interferir na escolha política de outra pessoa no ambiente profissional. A prática pode envolver empregadores, superiores hierárquicos ou colegas de trabalho.Entre as situações que podem caracterizar esse tipo de conduta estão ameaçar demitir funcionários por causa de suas escolhas políticas, prometer benefícios em troca de votos ou pressionar trabalhadores a participar de atos de campanha.

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Terreiros apostam no turismo para preservar tradições na Bahia

Os números não são precisos e mudam constantemente, mas falam por si só. No cadastro geral da Federação Nacional do Culto Afrobrasileiro (Fenacab), estão registrados 7,6 mil terreiros ligados aos cultos de matriz africana na Bahia, a maioria deles em Salvador e Região Metropolitana. Espalhadas em todo o estado, mas fortemente concentradas nas 18 cidades da Baía de Todos-os-Santos, essas casas representam diferentes tradições religiosas, carregam um histórico de resistência negra e oferecem um potencial de visitação ainda pouco explorado.Favorável à estruturação de roteiros turísticos passando por lugares importantes para o povo de santo ou pelos próprios terreiros, o supervisor nacional da Fenacab, Marcelo Santos, reflete que estas visitas precisam ser normalizadas.“O turismo pode ajudar a quebrar paradigmas, divulgando o cotidiano dessas casas, mas preservando o sagrado”, afirma Marcelo, que cita em Salvador lugares como os parques do Abaeté e de São Bartolomeu, além dos terreiros tradicionais de candomblé, como Oxumaré, Gantois, Casa Branca, Afonjá e Aganjú, entre muitas outros possíveis de serem visitados.Saindo da cidade, pontua, o Recôncavo e a Ilha de Itaparica são dois redutos de forte potencial do turismo inter-religioso, como prefere classificar.“Precisamos normalizar essas visitas através de roteiros específicos, que obviamente levarão em conta a disponibilidade e calendários dos terreiros”, reforça Marcelo, que ocupa o cargo de Tata Muxikino no Terreiro Inzó Tumbalê Junçara, no povoado de Acupe, em Santo Amaro, e de Onijá no Tuntun Olukotun, na Ilha de Itaparica.Em ambos, conta, a presença de estudiosos e interessados na cultura e religião de matriz africana é constante.“São lugares cercados de Mata Atlântica, que guardam uma história de muita luta e resistência”.QuilomboNa semana passada visitamos o Tuntun Olukotun e entendemos um pouco melhor o que Marcelo está falando. Localizado na entrada dos bairros Barro Branco e Bela Vista, área reconhecida como remanescente de quilombo, o terreiro cercado de verde tem sua origem no ano de 1850.Além do remanescente da floresta original, tão importante para a religião, o templo guarda o registro de um tempo em que os rituais eram escondidos, sobretudo o culto ao egungun – termo que designa alma ou espírito dos que já partiram.Na mesma região estão outros seis terreiros desta tradição, incluindo Omo Ilê Agboulá, outra referência do culto, que está fortemente presente na Ilha de Itaparica.Atualmente as lutas são outras. No ano passado, as várias casas se juntaram para denunciar a especulação imobiliária que avança sobre a mata. Agora, o Tuntun está às voltas com a burocracia para conquistar o título de Patrimônio Imaterial junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).“É um processo muito difícil, pois temos que ficar provando nossa existência e que somos o culto mais antigo de egun, quando já passamos por tudo isso há 13 anos no processo de tombamento junto ao Ipac”, afirma Miguel Roque Filho, atualmente o sacerdote (ojé) mais velho da casa.Ele está na linha de frente do terreiro, ao lado do alagbá Jonatan de Paula e dos ojés Antônio César de Paula, Paulo de Paula, Bartolomeu de Paula e Washington Britto. Vários deles integram o clã Daniel de Paula, que iniciou o culto na Ilha.Em uma roda de conversa com representantes do terreiro de várias gerações, ouvimos diferentes opiniões sobre mantê-lo fechado ou abrir para o público externo, o que inclui uma presença mais ativa nas redes sociais.Só recentemente o Tuntun passou a ter Instagram (@terreiro_tuntun), onde divulgam o calendário de festas e eventos e a própria casa.Já o novo tombamento é uma esperança coletiva de reverter o “apagamento histórico”, ganhar mais apoio e visibilidade para disputar recursos de editais e apoios públicos.Referência mundial“A Ilha é uma referência mundial do culto egungun e o tombamento deste espaço de resistência vai nos ajudar a reverenciar nossos antepassados que já estavam aqui”, reforçou o Ojé João Vitor.Ele explica que o terreiro recebe pessoas interessadas em conhecer sua história, em articulação com guias e mediante agendamento prévio, ou nas festas.À frente do processo de organização formal do terreiro, a l’odôobà Elanne Mendes defende a necessidade destas articulações para a própria sobrevivência.“Não vamos exibir o sagrado, mas podemos criar protocolos de visitação e formas de registrar a nossa história, garantindo a continuidade do terreiro”.Atuando como guia de turismo em Itaparica, Gleison Rocha costuma incluir o Tuntun no roteiro que criou e oferece aos visitantes, ao lado dos terreiros Oba Ladê e Agboulá – todos de culto aos egungun. A rota segue com o Babá Omi Guian e Olu Ayê Azoany, de culto aos orixás. A visita costuma terminar no Azoany, casa em que fica no bairro de Porto Santo e onde ele é ogã.“Esse roteiro pode variar, de acordo com as atividades que acontecem nas casas”, afirma o guia, que destaca ainda o culto aos caboclos na tríade de atrativos para o afroturismo na Ilha.No passeio, ele fala das linhagens e principais diferenças entre os cultos e casas, que conhece bem.Em um levantamento feito para dimensionar os possíveis impactos da ponte Salvador-Itaparica, foram catalogados 124 terreiros.“Tive muita dificuldade em estruturar esse roteiro, pois muitas casas até têm uma boa cultura e história, mas passam por muita dificuldade”, diz Gleison, que acha que as prefeituras de Itaparica e Vera Cruz deveriam fomentar o turismo afro, credenciando guias, criando e divulgando os roteiros.Águas docesDo outro lado da Baía de Todos-os-Santos, os ventos da mudança também desafiam a relação dos terreiros com seus próprios adeptos e com o público externo.No Raiz de Ayrá, localizado na cidade de São Félix, às margens do Rio Paraguaçu, a tarefa está nas mãos de Babá Tacunlecy Sangodemiladè e Iyá Bilú de Oxum, dupla que assumiu recentemente o comando da casa de 109 anos.“Nossa casa sempre teve comando duplo, simbolizando o equilíbrio da justiça de xangô”, pontua Tacunlecy, que chegou por lá em 1999, ainda muito jovem, ao terreiro Nagô-Vodum.Com uma visão de quem atua na música, na fotografia e na produção cultural, ele reflete que os terreiros, de forma geral, precisam ser preparados para receber os turistas.“É preciso ter uma formalização das casas como associação ou ponto de cultura, para que possam buscar recursos e fornecer uma programação com ações como cursos e saraus, que atraiam a comunidade e visitantes, mas não interfira na rotina dos rituais do terreiro”, diz.Até nos dias de festas o Raiz de Ayrá está experimentando, com as celebrações acontecendo de dia ou terminando mais cedo. A mudança, em parte, se adequa ao público mais velho, que dorme mais cedo, mas também para driblar a violência na região, imposta pelo tráfico de drogas.“O candomblé tem mudado muito e vamos utilizar os novos recursos, como a tecnologia, a nosso favor, para perpetuar a tradição”, observa Tacunlecy.Ele, por exemplo, usa a fotografia como instrumento para desmistificar preconceitos e divulgar pessoas e lugares importantes. Recentemente, esteve três vezes na África, registrando com beleza e respeito os rituais.“Quantas pessoas morreram e nunca tiveram sequer um registro?”, indaga.*Série 3/3 ESTA É A3ª EÚLTIMA REPORTAGEM DA SÉRIE SOBRE OPOTENCIAL DO TURISMO RELIGIOSO E NÁUTICO NA BAÍA DE TODOS-OS-SANTOS E NO RECÔNCAVO BAIANO

