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Auto-tanque dos bombeiros forneceu água ao navio-escola “Sorlandet”

Rui Marote Os Bombeiros Municipais Sapadores reabasteceram de água, ao início da noite, no cais norte do Porto do Funchal, o  navio veleiro-escola norueguês centenário “Sorlandet”, que deixará brevemente o porto do Funchal com destino a Sevilha. Como os navios-escola (como o NRP Sagres, que frequentemente visita o Funchal) e outras embarcações militares ou de […]
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Lucro da Coca-Cola sobe 14% para 12,36 milhões de dólares entre janeiro e setembro

A Coca-Cola registou um lucro líquido de 12.358 milhões de dólares (cerca de 11.045 milhões de euros) nos primeiros nove meses do ano, um aumento de 14% em relação ao período homólogo. O lucro do terceiro trimestre foi de 4.009 milhões de dólares, um crescimento de 8% face ao mesmo período do ano anterior.

A multinacional norte-americana Coca-Cola registou um lucro líquido atribuído de 12.358 milhões de dólares (cerca de 11.045 milhões de euros) nos primeiros nove meses do ano, um aumento de 14% em relação ao período homólogo.

De acordo com a informação divulgada hoje pela empresa, no terceiro trimestre do ano, que terminou em 02 de outubro, o lucro líquido atingiu 4.009 milhões de dólares (cerca de 3.583 milhões de euros), mais 8% face ao mesmo período do ano anterior.

A Coca-Cola registou receitas de 39.232 milhões de dólares (cerca de 35.066 milhões de euros) nos primeiros nove meses do ano, o que representa um aumento de 9% em relação ao ano anterior.

Apenas no terceiro trimestre este valor fixou-se nos 13.380 milhões de dólares (cerca de 11.959 milhões de euros), um aumento de 7% relativamente a 2025.

“Os resultados deste trimestre demonstram o impulso sustentado do nosso sistema, o que nos dá confiança nas previsões atualizadas para todo o ano”, afirmou o presidente executivo (CEO) da empresa, Henrique Braun, citado em comunicado.

Numa perspetiva regional, o volume de vendas aumentou 5% na Europa, no Médio Oriente e em África e 6% na América Latina e na Ásia-Pacífico, mas manteve-se na América do Norte.

Para 2026, a multinacional prevê um crescimento de, pelo menos, 11% no lucro por ação, um aumento em relação ao intervalo de 9% a 10% estimado na apresentação dos resultados anteriores.

 

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Crédito Agrícola mantém rating ESG de ‘2’ da Sustainable Fitch e melhora score global para 65 pontos

A agência Sustainable Fitch manteve o rating ESG corporativo do Grupo Crédito Agrícola (GCA) em ‘2’, numa escala de 1 (melhor) a 5 (pior), e reviu em alta o seu score global de 64 para 65 pontos, informou hoje a instituição financeira em comunicado.

Segundo a instituição financeira, esta avaliação reflete os progressos alcançados no reporte de sustentabilidade, nas práticas operacionais, nas políticas de exclusão setorial e no crescimento da atividade de financiamento e investimento sustentáveis, evidenciando a integração dos princípios ESG (ambientais, sociais e de governação) no modelo de negócio do banco.

O relatório da Sustainable Fitch reconhece o modelo de banca cooperativa da instituição, destacando o seu contributo para a inclusão financeira e para o desenvolvimento económico local. Em concreto, a avaliação sublinha que o Crédito Agrícola está presente em 95% dos municípios portugueses de baixa densidade e mantém 257 agências em localidades onde não existe qualquer outra instituição de crédito, o que representa 41,7% da sua rede comercial de 615 balcões.

Na vertente social e de igualdade de género, o documento assinala que as mulheres representam 52% do total de colaboradores do grupo bancário. Já no órgão de governação, composto pelo Conselho de Administração Executivo e pelo Conselho Geral e de Supervisão, a representação feminina fixa-se nos 37,5%, apresentando um nível de independência de 55%.

No plano ambiental, a avaliação destaca a Estratégia de Sustentabilidade 2026-2028 e as metas estabelecidas para 2030 relativas à redução de emissões operacionais e financiadas em oito setores de elevada intensidade carbónica. O grupo comprometeu-se a alcançar a neutralidade carbónica nos âmbitos 1 e 2 e a reduzir em 33% as emissões operacionais do âmbito 3 até 2030.

O Grupo Crédito Agrícola é o sexto maior grupo bancário português em termos de ativo líquido, operando através da Caixa Central e de 67 Caixas Agrícolas associadas, prestando serviços a cerca de 1,6 milhões de clientes.

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