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Atleta do Bahia enaltece Nordeste após post polêmico de Willian José

Depois da polêmica protagonizada pelo atacante Willian José, que compartilhou um post que criticava a região Nordeste por conta da reeleição do presidente Lula (PT), a goleira Yanne, do Esporte Clube Bahia, fez uma publicação para defender a região. A postagem compartilhada pela goleira fazia referência ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Elton Freitas (@eltonfreitas7)Na publicação, feita no story do Instagram, a atleta do time feminino do Esquadrão ainda deixou um “recado para os nordestinos que minimizam o Nordeste”.“Ter dinheiro não te faz melhor que ninguém, procure estudar um pouco da história da região de onde você vive, de onde você veio, invés de se tornar massa de manobra de um discurso que você não se deu O MENOR TRABALHO de jogar no Google a realidade histórica”, iniciou a goleira do Bahia.“Uma região historicamente desprezada, esquecida e deixada de lado pelos antigos governos, humilhada por tantos anos (e infelizmente ainda atualmente), mas que hoje possui o MÍNIMO de dignidade”, acrescentou ela. “Já ouviu falar que o mundo não gira em torno de si? Trate de tirar o olho do próprio umbigo que poderá perceber a mudança na vida daqueles que, antes, lutavam para sobreviver”, concluiu Yanne.

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Homem é resgatado de cativeiro após sequestro e extorsão na Bahia

Um homem, que foi sequestrado durante a madrugada, foi solto pela Polícia Civil da Bahia, nesta segunda-feira (26), no bairro de Pirajá, em Salvador. 

Segundo a corporação, a vítima estava em uma festa no bairro de Pirajá quando foi sequestrada por integrantes de uma organização criminosa e levada para um imóvel no bairro do Calabetão, local utilizado como cativeiro pelos integrantes do grupo. 

Veja o local: 

Enquanto o homem estava no local, foi submetido a tortura. Depois, os sequestradores entraram em contato com familiares e exigiram o pagamento de uma quantia como condição para a libertação. 

A polícia recebeu denúncias sobre uma possível localização, seguiu até o local e localizaram a vítima.  

No local, foram apreendidas drogas como maconha, cocaína e crack, além de uma balança de precisão e um caderno com anotações relacionadas à possível comercialização de drogas. 

Um homem que portava uma arma de fogo foi flagrado pelos policiais na rua foi preso em flagrante pelo crime de posse ilegal de arma de fogo.  

Seguem as investigações para identificar e localizar os outros envolvidos no sequestro, além de esclarecer todas as circunstâncias do sequestro.

*Sob supervisão de André Rigue

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